Cap. 17 (pov. Jay)
Os meninos queriam sair, então fui junto, May também sairia
no dia, mas a diferença de horários me permitiu sair mais “cedo” que ela, Max
falava no carro que ligou para a tal Emma, ele alegou havia gostado do jeito
dela, falou que poderiam ser amigos, eu duvidei. A porta da boate estava cheia,
mas passamos sem dificuldade, lá dentro eu fui direto para a nossa área reservada,
Nathan correu para o bar pegar uma cerveja, eu percebi que Max estava
acompanhado de algumas pessoas, depois que elas chegaram a área V.I.P que eu
fui perceber que eram Suzan https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjaoUy47Nk2z449EZMsUZT15gtrx5uDsVLmV0n4Jl2ZPw1SVjNg2EuWqQYRweRXOOKq4OWADsKssz4LAdjmVCbrJUYsgh3DxXjz4O8YZsZt-RJWFVGiiIh0K3xL8Rc-79jUkMdWyS9Q6-k/s1600/-Material-Girl-Launch-Red-Carpet-taylor-momsen-15749840-1664-2500.jpg
, Chloe http://img.eumaquio.com/2011/08/kin13.jpg
e Emma http://photos.posh24.com/p/1371838/z/style_spotlight/cher_lloyd_red_vest_white_crop.jpg
.
_Jay! – Chloe gritou e me abraçou forte, eu sorri tímido.
_Vamos beber! – Emma gritou acenando para mim e puxando Max
pela camiseta.
_James. – Suzan me cumprimentou se sentou ao meu lado e
começamos a conversar.
Nathan dançava animado com Chloe que ria sem parar, Emma se
esfregava em Max que não fazia nada para impedir, já que permanecia na área V.I.P
bebendo minhas doses de tequila, me lembrava de May toda vez que bebia tequila,
sorri com a lembrança. Suzan havia sumido no meio da multidão, preferi não ir
procura-la. Nathan fez sinal para eu me aproximar e assim eu fiz.
_Não vai dançar Bird? – ele me perguntou, sua voz elevada,
seu hálito forte de bebida.
_Estou aqui para isso. – falei brincalhão e comecei a me
mexer, Suzan apareceu ao meu lado e começou a dançar com Chloe.
_Cadê o Max? – Nath me perguntou.
_Ali! – apontei para ele e Emma, que se aproximaram de nós.
_Acho que estou bêbado. – Max falou e eu cai na gargalhada.
_Eu posso curar você. – Emma falou puxando Max, mais uma vez
eles sumiram na multidão.
_Isso não vai acabar bem. – Nathan me advertiu.
_Por quê? - perguntei apreensivo, ele apontou para os lados.
_Paparazzi, muitos deles. Jay aqui eles podem entrar. – ele falou
e pareceu que o mundo parou, fiquei tenso, se May ver algumas das fotos... Não
quero nem pensar em perde-la.
_Como você soube? – falei puxando ele para o bar, deixando
as meninas de lado.
_O barman me falou, depois eu vi as câmeras. – ele falou
tomando um pouco de agua.
_Vamos embora. – disse decidido. _Ache o Max, vamos agora.
_Pode deixar nos vemos lá fora Jay. – Nathan falou e sumiu
novamente no meio das pessoas, me dirigi até a porta de saída, mas fui puxado
para o lado.
_Achou que eu deixaria você ir? – Suzan falou em um tom
divertido.
_Tenho que ir. – disse tirando as mãos dela de mim, May
jamais me perdoaria por uma traição.
_Não não Bird. – ela deu ênfase no Bird.
_Suzan... – a repreendi, mas ela me prensou na parede,
levantou uma de suas pernas e me fez segurar, puxei o ar por entre os dentes.
_Não... – sussurrei fraco.
_Ninguém vai saber. – murmurou mordendo minha orelha, arfei,
depois seus lábios estavam nos meus, um beijos forte, uma briga de lábios fervorosos,
cheguei a sentir meus lábios incharem.
_Não Suzan. – falei empurrando ela, sai limpando meu lábio,
mas era tarde demais, paparazzi estavam me cercando, corri até o taxi, eu
sentia nojo de mim mesmo, pobre May, quando ver as fotos... Meu Deus, o que eu
fiz?
_Achamos você! – Nathan gritou entrando no taxi e assim
começamos a andar.
_Eu sou um idiota. – murmurei.
_Eu também sou... Beijei Emma. – Max confessou.
_Eu beijei Suzan. – confessei e os dois me olharam.
_Merda Jay! – Nathan gritou, comecei a chorar, eu não queria
isso.
_Tiraram fotos nossa Baby! – gritei com a voz embargada pelo
choro, o rosto de Max estava vermelho, ele estava chorando também.
_May e Any... Jamais perdoaram vocês. – Nathan sussurrou.
_Eu sei. – Max falou limpando suas lagrimas com fúria.
_Valeu a pena? – Nathan perguntou.
_Não... O beijo até que foi bom... Mas eu não senti nada. –
murmurei tristemente.
_Eu só senti nojo de mim mesmo. – Max falou e eu concordei.
_Chega de se martirizar, vocês fizeram a coisa errada, agora
é esperar até amanhã para a reação delas. – Nathan advertiu enquanto o taxi
parava em frente a nossa casa.
_Vou dormir. – Max falou subindo as escadas.
_Eu vou pensar um pouco. – falei seco.
_Vou subir Jay, boa noite. – Nathan falou e eu fiquei na
sala, meu olhar era estático, como eu estava arrependido, eu me odeio, e amanhã
May vai me odiar também.
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