Cap. 88 (pov. Helo)
Por três semanas May ficou internada no hospital se recuperando da cirurgia, Jay não deixava ela por um minuto, as vezes quando eu ia falar com ela, May não respondia, ficava longe, chorava em silencio e eu não conseguia dizer as coisas certas. Hoje ela iria para a casa, pediu antes de tudo não desmanchar o quarto do bebê, ela queria poder sentir a presença de seu filho perdido que mal teve a chance de viver e agora ela não poderia ter mais bebê nenhum.
_Ela chegou! - Any gritou na porta do meu quarto e eu segui com ela escada abaixo.
_Onde está o resto do pessoal? - May perguntou, se referindo a Siva, Nareesha, Tom e Kelsey, que tinham saído para resolver algumas coisas da banda.
_Não sei. - Jay falou sorrindo torto.
_May! - Any gritou e correu para abraçar a prima que reclamou de dor.
_Ainda estou com os pontos. - ela advertiu. _Não vai me dar um abraço? - May falou vindo em direção á mim, vi suas olheiras, seu rosto pálido, sua testa levemente roxa e sua barriga, agora reta.
_Olá. - sussurrei, ela me abraçou e quando senti suas costelas, não aguentei e chorei. _Não é justo sabia. - sussurrei em seu ouvido ela assentiu. _Ele tinha tudo para ser o bebê mais amado do mundo.
_Tudo bem querida. - May falou tomando meu rosto em suas mãos, sorriu, mas a alegria não alcançou seus olhos. _Tudo bem. - ela sussurrou e eu assenti me afastando, limpando os olhos.
_Até que enfim você voltou May, estou precisando de refeições gostosas. - Max falou tentando tirar algum sorriso dela, ela o abraçou, delicadamente. _Senti tanta a sua falta. - ele falou com a voz rouca e vi uma lágrima lhe escapar.
_Minha vez. - Nathan falou e abraçou May. _Queria poder fazer a dor ir embora. - ele falou baixinho, mas eu escutei.
_Jay. - ela chamou se libertando do abraço de Nath. _Bird, eu quero ver onde ele ia dormir. - pediu, com a voz engasgada.
_Claro. - Jay disse forçando um sorriso.
Eles foram de mãos dadas até o quarto, fomos logo atrás em silencio, May abriu a porta e passou a mão por cada detalhe do quarto, Jay observava tudo em silencio, vi ele engolindo seco várias vezes. Tudo parecia normal, até que May alcançou o ursinho que vestia uma camiseta escrita "I love my mother" e caiu de joelhos, reclamou da dor, mas depois chorou, abraçando fortemente o urso, Jay se ajoelhou na sua frente e abraçou May com toda sua força, todos ficamos lá, na porta, em silencio, observando tudo, vendo a dor deles, vendo como era a perda de um filho e desejei poder ficar no lugar de May, pois a cada soluço que ela dava no ombro de Jay, eu sentia uma facada em meu peito.
sexta-feira, 30 de agosto de 2013
Capitulo 87 - Sad Days Arrived
Cap. 87 (pov. Nathan)
Foi uma total correria até o hospital, Jay chorava e tremia por causa dos soluços, eu tentei muito acalma-lo, mas o que eu poderia fazer?! Ele acabara de saber que o filho e a mulher que ele ama estão em perigo de vida e vendo seu rosto eu podia saber que ele já sabia o que estava esperando por ele. Atravessamos um grande corredor branco e bem iluminado e chegamos a sala de espera, corri para abraçar Helo que tinha sangue nas mãos, Any chorava em silencio segurando um cobertor pequeno coberto de sangue, Max só se sentou ao seu lado, todos ficamos com nossas namoradas, menos Jay que chorava e andava de um lado para o outro com certa aflição no olhar. Já se passava da meia noite quando o médico saiu da ala cirúrgica, Jay como ficou cansado, tinha se sentado no chão encostado na parede, mas quando viu o doutor ele se levantou e correu para falar com ele.
_Como May está e meu filho? - Jay perguntou cansado, as meninas se entreolharam e o médico suspirou.
_Acho que suas amigas não te colocaram á par da situação. - o médico ajeitou sue jaleco. _A Senhorita Carolina não pode ter filhos, seu útero é oco, foi algum milagre ela ter engravidado, mas... Desculpe, ela perdeu o bebê. - Jay assentiu tristemente a cada palavra. _Tivemos que retirar o útero dela também, para que não aja risco de algum câncer, eu sinto muito realmente, mas ela precisará de muita força nesse momento.
_Posso vê-la? - Jay perguntou.
_No momento ela está sedada, um de vocês pode dormir aqui, mas somente um. - o médico falou.
_O Jay fica. - Any murmurou rouca por todo o choro. _Amanhã nós vamos vir cedo.
_Obrigado. - Jay falou para Any que assentiu.
Na volta Helo me abraçou forte no carro e eu senti que ela estava triste, mas não queria que Any visse. Quando conseguimos entrar em meu quarto Helo desabou, o chora á consumia, ela dizia que a culpa era dela por insistir para May ir comprar as coisas e eu tentava mostrar á ela que May não podia ter aquele bebê, depois de um momento em silencio e deixando Helo se lavar com seu choro, ela pegou um pijama e foi tomar banho, sem dizer uma só palavra tomou seu banho, deitou na cama e dormiu.
Foi uma total correria até o hospital, Jay chorava e tremia por causa dos soluços, eu tentei muito acalma-lo, mas o que eu poderia fazer?! Ele acabara de saber que o filho e a mulher que ele ama estão em perigo de vida e vendo seu rosto eu podia saber que ele já sabia o que estava esperando por ele. Atravessamos um grande corredor branco e bem iluminado e chegamos a sala de espera, corri para abraçar Helo que tinha sangue nas mãos, Any chorava em silencio segurando um cobertor pequeno coberto de sangue, Max só se sentou ao seu lado, todos ficamos com nossas namoradas, menos Jay que chorava e andava de um lado para o outro com certa aflição no olhar. Já se passava da meia noite quando o médico saiu da ala cirúrgica, Jay como ficou cansado, tinha se sentado no chão encostado na parede, mas quando viu o doutor ele se levantou e correu para falar com ele.
_Como May está e meu filho? - Jay perguntou cansado, as meninas se entreolharam e o médico suspirou.
_Acho que suas amigas não te colocaram á par da situação. - o médico ajeitou sue jaleco. _A Senhorita Carolina não pode ter filhos, seu útero é oco, foi algum milagre ela ter engravidado, mas... Desculpe, ela perdeu o bebê. - Jay assentiu tristemente a cada palavra. _Tivemos que retirar o útero dela também, para que não aja risco de algum câncer, eu sinto muito realmente, mas ela precisará de muita força nesse momento.
_Posso vê-la? - Jay perguntou.
_No momento ela está sedada, um de vocês pode dormir aqui, mas somente um. - o médico falou.
_O Jay fica. - Any murmurou rouca por todo o choro. _Amanhã nós vamos vir cedo.
_Obrigado. - Jay falou para Any que assentiu.
Na volta Helo me abraçou forte no carro e eu senti que ela estava triste, mas não queria que Any visse. Quando conseguimos entrar em meu quarto Helo desabou, o chora á consumia, ela dizia que a culpa era dela por insistir para May ir comprar as coisas e eu tentava mostrar á ela que May não podia ter aquele bebê, depois de um momento em silencio e deixando Helo se lavar com seu choro, ela pegou um pijama e foi tomar banho, sem dizer uma só palavra tomou seu banho, deitou na cama e dormiu.
quarta-feira, 28 de agosto de 2013
Capitulo 86 - Let's Not True
Cap. 86 (pov. Any)
Deixando o residencial May parecia melhor, corada até, acho que era só saudades de Jay, ela falava que a dor tinha ido embora e que estava com fome até. Kelsey dirigia com cuidado pela estrada molhada, a chuva havia parado e o tempo começou a abrir, coisa muito rara em Londres. Parando o carro em um estacionamento privado de uma loja com artigos especializados somente em bebês, nós entramos, Naree gritava a cada coisa que achava, mas May tinha dito que queria coisas que dessem para menino quanto para menina, me impressionei com o tamanho da loja, era realmente grande e tinha tantas coisas que me perdia as vezes em meio tantas coisas. Helo me cutucou e apontou para a frente da loja, estava cheia de paparazzi, muitos deles atingiam nossos rostos com suas luzes fortes e eu corri para tirar May da frente da loja.
_Obrigada. - ela murmurou.
_Só finjam que não estão aqui. - Kelsey falou.
Assentimos e voltamos a escolher roupinhas, coisas para ajudar na alimentação, roupas de cama, toalhas e até mesmo um roupão. Já era tarde quando passamos tudo no caixa, iríamos dividir o custo entre eu, Helo, Kelsey e Nareesha, mesmo May querer pagar alguma parte não deixamos.
_Pessoal. - May nos chamou, as sacolas pesavam em nossos braços. _Preciso comer algo, estou me sentindo fraca.
_Vamos ao Starbucks aqui do lado. - Nareesha falou.
_Mas e eles? - Helo apontou para o batalhão de paparazzi.
_Só querem algumas fotos de nós juntas, tudo vai ficar bem. - Kelsey falou.
Seguimos elas a passos largos pela rua, o Starbucks era realmente ao lado, fizemos nossos pedidos e me surpreendi quando vi May comer dois cookies e um muffin, ainda tomar um belo copo de café, parecia a antiga May, feliz, sorrindo, fazendo piadas e comendo, o que era o melhor, porque ela não comia muito ultimamente, terminado de comer, fomos sair do Starbucks, mas começou um empurra empurra e eu então começamos a correr, perto do estacionamento May gritou e então o que eu temia aconteceu, sangue... Muito sangue manchou a calça de May e ela caiu desmaiada no chão, sua cabeça bateu contra o asfalto e vi sua testa sangrar por causa do impacto, corri até ela, tudo parecia em câmera lenta, os flashes, Helo me ajudando a levantar May, Nareesha e Kelsey correndo para abrir o carro e colocar as coisas dentro dele, arrastamos May até o carro, os paparazzi nos fuzilavam com seus flashes, mas não havia tempo para briga, May sangrava muito, suava frio e sua barriga estava dura como pedra, Nareesha estendeu o coberto do bebê sobre o banco e colocamos May com a cabeça deitada em minha perna e os pés dela na perna de Helo, Kelsey ligou o carro quando Nareesha entrou no banco do passageiro, e com uma pisada forte no acelerador saiu abrindo espaço entre os paparazzi que cercavam o carro, sem cerimonias saiu do estacionamento, mas eu consegui ver, o sangue de May no asfalto, engoli seco e começamos a nos mover rapidamente pelo trafego, Helo chorava descontroladamente, mas eu não conseguia chorar, estava em total panico, Nareesha estava ligando para o hospital para avisar que estavam chegando e assim que desligou, Kelsey já estava na entrada do hospital, derrapou na porta e pude ver enfermeiros chegando com macas e Helo descendo rápido do carro, eles tiraram May de meus braços e saíram com ela para dentro do hospital, peguei o coberto e dobrei ele com cuidado.
_Vamos! - Helo gritou para que eu entrasse no hospital, assenti e corremos para a recepção, preenchemos uma lista imensa de inscrição e ficamos na sala de espera, olhando para a cara das outras, Helo tinha sangue nas mãos e eu nos braços, eu ainda segurava o coberto e assim as lágrimas vieram, silenciosas, porém dolorosas, corroendo tudo que sentia, vi Nareesha pegando o celular, podia adivinhar que estava falando com Jay, pois quando ela desligou, tinha um olhar alarmado.
_Vocês são parentes da senhorita... - o médico olhou na ficha. _Maria Carolina?
_Sim! - eu e Helo falamos juntas e eu sequei minhas lágrimas para me levantar e falar com ele.
_Tenho algumas noticias. - ele murmurou, parecendo cansado e um pouco velho.
_May está bem... Quer dizer Maria? - Helo perguntou apreensiva.
_A senhorita Carolina está bem, mas acabou perdendo o bebê. - ele falou da forma mais profissional que tinha, vi os olhos de Helo formarem lágrimas. _Ela nem deveria ter engravidado. - ele completou.
_Como assim? - perguntei. _Não deveria ter engravidado? - falei imitando seu tom de voz, calmo e profissional.
_O útero dela é... - ele procurou as palavras. _Oco.
_Oco? - Helo perguntou fungando e limpando as lágrimas.
_Ela é estéreo senhoritas, ela nunca devia ter engravidado. - ele completou friamente.
_O que vai acontecer agora? - Kelsey perguntou um pouco sem paciência.
_Vamos retirar o feto morto e depois retiramos o útero para evitar algum tumor ou câncer. - o médico terminou de falar e deu as costas, seguindo para a ala de cirurgia.
Eu queria correr atras dele, mas conversar era perda de tempo, e tempo era o que May menos tinha, me sentei novamente na poltrona fria do hospital e segurei o cobertor com os dedos trêmulos engolindo a vontade súbita de chorar.
Deixando o residencial May parecia melhor, corada até, acho que era só saudades de Jay, ela falava que a dor tinha ido embora e que estava com fome até. Kelsey dirigia com cuidado pela estrada molhada, a chuva havia parado e o tempo começou a abrir, coisa muito rara em Londres. Parando o carro em um estacionamento privado de uma loja com artigos especializados somente em bebês, nós entramos, Naree gritava a cada coisa que achava, mas May tinha dito que queria coisas que dessem para menino quanto para menina, me impressionei com o tamanho da loja, era realmente grande e tinha tantas coisas que me perdia as vezes em meio tantas coisas. Helo me cutucou e apontou para a frente da loja, estava cheia de paparazzi, muitos deles atingiam nossos rostos com suas luzes fortes e eu corri para tirar May da frente da loja.
_Obrigada. - ela murmurou.
_Só finjam que não estão aqui. - Kelsey falou.
Assentimos e voltamos a escolher roupinhas, coisas para ajudar na alimentação, roupas de cama, toalhas e até mesmo um roupão. Já era tarde quando passamos tudo no caixa, iríamos dividir o custo entre eu, Helo, Kelsey e Nareesha, mesmo May querer pagar alguma parte não deixamos.
_Pessoal. - May nos chamou, as sacolas pesavam em nossos braços. _Preciso comer algo, estou me sentindo fraca.
_Vamos ao Starbucks aqui do lado. - Nareesha falou.
_Mas e eles? - Helo apontou para o batalhão de paparazzi.
_Só querem algumas fotos de nós juntas, tudo vai ficar bem. - Kelsey falou.
Seguimos elas a passos largos pela rua, o Starbucks era realmente ao lado, fizemos nossos pedidos e me surpreendi quando vi May comer dois cookies e um muffin, ainda tomar um belo copo de café, parecia a antiga May, feliz, sorrindo, fazendo piadas e comendo, o que era o melhor, porque ela não comia muito ultimamente, terminado de comer, fomos sair do Starbucks, mas começou um empurra empurra e eu então começamos a correr, perto do estacionamento May gritou e então o que eu temia aconteceu, sangue... Muito sangue manchou a calça de May e ela caiu desmaiada no chão, sua cabeça bateu contra o asfalto e vi sua testa sangrar por causa do impacto, corri até ela, tudo parecia em câmera lenta, os flashes, Helo me ajudando a levantar May, Nareesha e Kelsey correndo para abrir o carro e colocar as coisas dentro dele, arrastamos May até o carro, os paparazzi nos fuzilavam com seus flashes, mas não havia tempo para briga, May sangrava muito, suava frio e sua barriga estava dura como pedra, Nareesha estendeu o coberto do bebê sobre o banco e colocamos May com a cabeça deitada em minha perna e os pés dela na perna de Helo, Kelsey ligou o carro quando Nareesha entrou no banco do passageiro, e com uma pisada forte no acelerador saiu abrindo espaço entre os paparazzi que cercavam o carro, sem cerimonias saiu do estacionamento, mas eu consegui ver, o sangue de May no asfalto, engoli seco e começamos a nos mover rapidamente pelo trafego, Helo chorava descontroladamente, mas eu não conseguia chorar, estava em total panico, Nareesha estava ligando para o hospital para avisar que estavam chegando e assim que desligou, Kelsey já estava na entrada do hospital, derrapou na porta e pude ver enfermeiros chegando com macas e Helo descendo rápido do carro, eles tiraram May de meus braços e saíram com ela para dentro do hospital, peguei o coberto e dobrei ele com cuidado.
_Vamos! - Helo gritou para que eu entrasse no hospital, assenti e corremos para a recepção, preenchemos uma lista imensa de inscrição e ficamos na sala de espera, olhando para a cara das outras, Helo tinha sangue nas mãos e eu nos braços, eu ainda segurava o coberto e assim as lágrimas vieram, silenciosas, porém dolorosas, corroendo tudo que sentia, vi Nareesha pegando o celular, podia adivinhar que estava falando com Jay, pois quando ela desligou, tinha um olhar alarmado.
_Vocês são parentes da senhorita... - o médico olhou na ficha. _Maria Carolina?
_Sim! - eu e Helo falamos juntas e eu sequei minhas lágrimas para me levantar e falar com ele.
_Tenho algumas noticias. - ele murmurou, parecendo cansado e um pouco velho.
_May está bem... Quer dizer Maria? - Helo perguntou apreensiva.
_A senhorita Carolina está bem, mas acabou perdendo o bebê. - ele falou da forma mais profissional que tinha, vi os olhos de Helo formarem lágrimas. _Ela nem deveria ter engravidado. - ele completou.
_Como assim? - perguntei. _Não deveria ter engravidado? - falei imitando seu tom de voz, calmo e profissional.
_O útero dela é... - ele procurou as palavras. _Oco.
_Oco? - Helo perguntou fungando e limpando as lágrimas.
_Ela é estéreo senhoritas, ela nunca devia ter engravidado. - ele completou friamente.
_O que vai acontecer agora? - Kelsey perguntou um pouco sem paciência.
_Vamos retirar o feto morto e depois retiramos o útero para evitar algum tumor ou câncer. - o médico terminou de falar e deu as costas, seguindo para a ala de cirurgia.
Eu queria correr atras dele, mas conversar era perda de tempo, e tempo era o que May menos tinha, me sentei novamente na poltrona fria do hospital e segurei o cobertor com os dedos trêmulos engolindo a vontade súbita de chorar.
Capitulo 85 - Is Something Wrong With The Baby
Cap. 85 (pov. Max)
Quando finalmente as meninas desembarcaram do avião, Jay correu para abraçar May, mas algo me chamou atenção, como eu usualmente só falava com Any que não falava tanto da gravidez de May, acho que por medo de eu dizer alguma coisa para Jay, coisa que faria. Então na hora em que vi elas descendo não pude deixar de notar, May pálida, magra, quase sem curvas, a barriga um pouco acentuada por causa do bebê, mas suas olheiras demonstravam seu cansaço e sua expressão completamente de dor, me fez gelar, eu vi Any correr em minha direção sorrindo, senti ela me abraçando, mas simplesmente congelei. Aquela garota magra não era May, eu me recusava a ficar calado, ela estava fraca, mesmo sem carregar as malas que Jay arrastava, vi que ela mal conseguia se sustentar em suas próprias pernas. Por um momento Any tomou meu rosto em suas mãos, mas me soltei dela, fui na direção de May, queria ver se ela estava mal mesmo, então Jay se ajoelhou em sua frente, ergueu sua camisa e lhe deu um beijo na barriga, May sorriu, brilhante, mesmo que fraca, me voltei para Any que estava fazendo bico e um pouco mal-humorada.
_Desculpe Any... - procurei as palavras. _Mas May está tão... Diferente. - ela suspirou pesadamente e estendeu a mão que eu peguei.
_Ela está muito mal. - Any sussurrou como se fosse um segredo, abracei sua cintura agarrando sua mala com uma das mãos. _Mas não comente com Jay... O bebê, machuca May, ela sente tanta dor. - senti Any estremecer quando proferiu as palavras.
_Vamos conversar depois. - murmurei em seu ouvido, á vi corar. _Estou morrendo de saudades. - falei e ela sorriu.
_Eu também Max. - ela falou docemente, todos já estávamos em frente aos dois carros que levamos, o meu e o de Jay.
Any foi comigo em meu carro, só nós dois, pois Helo queria ficar perto de May e de Nath, então eles seguiram com Jay em seu carro. Dirigia com tranquilidade por Londres, chovia fraco e não estava frio como de costume, estava até mesmo um pouco abafado, Any segurava uma de minhas mãos e sorria toda vez que me olhava, mas eu queria saber o que May tinha, então perguntei.
_O bebê está bem? - com a voz mais fraca que mal me reconheci.
_Não. - Any murmurou soltando o ar com força. _Mas May sempre fica dizendo que está bem, que tudo vai ficar bem... Que... Que eu acabo tentando não enxergar com ela realmente está. - ela estava tensa, soltou minha mão e colocou sobre seu colo.
_Os médicos dizem o que? - perguntei olhando para a estrada que não estava muito movimentada, via o carro de Jay na minha frente.
_Eles dizem que é normal, mas não é, May vomita toda hora, mal come, se sente fraca e a dor que ela sente eu imagino ser insuportável. - Any parecia nervosa.
_Espero que o bebê nasça com saúde. - murmurei e Any sorriu.
_É tudo que eu peço. - ela olhou para mim e me deu um beijo rápido na bochecha. _May ama tanto aquele bebê que já fala com ele, durante horas.
_May parece feliz, mesmo com a cara de cansaço. - falei e Any assentiu.
Depois o caminho foi silencioso, não havia nada á se dizer, só queria ficar perto de Any beija-la, mas dirigindo era impossível, então assim que chegamos em frente a minha casa, lhe dei um beijo de tirar o folego dentro do carro, parecíamos dois adolescentes no primeiro encontro, quando o beijo acabou descemos do carro, eu carregando as malas de Any, a porta da frente estava aberta e eu pude ouvir todos rindo, principalmente Jay, coloquei as malas na entrada e ouvi Jay dizer rindo.
_Esperava que a gravidez deixasse May gorda, mas olhe só para ela, até parece aquelas modelos magrelas. - e todos riram, menos May que fez uma cara de desconforto e depois sorriu torto.
_Com dor? - perguntei abraçando May que estava sentada na poltrona, Jay sentado no braço da poltrona e Any cumprimentou todo mundo com abraço.
_Bom ver você também George. - May falou sorrindo.
_Desculpe. - murmurei envergonhado e fui pegar as malas de Any.
Quando tudo estava arrumado e guardado em seu devido lugar, Any entrou pela porta sorrindo, ela foi até uma das malas e colocou em cima da cama, escolheu uma roupa http://capricho.abril.com.br/imagem/500x847/victoria-justice-look-dia34264.jpgse trocou na minha frente e sorriu quando ficou pronta.
_O que achou? - ela perguntou colocando os braços envolta do meu pescoço.
_Linda. - respondi. _Mas onde você vai?
_May vai compra o enxoval do bebê hoje, comigo,com Helo, Kelsey e Nareesha. - ela explicou dando selinhos em meus lábios.
_Jay vai junto? - perguntei.
_Nem pensar. - ela fez uma careta. _Vocês, meninos, vão pintar o quarto do bebê e montar os móveis que já sabemos que Jay comprou. - falou e dessa vez me deu um beijo demorado, segurei firme sus cintura e a puxei para mim, com um suspiro Any se soltou. _Mais tarde. - sussurrou e saiu do quarto me deixando querendo mais.
E assim as meninas saíram com o carro de Jay, Kelsey dirigindo, Nareesha ao seu lado e Any, Helo e May na parte traseira, Jay, eu, Siva, Tom e Nathan começamos com a pintura, depois montamos os móveis e cada um pegou alguma coisa que ajudasse a secar a tinta, como secadores de cabelo e ventiladores, tudo estava pronto, e já era tarde, o quarto parecia perfeitamente lindo http://imguol.com/2012/12/26/quarto-de-bebe-para-menino-assinado-por-ana-caminha-loana-goldschimidt-e-carla-cotrim-a-mostra-morar-mais-por-menos-rj-segue-ate-dia-4-de-novembro-de-2012-na-av-epitacio-pessoa-1356553455643_943x632.jpg sorrimos satisfeitos, nos sentamos no chão e começamos a observar onde o bebê dormiria, onde brincaríamos com ele e então o tempo foi passando, a noite chegou e Jay começou a ficar preocupado, seu celular tocou e ele ficou pálido, seus olhos se encheram de lágrimas e assim ele saiu gritando.
_Meu filho! Meu Deus! Não!
Corremos para ajuda-lo e todos entramos em meu carro, Jay falou o nome do hospital e começou a tremer, chorar e soluçar, todos olhávamos alarmados para ele, mas não dizíamos nada, o silencio era a resposta.
Quando finalmente as meninas desembarcaram do avião, Jay correu para abraçar May, mas algo me chamou atenção, como eu usualmente só falava com Any que não falava tanto da gravidez de May, acho que por medo de eu dizer alguma coisa para Jay, coisa que faria. Então na hora em que vi elas descendo não pude deixar de notar, May pálida, magra, quase sem curvas, a barriga um pouco acentuada por causa do bebê, mas suas olheiras demonstravam seu cansaço e sua expressão completamente de dor, me fez gelar, eu vi Any correr em minha direção sorrindo, senti ela me abraçando, mas simplesmente congelei. Aquela garota magra não era May, eu me recusava a ficar calado, ela estava fraca, mesmo sem carregar as malas que Jay arrastava, vi que ela mal conseguia se sustentar em suas próprias pernas. Por um momento Any tomou meu rosto em suas mãos, mas me soltei dela, fui na direção de May, queria ver se ela estava mal mesmo, então Jay se ajoelhou em sua frente, ergueu sua camisa e lhe deu um beijo na barriga, May sorriu, brilhante, mesmo que fraca, me voltei para Any que estava fazendo bico e um pouco mal-humorada.
_Desculpe Any... - procurei as palavras. _Mas May está tão... Diferente. - ela suspirou pesadamente e estendeu a mão que eu peguei.
_Ela está muito mal. - Any sussurrou como se fosse um segredo, abracei sua cintura agarrando sua mala com uma das mãos. _Mas não comente com Jay... O bebê, machuca May, ela sente tanta dor. - senti Any estremecer quando proferiu as palavras.
_Vamos conversar depois. - murmurei em seu ouvido, á vi corar. _Estou morrendo de saudades. - falei e ela sorriu.
_Eu também Max. - ela falou docemente, todos já estávamos em frente aos dois carros que levamos, o meu e o de Jay.
Any foi comigo em meu carro, só nós dois, pois Helo queria ficar perto de May e de Nath, então eles seguiram com Jay em seu carro. Dirigia com tranquilidade por Londres, chovia fraco e não estava frio como de costume, estava até mesmo um pouco abafado, Any segurava uma de minhas mãos e sorria toda vez que me olhava, mas eu queria saber o que May tinha, então perguntei.
_O bebê está bem? - com a voz mais fraca que mal me reconheci.
_Não. - Any murmurou soltando o ar com força. _Mas May sempre fica dizendo que está bem, que tudo vai ficar bem... Que... Que eu acabo tentando não enxergar com ela realmente está. - ela estava tensa, soltou minha mão e colocou sobre seu colo.
_Os médicos dizem o que? - perguntei olhando para a estrada que não estava muito movimentada, via o carro de Jay na minha frente.
_Eles dizem que é normal, mas não é, May vomita toda hora, mal come, se sente fraca e a dor que ela sente eu imagino ser insuportável. - Any parecia nervosa.
_Espero que o bebê nasça com saúde. - murmurei e Any sorriu.
_É tudo que eu peço. - ela olhou para mim e me deu um beijo rápido na bochecha. _May ama tanto aquele bebê que já fala com ele, durante horas.
_May parece feliz, mesmo com a cara de cansaço. - falei e Any assentiu.
Depois o caminho foi silencioso, não havia nada á se dizer, só queria ficar perto de Any beija-la, mas dirigindo era impossível, então assim que chegamos em frente a minha casa, lhe dei um beijo de tirar o folego dentro do carro, parecíamos dois adolescentes no primeiro encontro, quando o beijo acabou descemos do carro, eu carregando as malas de Any, a porta da frente estava aberta e eu pude ouvir todos rindo, principalmente Jay, coloquei as malas na entrada e ouvi Jay dizer rindo.
_Esperava que a gravidez deixasse May gorda, mas olhe só para ela, até parece aquelas modelos magrelas. - e todos riram, menos May que fez uma cara de desconforto e depois sorriu torto.
_Com dor? - perguntei abraçando May que estava sentada na poltrona, Jay sentado no braço da poltrona e Any cumprimentou todo mundo com abraço.
_Bom ver você também George. - May falou sorrindo.
_Desculpe. - murmurei envergonhado e fui pegar as malas de Any.
Quando tudo estava arrumado e guardado em seu devido lugar, Any entrou pela porta sorrindo, ela foi até uma das malas e colocou em cima da cama, escolheu uma roupa http://capricho.abril.com.br/imagem/500x847/victoria-justice-look-dia34264.jpgse trocou na minha frente e sorriu quando ficou pronta.
_O que achou? - ela perguntou colocando os braços envolta do meu pescoço.
_Linda. - respondi. _Mas onde você vai?
_May vai compra o enxoval do bebê hoje, comigo,com Helo, Kelsey e Nareesha. - ela explicou dando selinhos em meus lábios.
_Jay vai junto? - perguntei.
_Nem pensar. - ela fez uma careta. _Vocês, meninos, vão pintar o quarto do bebê e montar os móveis que já sabemos que Jay comprou. - falou e dessa vez me deu um beijo demorado, segurei firme sus cintura e a puxei para mim, com um suspiro Any se soltou. _Mais tarde. - sussurrou e saiu do quarto me deixando querendo mais.
E assim as meninas saíram com o carro de Jay, Kelsey dirigindo, Nareesha ao seu lado e Any, Helo e May na parte traseira, Jay, eu, Siva, Tom e Nathan começamos com a pintura, depois montamos os móveis e cada um pegou alguma coisa que ajudasse a secar a tinta, como secadores de cabelo e ventiladores, tudo estava pronto, e já era tarde, o quarto parecia perfeitamente lindo http://imguol.com/2012/12/26/quarto-de-bebe-para-menino-assinado-por-ana-caminha-loana-goldschimidt-e-carla-cotrim-a-mostra-morar-mais-por-menos-rj-segue-ate-dia-4-de-novembro-de-2012-na-av-epitacio-pessoa-1356553455643_943x632.jpg sorrimos satisfeitos, nos sentamos no chão e começamos a observar onde o bebê dormiria, onde brincaríamos com ele e então o tempo foi passando, a noite chegou e Jay começou a ficar preocupado, seu celular tocou e ele ficou pálido, seus olhos se encheram de lágrimas e assim ele saiu gritando.
_Meu filho! Meu Deus! Não!
Corremos para ajuda-lo e todos entramos em meu carro, Jay falou o nome do hospital e começou a tremer, chorar e soluçar, todos olhávamos alarmados para ele, mas não dizíamos nada, o silencio era a resposta.
terça-feira, 27 de agosto de 2013
Capitulo 84 - It Hurts a Lot, But It Is My Son
Cap. 84 (pov. May)
Quatro meses passaram rápido e eu já estava arrumando as malas para viajar de férias junto de Helo e Any para Londres, como havíamos prometido para os garotos, meu filho estava maior, mas quase imperceptível quando eu usava camisas largas, o médico disse que ele era muito frágil e que eu não deveria me esforçar muito, pois minha gravidez tinha riscos, mas eu dei de ombros e voltei a minha vida. Ia a faculdade, fazia todas as refeições, falava com Jay, lhe mostrava intermináveis exames e exibia minha pequena barriga para ele que sorri glorioso. Nós dois concordamos que queríamos um garoto, eu sorria cada vez que colocava a mão na barriga, queria saber por que ele não se mexia logo.
_Está na hora! - Any gritou na porta do meu quarto quando terminei de fechar a ultima mala.
_Pronto. - falei vitoriosa e peguei as duas malas em cima da cama. _Ai! - gritei quando a dor de uma faca atravessando meu corpo me atingiu, larguei as malas com tudo no chão.
_May! Meu Deus, você está bem? - Any correu até mim, com os olhos estalados, tensos, eu vi a preocupação em seu olhar.
_Estou. - suspirei. _Só um pouco de dor. - me endireitei e peguei as malas e as segurei pelas alças e comecei a arrasta-las pelo quarto, já que tinham rodinhas.
_Tudo bem mesmo? - Any perguntou quando chegamos perto do carro, Helo nos esperava no banco do motorista.
_Foi uma dor Any, nada demais, meu filho sempre me machuca quando pego algo pesado. - sorri para ela, a dor anda estava lá, muito forte, quase me deixando fraca, mas permaneci firme, não deveria ser nada, desde que descobri a gravidez as dores só aumentam, mas o médico diz ser normal, por seu uma gravidez de risco.
_Tudo pronto? - Helo perguntou quando me sente a seu lado e Any deslisou no banco de trás.
_Prontinho. - falei e ela sorriu.
_Londres! - nós três gritamos em uníssono.
A dor foi diminuindo conforme o tempo passou, me senti melhor. A espera não foi demorada e logo já estávamos em pleno voo, Nós tínhamos conseguido a classe executiva, já que eu estava muito cansada desde a descoberta da gravidez e sentia muitas dores. Helo se sentou de frente para Any e eu, elas conversavam entre si, enquanto eu tentava esquecer um pouco as dores e comecei a pensar em Jay, tinha saudades de meu Bird e podia apostar que ele queria ver minha barriga na sua frente, ele sempre pedia para que quando eu chegasse deixasse ele beijar seu filho e eu ria cada vez que ele dizia isso. Me endireitei na poltrona e tomei um pouco do suco de laranja, foi instantâneo, eu bebi e corri para o banheiro minusculo no avião e vomitei, tudo... Bem, só o suco mesmo, já que eu não tinha comido nada, porque não queria comer e logo depois jogar para fora. Voltei para minha poltrona e sem forças dormi.
Quatro meses passaram rápido e eu já estava arrumando as malas para viajar de férias junto de Helo e Any para Londres, como havíamos prometido para os garotos, meu filho estava maior, mas quase imperceptível quando eu usava camisas largas, o médico disse que ele era muito frágil e que eu não deveria me esforçar muito, pois minha gravidez tinha riscos, mas eu dei de ombros e voltei a minha vida. Ia a faculdade, fazia todas as refeições, falava com Jay, lhe mostrava intermináveis exames e exibia minha pequena barriga para ele que sorri glorioso. Nós dois concordamos que queríamos um garoto, eu sorria cada vez que colocava a mão na barriga, queria saber por que ele não se mexia logo.
_Está na hora! - Any gritou na porta do meu quarto quando terminei de fechar a ultima mala.
_Pronto. - falei vitoriosa e peguei as duas malas em cima da cama. _Ai! - gritei quando a dor de uma faca atravessando meu corpo me atingiu, larguei as malas com tudo no chão.
_May! Meu Deus, você está bem? - Any correu até mim, com os olhos estalados, tensos, eu vi a preocupação em seu olhar.
_Estou. - suspirei. _Só um pouco de dor. - me endireitei e peguei as malas e as segurei pelas alças e comecei a arrasta-las pelo quarto, já que tinham rodinhas.
_Tudo bem mesmo? - Any perguntou quando chegamos perto do carro, Helo nos esperava no banco do motorista.
_Foi uma dor Any, nada demais, meu filho sempre me machuca quando pego algo pesado. - sorri para ela, a dor anda estava lá, muito forte, quase me deixando fraca, mas permaneci firme, não deveria ser nada, desde que descobri a gravidez as dores só aumentam, mas o médico diz ser normal, por seu uma gravidez de risco.
_Tudo pronto? - Helo perguntou quando me sente a seu lado e Any deslisou no banco de trás.
_Prontinho. - falei e ela sorriu.
_Londres! - nós três gritamos em uníssono.
A dor foi diminuindo conforme o tempo passou, me senti melhor. A espera não foi demorada e logo já estávamos em pleno voo, Nós tínhamos conseguido a classe executiva, já que eu estava muito cansada desde a descoberta da gravidez e sentia muitas dores. Helo se sentou de frente para Any e eu, elas conversavam entre si, enquanto eu tentava esquecer um pouco as dores e comecei a pensar em Jay, tinha saudades de meu Bird e podia apostar que ele queria ver minha barriga na sua frente, ele sempre pedia para que quando eu chegasse deixasse ele beijar seu filho e eu ria cada vez que ele dizia isso. Me endireitei na poltrona e tomei um pouco do suco de laranja, foi instantâneo, eu bebi e corri para o banheiro minusculo no avião e vomitei, tudo... Bem, só o suco mesmo, já que eu não tinha comido nada, porque não queria comer e logo depois jogar para fora. Voltei para minha poltrona e sem forças dormi.
Capitulo 83 - Do Not Want ToThink About Losing Them
Cap. 83 (pov. Jay)
No Skype enquanto May falava sobre as dores que sentia, fui me sentindo tonto, cansado e temeroso, não queria pensar na possibilidade de perder meu filho que já tinha um mês de vida, May parecia cansada e um pouco triste, acho que ela ainda não via o lado bom de se ter um filho, eu sabia que era cedo demais, que estávamos longe, que a faculdade dela estaria em perigo. Mas um bebê! Meu filho! Estava dentro dela, ele estava crescendo e eu senti um medo súbito de perde-lo, e ainda pensei que se ele estava causando tanta dor em May... Bem, ela poderia ir junto. Espantei esses pensamentos e terminei de falar com May, olhei para Nathan e falei aquelas palavras terríveis, eu tinha medo de perder meu filho, mas jamais pensei que diria que eu sabia que ele iria morrer, então peguei meus tênis e corri pelo residencial. Sentia meus pés atingirem o solo com brutalidade, eu queria m desgastar, queria ter somente forças para chegar em casa e cair na cama, sem tempo para pensar, mas depois de algum tempo correndo não aguentei, parei e coloquei minhas mãos nos joelhos e senti um soluço, então chorei, eu sentia minhas lágrimas descerem por meu rosto e se perderem em minha barba, sentia elas se misturando com meu suor, então depois que consegui controlar o choro voltei para a casa, passando pelos rapazes e por Kelsey que congelou quando me viu passando aos prantos á seu lado para poder subir as escadas. Não consegui deitar, fui para o banheiro e tomei um banho, demorado, queria que a água me curasse, mas ela só me lavou, meu coração permanecia pesado, então escutei meu celular apitando, sabia que não era uma chamada e sim uma mensagem de voz, enrolei uma toalha em minha cintura e vi que era de May, apertei a tela e comecei a ouvir sua voz.
"Bird" - ela parecia tensa e sem ar. "Querido sei que foi um choque para você, imagine eu como fiquei, mas eu estou feliz, eu amo agora essa pequena vida que cresce dentro de mim, quero que você saiba que mesmo com as dores vou até o fim, quero ver nosso bebê indo para a escola, quero ver ele jogando bola com você, quero vê-lo com você correndo pelas ruas chuvosas de Londres, Bird" - May suspirou. "Eu te amo, espero que ame nosso bebê também".
Cai na cama, sorrindo, mesmo que triste, ela queria o bebê e o amava, não sei como consegui me levantar, mas alegria e tristeza transbordavam de mim, coloquei uma roupa e rolei na cama novamente, adormeci, pensando em um garotinho tão branco quanto eu, com os olhos castanhos escuros, um cabelo enrolado claro e sorrindo para mim, enquanto ele corria no parque até meus braços, eu o abracei e o girei no ar, ele sorriu, brilhante, lindo e eu disse "Eu te amo meu filho".
No Skype enquanto May falava sobre as dores que sentia, fui me sentindo tonto, cansado e temeroso, não queria pensar na possibilidade de perder meu filho que já tinha um mês de vida, May parecia cansada e um pouco triste, acho que ela ainda não via o lado bom de se ter um filho, eu sabia que era cedo demais, que estávamos longe, que a faculdade dela estaria em perigo. Mas um bebê! Meu filho! Estava dentro dela, ele estava crescendo e eu senti um medo súbito de perde-lo, e ainda pensei que se ele estava causando tanta dor em May... Bem, ela poderia ir junto. Espantei esses pensamentos e terminei de falar com May, olhei para Nathan e falei aquelas palavras terríveis, eu tinha medo de perder meu filho, mas jamais pensei que diria que eu sabia que ele iria morrer, então peguei meus tênis e corri pelo residencial. Sentia meus pés atingirem o solo com brutalidade, eu queria m desgastar, queria ter somente forças para chegar em casa e cair na cama, sem tempo para pensar, mas depois de algum tempo correndo não aguentei, parei e coloquei minhas mãos nos joelhos e senti um soluço, então chorei, eu sentia minhas lágrimas descerem por meu rosto e se perderem em minha barba, sentia elas se misturando com meu suor, então depois que consegui controlar o choro voltei para a casa, passando pelos rapazes e por Kelsey que congelou quando me viu passando aos prantos á seu lado para poder subir as escadas. Não consegui deitar, fui para o banheiro e tomei um banho, demorado, queria que a água me curasse, mas ela só me lavou, meu coração permanecia pesado, então escutei meu celular apitando, sabia que não era uma chamada e sim uma mensagem de voz, enrolei uma toalha em minha cintura e vi que era de May, apertei a tela e comecei a ouvir sua voz.
"Bird" - ela parecia tensa e sem ar. "Querido sei que foi um choque para você, imagine eu como fiquei, mas eu estou feliz, eu amo agora essa pequena vida que cresce dentro de mim, quero que você saiba que mesmo com as dores vou até o fim, quero ver nosso bebê indo para a escola, quero ver ele jogando bola com você, quero vê-lo com você correndo pelas ruas chuvosas de Londres, Bird" - May suspirou. "Eu te amo, espero que ame nosso bebê também".
Cai na cama, sorrindo, mesmo que triste, ela queria o bebê e o amava, não sei como consegui me levantar, mas alegria e tristeza transbordavam de mim, coloquei uma roupa e rolei na cama novamente, adormeci, pensando em um garotinho tão branco quanto eu, com os olhos castanhos escuros, um cabelo enrolado claro e sorrindo para mim, enquanto ele corria no parque até meus braços, eu o abracei e o girei no ar, ele sorriu, brilhante, lindo e eu disse "Eu te amo meu filho".
domingo, 25 de agosto de 2013
Capitulo 82 - I Can Not Keep a Secret
Cap. 82 (pov. Nathan)
Um mês tinha se passado desde que descobri sobre a gravidez de May, ela não tinha contado para Jay, Helo me fez prometer não contar, mas quanto mais eu sabia sobre a gravidez, mais eu queria que Jay soubesse como seu filho estava. Consegui me distrair um pouco, pois tínhamos acabado de gravar nosso single e eu estava muito ansioso pelo lançamento. A banda estava no Starbucks, todos conversando aleatoriamente, percebi que Jay estava afastado, triste para ser sincero, ele ficou assim desde que voltou do Brasil, May estava evitando falar muito com ele por Skype e eu sabia o motivo. Fiquei observando ele até a hora de ir embora, já que ele foi o primeiro a pegar o carro e ir embora para a casa. Quando cheguei na porta de quarto tomei folego e coragem, sabia que era errado contar para ele, mas ninguém percebia o quanto ele estava mal, bati na porta e esperei ele abrir.
_Fala Nath. - ele murmurou com a cara amassada.
_Você anda dormindo muito. - observei.
_Eu preciso dormir. - Jay falou dando enfase no "preciso".
_Preciso te contar uma coisa. - falei e ele deu espaço para eu entrar em seu quarto.
_Pode contar. - Jay falou se sentando na cama.
_May está gravida e o bebê é seu. - disse rápido e fechei os olhos com forçar. _Jay? - perguntei abrindo um olho, quando olhei para a cama ele estava desmaiado nela. _Merda. - resmunguei e corri para seu banheiro, peguei um pouco de água na não e joguei em sua cara. _Jay! - gritei, ele abriu devagar os olhos e sorriu.
_Cara... - ele murmurou passando as mãos em seu rosto molhado. _Tive um sonho muito estranho. - Jay sorriu. _Você tinha me falado que a May... Droga é verdade? - ele perguntou.
_Que a May está gravida? - Jay assentiu. _Sim.
_Eu vou ser pai? - ele perguntou.
_Obviamente. - falei.
_Eu vou ser pai! - ele gritou e começou a pular na cama. _Meu Deus eu vou ser pai! - sua euforia era palpável Jay sorria amplamente. _Preciso falar com May. - ele falou correndo pegar o notebook.
_Você não pode. - tentei o impedir, mas ele já havia pedido uma chamada por vídeo.
E assim foi a conversa deles, Jay sorria, May chorava, Jay dizia "Tudo bem" e May concordava, Jay gritava sem parar que seria incrível ser pai, já May lamentava sua faculdade. Ela lhe contou que queria ter certeza da gravidez, por isso não havia lhe contado, ela disse que a saúde do bebê estava estranha, falava que sentia muita dor, que vomitava todo o dia, não conseguia comer e muito menos dormir, contou também as dores que á faziam gritar e vi um traço de preocupação passar pela expressão de Jay, quando eles finalmente desligaram o Skype, Jay fechou o notebook e me encarou, uma lágrima correu seu rosto.
_Acho que esse bebê não nasce. - foi a unica coisa que ele falou, depois colocou seus tênis de corrida e saiu porta a fora, me deixando com aquela frase no ar.
Um mês tinha se passado desde que descobri sobre a gravidez de May, ela não tinha contado para Jay, Helo me fez prometer não contar, mas quanto mais eu sabia sobre a gravidez, mais eu queria que Jay soubesse como seu filho estava. Consegui me distrair um pouco, pois tínhamos acabado de gravar nosso single e eu estava muito ansioso pelo lançamento. A banda estava no Starbucks, todos conversando aleatoriamente, percebi que Jay estava afastado, triste para ser sincero, ele ficou assim desde que voltou do Brasil, May estava evitando falar muito com ele por Skype e eu sabia o motivo. Fiquei observando ele até a hora de ir embora, já que ele foi o primeiro a pegar o carro e ir embora para a casa. Quando cheguei na porta de quarto tomei folego e coragem, sabia que era errado contar para ele, mas ninguém percebia o quanto ele estava mal, bati na porta e esperei ele abrir.
_Fala Nath. - ele murmurou com a cara amassada.
_Você anda dormindo muito. - observei.
_Eu preciso dormir. - Jay falou dando enfase no "preciso".
_Preciso te contar uma coisa. - falei e ele deu espaço para eu entrar em seu quarto.
_Pode contar. - Jay falou se sentando na cama.
_May está gravida e o bebê é seu. - disse rápido e fechei os olhos com forçar. _Jay? - perguntei abrindo um olho, quando olhei para a cama ele estava desmaiado nela. _Merda. - resmunguei e corri para seu banheiro, peguei um pouco de água na não e joguei em sua cara. _Jay! - gritei, ele abriu devagar os olhos e sorriu.
_Cara... - ele murmurou passando as mãos em seu rosto molhado. _Tive um sonho muito estranho. - Jay sorriu. _Você tinha me falado que a May... Droga é verdade? - ele perguntou.
_Que a May está gravida? - Jay assentiu. _Sim.
_Eu vou ser pai? - ele perguntou.
_Obviamente. - falei.
_Eu vou ser pai! - ele gritou e começou a pular na cama. _Meu Deus eu vou ser pai! - sua euforia era palpável Jay sorria amplamente. _Preciso falar com May. - ele falou correndo pegar o notebook.
_Você não pode. - tentei o impedir, mas ele já havia pedido uma chamada por vídeo.
E assim foi a conversa deles, Jay sorria, May chorava, Jay dizia "Tudo bem" e May concordava, Jay gritava sem parar que seria incrível ser pai, já May lamentava sua faculdade. Ela lhe contou que queria ter certeza da gravidez, por isso não havia lhe contado, ela disse que a saúde do bebê estava estranha, falava que sentia muita dor, que vomitava todo o dia, não conseguia comer e muito menos dormir, contou também as dores que á faziam gritar e vi um traço de preocupação passar pela expressão de Jay, quando eles finalmente desligaram o Skype, Jay fechou o notebook e me encarou, uma lágrima correu seu rosto.
_Acho que esse bebê não nasce. - foi a unica coisa que ele falou, depois colocou seus tênis de corrida e saiu porta a fora, me deixando com aquela frase no ar.
Capitulo 81 - May Is Pregnant
Cap. 81 (pov. Helo)
Duas semanas haviam passado, May vomitava com frequência, até mesmo durante algumas aulas da faculdade as meninas de sua turma me chamavam para avisar que May tinha saído no meio da aula para vomitar, fiquei muito preocupada, mas ela falava que deveria ser algo que comeu, mas eu resolvi leva-la para se consultar com um médico. No consultório ela ficou um pouco tensa, mas tentou não transparecer isso, ela quase me enganou, mas quando não parou de falar "Tudo bem" eu vi que ela estava com medo. Entrei junto com ela para a consulta, tiraram sangue, fizeram todo o tipo de exames e disseram para voltarmos dali 5 horas. E assim fizemos, 5 horas mais tarde voltamos a clinica, May pegou os resultados e seguimos para casa.
_May vou falar com Nathan por Skype, quando ler os resultados me avisa. - falei indo para meu quarto só á vi assentindo.
Meu baby demorou um pouco para me atender, quando fez isso seu rosto se iluminou quando me viu, ele me contou sobre uma musica nova que eles tinham escrito, me contou que Jay comia pouco, falava pouco e não parecia mais com aquele Jay de antes. Já eu contei sobre minhas aulas, sobre minhas notas e sobre May vomitar todo dia. Ele tinha acabado de me contar uma piada sem graça quando May gritou na sala, um gritou crucial, doloroso, depois ouvi algo se quebrando, Nath fazia perguntas enquanto eu corria com o notebook até a sala, vi May com as mãos espalmadas na bancada, um copo de vidro que virou pó no chão e ouvi seu choro, forte e doente.
_Espere um pouco. - avisei a Nathan e coloquei o notebook em cima da mesa.
Andei até May á passos largos, segurei seu ombro e a fiz olhar para mim, soluços saiam de sua garganta, um exame estava parcialmente amassado em suas mãos trêmulas, peguei o papel e li, reli, pisquei varias vezes, May se mantinha ali, tentando parar de chorar, senti sua dor, consegui ouvir sua agonia através de cada folego que ela tomava e então falei.
_Não posso acreditar.
_Nem eu. - ela murmurou cabisbaixa. _Como pude ser tão tola! - ela gritou aos prantos. _Eu me esqueci de tomar a outra dose! Meu Deus! Era só me lembrar de uma unica coisa.
_Calma May. - falei baixinho, ela tomou folego. _Tudo bem querida. - disse indo abraça-la, mas ela recuou.
_Não! Nada vai ficar bem! Minha vida acabou! - ela gritou.
_Pelo amor de Deus, você só está gravida! - gritei e ela me encarou.
_Só? - ela perguntou sarcástica. _Merda!
_Se acalme. - pedi, ela se sentou no banquinho, tomei suas mãos e a olhei nos olhos. _É do Jay? - perguntei.
_Sim. - ela sussurrou. _André e eu tínhamos parado de fazer á semanas e eu ainda não precisava tomar a outra dose. - May explicou e eu suspirei aliviada.
_Bom. - falei batendo em sua coxa. _Vá se deitar, dormir. - avisei. _Vou dar um jeito nessa bagunça e amanhã vamos para o médico de novo. - ela assentiu e seguiu para seu quarto.
Estava terminando de limpar os cacos quando a voz de Nathan saiu de meu notebook.
_É isso mesmo que ouvi? - ele perguntou e eu corri para olha-lo. _Vou ser titio! - ele gritou com alegria.
_Não conte para Jay. - pedi. _Deixe May fazer isso. - ele assentiu e eu desliguei a cam.
_Um sobrinho. - sussurrei para mim e sorri amplamente.
Duas semanas haviam passado, May vomitava com frequência, até mesmo durante algumas aulas da faculdade as meninas de sua turma me chamavam para avisar que May tinha saído no meio da aula para vomitar, fiquei muito preocupada, mas ela falava que deveria ser algo que comeu, mas eu resolvi leva-la para se consultar com um médico. No consultório ela ficou um pouco tensa, mas tentou não transparecer isso, ela quase me enganou, mas quando não parou de falar "Tudo bem" eu vi que ela estava com medo. Entrei junto com ela para a consulta, tiraram sangue, fizeram todo o tipo de exames e disseram para voltarmos dali 5 horas. E assim fizemos, 5 horas mais tarde voltamos a clinica, May pegou os resultados e seguimos para casa.
_May vou falar com Nathan por Skype, quando ler os resultados me avisa. - falei indo para meu quarto só á vi assentindo.
Meu baby demorou um pouco para me atender, quando fez isso seu rosto se iluminou quando me viu, ele me contou sobre uma musica nova que eles tinham escrito, me contou que Jay comia pouco, falava pouco e não parecia mais com aquele Jay de antes. Já eu contei sobre minhas aulas, sobre minhas notas e sobre May vomitar todo dia. Ele tinha acabado de me contar uma piada sem graça quando May gritou na sala, um gritou crucial, doloroso, depois ouvi algo se quebrando, Nath fazia perguntas enquanto eu corria com o notebook até a sala, vi May com as mãos espalmadas na bancada, um copo de vidro que virou pó no chão e ouvi seu choro, forte e doente.
_Espere um pouco. - avisei a Nathan e coloquei o notebook em cima da mesa.
Andei até May á passos largos, segurei seu ombro e a fiz olhar para mim, soluços saiam de sua garganta, um exame estava parcialmente amassado em suas mãos trêmulas, peguei o papel e li, reli, pisquei varias vezes, May se mantinha ali, tentando parar de chorar, senti sua dor, consegui ouvir sua agonia através de cada folego que ela tomava e então falei.
_Não posso acreditar.
_Nem eu. - ela murmurou cabisbaixa. _Como pude ser tão tola! - ela gritou aos prantos. _Eu me esqueci de tomar a outra dose! Meu Deus! Era só me lembrar de uma unica coisa.
_Calma May. - falei baixinho, ela tomou folego. _Tudo bem querida. - disse indo abraça-la, mas ela recuou.
_Não! Nada vai ficar bem! Minha vida acabou! - ela gritou.
_Pelo amor de Deus, você só está gravida! - gritei e ela me encarou.
_Só? - ela perguntou sarcástica. _Merda!
_Se acalme. - pedi, ela se sentou no banquinho, tomei suas mãos e a olhei nos olhos. _É do Jay? - perguntei.
_Sim. - ela sussurrou. _André e eu tínhamos parado de fazer á semanas e eu ainda não precisava tomar a outra dose. - May explicou e eu suspirei aliviada.
_Bom. - falei batendo em sua coxa. _Vá se deitar, dormir. - avisei. _Vou dar um jeito nessa bagunça e amanhã vamos para o médico de novo. - ela assentiu e seguiu para seu quarto.
Estava terminando de limpar os cacos quando a voz de Nathan saiu de meu notebook.
_É isso mesmo que ouvi? - ele perguntou e eu corri para olha-lo. _Vou ser titio! - ele gritou com alegria.
_Não conte para Jay. - pedi. _Deixe May fazer isso. - ele assentiu e eu desliguei a cam.
_Um sobrinho. - sussurrei para mim e sorri amplamente.
Capitulo 80 - All Empty
Cap. 80 (pov. Jay)
Jurei que não choraria, que passaria pelo portão de embarque sem derramar uma unica lágrima, mas quando May virou as costas desabei, chorei como uma criança que está com sono, mas precisa tomar banho, chorei como se precisasse correr para o colo de minha mãe para a dor passar e entrei no avião chorando, até as comissarias estranharam, todo mundo estranhou, mas eu não ligava, só me sentei na poltrona e deixei o choro me levar a exaustão e o sono vir, não olhei para nenhum dos rapazes, queria ficar em meu próprio mundo. Desci do avião com os olhos vermelhos, cansado, mesmo tendo dormido por todo o voo, peguei um taxi sozinho, não queria ver ninguém, muito menos falar, então quando cheguei em casa passei reto por Nareesha e Kelsey e subi para me quarto me trancando nele. Dormi até o dia seguinte, acordei achando que estava no Brasil com May, culpa de um sonho que tive, mas quando vi onde eu estava e que não tinha May comigo chorei em silencio, meu coração doía, eu havia repetido tantas vezes á ela que passaria rápido que seria apenas 4 meses, mas eu mesmo não acreditava em minhas palavras, vi pela minha janela que estava nublado, senti frio então me cobri, algum tempo depois Siva perguntou se eu queria almoçar, já que eu não tinha acordado para o café, mas eu recusei, não sentia fome alguma, então mais uma vez cai no sono. Acordei com socos na porta desorientado.
_Jay! - Max gritou em minha porta. _Esquecemos que temos uma reunião com o Scooter agora! - me levantei correndo abri a porta e me deparei com um Max rindo muito. _Você caiu nessa!
_Não temos nenhuma reunião? - perguntei.
_Não! - Max gritou e começou a rir muito, e riso foi contagiante e eu comecei a rir junto dele.
_Idiota. - falei tomando folego.
_Só queria te tirar desse quarto Bird. - ele falou descendo as escadas o segui.
_Estou com fome. - falei colando a mão e minha barriga.
_Tem pizza na geladeira. - Max falou se sentando no sofá, já eu fui para a cozinha e esquentei um pedaço de pizza e peguei uma cerveja, me sentei do lado de Max que suspirou.
_Saudades da comida de May. - murmurei.
_Eu tenho saudades também, principalmente do café na hora certa. - ele falou.
_Será que vai demorar muito tempo para nos acostumarmos em te-las somente por períodos curtos? - perguntei saboreando a pizza de queijo e brócolis.
_Não sei. - Max falou. _Realmente não sei, tudo parece vazio sem elas aqui, eu sinto falta de Any, May e Helo, as três nos completam e isso é difícil quando moramos tão longe.
_Queria May aqui. - murmurei tomando minha cerveja.
_Mas não podemos fazer nada, só termos paciência. - Max mudou de canal e colocou em um filme.
_Tudo isso é uma tremenda merda. - falei, me levantei joguei fora a pizza e virei a cerveja na pia. _Eu preciso dela aqui! - gritei indo para a sala. _Nessa casa! Comigo! - apontei para mim.
_Ela está com você aqui. - Max falou calmo.
_Onde? Me mostre cara. - pedi em desespero, ele se levantou caminhou até mim e colocou o dedo sobre meu coração.
_Bem aqui. - falou e saiu da sala, me deixando sozinho, com um enorme vazio dentro de mim, coloquei minha mão sobre meu coração e sussurrei.
_Tudo bem.
Capitulo 79 - Time To Go Back To London
Cap. 78 (pov. May)
Faltava apenas um dia para que os meninos voltassem para Londres, minha cabeça estava a mil, mas fiquei calma na frente de Helo e Any, que todos os dias choravam e pediam para Nano aumentar a hospedagem deles no Brasil, mas ele alegava que eles já haviam passado tempo demais sem gravar nada. Jay ficou um tanto ciumento quando alguns dias atras nos esbarramos em André que falou ter deixado Miguel e Lucas de lado e que agora se concentrava nos estudos, ele parecia feliz, mas Jay achou que ele estava dando em cima de mim quando ele só me deu um abraço, muito desajeitado. Mas como eu não queria brigar, apenas encerrei o assunto, Max ficava 24 horas por dia com Any e Nath virou guarda costas de Helo quando ela ia para a biblioteca da faculdade para fazer algumas pesquisas enquanto a greve de nossos professores não se encerava. Um dia desses Any havia me contado que suas aulas voltavam no dia seguinte da despedida dos meninos. Hoje, o dia passou correndo, não nos dando tempo de fazer quase nada, eu precisava manter a calma, Jay chorou algumas vezes quando o assunto de ele ir embora pela manhã veio a tona, me comportei, fique quieta, assenti e as borboletas em meu estomago me faziam ficar ainda mais tensa. Eu sabia que esse dia chegaria novamente, mas não sabia que seria tão rápido, então a noite chegou, todos nós dormimos no hotel e quando a amanheceu eu ainda não tinha conseguido dormir, e pensar que não podia sair do quarto para fazer o café me deixou ainda mais tensa.
_Eu sei que está acordada. - Jay murmurou sonolento me abraçando pela cintura.
_Não consegui dormir Bird. - falei me virando para olha-lo, percorri seu braço com uma de minhas mãos.
_Vai passar rápido, são apenas 4 meses May. - ele falou com aquela voz rouca, pensei em como sentiria saudade de ouvir aquela voz cansada ao amanhecer e engoli seco.
_Tudo bem. - falei forjando um sorriso.
_Eu sei que não está. - Jay falou e beijou o canto de meus lábios.
_Tudo bem Bird. - repeti e lhe dei um sorriso mais firme e bonito.
_Eu te amo. - ela falou por fim me beijando, sem me deixar chance de resposta. _Por mais que eu queira ficar aqui para sempre... - ele suspirou me liberando. _Preciso tomar um banho e comer algo, meu voo é daqui três horas.
_Tudo bem. - repeti e briguei comigo mesma por ficar repetindo essas malditas palavras, sendo que nada estava bem, Jay assentiu e foi para o banheiro.
No café da manhã o silencio reinava, eu tentava conversar sobre qualquer coisa que não fosse Londres, mas minhas palavras morriam cada vez que via Helo ou Any secar alguma lágrima que lhes escapava. O caminho para o aeroporto foi terrível, Siva olhava triste para mim, Tom tentava fazer alguma piada, mas nada funcionava e naquele espaço limitado da van, vi Any desmoronar e depois vi Helo fica aos soluços, eu sentia tudo aquilo que elas sentiam, mas fiquei repetindo em minha mente "Tudo bem" varias vezes. Estava um pouco vazio o aeroporto, sem muitas pessoas e principalmente fãs, já que ninguém sabia onde os meninos ficaram no Brasil, a fila foi rápida, o atendimento, tudo, nada passava devagar, até mesmo despachar as malas foi rápido, xinguei mentalmente o tempo.
_Como você está? - Jay perguntou segurando minha mão, estávamos parados em frente ao portão de embarque, Any abraçada com Max chorava até eu poder ver suas pernas fraquejarem, Helo chorava baixo nos braços de Nath que passava as mãos por suas costas, Seev e Tom pareciam perdidos e alheios aquilo tudo.
_Tudo bem. - falei para Jay, segurei seu rosto, sentindo sua barba fazer cócegas em meus dedos, sua pele quente e meu coração se apertou, as borboletas se agitaram então lhe beijei. _Tudo bem. - sussurrei em seus lábios. _Tudo bem. - e então encostei nossas testas, Jay com os olhos fechados e eu fitando seu belo rosto, uma lagrima me escapou.
_Eu sei. - ele sussurrou. _Só fique firme. - me encorajou. _Elas precisam de você. - secou minha lágrima e então o alto falante anunciou o voo deles, nos afastamos.
Tudo correu, a despedida, as pessoas, eles, e assim deixamos o aeroporto e entramos em um taxi com a mesma rapidez que o tempo tinha nos tratado, Any e Helo olhavam pela janela e eu segurava minha aliança com força, repetindo as palavras de Jay em minha cabeça, quando chegamos no apartamento, Any pegou sua mochila, as chaves de sua moto e foi embora, recebemos o telefonema informando a volta de nossas aulas pela manhã, Helo se trancou no quarto e eu sentei em frente a televisão e a liguei, sem prestar atenção no que ela dizia, então como se tivesse tomado um soco corri para me banheiro e vomitei, vomitei muito, não chorei, não gritei, só joguei tudo fora, então me sentei no chão do banheiro tentando me lembrar o que eu comi para me deixar tão mal.
Faltava apenas um dia para que os meninos voltassem para Londres, minha cabeça estava a mil, mas fiquei calma na frente de Helo e Any, que todos os dias choravam e pediam para Nano aumentar a hospedagem deles no Brasil, mas ele alegava que eles já haviam passado tempo demais sem gravar nada. Jay ficou um tanto ciumento quando alguns dias atras nos esbarramos em André que falou ter deixado Miguel e Lucas de lado e que agora se concentrava nos estudos, ele parecia feliz, mas Jay achou que ele estava dando em cima de mim quando ele só me deu um abraço, muito desajeitado. Mas como eu não queria brigar, apenas encerrei o assunto, Max ficava 24 horas por dia com Any e Nath virou guarda costas de Helo quando ela ia para a biblioteca da faculdade para fazer algumas pesquisas enquanto a greve de nossos professores não se encerava. Um dia desses Any havia me contado que suas aulas voltavam no dia seguinte da despedida dos meninos. Hoje, o dia passou correndo, não nos dando tempo de fazer quase nada, eu precisava manter a calma, Jay chorou algumas vezes quando o assunto de ele ir embora pela manhã veio a tona, me comportei, fique quieta, assenti e as borboletas em meu estomago me faziam ficar ainda mais tensa. Eu sabia que esse dia chegaria novamente, mas não sabia que seria tão rápido, então a noite chegou, todos nós dormimos no hotel e quando a amanheceu eu ainda não tinha conseguido dormir, e pensar que não podia sair do quarto para fazer o café me deixou ainda mais tensa.
_Eu sei que está acordada. - Jay murmurou sonolento me abraçando pela cintura.
_Não consegui dormir Bird. - falei me virando para olha-lo, percorri seu braço com uma de minhas mãos.
_Vai passar rápido, são apenas 4 meses May. - ele falou com aquela voz rouca, pensei em como sentiria saudade de ouvir aquela voz cansada ao amanhecer e engoli seco.
_Tudo bem. - falei forjando um sorriso.
_Eu sei que não está. - Jay falou e beijou o canto de meus lábios.
_Tudo bem Bird. - repeti e lhe dei um sorriso mais firme e bonito.
_Eu te amo. - ela falou por fim me beijando, sem me deixar chance de resposta. _Por mais que eu queira ficar aqui para sempre... - ele suspirou me liberando. _Preciso tomar um banho e comer algo, meu voo é daqui três horas.
_Tudo bem. - repeti e briguei comigo mesma por ficar repetindo essas malditas palavras, sendo que nada estava bem, Jay assentiu e foi para o banheiro.
No café da manhã o silencio reinava, eu tentava conversar sobre qualquer coisa que não fosse Londres, mas minhas palavras morriam cada vez que via Helo ou Any secar alguma lágrima que lhes escapava. O caminho para o aeroporto foi terrível, Siva olhava triste para mim, Tom tentava fazer alguma piada, mas nada funcionava e naquele espaço limitado da van, vi Any desmoronar e depois vi Helo fica aos soluços, eu sentia tudo aquilo que elas sentiam, mas fiquei repetindo em minha mente "Tudo bem" varias vezes. Estava um pouco vazio o aeroporto, sem muitas pessoas e principalmente fãs, já que ninguém sabia onde os meninos ficaram no Brasil, a fila foi rápida, o atendimento, tudo, nada passava devagar, até mesmo despachar as malas foi rápido, xinguei mentalmente o tempo.
_Como você está? - Jay perguntou segurando minha mão, estávamos parados em frente ao portão de embarque, Any abraçada com Max chorava até eu poder ver suas pernas fraquejarem, Helo chorava baixo nos braços de Nath que passava as mãos por suas costas, Seev e Tom pareciam perdidos e alheios aquilo tudo.
_Tudo bem. - falei para Jay, segurei seu rosto, sentindo sua barba fazer cócegas em meus dedos, sua pele quente e meu coração se apertou, as borboletas se agitaram então lhe beijei. _Tudo bem. - sussurrei em seus lábios. _Tudo bem. - e então encostei nossas testas, Jay com os olhos fechados e eu fitando seu belo rosto, uma lagrima me escapou.
_Eu sei. - ele sussurrou. _Só fique firme. - me encorajou. _Elas precisam de você. - secou minha lágrima e então o alto falante anunciou o voo deles, nos afastamos.
Tudo correu, a despedida, as pessoas, eles, e assim deixamos o aeroporto e entramos em um taxi com a mesma rapidez que o tempo tinha nos tratado, Any e Helo olhavam pela janela e eu segurava minha aliança com força, repetindo as palavras de Jay em minha cabeça, quando chegamos no apartamento, Any pegou sua mochila, as chaves de sua moto e foi embora, recebemos o telefonema informando a volta de nossas aulas pela manhã, Helo se trancou no quarto e eu sentei em frente a televisão e a liguei, sem prestar atenção no que ela dizia, então como se tivesse tomado um soco corri para me banheiro e vomitei, vomitei muito, não chorei, não gritei, só joguei tudo fora, então me sentei no chão do banheiro tentando me lembrar o que eu comi para me deixar tão mal.
Capitulo 78 - She Is Perfect For Me
Cap. 78 (pov. Max)
Depois da nossa ultima rodada de cerveja, todos fomos embora, Siva e Tom pegaram um taxi, Helo dirigiu para nós, já que ela era a unica a não beber naquela noite, deitei com Any no colchão de ar, May e Jay seguiram para seu quarto assim como Nath e Helo. Naquela noite não consegui dormir, eu fiquei olhando para Any, em suas feições sem maquiagem, com seu pijama de cupcake que ficava lindo nela, em como os cantos de seus lábios formavam um sorriso mesmo enquanto ela estava dormindo, no modo em que ela abraçou o travesseiro quando me soltei de seus braços. Não senti cansaço, só queria ver minha pequena ali, calma, suspirando a cada tomada de folego, só queria ver sua respiração calma, para não em esquecer disso tão cedo, todos ficamos tão perdidos esses dias por causa de nossas brigas, namoros e amores, que esquecemos que estaríamos indo embora em pouco tempo, esquecemos que não nos veríamos com mais tanta frequência, tudo aquilo me deixou agitado e tinha Any. Meu Deus como ela estava perfeita, com os cabelos levemente bagunçados, o rosto um pouco amassado por conta do travesseiro e ela ainda mantinha aquele leve sorriso. Deitei novamente no colchão e fiquei encarando o teto. A noite foi silenciosa naquele apartamento, não fazia mais calor por conta do ar-condicionado, mas eu sentia a pele morna de Any contra meu braço, olhei o teto até que o sol brilhasse com força na sala, Any se mexeu resmungando algo, mas não acordou, ouvi passos e vi May https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiGLvPuHBiqFPwr_T4EQts_0TBS2PR9LYYRzbNZGUIjJ3Dv-cuaIn7QPrMdxXzbUgW29d16tXQM16COiexuSpl_Ol6Y-uLNQ37YO2xeNWRIHuh-a5ijhEWO1PhPv6PMN4o8WtNlh0KhAH0/s320/debby-ryan-jj-summer-party-02.jpg seguindo para cozinha, peguei meu celular 7 horas e ela já estava em pé, fazendo nossa café, com cuidado para não fazer muito barulho, me levantei, vesti minha camiseta e segui para o balcão da cozinha, me sentei no banco e fiquei esperando May notar minha presença.
_Bom dia. - ela falou quando forcei uma tosse.
_Bom dia. - falei sorrindo, ela mexia nas panquecas em cima do fogo.
_Não consegui dormir. - falou como se justificasse se levantar as 7 da manhã depois de voltar de um pub duas horas atrás.
_Eu também não, por que faz as panquecas primeiro? - perguntei.
_Na verdade, essas são do Jay, vou fazer e colocar na geladeira, depois eu faço a de vocês conforme forem acordando. - falou sorrindo.
_Já tomou banho? - perguntei, May tirou as panquecas do fogo, colocou em um prato, despejou a calda de morangos que também estavam no fogo e guardou as panquecas prontas na geladeira.
_Claro que já. - ela falou. _O que foi Max? - May perguntou coando o café, colocando a água do chá para ferver, correndo para bater o suco de laranja e fatiando o bolo de chocolate.
_Estou impressionado em como você faz tudo isso de uma só vez. - falei apontando para a cozinha.
_Só quero ocupar minha cabeça, não quero pensar que vocês... - ela parou de falar, foi até a garrafa de café á fechou, colocou o bolo em uma travessa de vidro, tirou o suco e o colocou em uma jarra de vidro e colocou as ervas na água fervente.
_May. - chamei por ela enquanto ela ia para a mesa e colocava uma toalha xadrez sobre ela. _Pensar que nós o quê? - perguntei mais uma vez, ela colocou tudo na mesa e se virou para mim.
_Any vai acordar logo, vamos para a varanda. - ela falou e eu á segui para a varanda.
_Termine a frase logo. - pedi.
_Vocês vão embora Max. - May falou aflita. _Toda essa felicidade vai com vocês e o que vai ficar será a insegurança.
_Não vamos errar de novo. - prometi.
_Não é sobre isso... É que... Meu Deus! - ela gritou.
_Fale logo May. - comecei a ficar nervoso.
_Eu não quero vocês longe, tudo é tão certo com todos nós, você, Any, Helo, Nath, Jay, Siva, Tom e eu juntos. - May falou e eu suspirei.
_Eu sei. - murmurei cabisbaixo, ela me alcançou e me abraçou forte.
_Vamos passar um dia de cada vez. - ela falou, nos soltamos e voltamos para a cozinha. _Vou acordar o pessoal. - me avisou e saiu pela casa chamando por todos, me sentei na mesa e comi um pedaço de bolo.
Depois da nossa ultima rodada de cerveja, todos fomos embora, Siva e Tom pegaram um taxi, Helo dirigiu para nós, já que ela era a unica a não beber naquela noite, deitei com Any no colchão de ar, May e Jay seguiram para seu quarto assim como Nath e Helo. Naquela noite não consegui dormir, eu fiquei olhando para Any, em suas feições sem maquiagem, com seu pijama de cupcake que ficava lindo nela, em como os cantos de seus lábios formavam um sorriso mesmo enquanto ela estava dormindo, no modo em que ela abraçou o travesseiro quando me soltei de seus braços. Não senti cansaço, só queria ver minha pequena ali, calma, suspirando a cada tomada de folego, só queria ver sua respiração calma, para não em esquecer disso tão cedo, todos ficamos tão perdidos esses dias por causa de nossas brigas, namoros e amores, que esquecemos que estaríamos indo embora em pouco tempo, esquecemos que não nos veríamos com mais tanta frequência, tudo aquilo me deixou agitado e tinha Any. Meu Deus como ela estava perfeita, com os cabelos levemente bagunçados, o rosto um pouco amassado por conta do travesseiro e ela ainda mantinha aquele leve sorriso. Deitei novamente no colchão e fiquei encarando o teto. A noite foi silenciosa naquele apartamento, não fazia mais calor por conta do ar-condicionado, mas eu sentia a pele morna de Any contra meu braço, olhei o teto até que o sol brilhasse com força na sala, Any se mexeu resmungando algo, mas não acordou, ouvi passos e vi May https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiGLvPuHBiqFPwr_T4EQts_0TBS2PR9LYYRzbNZGUIjJ3Dv-cuaIn7QPrMdxXzbUgW29d16tXQM16COiexuSpl_Ol6Y-uLNQ37YO2xeNWRIHuh-a5ijhEWO1PhPv6PMN4o8WtNlh0KhAH0/s320/debby-ryan-jj-summer-party-02.jpg seguindo para cozinha, peguei meu celular 7 horas e ela já estava em pé, fazendo nossa café, com cuidado para não fazer muito barulho, me levantei, vesti minha camiseta e segui para o balcão da cozinha, me sentei no banco e fiquei esperando May notar minha presença.
_Bom dia. - ela falou quando forcei uma tosse.
_Bom dia. - falei sorrindo, ela mexia nas panquecas em cima do fogo.
_Não consegui dormir. - falou como se justificasse se levantar as 7 da manhã depois de voltar de um pub duas horas atrás.
_Eu também não, por que faz as panquecas primeiro? - perguntei.
_Na verdade, essas são do Jay, vou fazer e colocar na geladeira, depois eu faço a de vocês conforme forem acordando. - falou sorrindo.
_Já tomou banho? - perguntei, May tirou as panquecas do fogo, colocou em um prato, despejou a calda de morangos que também estavam no fogo e guardou as panquecas prontas na geladeira.
_Claro que já. - ela falou. _O que foi Max? - May perguntou coando o café, colocando a água do chá para ferver, correndo para bater o suco de laranja e fatiando o bolo de chocolate.
_Estou impressionado em como você faz tudo isso de uma só vez. - falei apontando para a cozinha.
_Só quero ocupar minha cabeça, não quero pensar que vocês... - ela parou de falar, foi até a garrafa de café á fechou, colocou o bolo em uma travessa de vidro, tirou o suco e o colocou em uma jarra de vidro e colocou as ervas na água fervente.
_May. - chamei por ela enquanto ela ia para a mesa e colocava uma toalha xadrez sobre ela. _Pensar que nós o quê? - perguntei mais uma vez, ela colocou tudo na mesa e se virou para mim.
_Any vai acordar logo, vamos para a varanda. - ela falou e eu á segui para a varanda.
_Termine a frase logo. - pedi.
_Vocês vão embora Max. - May falou aflita. _Toda essa felicidade vai com vocês e o que vai ficar será a insegurança.
_Não vamos errar de novo. - prometi.
_Não é sobre isso... É que... Meu Deus! - ela gritou.
_Fale logo May. - comecei a ficar nervoso.
_Eu não quero vocês longe, tudo é tão certo com todos nós, você, Any, Helo, Nath, Jay, Siva, Tom e eu juntos. - May falou e eu suspirei.
_Eu sei. - murmurei cabisbaixo, ela me alcançou e me abraçou forte.
_Vamos passar um dia de cada vez. - ela falou, nos soltamos e voltamos para a cozinha. _Vou acordar o pessoal. - me avisou e saiu pela casa chamando por todos, me sentei na mesa e comi um pedaço de bolo.
Capitulo 77 - Just Let Us Relax
Cap. 77 (pov. Any)
No pub já havíamos bebido tanto, dançado e até mesmo cantado algumas musicas, que eu realmente fiquei cansada, meu relógio marcava 4 da manhã. Me senti muito feliz em dias, tudo isso me fez ver que meu amor por Max é maior do que tudo. Desde que ele chegou eu não conseguia mais me distanciar dele, nosso relacionamento conturbado, as vezes triste me fez perceber que o amor é um sentimento a ser conquistado todos os dias, pois ele pode desaparecer. Sentada na mesa com Max abraçando minha cintura vi, Helo sorrindo para Nath que mantinha aquele olhar, brilhante, genuíno de homem apaixonado, eles estavam em perfeita sintonia, como se seus movimentos fossem ensaiados, sorri para ambos. May sentada de lado no colo de Jay bebia sua cerveja, ela a colocou na mesa e me olhou especulativa por poucos segundos, mas depois voltou sua atenção para Jay que segurava com cuidado sua cintura por conta de seus ferimentos, os dois, ambos loucos, impulsivos, estavam ali, em completa paz, o anel de May reluzia sobre a luz azul do pub, algumas vezes ela o beijava como se mostrasse para Jay o quão feliz ela estava, e mais uma vez sorri, por saber que todos naquela mesa, inclusive Siva e Tom que não tinham suas namoradas ali, estavam felizes, relaxados e completamente em paz.
_Você está calada. - Max murmurou em minha orelha, me tirando de meus devaneios.
_Só estou... - respirei fundo. _Amando. - ele sorriu.
_Eu também me sinto assim. - ele falou e eu sorri. _Tenho uma coisa para você.
_Aqui? - perguntei, Max concordou com a cabeça.
_Nathan! - ele gritou conquistando a atenção do amigo. _É agora!
_Estava ficando tarde mesmo. - Nathan falou.
Os dois levantaram, Max se voltou para mim, Nathan se voltou para Helo, ambos ajoelharam, tiraram de seus bolsos traseiros nossas alianças, tampei minha boca com as mãos, Helo fez o mesmo, Max pegou minha mão, Nathan fez o mesmo com Helo, e assim nos devolveram nossas alianças, que jamais deveria ter tirado, beijando minha mão Max se levantou, Nathan beijou a mão de Helo e também se levantou. Todos no pub aplaudiram e eu corei, fiquei totalmente perdida, só pensei em como eu amava aquele homem na minha frente, então me atirei nos seus braços e um beijo apaixonado e que consumiu cada célula do meu corpo, tudo girava a nossa volta e quando me soltei de seus braços vi Helo chorando, mas não de triste e sim felicidade, ela repetia e repetia "Eu te amo" para Nath que falava a mesma coisa, May sorria como se orgulhasse de todos nós, como uma mãe que vê seu filho andando de bicicleta pela primeira vez sem ao menos se machucar, e era realmente isso que May era, mesmo com todos seus problemas, mesmo com tudo, ela sempre foi nossa mãe, ela nos segurava quando caíamos, ela nos empurrava quando nos recusávamos a continuar, era ela que mesmo perdida, achava uma solução para todas. Então me levantei, a tirei do colo de Jay e lhe dei um abraço apertado, por um momento ela se sentiu surpresa, mas depois me apertou contra seu corpo.
_Tudo bem Any? - ela questionou.
_Obrigada. - sussurrei.
_De nada querida. - ela falou, nos soltamos e voltamos para nossos lugares.
Tom voltou com uma bandeja cheia de cerveja e cada um pegou a sua, até mesmo Seev que não era de beber muito, aceitou o agrado, com o calor que fazia não dava para recusar uma cerveja bem gelada, e na mesa todos brindamos e gritamos "Amor", mesmo que não fosse nada programado, acho que todo mundo quis dizer essa palavra na hora em que nossos copos se chocassem, acho que todos pensavam em como o amor era nosso meio de união, que mesmo com nossas discussões, no final do dia iríamos ainda nos amar.
No pub já havíamos bebido tanto, dançado e até mesmo cantado algumas musicas, que eu realmente fiquei cansada, meu relógio marcava 4 da manhã. Me senti muito feliz em dias, tudo isso me fez ver que meu amor por Max é maior do que tudo. Desde que ele chegou eu não conseguia mais me distanciar dele, nosso relacionamento conturbado, as vezes triste me fez perceber que o amor é um sentimento a ser conquistado todos os dias, pois ele pode desaparecer. Sentada na mesa com Max abraçando minha cintura vi, Helo sorrindo para Nath que mantinha aquele olhar, brilhante, genuíno de homem apaixonado, eles estavam em perfeita sintonia, como se seus movimentos fossem ensaiados, sorri para ambos. May sentada de lado no colo de Jay bebia sua cerveja, ela a colocou na mesa e me olhou especulativa por poucos segundos, mas depois voltou sua atenção para Jay que segurava com cuidado sua cintura por conta de seus ferimentos, os dois, ambos loucos, impulsivos, estavam ali, em completa paz, o anel de May reluzia sobre a luz azul do pub, algumas vezes ela o beijava como se mostrasse para Jay o quão feliz ela estava, e mais uma vez sorri, por saber que todos naquela mesa, inclusive Siva e Tom que não tinham suas namoradas ali, estavam felizes, relaxados e completamente em paz.
_Você está calada. - Max murmurou em minha orelha, me tirando de meus devaneios.
_Só estou... - respirei fundo. _Amando. - ele sorriu.
_Eu também me sinto assim. - ele falou e eu sorri. _Tenho uma coisa para você.
_Aqui? - perguntei, Max concordou com a cabeça.
_Nathan! - ele gritou conquistando a atenção do amigo. _É agora!
_Estava ficando tarde mesmo. - Nathan falou.
Os dois levantaram, Max se voltou para mim, Nathan se voltou para Helo, ambos ajoelharam, tiraram de seus bolsos traseiros nossas alianças, tampei minha boca com as mãos, Helo fez o mesmo, Max pegou minha mão, Nathan fez o mesmo com Helo, e assim nos devolveram nossas alianças, que jamais deveria ter tirado, beijando minha mão Max se levantou, Nathan beijou a mão de Helo e também se levantou. Todos no pub aplaudiram e eu corei, fiquei totalmente perdida, só pensei em como eu amava aquele homem na minha frente, então me atirei nos seus braços e um beijo apaixonado e que consumiu cada célula do meu corpo, tudo girava a nossa volta e quando me soltei de seus braços vi Helo chorando, mas não de triste e sim felicidade, ela repetia e repetia "Eu te amo" para Nath que falava a mesma coisa, May sorria como se orgulhasse de todos nós, como uma mãe que vê seu filho andando de bicicleta pela primeira vez sem ao menos se machucar, e era realmente isso que May era, mesmo com todos seus problemas, mesmo com tudo, ela sempre foi nossa mãe, ela nos segurava quando caíamos, ela nos empurrava quando nos recusávamos a continuar, era ela que mesmo perdida, achava uma solução para todas. Então me levantei, a tirei do colo de Jay e lhe dei um abraço apertado, por um momento ela se sentiu surpresa, mas depois me apertou contra seu corpo.
_Tudo bem Any? - ela questionou.
_Obrigada. - sussurrei.
_De nada querida. - ela falou, nos soltamos e voltamos para nossos lugares.
Tom voltou com uma bandeja cheia de cerveja e cada um pegou a sua, até mesmo Seev que não era de beber muito, aceitou o agrado, com o calor que fazia não dava para recusar uma cerveja bem gelada, e na mesa todos brindamos e gritamos "Amor", mesmo que não fosse nada programado, acho que todo mundo quis dizer essa palavra na hora em que nossos copos se chocassem, acho que todos pensavam em como o amor era nosso meio de união, que mesmo com nossas discussões, no final do dia iríamos ainda nos amar.
sexta-feira, 16 de agosto de 2013
Capitulo 76 - How About a Bar?
Cap. 76 (pov. Nathan)
Foi um momento estranho o das meninas, uma hora May estava com Jay no quarto ao gritos, gemendo e outras coisas, depois ela sai toda acabada do quarto, só olha para Any e Helo que a seguem e ficam na sacada com elas sem podermos ouvir, então elas voltam e começam a fazer piadas, como se aquela conversa no jantar jamais existisse, que May ter problemas com cortes seja normal. Max entra na onda e fica tranquilo quanto a isso, Jay devia estar dormindo, eu acho que ele mal falou com ela, já que não deviam ter perdido tempo, reparei na mão de May e lá estava o anel. Ela sorria, parecia realmente feliz, olhava para mim, acenava com a cabeça, beijava o braço roxo de Helo, sorria para Any, fazia piadas com Max e isso me fez relaxar um pouco.
_Eu não aguento mas ficar em casa. - Any reclamou.
_Acabamos de voltar da praia. - May falou.
_Quero sair também. - Helo murmurou.
_Onde então? - May perguntou.
_Espera. - me manifestei. _Vocês não estão pensando em sair agora que são... - olhei em meu celular. _Agora que são 10:45 da noite.
_E dai?! - May perguntou como se não fosse nada. _Onde? - olhou para as meninas.
_Que tal aquele pub que acabou de abrir? - Any falou animada.
_Pode ser. - Helo falou caminhando para o quarto. _May te dou 20 minutos para tomar um banho, chamar seu namorado dorminhoco e se arrumar. - ela avisou May que correu para o quarto.
_E quanto a nós? - Max falou apontando para nossos pijamas.
_Passamos no hotel baby. - Any falou selando os lábios no de Max e nos deixando sozinhos na sala, correndo para o quarto de Helo se arrumar.
Não demorou tanto tempo para que as meninas estivessem prontas e realmente lindas, Helo http://basiclook.com.br/galeria/d/5948-2/Taylor-Swift-in-Elie-Saab1.jpg foi a primeira a aparecer na sala, correndo até minha direção e se sentando de lado em meu colo enquanto sorria, ela parecia uma boneca de porcelana, tão perfeita e delicada, quase que intocável, Any https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg-qBVW_q2364tMrhVxy99i7qMgtTrm0VnJ9KuRDDVsnDNBMLaZaM13FK8BbSSau1xOZpH2V_qJ16vHLpLkMQpI2IJ___12nwbSUSTj0x0R3F-g_rE99OknYqXHFxy1vQj6zQcUOfaTcaH-/s1600/kids-choice-awards-2013-victoria-justice.jpg entrou girando, sorrindo para Max que aplaudia sua namorada como se estivesse em um desfile. Então Jay apareceu sorrindo torto, sabendo que nós tínhamos escutado tudo, com seu pijama ele esperou May http://embonita.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/07/Debby-Ryan.jpg pegar sua mão e se dirigiram até a sala.
_Pois bem, vamos até o hotel, lá vocês chamam Siva e Tom, trocam de roupa e pegam a van, seguem nosso carro e então temos uma noite divertida. - May falou como se tudo fosse um plano a se seguir a risca.
_Não vamos nem descer do carro, só vocês, entenderam?! - Helo falou olhando para Max e eu que assentimos.
_Então vamos logo. - Any nos apressou indo para o elevador, quando todos estávamos dentro dele e começamos a descer os andares ela gritou. _Vamos ficar bêbados!
_Isso! - todos nós gritamos, como se esse fosse o nosso único plano certo.
Foi um momento estranho o das meninas, uma hora May estava com Jay no quarto ao gritos, gemendo e outras coisas, depois ela sai toda acabada do quarto, só olha para Any e Helo que a seguem e ficam na sacada com elas sem podermos ouvir, então elas voltam e começam a fazer piadas, como se aquela conversa no jantar jamais existisse, que May ter problemas com cortes seja normal. Max entra na onda e fica tranquilo quanto a isso, Jay devia estar dormindo, eu acho que ele mal falou com ela, já que não deviam ter perdido tempo, reparei na mão de May e lá estava o anel. Ela sorria, parecia realmente feliz, olhava para mim, acenava com a cabeça, beijava o braço roxo de Helo, sorria para Any, fazia piadas com Max e isso me fez relaxar um pouco.
_Eu não aguento mas ficar em casa. - Any reclamou.
_Acabamos de voltar da praia. - May falou.
_Quero sair também. - Helo murmurou.
_Onde então? - May perguntou.
_Espera. - me manifestei. _Vocês não estão pensando em sair agora que são... - olhei em meu celular. _Agora que são 10:45 da noite.
_E dai?! - May perguntou como se não fosse nada. _Onde? - olhou para as meninas.
_Que tal aquele pub que acabou de abrir? - Any falou animada.
_Pode ser. - Helo falou caminhando para o quarto. _May te dou 20 minutos para tomar um banho, chamar seu namorado dorminhoco e se arrumar. - ela avisou May que correu para o quarto.
_E quanto a nós? - Max falou apontando para nossos pijamas.
_Passamos no hotel baby. - Any falou selando os lábios no de Max e nos deixando sozinhos na sala, correndo para o quarto de Helo se arrumar.
Não demorou tanto tempo para que as meninas estivessem prontas e realmente lindas, Helo http://basiclook.com.br/galeria/d/5948-2/Taylor-Swift-in-Elie-Saab1.jpg foi a primeira a aparecer na sala, correndo até minha direção e se sentando de lado em meu colo enquanto sorria, ela parecia uma boneca de porcelana, tão perfeita e delicada, quase que intocável, Any https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg-qBVW_q2364tMrhVxy99i7qMgtTrm0VnJ9KuRDDVsnDNBMLaZaM13FK8BbSSau1xOZpH2V_qJ16vHLpLkMQpI2IJ___12nwbSUSTj0x0R3F-g_rE99OknYqXHFxy1vQj6zQcUOfaTcaH-/s1600/kids-choice-awards-2013-victoria-justice.jpg entrou girando, sorrindo para Max que aplaudia sua namorada como se estivesse em um desfile. Então Jay apareceu sorrindo torto, sabendo que nós tínhamos escutado tudo, com seu pijama ele esperou May http://embonita.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/07/Debby-Ryan.jpg pegar sua mão e se dirigiram até a sala.
_Pois bem, vamos até o hotel, lá vocês chamam Siva e Tom, trocam de roupa e pegam a van, seguem nosso carro e então temos uma noite divertida. - May falou como se tudo fosse um plano a se seguir a risca.
_Não vamos nem descer do carro, só vocês, entenderam?! - Helo falou olhando para Max e eu que assentimos.
_Então vamos logo. - Any nos apressou indo para o elevador, quando todos estávamos dentro dele e começamos a descer os andares ela gritou. _Vamos ficar bêbados!
_Isso! - todos nós gritamos, como se esse fosse o nosso único plano certo.
Capitulo 75 - This Mess
Cap. 75 (pov. Helo)
Estava deitada no sofá, minha cabeça apoiada nas pernas de Any, já que Nathan estava lavando louça com Max. Clima havia ficado pesado, quase insustentável, conhecia May, ela não daria o braço a torcer. Ela não é do tipo de pessoa que se cuida, é o tipo de pessoa que cuida. Então eu e Any ficamos no silencio, ouvindo somente os barulhos das louças contra a água. Any olhava para a televisão desligada e eu encarava seu rosto pensativo. Por um longo tempo ficamos apenas daquele jeito, quietas, até que Any passou a mão por meu rosto ainda sensível e um pouco inchado.
_Ainda dói? - ela perguntou, senti a preocupação em sua voz.
_Um pouco. - confessei. _Mas o que dói mais é a parte da humilhação. - falei, desconfortável com aquela conversa.
_Desculpe. - Any sussurrou e começou a chorar silenciosamente, suas lagrimas descendo por seu rosto, quase que caindo em minha testa.
_Não foi sua culpa. - falei tentando lhe confortar.
_Mas você pediu ajuda... Essa culpa está me matando. - Any falou ainda chorando em silencio. _Deus! Que Max não me veja chorando. - e limpou suas lagrimas com rapidez forçando um sorriso nos lábios.
_Já passou Any, tudo bem. - falei sorrindo.
Any começou a passar suas mãos por meus cabelos, Max e Nath tinham terminado a louça e estava sentados cada um em uma poltrona, até que ouvimos gemidos, realmente gemidos altos e fiquei vermelha, envergonhada, Any sentiu o mesmo.
_Fizeram as pazes. - Max brincou e eu joguei uma almofada nele que deu de ombros.
_Isso foi um grito?! - Any perguntou e começamos a rir. _Credo! - assim ligou a televisão em um canal de musica no volume alto.
O programa quase estava no final quando May entrou na sala, cheirando a sexo, com o cabelo bagunçado e vermelha pela vergonha, acenou para os meninos e chamou Any e eu para a sacada. Seguimos ela e fechamos a porta de vidro, nos encaramos e começamos a rir, gargalhadas altas, firmes, ficamos sem folego, paramos de rir e por fim, as três choraram, não sabia o motivo das lágrimas de May ou de Any, mas as minhas lágrimas eram de saudade. Uma saudade de nossa amizade, que sempre se atrapalhava quando estávamos envolvidas, saudades de sermos sinceras sem ao menos uma palavras e com essas mesmas lágrimas nos abraçamos, chorando muito e olhamos umas para a outra e dissemos juntas.
_Eu amo vocês. - depois disso limpamos nossas lágrimas e entramos na sala como se nada tivesse acontecido.
Estava deitada no sofá, minha cabeça apoiada nas pernas de Any, já que Nathan estava lavando louça com Max. Clima havia ficado pesado, quase insustentável, conhecia May, ela não daria o braço a torcer. Ela não é do tipo de pessoa que se cuida, é o tipo de pessoa que cuida. Então eu e Any ficamos no silencio, ouvindo somente os barulhos das louças contra a água. Any olhava para a televisão desligada e eu encarava seu rosto pensativo. Por um longo tempo ficamos apenas daquele jeito, quietas, até que Any passou a mão por meu rosto ainda sensível e um pouco inchado.
_Ainda dói? - ela perguntou, senti a preocupação em sua voz.
_Um pouco. - confessei. _Mas o que dói mais é a parte da humilhação. - falei, desconfortável com aquela conversa.
_Desculpe. - Any sussurrou e começou a chorar silenciosamente, suas lagrimas descendo por seu rosto, quase que caindo em minha testa.
_Não foi sua culpa. - falei tentando lhe confortar.
_Mas você pediu ajuda... Essa culpa está me matando. - Any falou ainda chorando em silencio. _Deus! Que Max não me veja chorando. - e limpou suas lagrimas com rapidez forçando um sorriso nos lábios.
_Já passou Any, tudo bem. - falei sorrindo.
Any começou a passar suas mãos por meus cabelos, Max e Nath tinham terminado a louça e estava sentados cada um em uma poltrona, até que ouvimos gemidos, realmente gemidos altos e fiquei vermelha, envergonhada, Any sentiu o mesmo.
_Fizeram as pazes. - Max brincou e eu joguei uma almofada nele que deu de ombros.
_Isso foi um grito?! - Any perguntou e começamos a rir. _Credo! - assim ligou a televisão em um canal de musica no volume alto.
O programa quase estava no final quando May entrou na sala, cheirando a sexo, com o cabelo bagunçado e vermelha pela vergonha, acenou para os meninos e chamou Any e eu para a sacada. Seguimos ela e fechamos a porta de vidro, nos encaramos e começamos a rir, gargalhadas altas, firmes, ficamos sem folego, paramos de rir e por fim, as três choraram, não sabia o motivo das lágrimas de May ou de Any, mas as minhas lágrimas eram de saudade. Uma saudade de nossa amizade, que sempre se atrapalhava quando estávamos envolvidas, saudades de sermos sinceras sem ao menos uma palavras e com essas mesmas lágrimas nos abraçamos, chorando muito e olhamos umas para a outra e dissemos juntas.
_Eu amo vocês. - depois disso limpamos nossas lágrimas e entramos na sala como se nada tivesse acontecido.
quinta-feira, 15 de agosto de 2013
Capitulo 74 - Do Not Want To Doubt You
Cap. 74 (pov. Jay)
May explodiu e isso me assustou, tive medo dela se machucar novamente, então dei um tempo para fazer o que achava certo, mas percebi que tinha de ir para o quarto. Todos estavam em pleno silencio quando sai do sala de jantar, corri até o quarto desesperado, mas o alivio me atingiu quando vi May deitada na cama olhando para o nada. Ela se assustou, então sentou na cama encostada na cabeceira e me olhou atenta.
_Tudo bem? - perguntei indo até ela, me sentei de frente para ela.
_Por que eu estaria mal? - ela perguntou irônica. _Só porque todo mundo resolveu ser minha mãe?
_Ei. - falei pegando sua mão. _Só queremos ajudar May. - beijei seus dedos.
_Só parem com isso. - ela murmurou irredutível.
_Tenho algo para você. - falei me levantando e indo até minha mochila.
_O que é? Uma lamina? - May perguntou e eu olhei bravo para ela que deu de ombros.
_Espere... - falei abrindo um bolsinho da mochila. _Feche o olho. - peguei a caixinha. _Estenda a mão. - pedi e ela fez sem relutar, coloquei a caixinha em sua mão e ela sorriu amplamente.
_É o que eu acho que é. - ela falou sorrindo.
_Abra os olhos e o presente. - falei e assim ela abriu os olhos e abriu a caixinha.
_Eu te amo Mcguiness. - May falou colocando o anel que eu tinha dado para ela em seu dedo e se jogando em cima de mim para me abraçar.
Nos beijamos, um beijo de pedido de desculpas, uma forma de sabermos que tudo estava bem que nada tinha mudado entre nós. Puxei suas pernas para cada lado de meu corpo, de modo que ela ficou montada em mim, um gemido escapou de sua garganta quando minha língua invadiu sua boca. Com certa pressa ela puxou minha camiseta e a tirou, fui subindo seu longo vestido até que consegui alcançar sua coxas e dei leves apertadas nelas, pressionando o corpo de May em minha ereção crescente, ela me ajudou a tirar seu vestido com facilidade, tive a visão privilegiada de seus seios, já que ela estava sem sutiã, sorri malicioso. Me levantei e May enrolou suas pernas em minha cintura, beijando meu pescoço, minha orelha e minha boca, coloquei ela na cama me deitando por cima. Rapidamente me livrei de meu calção e minha cueca box, tirei também a calcinha de May que estava ofegante. Passei minhas mãos por todo seu corpo, parando em seus seios e depois desci até sua intimidade, que só com um toque de meus dedos pulsou, senti a umidade de May e isso fez com que minha ereção doesse, decidi não prolongar nossa tortura, me deitei sobre May e devagar a penetrei.
_Ai meu Deus, como eu sentia falta disso. - May sussurrou em meu ouvido. _Eu te amo Bird. - gemendo meu nome May me deu impulso para continuar com mais velocidade e força.
Depois de um longo tempo, o quarto cheirava a sexo, uma camada de suor nos cobria e May gemia cada vez mais alto, quando enfim ela atingiu seu clímax, me permiti atingir meu ápice. Nos deitamos de frente um para o outro, May encarava seu anel e sorria.
_Obrigada. - ela falou me dando um selinho.
_Pelo o quê? - perguntei sorrindo.
_Por me fazer feliz. - ela falou e com isso se levantou e colocou sua roupa indo para a porta do quarto. _Vou conversar com as meninas, já volto. - se justificou e saiu.
_Eu te amo May. - sussurrei e adormeci.
May explodiu e isso me assustou, tive medo dela se machucar novamente, então dei um tempo para fazer o que achava certo, mas percebi que tinha de ir para o quarto. Todos estavam em pleno silencio quando sai do sala de jantar, corri até o quarto desesperado, mas o alivio me atingiu quando vi May deitada na cama olhando para o nada. Ela se assustou, então sentou na cama encostada na cabeceira e me olhou atenta.
_Tudo bem? - perguntei indo até ela, me sentei de frente para ela.
_Por que eu estaria mal? - ela perguntou irônica. _Só porque todo mundo resolveu ser minha mãe?
_Ei. - falei pegando sua mão. _Só queremos ajudar May. - beijei seus dedos.
_Só parem com isso. - ela murmurou irredutível.
_Tenho algo para você. - falei me levantando e indo até minha mochila.
_O que é? Uma lamina? - May perguntou e eu olhei bravo para ela que deu de ombros.
_Espere... - falei abrindo um bolsinho da mochila. _Feche o olho. - peguei a caixinha. _Estenda a mão. - pedi e ela fez sem relutar, coloquei a caixinha em sua mão e ela sorriu amplamente.
_É o que eu acho que é. - ela falou sorrindo.
_Abra os olhos e o presente. - falei e assim ela abriu os olhos e abriu a caixinha.
_Eu te amo Mcguiness. - May falou colocando o anel que eu tinha dado para ela em seu dedo e se jogando em cima de mim para me abraçar.
Nos beijamos, um beijo de pedido de desculpas, uma forma de sabermos que tudo estava bem que nada tinha mudado entre nós. Puxei suas pernas para cada lado de meu corpo, de modo que ela ficou montada em mim, um gemido escapou de sua garganta quando minha língua invadiu sua boca. Com certa pressa ela puxou minha camiseta e a tirou, fui subindo seu longo vestido até que consegui alcançar sua coxas e dei leves apertadas nelas, pressionando o corpo de May em minha ereção crescente, ela me ajudou a tirar seu vestido com facilidade, tive a visão privilegiada de seus seios, já que ela estava sem sutiã, sorri malicioso. Me levantei e May enrolou suas pernas em minha cintura, beijando meu pescoço, minha orelha e minha boca, coloquei ela na cama me deitando por cima. Rapidamente me livrei de meu calção e minha cueca box, tirei também a calcinha de May que estava ofegante. Passei minhas mãos por todo seu corpo, parando em seus seios e depois desci até sua intimidade, que só com um toque de meus dedos pulsou, senti a umidade de May e isso fez com que minha ereção doesse, decidi não prolongar nossa tortura, me deitei sobre May e devagar a penetrei.
_Ai meu Deus, como eu sentia falta disso. - May sussurrou em meu ouvido. _Eu te amo Bird. - gemendo meu nome May me deu impulso para continuar com mais velocidade e força.
Depois de um longo tempo, o quarto cheirava a sexo, uma camada de suor nos cobria e May gemia cada vez mais alto, quando enfim ela atingiu seu clímax, me permiti atingir meu ápice. Nos deitamos de frente um para o outro, May encarava seu anel e sorria.
_Obrigada. - ela falou me dando um selinho.
_Pelo o quê? - perguntei sorrindo.
_Por me fazer feliz. - ela falou e com isso se levantou e colocou sua roupa indo para a porta do quarto. _Vou conversar com as meninas, já volto. - se justificou e saiu.
_Eu te amo May. - sussurrei e adormeci.
Capitulo 73 - Why Does Everyone Judge Me?
Cap. 73 (pov. May)
Vi como todos ficaram quando apareci, bem... Nem todos, Any e Max estavam ocupados demais brigando, porém o resto reparou em meus machucados, Jay fez uma cena para me cobrir, mas disse para ele que estava bem com aquilo. Não tão bem, mas realmente não me importava mostrar meus cortes, logo eles sumiriam. O dia todo na praia foi estranho e perturbador, Any boiou para muito longe, tive que buscar ela, Max brigou mais uma vez com ela, tudo ficou pesado e chato, até nossas brincadeiras ficaram sem graça por conta da situação, mas então eles se acertaram e tudo voltou ao normal. Decidimos deixar Nathan, Max e Jay dormirem em casa, tomei um banho rápido quando cheguei, assim como Helo e Any, coloquei uma roupa confortável http://cdn05.cdn.justjaredjr.com/wp-content/uploads/2011/05/debby-video/debby-ryan-presley-suite-video-01.jpg e corri para a cozinha fazer o jantar. Max, Jay e Nathan ainda tomavam banho, Jay no meu banheiro, Max no banheiro do corredor e Nathan no banheiro de Helo. Any http://photos.imageevent.com/afap/wallpapers/stars/victoriajustice//Victoria%20Justice%20-%20Jean%20Shorts-.jpg fazia suco de melancia enquanto Helo http://www.resuminhobasico.com/wp-content/images/thumbnail/moda-taylor-swift-vestidos-delicados-1.jpg colocava a mesa.
_Esse cheiro está divino. - Jay falou me abraçando por trás me assustando. _O que está cozinhando? - perguntou beijando abaixo de minha orelha.
_Macarronada com brócolis e molho branco. - falei sorrindo.
_Deve está uma delicia. - murmurou mordiscando minha orelha, dei de ombros me livrando dele.
_Se continuar assim não termino o jantar. - falei e ele sorriu culpado.
_Vou deixar você cozinhar. - ele falou se sentando na bancada me encarando.
Continuei o que estava fazendo, logo Nath e Max se juntaram a nós, quando todos se sentaram á mesa, coloquei o macarrão em uma travessa de vidro e depositei em cima da mesa. E em pouco tempo todos já haviam se servido, todos com pratos bem cheios, eu sorri, coloquei um pouco para mim e servi suco para todos.
_Precisamos conversar. - Any murmurou.
_Sobre o que? - todos olhavam para nós com certa apreensão, acho que já sabiam o que seria discutido.
_Vai se fazer de boba agora? - Any perguntou impaciente, deixei meu garfo de lado e a olhei especulativa.
_Não estou me fazendo de boba, eu realmente não sei o que você quer falar comigo. - expliquei, com um longo suspiro ela falou.
_Sua falta de amor próprio não machuca só a você. - ela falou e voltou a comer, logo me toquei do que ela estava falando.
_Desculpe. - sussurrei com um nó na garganta, agora todo mundo me olhava, mas não era com qualquer olhar, era... Pena.
_Você tem que procurar ajuda May. - Nath falou me olhando, aquele olhar, me enojou.
_Ela tem que parar com isso. - Helo falou brava, mas ainda mantinha a piedade no olhar.
_Não é certo se mutilar desse jeito. - Any retrucou, me levantei e afastei a cadeira.
_Todos vocês chega de me julgar! - gritei, Jay tentou pegar minha mão, mas eu puxei ela. _Ninguém aqui tem ideia do que eu passo, nem do que eu sinto, então fiquem quietos que eu me resolvo sozinha! - cuspi as palavras enquanto me olhavam assustados. _Agora se me derem licença, vou para meu quarto. - disse isso e me dirigi até meu quarto onde bati a porta com força e cai de costas na cama.
Só fitei o teto por um tempo, não queria chorar e não iria, mas Jay entrou como um furacão dentro do quarto e isso me assustou um pouco, mas seu olhar alarmado e aliviado o entregou, ele devia estar achando que eu estaria me cortando e isso me deixou triste.
Vi como todos ficaram quando apareci, bem... Nem todos, Any e Max estavam ocupados demais brigando, porém o resto reparou em meus machucados, Jay fez uma cena para me cobrir, mas disse para ele que estava bem com aquilo. Não tão bem, mas realmente não me importava mostrar meus cortes, logo eles sumiriam. O dia todo na praia foi estranho e perturbador, Any boiou para muito longe, tive que buscar ela, Max brigou mais uma vez com ela, tudo ficou pesado e chato, até nossas brincadeiras ficaram sem graça por conta da situação, mas então eles se acertaram e tudo voltou ao normal. Decidimos deixar Nathan, Max e Jay dormirem em casa, tomei um banho rápido quando cheguei, assim como Helo e Any, coloquei uma roupa confortável http://cdn05.cdn.justjaredjr.com/wp-content/uploads/2011/05/debby-video/debby-ryan-presley-suite-video-01.jpg e corri para a cozinha fazer o jantar. Max, Jay e Nathan ainda tomavam banho, Jay no meu banheiro, Max no banheiro do corredor e Nathan no banheiro de Helo. Any http://photos.imageevent.com/afap/wallpapers/stars/victoriajustice//Victoria%20Justice%20-%20Jean%20Shorts-.jpg fazia suco de melancia enquanto Helo http://www.resuminhobasico.com/wp-content/images/thumbnail/moda-taylor-swift-vestidos-delicados-1.jpg colocava a mesa.
_Esse cheiro está divino. - Jay falou me abraçando por trás me assustando. _O que está cozinhando? - perguntou beijando abaixo de minha orelha.
_Macarronada com brócolis e molho branco. - falei sorrindo.
_Deve está uma delicia. - murmurou mordiscando minha orelha, dei de ombros me livrando dele.
_Se continuar assim não termino o jantar. - falei e ele sorriu culpado.
_Vou deixar você cozinhar. - ele falou se sentando na bancada me encarando.
Continuei o que estava fazendo, logo Nath e Max se juntaram a nós, quando todos se sentaram á mesa, coloquei o macarrão em uma travessa de vidro e depositei em cima da mesa. E em pouco tempo todos já haviam se servido, todos com pratos bem cheios, eu sorri, coloquei um pouco para mim e servi suco para todos.
_Precisamos conversar. - Any murmurou.
_Sobre o que? - todos olhavam para nós com certa apreensão, acho que já sabiam o que seria discutido.
_Vai se fazer de boba agora? - Any perguntou impaciente, deixei meu garfo de lado e a olhei especulativa.
_Não estou me fazendo de boba, eu realmente não sei o que você quer falar comigo. - expliquei, com um longo suspiro ela falou.
_Sua falta de amor próprio não machuca só a você. - ela falou e voltou a comer, logo me toquei do que ela estava falando.
_Desculpe. - sussurrei com um nó na garganta, agora todo mundo me olhava, mas não era com qualquer olhar, era... Pena.
_Você tem que procurar ajuda May. - Nath falou me olhando, aquele olhar, me enojou.
_Ela tem que parar com isso. - Helo falou brava, mas ainda mantinha a piedade no olhar.
_Não é certo se mutilar desse jeito. - Any retrucou, me levantei e afastei a cadeira.
_Todos vocês chega de me julgar! - gritei, Jay tentou pegar minha mão, mas eu puxei ela. _Ninguém aqui tem ideia do que eu passo, nem do que eu sinto, então fiquem quietos que eu me resolvo sozinha! - cuspi as palavras enquanto me olhavam assustados. _Agora se me derem licença, vou para meu quarto. - disse isso e me dirigi até meu quarto onde bati a porta com força e cai de costas na cama.
Só fitei o teto por um tempo, não queria chorar e não iria, mas Jay entrou como um furacão dentro do quarto e isso me assustou um pouco, mas seu olhar alarmado e aliviado o entregou, ele devia estar achando que eu estaria me cortando e isso me deixou triste.
segunda-feira, 12 de agosto de 2013
Capitulo 72 - Do Not Do That Anymore
Cap. 72 (pov. Max)
Sei que fiz uma ou duas besteiras, mas Any não sabe quão linda ela está e como o pessoal dos barcos, o pessoal da praia e até mesmo da segurança estavam olhando para ela. Só queria proteger minha pequena mulher, mas acho que estraguei tudo. Nunca havia visto Any daquele jeito, explosiva e possessa, acho que realmente pisei na bola. Todos começaram a fazer alguma coisa para aliviar o clima, May passava protetor em Jay até deixa-lo mais branco do que já é, Nathan passava protetor em Helo que sorria por causa das cocegas, Tom estava ligando para Kelsey e Seev me encarava de sua toalha, com um olha repreensivo.
_O quê? - perguntei.
_Você é um idiota. - ele falou se levantando. _Vou ligar para Nareesha, vá falar com Any, por favor.
Eu queria muito falar com ela, mas não sabia por onde começar, nós estávamos bem, felizes, de volta a nosso eixo, tudo parecia ter se encaixado novamente, mas eu não consegui controlar o ciúmes e agora isso estava me matando, me sentei na areia e de longe observei Any olhar os barcos, de pé, ela parecia tão mais serena e pensei se aquela era uma hora boa para ir até lá e falar com ela. Me levantei e quando olhei novamente, lá estava minha pequena, sentada, aos prantos, escondendo seu belo rosto, aquela cena simplesmente me derrubou. Ao pensar que eu era o motivo daquele choro, novamente, desejei jamais ter falado alguma coisa sobre sua roupa ou sobre seu modo de agir, naquele momento eu só queria abraçar Any e embala-la em meus braços, corri até ela e me ajoelhei ao seu lado puxando sua cabeça para meu peito, mas ela me empurrou.
_Não encosta em mim! - gritou se sentando, suas lagrimas desciam livres por seu rosto.
_Any... - suspirei. _Não faz isso, vamos conversar.
_Conversar o quê? - ela me encarou, limpando suas lagrimas com certa fúria. _Sobre você ser um idiota possessivo? Qual é George?! Vamos ser claros isso nunca vai dar certo. - Any falou apontando para nós.
Por longos segundos meu coração pulsou pesadamente, o calor ficou distante e senti aquele sentimento de novo, o sentimento de quando Any terminou comigo pela primeira vez. Minhas mãos suavam e meus pensamentos ficaram perdidos.
_Nunca Max, nós não fomos feitos... - Any sussurrava e eu acenava com a cabeça de modo negativo. _É que... Meu Deus como isso é difícil, fazer isso é tão ruim que meu peito queima. - ela falava massageando a área com expressão de dor.
_Então não faça. - sussurrei olhando para ela, podia jurar que meus olhos estavam estalados pelo medo súbito de perto Any.
_Mas... Max, nós vivemos nos machucando. - ela falou e uma lagrima lhe escapou.
_Vamos tentar, mal voltamos... - tomei folego. _Você faz tudo se encaixar, não me deixe agora... Agora que eu finalmente te encontrei, que eu voltei a me sentir feliz, você completa aquele vazio que eu sinto dentro do meu peito.
_Max. - ela sussurrou e me abraçou, embalei minha pequena em meus braços até que ela estivesse me olhando e sorrindo para mim.
_Eu te amo. - murmurei e selei nossos lábios.
_Eu te amo. - Any falou sorrindo.
_Vai dar certo querida. - falei e ela assentiu. _Nós vamos dar certo, é nossa sina, ficarmos juntos, desse jeito, abraçados e sorrindo.
_Espero que seja isso. - Any murmurou.
Nos levantamos e voltamos junto ao pessoal que estavam arrumando as coisas para voltar para a casa, Tom resmungava por ter que deixar a praia e voltar para o hotel, Siva mal conseguia se abaixar por estar cheio de doces, Nathan ajudava Helo com todas as coisas e beijava seus hematomas algumas vezes, Jay e May guardavam algumas coisas nas mochilas e brincavam entre si. Quando fomos deixar as meninas em casa, eu, Nathan e Jay resolvemos ficar por lá, mas Tom queria dormir em um lugar confortável como a cama do hotel e Seev precisava falar com Nareesha. Enquanto nos arrumávamos para jantar, May preparava o jantar na cozinha.
Sei que fiz uma ou duas besteiras, mas Any não sabe quão linda ela está e como o pessoal dos barcos, o pessoal da praia e até mesmo da segurança estavam olhando para ela. Só queria proteger minha pequena mulher, mas acho que estraguei tudo. Nunca havia visto Any daquele jeito, explosiva e possessa, acho que realmente pisei na bola. Todos começaram a fazer alguma coisa para aliviar o clima, May passava protetor em Jay até deixa-lo mais branco do que já é, Nathan passava protetor em Helo que sorria por causa das cocegas, Tom estava ligando para Kelsey e Seev me encarava de sua toalha, com um olha repreensivo.
_O quê? - perguntei.
_Você é um idiota. - ele falou se levantando. _Vou ligar para Nareesha, vá falar com Any, por favor.
Eu queria muito falar com ela, mas não sabia por onde começar, nós estávamos bem, felizes, de volta a nosso eixo, tudo parecia ter se encaixado novamente, mas eu não consegui controlar o ciúmes e agora isso estava me matando, me sentei na areia e de longe observei Any olhar os barcos, de pé, ela parecia tão mais serena e pensei se aquela era uma hora boa para ir até lá e falar com ela. Me levantei e quando olhei novamente, lá estava minha pequena, sentada, aos prantos, escondendo seu belo rosto, aquela cena simplesmente me derrubou. Ao pensar que eu era o motivo daquele choro, novamente, desejei jamais ter falado alguma coisa sobre sua roupa ou sobre seu modo de agir, naquele momento eu só queria abraçar Any e embala-la em meus braços, corri até ela e me ajoelhei ao seu lado puxando sua cabeça para meu peito, mas ela me empurrou.
_Não encosta em mim! - gritou se sentando, suas lagrimas desciam livres por seu rosto.
_Any... - suspirei. _Não faz isso, vamos conversar.
_Conversar o quê? - ela me encarou, limpando suas lagrimas com certa fúria. _Sobre você ser um idiota possessivo? Qual é George?! Vamos ser claros isso nunca vai dar certo. - Any falou apontando para nós.
Por longos segundos meu coração pulsou pesadamente, o calor ficou distante e senti aquele sentimento de novo, o sentimento de quando Any terminou comigo pela primeira vez. Minhas mãos suavam e meus pensamentos ficaram perdidos.
_Nunca Max, nós não fomos feitos... - Any sussurrava e eu acenava com a cabeça de modo negativo. _É que... Meu Deus como isso é difícil, fazer isso é tão ruim que meu peito queima. - ela falava massageando a área com expressão de dor.
_Então não faça. - sussurrei olhando para ela, podia jurar que meus olhos estavam estalados pelo medo súbito de perto Any.
_Mas... Max, nós vivemos nos machucando. - ela falou e uma lagrima lhe escapou.
_Vamos tentar, mal voltamos... - tomei folego. _Você faz tudo se encaixar, não me deixe agora... Agora que eu finalmente te encontrei, que eu voltei a me sentir feliz, você completa aquele vazio que eu sinto dentro do meu peito.
_Max. - ela sussurrou e me abraçou, embalei minha pequena em meus braços até que ela estivesse me olhando e sorrindo para mim.
_Eu te amo. - murmurei e selei nossos lábios.
_Eu te amo. - Any falou sorrindo.
_Vai dar certo querida. - falei e ela assentiu. _Nós vamos dar certo, é nossa sina, ficarmos juntos, desse jeito, abraçados e sorrindo.
_Espero que seja isso. - Any murmurou.
Nos levantamos e voltamos junto ao pessoal que estavam arrumando as coisas para voltar para a casa, Tom resmungava por ter que deixar a praia e voltar para o hotel, Siva mal conseguia se abaixar por estar cheio de doces, Nathan ajudava Helo com todas as coisas e beijava seus hematomas algumas vezes, Jay e May guardavam algumas coisas nas mochilas e brincavam entre si. Quando fomos deixar as meninas em casa, eu, Nathan e Jay resolvemos ficar por lá, mas Tom queria dormir em um lugar confortável como a cama do hotel e Seev precisava falar com Nareesha. Enquanto nos arrumávamos para jantar, May preparava o jantar na cozinha.
Capitulo 71 - Jealousy Sucks
Cap. 71 (pov. Any)
Como estava quase na hora do almoço quando nos arrumamos na praia, resolvemos que era melhor comer e depois aproveitar o mar. Tudo que May havia separado e preparado estava uma delicia, Siva comeu tantos lanches naturais que passou mal e teve que se deitar um pouco na areia da praia, Tom já tinha bebido 4 latas de cerveja e ria de tudo, May e Jay estavam um pouco afastados sentados em uma toalha separada abraçados, já Helo e Nath ficavam dando uvas um na boca do outro, Max ficava me fazendo comer, mas eu fiquei com um lanche natural e uma lata de refrigerante.
_Vamos nadar? - May perguntou vindo até a minha frente.
_Eu vou esperar mais um pouco. - Siva falou batendo na barriga e eu ri.
_Prefiro as cervejas. - Tom falou levantando uma lata.
_Eu também. - Max falou levantando a sua.
_Quero ficar com Helo. - Nathan falou abraçando ela.
_Mas eu quero nadar. - Helo murmurou e se levantou.
_Vamos nós três então. - falei e fomos a uma parte do residencial para trocarmos de roupas e passarmos protetor.
Quando voltamos Jay correu com uma toalha para tampar May https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgTs15Nn4HNZHiSYDMauZ9Y_Ey-4TKw8Rv3NSanqw3fn9MrIRf2drhsyKUOB0gf7KfLNWk2BFCGh8XmoH_TK6XO6MpPy80l9_cji9f7-dPC2x0nU5BOcsRaSkz7MP_GI6rzF1Yqzc6fKcpO/s1600/blog+3.jpg que ria de tudo, Nathan apenas sorriu para Helo https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEia6SSrRShc-gPJi-oDUJpUPcvOZL9UOVLYtllIBZHM-3lfvU6BQvkBGwHAYSCC4X4l965PDB_PqSY92ViEbPk0pRjZS4pUZOmcePvQF5g2clgzIKXDpk_WYKILa1O5ARDzltoqmzeAWRfr/s640/taylor+beach+2.jpg que desfilou até ele e girou na sua frente sorrindo. Eu ria com tudo aquilo, até que Max veio até mim com uma cara emburrada, ele parecia bravo, mas eu não tinha feito nada, a não ser me recusar a comer muito, mas isso não é motivo para briga.
_Quero que você volte para dentro e coloque seu vestido. - Max mandou, apontando para meu biquíni http://img15.imageshack.us/img15/9232/49981146.jpg .
_Você só pode estar brincando com a minha cara?! - falei indignada.
_E estou falando sério. - ele falou cruzando o braço na frente de seu peito como se eu fosse uma criança. _Troque de roupa agora. - ordenou.
_Não mesmo. - falei encarando ele. _Vou nadar, boa praia. - passei por ele pisando duro. _Sozinho! - gritei e entrei na água, calma que me lavou com ondas pequenas, mas que me levantavam.
_O que aconteceu? - May perguntou nadando até onde eu estava junto de Helo que nada bem mais rápido.
_Max acha que eu sou uma criança. - murmurei emburrada.
_Se comportando desse jeito parece que é. - Helo falou enquanto boiava do meu lado, vi que May fazia o mesmo e decidi fazer também.
_Tanto faz. - falei.
As ondas eram calmas e então comecei a pensar em tudo que havia acontecido, eu tinha ido para Londres, tinha conhecido o amor da minha vida, fui embora, me afastei dele, ele me traiu, aqui eu achei outro amor, mas esse quis me machucar e mais uma vez estou com Max, mas eu não quero ser mais um objeto que ele possa falar o que vestir e como agir, eu sou livre, maior de idade e ano que vem estarei vivendo com minha prima e com Helo. Estou farta de sempre pensar antes de agir, e agora aqui estou eu, querendo voltar para a praia, colocar um vestido longo e me esconder para que Max possa falar comigo.
_Mas que droga! - fui puxada para fora de meu desvaneio quando May, deixei de boiar e vi que estava muito afastada de onde ela estava. _Volte aqui! - ela gritou mais uma vez.
_Calma! - gritei e comecei a nadar até ela, demorou um tempo, mas consegui chegar até os braços dela e de Helo que me abraçaram forte.
_Nunca mais vá para tão longe. - Helo me advertiu.
_O mar aqui é calmo, mas não se engane. - May falou me liberando, assenti.
_Vamos voltar, quero passar mais protetor e deitar um pouco. - Helo falou e a seguimos.
Na beira do mar pude ver Max com a mão na cabeça, parecia preocupado, Jay vermelho ria de tudo e Seev veio até mim e me puxou com força para me abraçar. Não entendi nada até que Max gritou comigo.
_Está louca?! Não se pode ir para longe Any. - Seev apertou o abraço e me levou até sua toalha.
_Pare de gritar Max. - Tom advertiu, alguns seguranças estavam perto prestando atenção em nós, sorri para eles e assim foram embora.
_Ela só estava boiando, nem viu nada. - Siva falou me entregando uma lata de refrigerante que bebi com gosto.
_Não bastasse esse biquíni e agora... Isso! Ir para longe! - Max gritou mais uma vez e então explodi.
_Pare de me tratar como uma mercadoria droga! - todos me olhavam enquanto eu levantava deixando a lata no chão e chegando perto de Max. _Sou sua amiga, sabe... Sou sua namorada, como você diz, o amor d sua vida! - Max estava assustado, assim como o resto do pessoal. _Só me deixe quieta, eu quero colocar a roupa que eu gosto, me divertir e sim, fazer burradas! Porque eu sou uma pessoa, não uma droga de mercadoria! - por fim me abaixei, peguei minha lata e fui me sentar longe de todos, deixando um Max espantado e paralisado.
Olhei os barcos, por minutos, horas talvez, só sei que não queria olhar para ele, não queria falar com Max, mesmo uma parte de meu coração queimando por não conseguir parar de pensar nele. Eu só precisava que ele me entendesse. Só precisava que ele visse que foi ele quem me traiu, foi ele quem me perdeu e iria me perder novamente se não parasse com essas atitudes. Me sentei na arei e coloquei minha cabeça entre o joelho e deixei o choro me lavar de dentro para fora como uma tempestade.
Como estava quase na hora do almoço quando nos arrumamos na praia, resolvemos que era melhor comer e depois aproveitar o mar. Tudo que May havia separado e preparado estava uma delicia, Siva comeu tantos lanches naturais que passou mal e teve que se deitar um pouco na areia da praia, Tom já tinha bebido 4 latas de cerveja e ria de tudo, May e Jay estavam um pouco afastados sentados em uma toalha separada abraçados, já Helo e Nath ficavam dando uvas um na boca do outro, Max ficava me fazendo comer, mas eu fiquei com um lanche natural e uma lata de refrigerante.
_Vamos nadar? - May perguntou vindo até a minha frente.
_Eu vou esperar mais um pouco. - Siva falou batendo na barriga e eu ri.
_Prefiro as cervejas. - Tom falou levantando uma lata.
_Eu também. - Max falou levantando a sua.
_Quero ficar com Helo. - Nathan falou abraçando ela.
_Mas eu quero nadar. - Helo murmurou e se levantou.
_Vamos nós três então. - falei e fomos a uma parte do residencial para trocarmos de roupas e passarmos protetor.
Quando voltamos Jay correu com uma toalha para tampar May https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgTs15Nn4HNZHiSYDMauZ9Y_Ey-4TKw8Rv3NSanqw3fn9MrIRf2drhsyKUOB0gf7KfLNWk2BFCGh8XmoH_TK6XO6MpPy80l9_cji9f7-dPC2x0nU5BOcsRaSkz7MP_GI6rzF1Yqzc6fKcpO/s1600/blog+3.jpg que ria de tudo, Nathan apenas sorriu para Helo https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEia6SSrRShc-gPJi-oDUJpUPcvOZL9UOVLYtllIBZHM-3lfvU6BQvkBGwHAYSCC4X4l965PDB_PqSY92ViEbPk0pRjZS4pUZOmcePvQF5g2clgzIKXDpk_WYKILa1O5ARDzltoqmzeAWRfr/s640/taylor+beach+2.jpg que desfilou até ele e girou na sua frente sorrindo. Eu ria com tudo aquilo, até que Max veio até mim com uma cara emburrada, ele parecia bravo, mas eu não tinha feito nada, a não ser me recusar a comer muito, mas isso não é motivo para briga.
_Quero que você volte para dentro e coloque seu vestido. - Max mandou, apontando para meu biquíni http://img15.imageshack.us/img15/9232/49981146.jpg .
_Você só pode estar brincando com a minha cara?! - falei indignada.
_E estou falando sério. - ele falou cruzando o braço na frente de seu peito como se eu fosse uma criança. _Troque de roupa agora. - ordenou.
_Não mesmo. - falei encarando ele. _Vou nadar, boa praia. - passei por ele pisando duro. _Sozinho! - gritei e entrei na água, calma que me lavou com ondas pequenas, mas que me levantavam.
_O que aconteceu? - May perguntou nadando até onde eu estava junto de Helo que nada bem mais rápido.
_Max acha que eu sou uma criança. - murmurei emburrada.
_Se comportando desse jeito parece que é. - Helo falou enquanto boiava do meu lado, vi que May fazia o mesmo e decidi fazer também.
_Tanto faz. - falei.
As ondas eram calmas e então comecei a pensar em tudo que havia acontecido, eu tinha ido para Londres, tinha conhecido o amor da minha vida, fui embora, me afastei dele, ele me traiu, aqui eu achei outro amor, mas esse quis me machucar e mais uma vez estou com Max, mas eu não quero ser mais um objeto que ele possa falar o que vestir e como agir, eu sou livre, maior de idade e ano que vem estarei vivendo com minha prima e com Helo. Estou farta de sempre pensar antes de agir, e agora aqui estou eu, querendo voltar para a praia, colocar um vestido longo e me esconder para que Max possa falar comigo.
_Mas que droga! - fui puxada para fora de meu desvaneio quando May, deixei de boiar e vi que estava muito afastada de onde ela estava. _Volte aqui! - ela gritou mais uma vez.
_Calma! - gritei e comecei a nadar até ela, demorou um tempo, mas consegui chegar até os braços dela e de Helo que me abraçaram forte.
_Nunca mais vá para tão longe. - Helo me advertiu.
_O mar aqui é calmo, mas não se engane. - May falou me liberando, assenti.
_Vamos voltar, quero passar mais protetor e deitar um pouco. - Helo falou e a seguimos.
Na beira do mar pude ver Max com a mão na cabeça, parecia preocupado, Jay vermelho ria de tudo e Seev veio até mim e me puxou com força para me abraçar. Não entendi nada até que Max gritou comigo.
_Está louca?! Não se pode ir para longe Any. - Seev apertou o abraço e me levou até sua toalha.
_Pare de gritar Max. - Tom advertiu, alguns seguranças estavam perto prestando atenção em nós, sorri para eles e assim foram embora.
_Ela só estava boiando, nem viu nada. - Siva falou me entregando uma lata de refrigerante que bebi com gosto.
_Não bastasse esse biquíni e agora... Isso! Ir para longe! - Max gritou mais uma vez e então explodi.
_Pare de me tratar como uma mercadoria droga! - todos me olhavam enquanto eu levantava deixando a lata no chão e chegando perto de Max. _Sou sua amiga, sabe... Sou sua namorada, como você diz, o amor d sua vida! - Max estava assustado, assim como o resto do pessoal. _Só me deixe quieta, eu quero colocar a roupa que eu gosto, me divertir e sim, fazer burradas! Porque eu sou uma pessoa, não uma droga de mercadoria! - por fim me abaixei, peguei minha lata e fui me sentar longe de todos, deixando um Max espantado e paralisado.
Olhei os barcos, por minutos, horas talvez, só sei que não queria olhar para ele, não queria falar com Max, mesmo uma parte de meu coração queimando por não conseguir parar de pensar nele. Eu só precisava que ele me entendesse. Só precisava que ele visse que foi ele quem me traiu, foi ele quem me perdeu e iria me perder novamente se não parasse com essas atitudes. Me sentei na arei e coloquei minha cabeça entre o joelho e deixei o choro me lavar de dentro para fora como uma tempestade.
sábado, 10 de agosto de 2013
Capitulo 70 - Day At The Beach
Cap. 70 (pov. Nathan)
Deixamos as meninas no apartamento e fomos para o hotel, chamar Siva e Tom, para um dia na praia, demoramos um pouco mais, por minha causa confesso, mas é que meu banho demora mais, todos tínhamos feito uma mochila com uma troca de roupa, protetor solar e toalhas. May havia prometido um cooler cheio de cerveja e refrigerante, também falou que faria lanches naturais e alguns petiscos para levar na praia, então nem nos preocupamos em levar algo para comer ou beber. Quando chegamos em frente ao prédio, May, Helo e Any estavam a nossa espera na frente do carro delas que alias estava bem cheio, Siva nem esperou eu estacionar a minivan direito e saltou do carro para abraçar as meninas que sorriam que falavam sem parar com ele, Tom foi outro que saiu desesperado para falar com elas.
_Onde é a praia? - Siva perguntou animado, abraçando May.
_É uma praia particular. - Any explicou. _Nossos pais pagam para aproveitarmos.
_Quem vai com a gente? - Helo perguntou, mas não tivemos tempo de responder, Tom e Siva já estavam sentados na traseira do carro das meninas.
_Não nos percam de vista. - May avisou entrando no carro, sendo seguida por Helo que se sentou na frente junto com ela e Any que sentou atras no meio de Tom e Siva que faziam cocegas nela.
Voltei para a minivan onde Max e Jay esperavam por mim e dirigi seguindo elas por todo trajeto, passamos a praia que estava cheia, e seguimos por uma trilha de mata fechada, depois de muita floresta encontramos um portão onde May colocou um cartão e digitou uma senha, assim passamos por esse portão, depois veio um grande estacionamento no meio das arvores, estacionamos uma vaga antes da vaga de May.
_Venham me ajudar! - May gritou enquanto descíamos dos carros.
Jay pegou um dos coolers, porque May tinha prometido um, não três, Siva pegou o outro e Tom pegou o ultimo, eu peguei três cestas de palha que estavam extremamente pesadas, Max carregou as sacolas das meninas e as nossas mochilas, enquanto passávamos por outro portão menor, May sorriu para o guarda e seguimos as meninas até uma praia realmente linda, com a água calma e cristalina, quase que vazia, porque a maioria estava em posse de seus barcos, nos ajeitamos em uma parte mais isolada da praia, colocando os três coolers em fila, abrimos os três, em um tinha muita cerveja, no outro muito refrigerante e em outro tinha os lanches naturais, abrimos uma toalha muito grande no chão e colocamos as cestas de palha, abrimos e nelas tinham, petiscos de bar que havíamos provado em alguns bares no Brasil, doces brasileiros e muitas frutas. O dia estava ensolarado e bonito, tudo para ser um dia perfeito.
Deixamos as meninas no apartamento e fomos para o hotel, chamar Siva e Tom, para um dia na praia, demoramos um pouco mais, por minha causa confesso, mas é que meu banho demora mais, todos tínhamos feito uma mochila com uma troca de roupa, protetor solar e toalhas. May havia prometido um cooler cheio de cerveja e refrigerante, também falou que faria lanches naturais e alguns petiscos para levar na praia, então nem nos preocupamos em levar algo para comer ou beber. Quando chegamos em frente ao prédio, May, Helo e Any estavam a nossa espera na frente do carro delas que alias estava bem cheio, Siva nem esperou eu estacionar a minivan direito e saltou do carro para abraçar as meninas que sorriam que falavam sem parar com ele, Tom foi outro que saiu desesperado para falar com elas.
_Onde é a praia? - Siva perguntou animado, abraçando May.
_É uma praia particular. - Any explicou. _Nossos pais pagam para aproveitarmos.
_Quem vai com a gente? - Helo perguntou, mas não tivemos tempo de responder, Tom e Siva já estavam sentados na traseira do carro das meninas.
_Não nos percam de vista. - May avisou entrando no carro, sendo seguida por Helo que se sentou na frente junto com ela e Any que sentou atras no meio de Tom e Siva que faziam cocegas nela.
Voltei para a minivan onde Max e Jay esperavam por mim e dirigi seguindo elas por todo trajeto, passamos a praia que estava cheia, e seguimos por uma trilha de mata fechada, depois de muita floresta encontramos um portão onde May colocou um cartão e digitou uma senha, assim passamos por esse portão, depois veio um grande estacionamento no meio das arvores, estacionamos uma vaga antes da vaga de May.
_Venham me ajudar! - May gritou enquanto descíamos dos carros.
Jay pegou um dos coolers, porque May tinha prometido um, não três, Siva pegou o outro e Tom pegou o ultimo, eu peguei três cestas de palha que estavam extremamente pesadas, Max carregou as sacolas das meninas e as nossas mochilas, enquanto passávamos por outro portão menor, May sorriu para o guarda e seguimos as meninas até uma praia realmente linda, com a água calma e cristalina, quase que vazia, porque a maioria estava em posse de seus barcos, nos ajeitamos em uma parte mais isolada da praia, colocando os três coolers em fila, abrimos os três, em um tinha muita cerveja, no outro muito refrigerante e em outro tinha os lanches naturais, abrimos uma toalha muito grande no chão e colocamos as cestas de palha, abrimos e nelas tinham, petiscos de bar que havíamos provado em alguns bares no Brasil, doces brasileiros e muitas frutas. O dia estava ensolarado e bonito, tudo para ser um dia perfeito.
Capitulo 69 - Do Not Cry, I'm Here
Cap. 69 (pov. Helo)
Depois do café, eu fiquei pensando se Miguel voltaria e terminaria aquilo que começou, fiquei com medo de ver ele novamente e ele acabar me matando, comecei a achar que estava louca, mas quando Nathan me abraçou eu gritei e empurrei ele, pensei que fosse Miguel, pensei que me machucaria novamente, e lá estava eu chorando compulsivamente, aos soluços em pleno desespero. Me sentei na cama e abracei meu corpo como forma de proteção, Nathan puxou meu rosto e disse que nada mais me machucaria, eu queria muito acreditar nele, mas tudo ficava pior a cada toque dele a cada palavra de conforto, eu só queria que ele entendesse que eu estava perdida no medo.
_Você quer tomar um banho? - ele me perguntou.
_Sim Baby. - sussurrei.
Nathan seguiu até o banheiro ligou o chuveiro, me ajudou a caminhar até perto do box, tirou minhas roupas, ele beijava cada marca que Miguel deixara em meu corpo, e eu sentia meu corpo doer a cada gesto de afeto, mas eu precisava de Nath comigo, então quando eu estava finalmente nua, achei que ele entraria junto comigo no banho, mas não. Ele me ajudou a entrar em baixo da água, se virou e saiu do banheiro com um olhar ferido. Meu pobre Nathan estava tão machucado quanto eu nessa história toda. Terminado meu banho chamei ele para me ajudar a sair do banheiro e colocar uma roupa, escolhi uma roupa leve http://www.sdpmoda.com/wp-content/uploads/2012/03/taylor-swift-brunswick.jpg , me deitei na cama encarando o teto. Nath estava colocando algumas coisas no lugar, ele estava inquieto.
_Calma Baby. - sussurrei com a voz rouca de lagrimas não derramadas. _Eu vou ficar bem.
_Como você pode ter tanta certeza? - ele perguntou, me sentei e encarei seu olhar perdido.
_Porque você está aqui. - falei e ele sorriu, veio até mim e me abraçou, foi a primeira vez que eu não senti medo de seu toque, eu só precisava dele ali e mais nada.
_Eu quero matar ele, eu passei a noite pensando em como fazer isso. - ele confessou tremendo de raiva, afaguei seu cabelo e sua nuca.
_Não pense nisso. - murmurei e beijei sua bochecha, tomei seu rosto em minhas mãos e ele sorriu. _Eu quero ir para a praia.
_Podemos ir, mas eu tenho que passar no meu hotel e tomar um banho. - ele falou sorrindo e se levantando, me levantei também.
_Mas eu quero que todos lá. - falei sorrindo e ele assentiu.
Depois do café, eu fiquei pensando se Miguel voltaria e terminaria aquilo que começou, fiquei com medo de ver ele novamente e ele acabar me matando, comecei a achar que estava louca, mas quando Nathan me abraçou eu gritei e empurrei ele, pensei que fosse Miguel, pensei que me machucaria novamente, e lá estava eu chorando compulsivamente, aos soluços em pleno desespero. Me sentei na cama e abracei meu corpo como forma de proteção, Nathan puxou meu rosto e disse que nada mais me machucaria, eu queria muito acreditar nele, mas tudo ficava pior a cada toque dele a cada palavra de conforto, eu só queria que ele entendesse que eu estava perdida no medo.
_Você quer tomar um banho? - ele me perguntou.
_Sim Baby. - sussurrei.
Nathan seguiu até o banheiro ligou o chuveiro, me ajudou a caminhar até perto do box, tirou minhas roupas, ele beijava cada marca que Miguel deixara em meu corpo, e eu sentia meu corpo doer a cada gesto de afeto, mas eu precisava de Nath comigo, então quando eu estava finalmente nua, achei que ele entraria junto comigo no banho, mas não. Ele me ajudou a entrar em baixo da água, se virou e saiu do banheiro com um olhar ferido. Meu pobre Nathan estava tão machucado quanto eu nessa história toda. Terminado meu banho chamei ele para me ajudar a sair do banheiro e colocar uma roupa, escolhi uma roupa leve http://www.sdpmoda.com/wp-content/uploads/2012/03/taylor-swift-brunswick.jpg , me deitei na cama encarando o teto. Nath estava colocando algumas coisas no lugar, ele estava inquieto.
_Calma Baby. - sussurrei com a voz rouca de lagrimas não derramadas. _Eu vou ficar bem.
_Como você pode ter tanta certeza? - ele perguntou, me sentei e encarei seu olhar perdido.
_Porque você está aqui. - falei e ele sorriu, veio até mim e me abraçou, foi a primeira vez que eu não senti medo de seu toque, eu só precisava dele ali e mais nada.
_Eu quero matar ele, eu passei a noite pensando em como fazer isso. - ele confessou tremendo de raiva, afaguei seu cabelo e sua nuca.
_Não pense nisso. - murmurei e beijei sua bochecha, tomei seu rosto em minhas mãos e ele sorriu. _Eu quero ir para a praia.
_Podemos ir, mas eu tenho que passar no meu hotel e tomar um banho. - ele falou sorrindo e se levantando, me levantei também.
_Mas eu quero que todos lá. - falei sorrindo e ele assentiu.
quarta-feira, 7 de agosto de 2013
Capitulo 68 - She Is So Much Stronger Than I am
Cap. 68 (pov. Jay)
Acordo no meio da madrugada e procuro por May, mas ela não está ao meu lado, nem no quarto, corro até a sala, nada, vou até a cozinha e também não vejo ela, corro de volta para o quarto e ligo em seu celular, mas ele toca em cima de sua penteadeira, bufo e caio de costas na cama, May só sai assim quando algo perturba ela. Me sentei na cama e comecei a ver o sol nascer, não aguentei minhas pálpebras pesadas e cochilei, acordei com barulhos leves que vinham da cozinha, devia ser ela, me sentei e esperei pacientemente por May, segurando seu celular contra meu peito, demorou um pouco mais para que ela parasse com os barulhos e o cheiro de diversas comidas ficaram no ar, May andou por todos os lados do apartamento, pensei que estivesse chamando o pessoal para tomar o café da manhã, mas não, ela entrou com uma bandeja recheada de coisas deliciosas. Eu não queria brigar, mas não gosto da sensação de May fugir, então a fiz pensar antes de sair correr sem me contar, ela se explicou dizendo que estava tão cansada, realmente cansada, que suas mãos doíam por causa dos golpes desferidos em Miguel e que ela realmente não aguentava olhar para Helo e Any, mesmo só vendo o medo em Helo alguns momentos, mas ela sentia que deveria conversar com Any. Então ela disse que queria dar um passo de cada vez, queria ver como as duas estavam, depois queria curtir um tempo comigo, porque mais uma vez ela disse que "não aguentava ter pena das duas", porque segundo May, suas amigas assim como ela tinham raiva de quem sentia pena e que esse sentimento era terrível de se sentir.
_Preciso de um banho. - May disse por fim, sorrindo, mas a alegria não alcançou seus olhos, me deu um selinho e seguiu para o banheiro, no qual se trancou.
Fui até a cozinha levar a bandeja enquanto May estava no banho, vi Max e Any conversando como se nunca tivessem se separado, como se nunca tivessem ao menos sofrido por todo aquele tempo, sorri por estar feliz por eles. Lavei os pratos, copos e talheres que estavam em minha bandeja, voltando para o quarto de May escutei Helo chorando e Nathan repetia para ela "Ninguém mais vai tocar em você para te machucar" e "Eu estou com você para sempre", decidi não entrar naquela hora, então me deitei na cama de May esperando por ela. O chuveiro se desligou e então escutei alguns grunhidos vindos de dentro de seu banheiro, como se estivesse sentindo dor, bati na porta mas May não abriu, bati mais uma vez e dessa vez ela gritou, entrei em desespero e então arrombei a porta. Fiquei totalmente perdido com aquela cena, May com a barriga cortada, algumas cicatrizes velhas reabertas, sangue escorrer por suas pernas que também estavam cortadas na parte á cima de sua coxa. Ela sussurrou "Desculpa" e entrou novamente no box, peguei suas roupas que estavam no chão e levei até a lavanderia, sem saber ao certo o que fazer coloquei tudo dentro da maquina e esperei começar o processo de lavagem.
_Não conte nada para ninguém Bird. - May pediu quando voltei para o quarto. _Prometi que pararia. - se justificou.
_Como você consegue fazer isso com seu corpo? - perguntei tirando sua toalha, May não se escondeu, mesmo nua.
_É como uma terapia. - suspirou. _A dor interna se torna externa. - murmurou indo para seu guarda roupas e se vestindo http://cdn02.cdn.justjared.com/wp-content/uploads/2013/02/ryan-shoot1/debby-ryan-chris-galya-photo-shoot-just-jared-exclusive-01.jpg .
_Isso só te deixa pior ainda May, eu amo você e seu corpo, então pare de fazer isso com você. - pedi, ela me encarou, uma lagrima escapou.
_Tudo bem. - suspirou e me abraçou fazendo cara feia quando segurei sua cintura. _Te amo Mcguiness. - sussurrou e então nos beijamos lentamente, apreciando aquele momento.
Acordo no meio da madrugada e procuro por May, mas ela não está ao meu lado, nem no quarto, corro até a sala, nada, vou até a cozinha e também não vejo ela, corro de volta para o quarto e ligo em seu celular, mas ele toca em cima de sua penteadeira, bufo e caio de costas na cama, May só sai assim quando algo perturba ela. Me sentei na cama e comecei a ver o sol nascer, não aguentei minhas pálpebras pesadas e cochilei, acordei com barulhos leves que vinham da cozinha, devia ser ela, me sentei e esperei pacientemente por May, segurando seu celular contra meu peito, demorou um pouco mais para que ela parasse com os barulhos e o cheiro de diversas comidas ficaram no ar, May andou por todos os lados do apartamento, pensei que estivesse chamando o pessoal para tomar o café da manhã, mas não, ela entrou com uma bandeja recheada de coisas deliciosas. Eu não queria brigar, mas não gosto da sensação de May fugir, então a fiz pensar antes de sair correr sem me contar, ela se explicou dizendo que estava tão cansada, realmente cansada, que suas mãos doíam por causa dos golpes desferidos em Miguel e que ela realmente não aguentava olhar para Helo e Any, mesmo só vendo o medo em Helo alguns momentos, mas ela sentia que deveria conversar com Any. Então ela disse que queria dar um passo de cada vez, queria ver como as duas estavam, depois queria curtir um tempo comigo, porque mais uma vez ela disse que "não aguentava ter pena das duas", porque segundo May, suas amigas assim como ela tinham raiva de quem sentia pena e que esse sentimento era terrível de se sentir.
_Preciso de um banho. - May disse por fim, sorrindo, mas a alegria não alcançou seus olhos, me deu um selinho e seguiu para o banheiro, no qual se trancou.
Fui até a cozinha levar a bandeja enquanto May estava no banho, vi Max e Any conversando como se nunca tivessem se separado, como se nunca tivessem ao menos sofrido por todo aquele tempo, sorri por estar feliz por eles. Lavei os pratos, copos e talheres que estavam em minha bandeja, voltando para o quarto de May escutei Helo chorando e Nathan repetia para ela "Ninguém mais vai tocar em você para te machucar" e "Eu estou com você para sempre", decidi não entrar naquela hora, então me deitei na cama de May esperando por ela. O chuveiro se desligou e então escutei alguns grunhidos vindos de dentro de seu banheiro, como se estivesse sentindo dor, bati na porta mas May não abriu, bati mais uma vez e dessa vez ela gritou, entrei em desespero e então arrombei a porta. Fiquei totalmente perdido com aquela cena, May com a barriga cortada, algumas cicatrizes velhas reabertas, sangue escorrer por suas pernas que também estavam cortadas na parte á cima de sua coxa. Ela sussurrou "Desculpa" e entrou novamente no box, peguei suas roupas que estavam no chão e levei até a lavanderia, sem saber ao certo o que fazer coloquei tudo dentro da maquina e esperei começar o processo de lavagem.
_Não conte nada para ninguém Bird. - May pediu quando voltei para o quarto. _Prometi que pararia. - se justificou.
_Como você consegue fazer isso com seu corpo? - perguntei tirando sua toalha, May não se escondeu, mesmo nua.
_É como uma terapia. - suspirou. _A dor interna se torna externa. - murmurou indo para seu guarda roupas e se vestindo http://cdn02.cdn.justjared.com/wp-content/uploads/2013/02/ryan-shoot1/debby-ryan-chris-galya-photo-shoot-just-jared-exclusive-01.jpg .
_Isso só te deixa pior ainda May, eu amo você e seu corpo, então pare de fazer isso com você. - pedi, ela me encarou, uma lagrima escapou.
_Tudo bem. - suspirou e me abraçou fazendo cara feia quando segurei sua cintura. _Te amo Mcguiness. - sussurrou e então nos beijamos lentamente, apreciando aquele momento.
Capitulo 67 - I Can Handle Everything Myself
Cap. 67 (pov. May)
Todos dormiam depois de nosso jantar rápido e silencioso, Jay estava dormindo abraçado a minha cintura, suspirei pesadamente sentindo minha mão doer por causa dos socos que dei em Miguel, sorri vitoriosa. Tentei fechar os olhos, juro que tentei dormir, mas eu estava tão preocupada com Helo e até mesmo com Any que não me permitia descansar, então retirei o braço de Jay de minha cintura e me levantei, olhei para o relógio que marcava 4:45 da manhã, olhei da sacada de meu quarto a rua vazia e escura e senti uma vontade de correr, a mesma vontade que senti quado cheguei em Londres, uma vontade de conhecer as ruas, correr até meus pulmões gritassem por ar, assim fui até meu guarda roupas e coloquei uma roupa de corrida http://mybestwish.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/10/roupa-de-corrida.jpg , como estava calor me senti confortável em colocar um short bem curto. Sai em silencio do quarto, passando por Any e Max que dormiam abraçados no colchão de ar, fui até a geladeira e procurei uma garrafa de água, quando me virei tomei um susto, mas segurei o grito, Helo estava parada atras de mim com uma roupa de corrida também http://www.revbravo.com.br/wp-content/uploads/2012/07/tenis-posicao-certa-correr.jpg ela se mantinha quieta e pegou uma garrafa de água para si também.
_O que você está fazendo? - sussurrei para ela, eu amava Helo, mas queria esse tempo sozinha.
_Não vou deixar você correr sozinha. - ela sussurrou e depois bocejou.
_Você vai voltar e dormir, sei que seu pé está inchado, estou vendo daqui. - sussurrei e apontei para seu pé, ela murmurou algo emburrada e caminhou mancando até seu quarto.
_Volte a tempo de fazer o café. - ela sussurrou para mim da porta do quarto e eu fiz sinal de que voltaria para isso.
Fechei a porta com cuidado e desci pelas escadas até o hall, o que me deixou um pouco cansada, mas nada que não conseguiria suportar, passei meu cartão de identificação e assim o portão da frente se abriu. Depois disso corri sem rumo algum, meus pés batiam com violência no chão, eu já estava puxando o ar pela boca, cansada, a garrafa de água vazia, olhei para meu relógio já que não tinha levado meu celular e já eram 6:30 , da manhã, olhei em volta e parei, sentando no meio fio, esperei até que meu coração desacelerasse, então me pus em pé e voltei para o apartamento caminhando, quando cheguei lá já se passava das 8 da manhã, mas ninguém tinha se levantado, resolvi fazer algo diferente, separei três bandejas e coloquei em cada uma delas, frutas, suco de laranja, bolo de chocolate, panquecas e pão com geleia de amora. Senti que se o jantar foi silencioso não queria que o café fosse também, então levei para cada casal sua respectiva bandeja, comecei por Any que resmungou mas acordou e chamou Max que sorriu quando viu o tamanho da bandeja, a porta do quarto de Helo estava aberta, Nathan dormia e Helo me encarava sorrindo.
_Seu café. - sussurrei, ela me chamou para eu me sentar na cama ao lado dela, coloquei a bandeja em seu criado mudo.
_Eu te amo amiga. - ela murmurou e me abraçou forte.
_Estou aqui quando precisar. - sussurrei e sai do seu quarto quando ela assentiu.
Jay estava acordado olhando para meu celular, eu ainda estava com a roupa de corrida, não tinha pisado em meu quarto ainda, fui até a cozinha e peguei minha bandeja.
_Você ainda me mata de preocupação. - ele se queixou, me sentei ao seu lado com a bandeja no meu colo.
_Precisava correr. - falei lhe olhando, ele sorriu torto.
_Está perdoada, mas na próxima deixe um bilhete para mim. - ele pediu e eu assenti.
Comemos nosso café, eu falava para ele o motivo de eu sair tão cedo, de como o vento frio da manhã acompanhado com o calor natural do Brasil me fazia bem e de como eu queria lidar com aquilo sozinha.
Todos dormiam depois de nosso jantar rápido e silencioso, Jay estava dormindo abraçado a minha cintura, suspirei pesadamente sentindo minha mão doer por causa dos socos que dei em Miguel, sorri vitoriosa. Tentei fechar os olhos, juro que tentei dormir, mas eu estava tão preocupada com Helo e até mesmo com Any que não me permitia descansar, então retirei o braço de Jay de minha cintura e me levantei, olhei para o relógio que marcava 4:45 da manhã, olhei da sacada de meu quarto a rua vazia e escura e senti uma vontade de correr, a mesma vontade que senti quado cheguei em Londres, uma vontade de conhecer as ruas, correr até meus pulmões gritassem por ar, assim fui até meu guarda roupas e coloquei uma roupa de corrida http://mybestwish.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/10/roupa-de-corrida.jpg , como estava calor me senti confortável em colocar um short bem curto. Sai em silencio do quarto, passando por Any e Max que dormiam abraçados no colchão de ar, fui até a geladeira e procurei uma garrafa de água, quando me virei tomei um susto, mas segurei o grito, Helo estava parada atras de mim com uma roupa de corrida também http://www.revbravo.com.br/wp-content/uploads/2012/07/tenis-posicao-certa-correr.jpg ela se mantinha quieta e pegou uma garrafa de água para si também.
_O que você está fazendo? - sussurrei para ela, eu amava Helo, mas queria esse tempo sozinha.
_Não vou deixar você correr sozinha. - ela sussurrou e depois bocejou.
_Você vai voltar e dormir, sei que seu pé está inchado, estou vendo daqui. - sussurrei e apontei para seu pé, ela murmurou algo emburrada e caminhou mancando até seu quarto.
_Volte a tempo de fazer o café. - ela sussurrou para mim da porta do quarto e eu fiz sinal de que voltaria para isso.
Fechei a porta com cuidado e desci pelas escadas até o hall, o que me deixou um pouco cansada, mas nada que não conseguiria suportar, passei meu cartão de identificação e assim o portão da frente se abriu. Depois disso corri sem rumo algum, meus pés batiam com violência no chão, eu já estava puxando o ar pela boca, cansada, a garrafa de água vazia, olhei para meu relógio já que não tinha levado meu celular e já eram 6:30 , da manhã, olhei em volta e parei, sentando no meio fio, esperei até que meu coração desacelerasse, então me pus em pé e voltei para o apartamento caminhando, quando cheguei lá já se passava das 8 da manhã, mas ninguém tinha se levantado, resolvi fazer algo diferente, separei três bandejas e coloquei em cada uma delas, frutas, suco de laranja, bolo de chocolate, panquecas e pão com geleia de amora. Senti que se o jantar foi silencioso não queria que o café fosse também, então levei para cada casal sua respectiva bandeja, comecei por Any que resmungou mas acordou e chamou Max que sorriu quando viu o tamanho da bandeja, a porta do quarto de Helo estava aberta, Nathan dormia e Helo me encarava sorrindo.
_Seu café. - sussurrei, ela me chamou para eu me sentar na cama ao lado dela, coloquei a bandeja em seu criado mudo.
_Eu te amo amiga. - ela murmurou e me abraçou forte.
_Estou aqui quando precisar. - sussurrei e sai do seu quarto quando ela assentiu.
Jay estava acordado olhando para meu celular, eu ainda estava com a roupa de corrida, não tinha pisado em meu quarto ainda, fui até a cozinha e peguei minha bandeja.
_Você ainda me mata de preocupação. - ele se queixou, me sentei ao seu lado com a bandeja no meu colo.
_Precisava correr. - falei lhe olhando, ele sorriu torto.
_Está perdoada, mas na próxima deixe um bilhete para mim. - ele pediu e eu assenti.
Comemos nosso café, eu falava para ele o motivo de eu sair tão cedo, de como o vento frio da manhã acompanhado com o calor natural do Brasil me fazia bem e de como eu queria lidar com aquilo sozinha.
segunda-feira, 5 de agosto de 2013
Capitulo 66 - You Can Cry
Cap. 66 (pov. Nathan)
Depois de tudo, de toda correria, de todo choro, de toda raiva, eu estava ali, com meu verdadeiro e único, estávamos sentados no chão, silêncio ecoava pela sala, algumas vezes podia ouvir Helo suspirar ao chorar baixinho. Puxei ela comigo e a carreguei até a cama, deitei com ela sobre meu peito, ela me olhava e tentava sorrir, eu passava a mão por seu rosto vermelho, seus braços cobertos por um roxo quase preto.
_Eu te amo. - ela murmurou algum tempo depois com a voz rouca por lagrimas não derramadas.
_Eu te amo tanto. - sussurrei a abraçando apertado.
_Me sinto tão... Humilhada. - Helo sussurrou e os soluços ameaçaram escapar de seus lábios, mas ela os engoliu. _Parece que um caminhão passou por cima de mim e que nada mais será o mesmo. - ela me confessou. _Ele... Aquele monstro tirou minha paz, ele arrancou minha vida no primeiro golpe... Meu Deus. - sussurrou horrorizada. _Miguel me bateu, ele me feriu da maneira mais desigual que um homem pode ferir uma mulher, ele tirou tudo de bom de mim quando me bateu, conseguiu me ferir, realmente me ferir. - ela se sentou na cama de frente para mim, pegou minha mão e colocou em seu rosto. _Veja... Ainda está quente, ainda dói e é uma dor tão... - uma lagrima rolou por seu rosto com expressão sofrida. _Humilhante. Uma dor que não conseguirei esquecer, ele manchou minha vida.
_Preciso de você aqui. - sussurrei abrindo os braços ela me abraçou e senti suas lagrimas molharem minha camiseta. _Chore baby. - murmurei contra seus pescoço. _Não tenha medo, eu estou com você. - e assim ela se entregou as lagrimas, lavando sua alma, ela chorava e me abraçava e eu só conseguia mante-la perto, eu precisava dela comigo, eu me senti tão perdido quando ele à tirou de mim no alto da pedra, me senti fraco.
Ficamos assim, abraços, até que Helo se acalmou, pegando no sono ela parecia tão serena, agora deitada ao meu lado, suspirando e com uma expressão triste, aquilo acabava comigo, tudo o que aconteceu acabou comigo, mas eu não conseguia dormir, eu queria estar acordado quando ela abrisse os olhos. May nos chamou para jantar, relutante Helo foi comer algo. Voltamos para o quarto, mais uma vez ela se deitou ao meu lado, me olhou e pediu.
_Canta um pouco? - sussurrando.
_Claro. - falei sorrindo.
(Escute a musica: http://www.youtube.com/watch?v=1uKPFBr_Nqc )
Eu tenho visto paz. Eu tenho visto dor,
Descansando nos ombros de seu nome.
Você vê a verdade através de todas as mentiras deles?
Você vê o mundo através de olhos preocupados?
E se você quiser falar mais sobre isto,
Deite aqui no chão e chore no meu ombro,
eu sou seu amigo.
Eu tenho visto nascimento. Eu tenho visto morte.
Vivi pra ver o último suspiro de um amante.
Você vê minha culpa? Eu deveria sentir medo?
O fogo de hesitação está brilhando?
E se você quiser falar uma vez mais sobre isso,
Eu dependerei de você. Eu chorarei no seu ombro.
Você é um amigo.
Você e eu passamos por muitas coisas.
Eu me agarrei em seu coração.
Eu não choraria por nada,
Mas não vá destruir a sua vida.
Eu tenho visto medo. Eu tenho visto fé.
Vi o olhar de raiva no seu rosto
E se você quiser falar sobre o que será,
Venha e sente-se comigo, e chore no meu ombro,
Eu sou seu amigo.
E se você quiser falar mais sobre isso,
Deite aqui no chão e chore no meu ombro,
Uma vez mais
E chore no meu ombro
Eu sou seu amigo.
Depois caímos em um sono profundo.
Capitulo 65 - Just Hold Me In Your Arms
Cap. 65 (pov. Helo)
Miguel me olhava com ódio, eu não conseguia parar de chorar, algumas vezes ele me olhava e dava socos no volante, me encolhia e tentava prestar atenção na rua, ele dirigia rapidamente e quase era imprudente, meu choro se tornou soluços e com os soluços as lagrimas se tornaram grossas e fortes, fazendo meu coração doer, eu só queria Nathan ali, queria que ele me acolhesse em seus braços, beijasse minhas lagrimas e ficasse comigo.
_Para onde estamos indo? - perguntei em meio aos soluços, Miguel deu uma freada brusca me jogando para frente, ele me encarou com os olhos que perfuravam minha alma, sua raiva era palpável.
_Vou te ensinar uma lição na sua casa. - ele murmurou entre dentes.
_Que lição Miguel?! Eu só... Eu estava. - mas antes que eu pudesse terminar de falar ele desferiu um tapa tão feroz em meu rosto, que o lado esquerdo ficou adormecido e eu pude sentir que estava vermelho.
_Você estava me traindo com seu ex sua vadia! - ele gritou estridente, meu choro cessou pelo choque de ter levado um tapa tão grosseiro de Miguel. _Vou te ensinar a nunca mais fazer isso comigo! - mais uma vez ele gritou e outro tapa acertou meu rosto, fazendo eu sentir um gosto de sangue na boca, dessa vez eu me encolhi, tentando me proteger para não levar outro tapa, mas ele agarrou meu cabelo e puxou para que eu olhasse para ele. _Olhe para mim quando eu falar cassete!
Miguel largou meu cabelo com mais força e dirigiu através dos carros, eu tremia, eu chorava e tudo que eu pensava era que não sabia para onde ir, para quem correr, me sentia desamparada e precisava dele, precisava de Nathan. Chegamos rapidamente no prédio e subimos para o meu apartamento. Miguel me arrastava pelo braço e eu sentia meu pé doer tanto quando meu rosto, o porteiro mal nos viu, o elevador chegar até o meu apartamento foi quase algo tranquilizador, mas quando vi Any pasma e Lucas não deixando que ela me ajudasse, mesmo pelo meu pedido desesperado temi pelo pior.
_Entra nessa merda! - Miguel gritou me jogando no chão do meu quarto, cai com força sobre meu pé ferido, gritei pela dor súbita. _O que você acha que estava fazendo com seu ex sua piranha? Você não me ama? É isso? Me diz! - Miguel gritava tanto e eu chorava tanto que suas palavras vieram embaralhadas até minha mente.
_Eu amo ele! - gritei tomando o pouco da coragem que eu tinha naquela hora.
_Desgraçada! - ele gritou e me acertou outro tapa, muito mais forte, me fazendo deitar no chão com tamanha violência.
Então eu gritei, gritei com todas as minhas forças, eu queria ele longe, eu queria fugir, mas eu mal conseguia ficar em pé, o seu golpe me deixou atordoada e perdida, quando ele levantou a mão para me acertar mais uma vez eu sorri, May! Ela segurou seu braço e então do chão pude ver ela desferindo golpes, desfigurando seu rosto eu sorria e chorava, os socos ficaram mais pesados e percebi Miguel desacordado, mesmo sem forças fiz May parar com tudo aquilo, Lucas carregou seu irmão para fora do nosso apartamento, me ajoelhei no chão e quando eu me desmanchava em lagrimas eu vi esperança e amor e compaixão... Eu vi Nathan entrando em meu quarto e me abraçando como toda sua força, foi nesse instante que eu me permitir saber que jamais conseguiria viver sem ele.
Miguel me olhava com ódio, eu não conseguia parar de chorar, algumas vezes ele me olhava e dava socos no volante, me encolhia e tentava prestar atenção na rua, ele dirigia rapidamente e quase era imprudente, meu choro se tornou soluços e com os soluços as lagrimas se tornaram grossas e fortes, fazendo meu coração doer, eu só queria Nathan ali, queria que ele me acolhesse em seus braços, beijasse minhas lagrimas e ficasse comigo.
_Para onde estamos indo? - perguntei em meio aos soluços, Miguel deu uma freada brusca me jogando para frente, ele me encarou com os olhos que perfuravam minha alma, sua raiva era palpável.
_Vou te ensinar uma lição na sua casa. - ele murmurou entre dentes.
_Que lição Miguel?! Eu só... Eu estava. - mas antes que eu pudesse terminar de falar ele desferiu um tapa tão feroz em meu rosto, que o lado esquerdo ficou adormecido e eu pude sentir que estava vermelho.
_Você estava me traindo com seu ex sua vadia! - ele gritou estridente, meu choro cessou pelo choque de ter levado um tapa tão grosseiro de Miguel. _Vou te ensinar a nunca mais fazer isso comigo! - mais uma vez ele gritou e outro tapa acertou meu rosto, fazendo eu sentir um gosto de sangue na boca, dessa vez eu me encolhi, tentando me proteger para não levar outro tapa, mas ele agarrou meu cabelo e puxou para que eu olhasse para ele. _Olhe para mim quando eu falar cassete!
Miguel largou meu cabelo com mais força e dirigiu através dos carros, eu tremia, eu chorava e tudo que eu pensava era que não sabia para onde ir, para quem correr, me sentia desamparada e precisava dele, precisava de Nathan. Chegamos rapidamente no prédio e subimos para o meu apartamento. Miguel me arrastava pelo braço e eu sentia meu pé doer tanto quando meu rosto, o porteiro mal nos viu, o elevador chegar até o meu apartamento foi quase algo tranquilizador, mas quando vi Any pasma e Lucas não deixando que ela me ajudasse, mesmo pelo meu pedido desesperado temi pelo pior.
_Entra nessa merda! - Miguel gritou me jogando no chão do meu quarto, cai com força sobre meu pé ferido, gritei pela dor súbita. _O que você acha que estava fazendo com seu ex sua piranha? Você não me ama? É isso? Me diz! - Miguel gritava tanto e eu chorava tanto que suas palavras vieram embaralhadas até minha mente.
_Eu amo ele! - gritei tomando o pouco da coragem que eu tinha naquela hora.
_Desgraçada! - ele gritou e me acertou outro tapa, muito mais forte, me fazendo deitar no chão com tamanha violência.
Então eu gritei, gritei com todas as minhas forças, eu queria ele longe, eu queria fugir, mas eu mal conseguia ficar em pé, o seu golpe me deixou atordoada e perdida, quando ele levantou a mão para me acertar mais uma vez eu sorri, May! Ela segurou seu braço e então do chão pude ver ela desferindo golpes, desfigurando seu rosto eu sorria e chorava, os socos ficaram mais pesados e percebi Miguel desacordado, mesmo sem forças fiz May parar com tudo aquilo, Lucas carregou seu irmão para fora do nosso apartamento, me ajoelhei no chão e quando eu me desmanchava em lagrimas eu vi esperança e amor e compaixão... Eu vi Nathan entrando em meu quarto e me abraçando como toda sua força, foi nesse instante que eu me permitir saber que jamais conseguiria viver sem ele.
domingo, 4 de agosto de 2013
Capitulo 64 - I'm Here With You
Cap. 64 (pov. Max)
Nathan foi muito superficial quando me ligou, só avisou que
Any estava chorando e que falava que precisava de mim. Coloquei uma roupa http://www3.pictures.zimbio.com/pc/Max+George+The+Wanted+Tour+LA+3aMr5Q2b1_tl.jpg peguei as chaves do carro e corri para o
apartamento de May. No caminho ficava me perguntando o que havia acontecido
para que Any estivesse chorando e querendo que eu fosse vê-la. Não demorei
muito tempo para chegar até lá, o porteiro liberou minha entrada e me avisou
que um menino tinha saído de lá carregado pelo irmão todo machucado no rosto.
Peguei o elevador e toquei campainha,
esperei algum tempo e Any abriu a porta, se atirando em meus braços, ela
soluçava, seu choro era forte e aquilo despedaçou meu coração, abracei
fortemente ela contra meu corpo, ficamos na porta de entrada por algum tempo,
até que ela me olhou, através de seus cílios molhados, com lagrimas ainda
descendo por seu rosto e falou.
_Obrigada. – Any sussurrou, nós entramos, na sala me sentei
no sofá e puxei para que ela se sentasse no meu colo de frente para mim.
_Estou aqui. – murmurei em sua orelha. _Tudo vai ficar bem
querida. – a embalei em meus braços como se fosse uma criança.
_Promete? – ela perguntou com a voz rouca beijando meu
pescoço.
_Prometo. – sussurrei e assim ela começou a chorar
novamente, soluços e as vezes alguns gritos, não conseguia entender o que havia
acontecido com o amor da minha vida, mas eu precisava descobrir.
_Eu fiquei com tanto medo. – Any falou chorosa.
_Medo de que? – perguntei passando as mãos por seus cabelos,
buscando lhe dar algum conforto.
_Quando ele me empurrou não foi tão pior quanto na hora que
ele fechou a mão, pronto para me acertar com um soco. – ela murmurou e eu
fiquei tenso, tomei seu rosto entre minhas mãos.
_Quem tentou te dar um soco ou te empurrou? – perguntei com
os dentes cerrados.
_Lucas! Ele tentou me bater, mas acho que perdeu a coragem! –
Any gritou e colocou seu rosto em suas mãos chorando.
_Ele te machucou? – perguntei puxando seu rosto para que ela
olhasse para mim.
_Não. – ela disse tomando fôlego secou um pouco de suas
lagrimas e me olhou. _Mas eu tive tanto medo. – senti o horror em sua voz, a
abracei com força.
_Estou aqui agora. – murmurei.
Any parou de chorar um tempo depois disso, mas não fez algum
movimento sequer de se levantar de meu colo, eu afagava seus cabelos. As horas
passaram e na televisão já passava algum jornal da noite. Any se moveu e me
olhou. Um olhar que eu não via há muito tempo, era um olhar de saudade. Ela
passou a mão por seu rosto limpando as lagrimas, ela sorriu quando percebeu que
eu ainda não havia soltado ela.
_Eu me sinto segura com você. – falou e me abraçou mais uma
vez.
_Senti tanto sua falta. – murmurei ainda a abraçando.
_Max... – Any sussurrou e voltou a me encarar, aproximou seu
rosto do meu e eu elevei meus lábios para beijá-la.
Um beijo leve que fez com que toda tristeza, tanto minha
quanto dela fosse embora, segurei seu cabelo aprofundando o beijo, ela
mordiscou meu lábios inferior e eu sorri. Não deixei o beijo se aprofundar, eu
queria saber toda a historia que fez Any entrar em desespero. Mas antes de eu
proferir alguma palavra ela falou.
_Eu te amo. – tão suave quanto o beijo.
_Eu continuo te amando também. – falei e ela sorriu. _Agora
eu quero saber o que aconteceu para você ficar desse jeito.
Então ela me contou tudo, desde Helo sair, até o ataque de fúria
do Lucas, então May espancando Miguel, confesso que ri com o comentário de Any
que falou que ele estava desfigurado, então eu consegui entender o desespero de
Any. Deitamos no sofá, Any sobe meu peito, ela pegou no sono, acho que pelo
cansaço e eu só conseguia ficar pensando no quanto eu estava feliz por estar
com a mulher da minha vida, mas com uma raiva devastadora por conta de Lucas
pensar em agredir Any. Ouvi May e Jay no corredor e quando eles me viram
fizeram para que eu viesse até a cozinha. Com certa dificuldade tirei Any de
cima de mim e fui ao encontro deles.
_Any está bem? – May perguntou abrindo a geladeira e
colocando algumas coisas no balcão.
_Agora ela está. – falei observando ela dormindo de longe.
_Vocês sabiam que Lucas empurrou ela e quase lhe deu um soco no rosto? –
perguntei.
_Você só pode estar brincando?! – May soava exasperada. _Eu
vou matar os dois. – ela falou entre dentes.
_Nada disso. – Jay advertiu. _Você vai fazer um jantar
delicioso para esse clima passar rapidamente e eu vou fazer um suco de laranja
para ficar ainda melhor. – May assentiu a cada palavra de Jay.
E assim foi ficando cada hora mais tarde, o jantar ficou
pronto, comemos todos em um grande silencio, Any segurava minha mão e comia o
inhoque que May fez as pressas, Jay comia no mesmo prato de May e Helo e Nath
comiam em um grande e confuso silencio, o rosto de Helo permanecia vermelho e
as marcas e seu braço eram muito evidentes. Quando todos terminamos de comer,
Any e eu ficamos encarregados da louça, May e Jay arrumaram o colchão de ar
para nós e Nathan ajudou Helo a ir para seu quarto, ela estava mancando e ninguém
sabia o motivo, Nathan também dormiria com Helo. Assim que terminamos a
cozinha, Any retirou sua calça jeans e deitou no colchão, segui seu exemplo e
dormimos abraçados.
Capitulo 63 - I Need Him Here
Cap. 63 (pov. Any)
Helo resolveu sair, o que era muito estranho, pois ela não
saiu com Miguel. Lucas parecia incomodado eu pensei que era por não termos
comida, mas quando ele se levantou e foi para a sacada eu o segui, ele estava
muito estranho. Quando cheguei na sacada ele estava no celular, falando de
Helo, deveria estar falando com Miguel, mas depois de um tempo tudo parecia ter
ficado em um clima bem tenso, então Lucas desligou o celular com certa fúria e
eu o afrontei.
_Por que você falou para o Miguel que a Helo tinha saído? –
perguntei.
_Porque ele tem direito de saber que ela anda saindo às
escondidas fazer sei lá o que! – Lucas gritou me espantei com sua atitude.
_Não é da conta de ninguém o que a Helo faz ou deixa de
fazer Lucas. – falei tentando acalmar os ânimos.
_Passou ser da conta de Miguel assim que ela aceitou ser
namorada dele. – ele falou com petulância.
_Mas você nem sabe para onde ela foi ou o que ela foi fazer.
– tentei lhe mostrar que estava errado. _Ela poderia estar indo encontrar com
uma amiga da faculdade.
_Ela não anda com ninguém além de nós que freqüentamos sua
casa. – ele falou.
_Você não pode saber. – murmurei caminhando para a sala novamente.
_Pare de ser estúpida! – Lucas gritou me seguindo, olhei
para ele incrédula.
_Você me chamou do que? – perguntei tentando manter minha
voz baixa.
_Eu só quis dizer que você não enxerga a maldade nas coisas
Any. – Lucas se aproximou de mim, mas eu me afastei.
_Eu vejo e escuto que você acabou de me chamar de estúpida por
acreditar que minha amiga não foi fazer nada demais. – falei com olhar impassível.
_Não estou acreditando que você vai criar uma briga só
porque eu te chamei de estúpida. – ele falou arrogante.
_Só?! – dessa vez gritei. _Sou sua namorada, aquela que você
disse que ama! E você esta me xingando! – gritei, agora é tudo ou nada.
_Any não foi um xingamento, só foi... Droga! – ele gritou e
atendeu seu celular.
Não prestei muita atenção nele e fui me sentar na poltrona,
eu realmente não suporto que as pessoas me xinguem ou me desrespeitem, é uma
regra, todos temos que manter os respeito e isso Lucas não conseguiu manter
comigo, fiquei emburrada na poltrona até que ele desligou o celular e se sentou
no sofá.
_Miguel ainda não achou Helo, ele esta indo para a praia
procurar por ela, parece que o celular dela está desligado. –Lucas olhou pra
mim. _Parece que a sua amiga está aprontando alguma coisa. – murmurou mudando
de canal.
_Você está se ouvindo?! Nada disso é da nossa conta, deixe
Helo em paz, mas que coisa! – gritei, ele me olhou parecendo um animal feroz.
_Na próxima vez que gritar comigo! – Lucas se levantou
apontando o dedo na minha cara. _Só cale a porra da sua boca! Meu irmão está sendo
enganado por sua amiga! – ele foi até o quarto dela e eu o segui.
_O que você está fazendo! – gritei ignorando a ameaça que
acabará de ouvir.
_Estou vendo se ela tem alguma coisa que possa mostrar com
quem ela está. – ele falou como se fosse normal uma pessoa revirar as coisas de
outra, fui até ele e segurei seu braço.
_Pare com isso! – gritei, ele me encarou, soltou minhas mãos
de seu braço e depois de um longo suspiro falou.
_O que eu disse sobre gritar?! – Lucas não parecia àquele
cara que havia me amado, cuidado de mim, não. Ele parecia um animal, pronto
para abater sua presa.
_Por que você está assim? – perguntei, temendo por mim
mesma.
_Porque eu não vou deixar qualquer vadia acabar com os
sentimentos dele de novo! – ele gritou e me empurrou para fora do quarto me
seguindo.
_Não encoste em mim! – gritei, branca, por seu vocabulário e
por ataque súbito.
_Para de gritar droga! – Lucas gritou e depois deu um soco na
porta do quarto de Helo me afastei e fui para a sala.
Ele ficou lá na porta me encarando, pensando... Eu acho. Eu
estava com tanto medo, ele nunca tinha falado daquele jeito comigo. Gostaria de
ter algum lugar para ficar, algum lugar para me esconder. Depois de algum
tempo, o que me pareceu uma eternidade ele se sentou no sofá, olhando para a
televisão como se nada tivesse acontecido, eu por minha vez abraçava minhas
pernas na poltrona, segurando a vontade de chorar e rezando para que May
aparecesse logo. O clima ainda estava pesado quando a porta se abriu com força
e Miguel entrou arrastando uma Helo que gritava e tinha marcas pelo rosto e
braços, ela olhou para mim e gritou... Meu Deus! Eu jamais esquecerei seu
desespero quando proferiu as palavras “Me ajude!”. Mas quando fiz o movimento
para me levantar Lucas me empurrou contra a poltrona fechado seu punho, achei
que levaria o soco mais brutal de toda minha vida, só que ele respirou e se
sentou no sofá. Eu queria tanto ajudar Helo, queria May ali, naquela hora, e
ela não chegava! E por um momento me senti fraca e desesperada. Gritos e mais
gritos ecoavam do quarto de Helo até a sala, meu rosto gelou, minhas mãos
ficaram tremulas e então ouvi um estrondo, fixei meu olhar na porta da entrada
do apartamento e vi May correndo para dentro, me levantei, mas ela fez um sinal
para mim, então me sentei novamente. Nathan e Jay estavam junto com ela, me
senti segura por eles estarem ali. Olhei para Lucas com desprezo e foi nessa
hora que meu medo se tornou choro e soluços, saltei da cadeira e corri para
Nath e Jay que me abraçaram sem entender nada, eu havia vivido horas de inferno
e agora só queria me sentir em casa.
_Any? – Jay perguntou, sem formular qualquer pergunta, sei
que assim como eu eles estavam preocupados com Helo.
_Só chame Max. – sussurrei. _Eu preciso dele. – lagrimas
desciam por meu rosto.
_Vou fazer isso. – Nath falou e assim discou o numero dele
no celular, algumas palavras trocadas e ele desligou o celular olhando para
mim. _Ele já vem. – sussurrou cúmplice.
O tempo correu e May gritou do quarto de Helo por Lucas,
quando ele foi para lá não demorou para ele voltar com o irmão por cima do
ombro, desacordado e com o rosto desfigurado. Lucas parou na porta do
apartamento e olhou para mim.
_Saí da minha vida e nunca mais volte, você é um monstro! –
gritei jogando as lagrimas para fora de meus olhos, ele assentiu e desapareceu
da minha vista.
May saiu do quarto e Nathan foi ficar com Helo, me joguei no
sofá e desabrochei em choro, May seguiu para seu quarto junto de Jay e eu
fiquei chorando em silencio, esperando que ele chegasse e me colasse em seu
colo e me acalmasse com apenas seu abraço.
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