quarta-feira, 19 de junho de 2013

Capitulo 24 - Maybe I Want You Too

Cap. 24 (pov. May)
Terminado meu banho, fiz meu curativo e coloquei uma roupa confortável http://www3.pictures.zimbio.com/gi/NYLON+Onitsuka+Tiger+Celebrate+Annual+May+WpKkO08njB9l.jpg , fui para a sala ver como estava a arrumação, Any colocava as bebidas na geladeira, Helo espalhava as almofadas por toda a sala, eu decidi enrolar os brigadeiros e estourar as pipocas. Quando tudo já estava arrumado, Any trocou de roupa http://n2.9cloud.us/31/victoria_justice___short_shorts_3_2_1919519227.png e Helo se aprontou rapidamente http://www.denimology.com/2010/06/taylor-swift-american-eagle-denim-shorts-jt1-thumb-440x736-43597.jpg , coloquei o filme “Possessão” no DVD e ficamos esperando os meninos que não demoraram a chegar.
_May! – André gritou entrando em casa, Lucas e Miguel o seguiam.
_Olá. – falei formalmente.
_Credo... Me sinto um velho. – Miguel reclamou.
_Eu também. – Lucas disse.
_Vamos ver o filme então senhores. – Any brincou.
_Acompanho vocês até a sala. – Helo entrou na brincadeira.
Nos sentamos assim, André se sentou ao meu lado no sofá, Helo também se sentou no sofá, Miguel deitou no divã, Lucas ficou com uma das poltronas e Any se sentou na outra poltrona ao seu lado. O filme começou e não pude deixar de lembrar de Jay, no hotel quando estávamos em Londres, André me puxou para que eu senta-se em seu colo de lado, não protestei, me sentia mais segura daquele jeito.
_Quero mais pipoca. – Any reclamou, quando olhei para ela, vi que estava também no colo de Lucas, ele fazia carinho em seu rosto.
_Vou buscar. – falei saindo do colo de André que protestou, eu sorri.
Na cozinha, abri a panela e coloquei mais pipoca no pote de Any, resolvi tomar um pouco de suco, quando fui guardar o suco, André me abraçou por trás, sorri.  Beijando a parte de trás do meu pescoço ele deixou um rastro de fogo, suspirei.
_Você está linda hoje. – ele murmurou mordendo minha orelha, soltei o ar sôfrego.
_E você está abusado. – disse, me virando para ele. _O que acha de um beijo? – perguntei, ele sorriu vitorioso.
_Acho uma proposta muito difícil de recusar. – André brincou, puxei seu cabelo e trouxe sua boca até a minha, o beijo era calmo, como se ele quisesse aproveitar o máximo que podia, ele pediu passagem com a sua língua e eu cedi, eu estava exalando fogo, aquele garoto me enlouquecia, André puxou minhas pernas para cima me erguendo, senti uma dor desconfortável, na região ferida e gemi de dor, preocupado André me colocou em cima da bancada, quando eu olhei para ele, seus lábios estavam inchados.
_Por que paramos? – perguntei cruzando os braços, ele se aproximou e mordeu lentamente meu lábio inferior, me fazendo clamar mais por sua boca.
_Eu quero saber por que está de calça? E por que toda vez que mexe com sua perna dói? – ele perguntou.
_Não quero acabar com nosso clima agora. – falei manhosa.
_May... Eu preciso saber. – André pediu, seus olhos brilhavam de sinceridade.
_Então vem para o quarto comigo. – disse sorrindo ele retribuiu, me desceu da bancada.
Passei pela sala e entreguei o pote de pipoca de Any, André seguiu direto para o quarto, avisei que iria mostrar a André minhas cicatrizes, fui para o quarto e ele estava sentado na cama, fui até ele e lhe dei um selinho, tirei minhas sandálias e depois desci lentamente minha calça, revelando os cortes que estavam agora cicatrizando e sem ataduras. André me olhou com cautela, parecia que processava a informação, se levantou e me abraçou, era estranho estar de calcinha na frente dele o abraçando, retribui o abraço.
_Sinto muito. – ele murmurou. _Por não poder fazer nada para te impedir.
_Estou bem agora... Agora que você está aqui. – falei sorrindo, seus olhos me encaram e depois sua boca devorou a minha.
Joguei André na cama, me sentando lentamente sobre ele, senti sua ereção relutante, ele suspirava pesado, sorri para ele e lhe dei um beijo quente, rebolei em cima dele, mas sabia que aquela hora não era certa, me levantei e sorri para ele.
_Vamos terminar o filme? – perguntei colocando a calça.
_Sim... Se eu ficar mais um minuto nesse quarto não me responsabilizo por meus atos. – brincou e assim deixamos o quarto, me sentia leve por revelar a André o que eu havia feito.

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