quarta-feira, 31 de julho de 2013

Capitulo 62 - I Want You So Much

Cap. 62 (pov. May)
Depois de comermos as frutas, ficamos tão cheios que desistimos de nos divertir, eu ainda ria da situação de Jay com a pobre da garçonete. Havia escurecido e eu me perguntava se as meninas tinham jantado, não que estivesse na hora do jantar, mas eu começa a preparar as coisas quando o céu escurecia. Jay dormiu do meu lado abraçando minha cintura, ouvi alguns passos pesados no corredor e depois socos furiosos na porta de Jay que acordou subitamente com o barulho se levantando meio desnorteado e abriu a porta. Nathan entrou feito um furacão, andando de um lado para o outro, passando as mãos por seu rosto, cabelo, ele me parecia, bravo e perdido ao mesmo tempo. Me sentei na cama esperando que ele me notasse, mas ele não conseguia nem falar direito, ficava esbravejando coisas sem nexo.
_O que aconteceu Nathan? - Jay peguntou segurando o amigo na frente da cama, olhei atenta a cena.
_Ele... Jay ele arrastou ela pra dentro do carro e eu não fiz nada! - Nathan gritou me assustando.
_Ele e ela quem? - Jay perguntou, aflito.
_O idiota do Miguel arrastou a Helo feito um louco até o carro! - quando Nathan proferiu essas palavras me levantei rapidamente tomando seu rosto em minhas mãos.
_Onde eles foram? - perguntei entre dentes.
_Você estava aqui May? - Nathan perguntou confuso.
_Estava, agora me fala para onde eles foram cassete! - gritei furiosa, coloquei meus tênis com rapidez e peguei a chave do carro.
_Eu não sei! - Nathan gritou me seguindo pelo corredor até elevador assim como Jay.
_Vou para minha casa. - falei entrando no elevador, Nathan e Jay vieram comigo até o hall e lá eu explodi. _Falei que eu iria para minha casa! - gritei dando enfase no "eu" e "minha casa".
_Nós vamos com você. - Jay falou determinado, como se nem tivesse gritado com eles, assenti relutante.
Voamos até minha casa, o elevador parecia que demorava uma eternidade. Sabia que eles estavam lá por causa do carro de Miguel estacionado na frente do prédio. Quando entramos no apartamento uma gritaria vinha do quarto de Helo que tinha a porta fechada, Lucas e Any estavam com a cara pálida, mas eles estavam separados, Any na poltrona se abraçava e Lucas sentado no sofá encarava o nada. Entrei e Any se levantou, fiz sinal com a mão para que ela não se aproximasse. Corri até o quarto de Helo sozinha, havia pedido no caminho que Jay e Nath ficassem na sala, os gritos ainda existiam no lugar, mas agora eu só ouvia os gritos de Helo, quando abri a porta o ódio me segou. Helo estava caída no chão de joelhos e com a mão no rosto vermelho, seus olhos espantados, perdidos, tristes e desamparados. Miguel tinha um olhar diferente, raivoso e intenso, sua mão elevada pronta para atacar novamente, quando ele foi desferir o golpe agarrei sua mão com força. Ele ergueu sua outra mão para me bater em um instinto de se soltar e eu a segurei também com uma joelhada certeira ele caiu de joelhos na minha frente, mas não era o suficiente, soltei suas mão e comecei a encher seu rosto de socos, violentos que faziam minha mão doer, Miguel caiu no chão, mas meus olhos enxergavam vermelho, eu deveria mostrar para ele do que sou capaz, mais alguns socos seu nariz estourou em sangue, vendo seu sangue senti um impulso de acabar com ele ali, naquela hora, Helo correu até mim me segurando pelos ombros.
_May! - ela gritou. _Chega! - eu ainda tentava me controlar respirando fundo. _Você vai mata-lo. - ela sussurrou e eu relaxei.
_Você está bem? - perguntei olhando seu rosto vermelho.
_Melhor do que ele. - ela falou com nojo olhando para minhas mãos vi sangue e sorri vitoriosa.
_Lucas! - gritei e quando ele entrou no quarto correndo paralisou quando viu o irmão desacordado. _Tire a merda do seu irmão da minha casa. - falei me levantando.
_Adeus May. - ele murmurou e colocou o irmão no ombro e saiu apartamento a fora.
Sai do quarto porque Helo me pediu, acho que ela queria chorar, Nathan foi até lá e ficou com ela, Jay tentava entender como eu tinha derrubado Miguel com tamanha facilidade e Any chorava no sofá. Queria esvaziar a mente, então deitei na minha cama com Jay ao meu lado me fazendo carinho no rosto, depois de um tempo as lágrimas simplesmente desceram por meu rosto e Jay me acalmou até que eu pegasse no sono.

Capitulo 61 - You Reflects Me

Cap. 61 (pov. Jay)
Depois de todos os beijos que May e eu demos após eu ouvir cada palavra da musica que ela me fez escutar, deitamos na minha cama, apenas deitamos. Ela com a cabeça apoiada em meu peito, ouvindo meu coração e eu passando a mão por seus cabelos, havia me esquecido como eles eram macios. Achei que May tinha dormido, mas ela pegou minha mão e a segurou delicadamente, eu sabia que assim como eu, ela estava tentando curtir o momento. Quando me dei conta o sol estava se pondo, May suspirou e se levantou, não entendi o porque de sua atitude até que ela me disse.
_Estou com fome. - com uma carinha tão fofa que me fez levantar e a envolver em meus braços com um abraço apertado.
_Tudo que você quiser. - sussurrei e selei nossos lábios.
_Só quero algumas frutas, ainda não é nem hora do jantar. - ela falou sorrindo.
_Vou ligar para o serviço de quarto. - falei indo em direção ao telefone do quarto.
Pedi frutas de tudo quanto é tipo e diversos sucos, mesmo com a noite se aproximando ainda estava calor e meu ar condicionado eu havia desligado para poder ficar com a janela aberta para ver a sacada e o horizonte. Me sentei na beirada da cama e May se sentou atras de mim me abraçando pela cintura e deixou um beijo casto por meu pescoço, o arrepio percorreu todo meu corpo como uma onde de choque, algo que eu sentia falta a muito tempo.
_Eu te amo. - ela sussurrou e mais uma vez beijou meu pescoço.
_Te amo May. - murmurei saboreando o toque de seus lábios que agora mordiscavam minha orelha sem pressa.
Não aguentei mais seus beijos, me virei e a prensei contra o colchão me deitando sobre ela, beijei com toda posse seus lábios, a beijei como se dependesse de seus lábios e realmente dependia, sempre dependi. Agarrei sua bunda com uma das mãos e segurei seu cabelo com a outra, ela sorria durante o beijo, o que me deixava mais animado, quando rocei minha ereção contra ela ouvi seu gemido e isso me deixou mais animado, comecei a mordiscar de seu queixo até seu pescoço, puxei lentamente sua camiseta, e então, a campainha tocou. Só poderia ser o serviço de quarto, May soltou um risinho e colocou sua camiseta, eu por outro lado bufei e segui até a porta relutante, quando May se sentou na cama abri a porta.
_Boa noi... Noite senhor Mcguiness. - a garçonete era jovem e ficou vermelha por alguma razão, não deveria ser por mim, já que ela havia me servido diversas vezes.
_Boa noite. - falei sorridente lhe dando espaço para passar com a bandeja.
_Pode deixar na mesa mesmo querida. - May falou sorrindo, ela me encarou e começou a rir.
_Tudo... - a garçonete gaguejou. _Tudo bem, senhora... - May a interrompeu.
_Senhora não, prefiro May mesmo. - ela se levantou esticando a mão para a garçonete ainda rindo.
_Sei que a senhora é, eu queria... - a garçonete procurava as palavras, até que tirou seu celular do uniforme. _Uma foto? - pediu.
_Claro! - May pegou o celular da moça e me entregou, ela se aproximou e sussurrou. _Você ainda está animado Bird. - e começou a rir.
_Droga. - murmurei e rapidamente tirei a foto. _Desculpe viu. - falei enquanto a garçonete saiu rindo nervosa.
_Eu ainda não acredito que você pagou esse mico! - May gritou rindo muito.
_Você poderia me avisar mais rápido May. - falei fazendo beicinho me sentando na mesa e ela me seguiu se sentando eu meu colo.
_Eu não poderia simplesmente falar assim, Jay você está com uma baita ereção! - se justificou rindo, pegou uma uva e a comeu.
_Não vou conseguir olhar para a menina agora. - fingi estar bravo.
_Ela só ligou na hora que abriu a porta, ela ficou muito animada quando me viu. - May falou comendo outra uva, só que depois me deu um selinho.
_Não mais animada do que eu. - falei me contorcendo para que ela sentisse minha ereção.
_Só me deixe comer. - May pediu e eu assenti, também estava com fome.

segunda-feira, 29 de julho de 2013

Capitulo 60 - Why Do You Hurt Me So?

Cap. 60 (pov. Helo)
Foi difícil fazer Miguel entender que ele deveria ir embora e me deixar descansar, ele insistia em me levar para jantar, coisa que eu amaria fazer com ele, mas se Nathan me ligou deve ser uma coisa muito séria. Corri para meu quarto, tomei um banho e me arrumei http://www.elbisemodelleri.com/wp-content/uploads/2010/11/Taylor-Swift1.jpg . Fui até a sala onde Lucas e Any assistiam um filme, reparei que May não tinha chego em casa ainda, estávamos sem comida.
_Vai sair? - Lucas perguntou.
_É rápido, volto já. - falei.
_Trás algo pra comer, May não fez nada. - Any reclamou, assenti e fui para o elevador.
Minhas mãos suavam, eu realmente estava nervosa, Nathan não é qualquer pessoa e eu me sinto perdida quando estou com ele. É como se ele pudesse ler cada movimento que eu faço, Nathan sabe o que fazer quando está comigo, ele me deixa desarmada e vulnerável. Do hall do hotel pude ver ele encostado no carro, todo lindo https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiAJUa1ONsYT5WGnfOHqagnZAAr1FnGh6x2EBB9g8QA2oyav95hec8E_lMGiPrfKWC58LmeByAvEaalCD6uRPgHFWpi_qUb-p1g34-lakpqf-MDC8pJgbk0MvEjAhJldax_jglwBfmR6f0/s1600/download+(17).jpg . Me aproximei dele e fui recebida por um abraço caloroso que fez com que minhas pernas ficassem fracas, em um gesto educado abriu a porta para que eu entrasse no carro, nenhuma palavra foi dita até que ele entrou no carro e deu partida.
_Para onde vamos? - ele perguntou olhando para mim.
_Vá direto para a praia, quando chegarmos lá eu te falo por onde tem que ir. - falei e ele assentiu.
O caminho todo foi silencioso, hora ou outra eu pegava Nath me olhando, ele sorria algumas vezes. Eu me sentia um pouco culpada, se eu não tivesse me rendido á Miguel ainda teria Nathan, ele ainda seria meu amor, eu ainda seria sua Helo, mas as coisas foram para um lado que eu mesma não consegui controlar. Quando avistei a praia fui explicando para ele por onde seguir, até que paramos perto de algumas pedras, grandes que era bem visível, mas ninguém se arriscava em subir por lá, somente eu.
_Vamos. - falei saindo do carro, Nathan me seguiu, reparei que em suas mãos estavam uma garrafa de vinho e uma cesta pequena.
_Não é perigoso? - ele perguntou me seguindo enquanto eu subia sem dificuldade pelas pedras.
_Só pise onde eu pisar. - falei e ele assentiu.
Algum tempo depois já havíamos subido até o topo, na grande rocha, onde o mar batia com força contra a sua parte de baixo, sem deixar que a água respingasse em nós, a rocha era realmente grande e um bom refugio. Nathan abriu a cesta e lá tinha queijos, uvas e duas taças. Com ajuda dos saca rolhas ele abriu a garrafa de vinho que eu vi ser tinto e nos serviu, os queijos já estavam todos cortados e cubos e as uvas lavadas. Comemos até que o sol se pôs, sem falar nada, apenas um olhando para o outro, apenas nós dois, juntos, com o som do mar e mais nada. Nathan se aproximou de mim e se sentou de frente para mim, muito perto.
_Eu te amo. - ele sussurrou com voz sofrega, passei a mão por seu rosto e quando ele fechou os olhos lagrimas desceram pela extensão de seu rosto.
_Eu te amo Baby. - murmurei e selei nosso lábios.
O beijo me consumiu de dentro para fora que eu mal notei quando mãos fortes me puxaram brutalmente do chão, o choque fez com que Nathan levantasse as pressas.
_Que merda você acha que está fazendo Helo? - Miguel gritou apertando ainda mais meus braços.
_Me solta Miguel, você está me machucando. - pedi, a expressão de Nath era de pura raiva.
_Solta ela! - Nathan gritou e partiu para cima de Miguel.
_Não! - eu gritei o impedindo. _Se nós cairmos será pior. - justifiquei, as mãos de Miguel apertavam fazendo meu braço clamar por ajuda.
_Vamos! - Miguel gritou e um tom de voz assustador, ele me puxou sem cerimonias, me fazendo tropeçar em meu próprio rastro, torci meu pé na ultima pedra, mas ele não ligou me arrastou até seu carro e me empurrou para dentro do mesmo com brutalidade, as marcas de suas mãos em meu braço estavam ali em forma de vergões e roxos. _Na sua casa você vai me explicar toda essa merda! - gritou mais uma vez e deu um soco no volante, em seguida deu partida no carro.
_Adeus Nath. - sussurrei, quando vi Baby desesperado correndo atras do carro, fechei meus olhos e as lagrimas correram meu rosto.

Capitulo 59 - Now You Will Betray Me?

Cap. 59 (pov. Nathan)
Voltei para o hotel com a maior cara de derrotado assim como Max, quando me despedi de Jay para entrar no meu quarto ouvi ele rindo, achei estranho mas nem quis saber o motivo. Eu estava com raiva de mim por deixar Helo parar nos braços de outro e estava triste por ela estar feliz com esse outro. Deitei na cama esperando que o sono tomasse conta de mim, pelo menos em meus sonhos eu estava feliz, mas o sol não me deixava dormir, mesmo com as cortinas fechadas, o sol do Brasil é forte demais. Fiquei incomodado por não conseguir dormir e resolvi abrir as cortinas e ficar observando a vista que dava para a piscina do hotel, da sacada pude ver Tom e Max nadando e tentando se afogar. Até pensei em descer e ficar perto da piscina, mas eu realmente não estava no clima.
_Nathan! - Siva me chamou na porta, quando abri a porta ele estava com aquela cara de maniaco por informações. _Então, falou com a Helo? - perguntou.
_Não. - falei mal-humorado.
_O que aconteceu cara? - ele perguntou se sentando na poltrona que estava de frente para a cama, eu me sentei na cama.
_Eu vi ela se divertindo com o namorado dela. - murmurei e cai de costas na cama, tampando meu rosto com os braços.
_Liga pra ela. - Siva falou.
_Você só pode estar de brincadeira comigo! Eu acabei de falar que eu vi ela com o namorado dela! - disse me levantando e olhando para ele com indignação.
_Liga logo. - Seev mandou me entregando seu celular.
Peguei o celular com relutância e disquei seu numero, alguns toques depois e nada de me atender. Olhei para Siva que me olhou impassivo, disquei novamente seu numero, mais alguns toques e de novo não me atendeu. Fui entregar o celular para Siva, mas ela apontou para o celular e assim eu disquei novamente, bufei quando os toques começaram, mas dessa vez ela atendeu.
_Siva! - Helo falou animada. _Desculpa, mas é que eu estava longe do meu celular.
_Helo é o Nathan. - falei e a linha permaneceu em silencio por longos segundos.
_Não me ligue Nathan, eu não quero mentir para Miguel. - ela sussurrou, revirei os olhos.
_Só me escute. - pedi. _Preciso falar com você, podemos nos encontrar onde você quiser. - falei e esperei paciente por sua resposta que demorou para ser dita.
_Tudo bem. - ela suspirou. _Passe na minha casa daqui umas duas horas e eu vou te levar para meu refugio na praia. - sorri amplamente.
_Pode deixar. - disse e assim ela desligou.
_Ela aceitou? - mais uma vez Siva fez aquela cara de maniaco quando perguntou.
_Sim! - falei animado e comecei a rir lhe entregando o celular. _Ela vai me ver! - gritei e corri para o banheiro tomar um banho e me arrumar.
_Boa sorte! - Seev gritou e depois escutei a porta do quarto se fechar.  

sexta-feira, 26 de julho de 2013

Capitulo 58 - I Can Not Stay With You André

Cap. 58 (pov. May)
Aproveitei que as meninas iriam fazer um piquenique com Lucas e Miguel, para resolver minha situação com André. Eu não conseguia ficar com ele sabendo que amava muita mais Jay. Ele estava vendo televisão na sala e eu tomava coragem fazendo chá na cozinha. Não sei mesmo como ele vai reagir, espero que não sofra, eu amo ele tanto, mas Jay... Sempre será ele que vai me ter por completo, que lerá as entrelinhas de cada palavra que eu pronunciar, que decifrará meu silêncio, será sempre Jay. Terminei meu chá e me servi, caminhei lentamente para a sala, me sentei na mesinha de centro enfrente a André, tomei um pouco meu chá, ele olhou pra mim e sorriu docemente. Coloquei a xícara do meu lado na mesinha, peguei suas mãos, André direcionou seu olhar para mim, sorri torto.
_Alguma coisa de errado? - ele perguntou.
_Sim. - falei soltando o ar de meus pulmões, nem sabia que estava prendendo a respiração.
_Então me diga. - André falou docemente, soltou minhas mãos e passou as costas de seus dedos por minha bochecha.
_André. - sussurrei e tirei sua mão de meu rosto. _Não posso mais namorar você. - falei, ele congelou, tirou suas mãos da minha.
_Por que isso agora? - ele peguntou, mas nem me deixou responder. _É por causa daquele imbecil não é?! - assenti. _Droga May! - André gritou me dando um susto, ele se levantou eu fiz o mesmo. _Nós somos perfeitos! - gritou e começou a andar pela sala.
_Eu sei. - murmurei segurando minhas lagrimas.
_Mas mesmo assim você quer terminar. - ele falou. _Mesmo assim quer acabar com a nossa perfeição! - André cuspia as palavras.
_Eu sinto muito! - gritei e explodi em soluços e lagrimas.
_Sente pelo o que? - ele perguntou exasperado, chegando perto de mim.
_Por não conseguir amar você tanto quanto você queria. - sussurrei.
_Mas isso não é um problema! - ele gritou e segurou meus braços com força. _Porque eu amava você por nós dois e isso era perfeito! Mas bastou a merda do seu ex aparecer e tudo acaba! - André apertou mais meus braços e me chacoalhou, uma dor se instalou na minha barriga onde os cortes ainda existiam.
_Me solta! - gritei e ele me soltou rapidamente.
_Droga May! Eu não queria te machucar. - ele falou ainda com raiva. _Então é isso? - perguntou.
_Acabamos. - sussurrei.
_Acabamos. - ele confirmou e seguiu para a porta.
_André. - o chamei, ele se virou para me olhar. _Quero sua amizade ainda. - pedi.
_Você sempre terá. - ele murmurou e saiu porta a fora.
Eu esperava sentar no sofá e começar a chorar, mas não, eu sorri, um sorriso que foi de orelha a orelha. Terminei meu chá com pressa e coloquei uma roupa http://www2.pictures.stylebistro.com/mp/Vs-8EbwsXwLm.jpg , desliguei a televisão e liguei para Siva, ele me contou em qual hotel estava, me avisou que Jay não estava lá. Peguei as chaves do carro e corri para o hotel. Dei graças por Jay ainda não estar lá, me deu tempo para fazer uma surpresa. Segurei o controle do rádio onde eu já havia colocado o pendrive com a musica que eu queria que tocasse. Me sentei na beirada da cama e esperei longos minutos, até que eu escuto Jay falar alguma coisa com alguém. Quando ele abriu a porta sorriu amplamente, me levantei e ele veio ao meu encontro com um abraço de urso. Antes que ele falasse algo o interrompi.
_Primeiro. - falei me soltando dele. _Escute a musica.
(Escute a musica: http://www.youtube.com/watch?v=OblL026SvD4 )
Não consigo contar só com uma mão os anos
Que estivemos juntos
Preciso da outra pra te abraçar
Te fazer sentir, te fazer sentir melhor
Não é um passeio no parque
Para nos amarmos
Mas quando nossos dedos se entrelaçam
Não posso negar, não posso negar que você vale a pena
Porque depois de todo esse tempo
Ainda estou afim de você
Eu deveria ter superado todas as borboletas
Mas estou afim de você (estou afim de você)
E baby, mesmo nas nossas piores noites
Estou afim de você (estou afim de você)
Deixe eles se perguntarem como chegamos tão longe
Porque eu não preciso me perguntar nada
Yeah, depois de todo esse tempo
Ainda estou afim de você
Se lembre da noite em que pela primeira vez
Encontrei sua mãe
E no caminho de volta pra minha casa
Te disse que, te disse que te amava?
Você sentiu o peso do mundo
Sair dos seus ombros
E sua música favorita
Cantamos juntos até o começo da eternidade
E depois de todo esse tempo
Ainda estou afim de você
Eu deveria ter superado todas as borboletas
Mas estou afim de você (estou afim de você)
E baby, mesmo nas nossas piores noites
Estou afim de você (estou afim de você)
Deixe eles se perguntarem como chegamos tão longe
Porque eu não preciso me perguntar nada
Yeah depois de todo esse tempo
Ainda estou afim de você
Algumas coisas, algumas coisas apenas fazem sentido
E uma delas é você e eu
Algumas coisas, algumas coisas apenas fazem sentido
E mesmo depois de todo esse tempo
Estou afim de você
Baby não tem nem um dia em que eu não esteja afim de você
Eu deveria ter superado todas as borboletas
Mas estou afim de você (estou afim de você)
E baby, mesmo nas nossas piores noites
Estou afim de você (estou afim de você)
Deixe eles se perguntarem como chegamos tão longe
Porque eu não preciso me perguntar nada
Yeah depois de todo esse tempo
Ainda estou afim de você
Ainda estou afim de você
Ainda estou afim de você
Quando a musica acabou, Jay me tomou em seus braços e nos beijamos como se nossa vida dependesse daquele beijo.

Capitulo 57 - It's Decided We'll See The Girls

Cap. 57 (pov. Jay)
Já estávamos a cinco dias em Florianópolis, a cidade era um verdadeiro paraíso, as baladas, os bares e tudo isso era muito melhor sem paparazzi algum nos seguindo. Eu ficava cada dia mais nervoso, havia dado um tempo curto para May pensar e agora não podia voltar atrás. Nathan e Max também pareciam bem tensos nos dias que se estendiam. Acho que querem ver as meninas. Tom e Siva mesmo namorando estão curtindo tudo que o Brasil pode oferecer, menos as mulheres. Mas parece que o Brasil renovou nossas energias. Já tínhamos almoçado e agora estávamos relaxando na sala de jogos. Nathan e Max jogavam Mortal Kombat, Siva e Tom ficaram com o pebolim e eu, bem... Preferi me sentar em uma das poltronas e ler um pouco.
_Jay! - Nathan me chamou e eu fui até eles.
_Eu não vou jogar. - falei levantando o livro.
_Não é isso. - Max murmurou.
_Precisamos da sua ajuda. - Nath sussurrou.
_Por que estamos falando baixo? - perguntei imitando a voz deles.
_Eu não sei. - Max falou r começamos a rir.
_Fala logo o que vocês querem. - falei ainda rindo.
_Queremos que você nos leve para ver Any e Helo. - Nathan pediu, franzi o senho. _Você é o único que sabe onde elas moram.
_Claro que eu levo. Quando? - perguntei, eles se levantaram e eu fiz o mesmo.
_Agora! - Max falo animado.
No caminho eu fui dirigindo e Max foi na frente comigo, Nathan se sentou no banco de trás, ficamos meio que em silêncio, eu não podeira subir com eles por causa do que eu pedi a May, e eles teriam que ver se alguém liberava a entrada deles. Parei em frente ao prédio e quando desliguei o carro, uma coisa fez com que a ansiedade de ver as meninas foi substituída pela tristeza. Any e Helo estavam montadas nas costas de seus respectivos namorados e sorriam o tempo todo, Helo carregava uma cesta que era para um piquenique. Eles continuaram a pé e depois viraram uma esquina, Max permanecia pasmo.
_Segue eles! - Nathan gritou e eu liguei o carro rapidamente.
Não deu três quadras eles chegaram a um parque cheio de arvores, lugares para se exercitar. O lugar não estava tão cheio, as meninas desceram das costas deles e abriram a cesta de onde tiraram uma toalha, Any e seu namorado... Lucas! Isso! Lucas... Bom Any e Lucas estenderam a toalha e Helo e Miguel... Eu acho. Começaram a tirar as frutas e sucos da cesta. Desliguei o carro e fiquei observando eles. Heloisa parecia tão viva, realmente viva, ela ria, e dava morangos na boca de Miguel que ria também, já Ana não parecia aquela menina quieta e um tanto tímida que eu conheci, ela e Lucas jogavam futebol americano do jeito mais esquisito do mundo, que me fez deixar escapar uma risada. Nossa! Elas estão felizes e sem Nathan e Max. Isso me fez pensar se May está feliz sem mim.
_Vamos embora. - Max murmurou.
_Não fiquem assim, elas podem es... - não consegui terminar de falar, Nathan me interrompeu.
_Elas estão feliz, nós na merda, vamos embora. - ele falou com a voz rouca, por lagrimas não derramadas.

quarta-feira, 24 de julho de 2013

Capitulo 56 - What To Do When You Love The Most Ex?

Cap. 56 (pov. Any)
Depois de May se trancar no quarto, se recusar a comer algo, eu já estava uma pilha de nervos. Lembrei que cada quaro tinha uma chave estra, então procurei por toda a casa, cada canto, até que lembrei que May guardava todas as cópias em uma gaveta da sala de estar. Achei  chave e corri até o quarto. Pedi para que Helo não entrasse comigo, May provavelmente iria querer matar nós duas. Então fui sozinha para ela não ficar tão irritada. O quarto estava o mais puro silêncio, janelas fechadas, escuro demais, a porta do banheiro estava encostada e era a unica fonte de luz que entrava no quarto, me aproximei da porta e a abri. Paralisei.
_May! - gritei, ela estava apenas de lingerie e com cortes por toda a barriga, retalhada e uma caixa de remédios para dormir estava vazia ao seu lado. _Acorda! - lagrimas de desespero tomaram conta de meu rosto. _Droga! Heloisa me ajuda!
_O que acon.... - Helo entrou correndo no banheiro e caiu de joelhos. _Droga! - ela gritou.
_Me ajuda! - gritei com a voz tremula e chorando compulsivamente.
_Vamos fazer ela vomitar. - Helo falou séria, ela tentava não chorar. _Segure a cabeça dela como se ela estivesse sentada. - ela ordenou e eu assenti. _Abra sua boca. - com as mãos tremulas diz isso.
Helo suspirou e colocou dois dedos na garganta de May, realmente achei que aquilo não daria certo, até que May gritou e vomitou os comprimidos no chão do banheiro, ela olhou a sua volta e começou a chorar, segurei ela em meus braços sem me importar com o vomito e a balancei como se fosse um bebê.
_Sua imbecil! - Helo gritou nos assustando. _Por que você fez isso?
_Jay. - May sussurrou chorando.
_Idiota! - Helo gritou de novo. _Levanta dai e vai tomar um banho, eu vou limpar essa merda e depois a gente conversa. - assentimos e May se dirigiu para o box, onde se despiu e tomou seu banho.
Ajudei Helo com toda a sujeira, May terminou seu banho, ajudamos ela com os curativos que ficaram na barriga e depois ela colocou uma roupa confortável http://d1535dk28ea235.cloudfront.net/preset_65/Debby-Ryan-Love-It-Or-Hate-It.jpg sentamos em sua cama e começamos a conversar, alias Helo brigava, May chorava e eu tentava não bater na minha prima.
_Porque você não volta logo com ele ao invés de ficar se cortando e tentando se matar? - Helo falou brava.
_Eu não estava tentando me matar, só queria dormir bastante. - May falou secando suas lagrimas.
_Mas a caixa de remédios estava vazia. - falei emburrada.
_Só tinha três comprimidos nela, eu bebo quando não consigo dormir. - May esclareceu as coisas. _E eu quase nunca durmo.
_Mas você estava no chão do banheiro desmaiada. - Helo falou.
_É que eu tomei os remédios e comecei a me cortar, então tudo ficou escuro. - May explicou.
_Você é uma idiota! - gritei e lhe dei um tapa no braço. _Nunca mais faça isso! - ela assentiu.
_Então... - Helo falou tomando a atenção de nós duas. _Você vai voltar para o Jay?
_Não. - May falou emburrada. _Seu tapa dói. - ela reclamou e eu sorri.
_Por que você não voltar para o Jay? - foi a minha vez de perguntar.
_Porque eu amo André e não vou jogar isso fora. - May falou.
_Tudo bem. - falei tomando ar. _Mas pare de ser machucar se não vou quebrar seus dentes. - a ameacei.
_Vou tentar. - ela murmurou.
_Não é pra tentar é pra parar! - Helo brigou com ela.
_Vocês podem me deixar sozinha?! - May pediu. _Eu prometo que vou deixar a porta aberta.
_Tudo bem. - falei me levantando, mas meu celular vibrou, olhei para a tela e era uma mensagem do celular de Max.
_Quem é? - Helo perguntou.
_É o celular do Max. - falei abrindo a menagem. _Mas a mensagem é do Jay. - May se levantou. _Vou ler.
"Any eu peguei o celular do Max escondido e o primeiro numero era o seu, então... Fale pra May que ela tem uma semana para me procurar e dizer se vai ficar comigo ou não, beijos".
_Mas que droga. - Helo e May falaram juntas.
_Uma semana minha querida. - alertei May que caiu de costas na cama. _Boa sorte. - falei saindo do quarto junto de Helo.

Capitulo 55 - Do Not Blame Siva

Cap. 55 (pov. Max)
Quando ficou um pouco mais de tarde resolvemos entrar no iate e comer algo antes de voltarmos para o hotel. Sentamos todos em um sofá em forma de U com uma mesa no centro que havia várias comidas típicas do Brasil, nos deliciamos com tudo. Notei que Nathan estava emburrado e não falava com Siva para nada. Eu me perguntava o que Siva teria feito, se ele sequer ficou perto de Nathan hoje. Depois que comemos resolvemos ficar mais um tempo em alto mar. Não aguentei mais o clima que Nathan estava criando e falei no meio de todos.
_Nathan o que Siva te fez? - perguntei sem paciência, ele parecia uma criança.
_O que ele fez? - Nathan bufou, Seev parecia não entender nada. _Ele fica de conversinha com a Helo. - Nath apontou bravo para o celular que estava na mão de Siva.
_Só isso? - perguntei meio que o zombando.
_Como só isso? - ele parecia bravo, Jay e Tom haviam saído e caminharam para fora do iate.
_Eu só queria ajudar. - Siva e protegeu. _E eu adoro as meninas, gosto de manter a amizade com elas.
_Nas nossas costas?! - Nathan explodiu, fiquei sem entender sua atitude.
_Você mal quer falar com ela! - Siva gritou e levantando, Nathan fez o mesmo. _O que você queria que eu fizesse? Chegasse em você e falasse, Heloisa está saindo com um cara, ma está confusa. - ele zombou.
_Não! - Nathan gritou, fiquei em pé caso ele partisse para a briga, coisa que nunca aconteceria, mas resolvi prevenir. _Mas... Mas, você poderia ter falado que estava conversando com ela.
_Por quê? - Seev perguntou.
_Porque eu ainda amo ela! - Nathan gritou. _Eu deveria saber! - ele passou as mãos por seu cabelo com raiva e quando olhou para Siva vi as lagrimas em seus olhos. _Eu precisava saber se ela iria me esquecer... - ele sussurrou. _Precisava saber se ela havia deixado de me amar.
_Se é isso que você quer saber, sim, ela ainda te ama. - Siva falou sorrindo. _Assim como Any ainda ama Max. - sorri, era tudo que eu precisava ouvir naquele dia. _Mas, elas querem ver o que vocês tem a oferecer para elas, além... - ele parou de falar.
_Além do que? - perguntei, eu daria tudo para ter Any ao meu lado.
_Além do sofrimento. - Siva murmurou.
_É só isso que estamos dando para elas? - Nathan perguntou secando suas lagrimas.
_Sim, e vocês sabem disso. - Siva falou, pegou seu celular. _Vou marcar um encontro com elas, então vocês vão no meu lugar.
_Não! - gritei antes que ele pudesse mandar a mensagem. _Se elas acham que só fazemos elas sofrerem acho melhor que fiquemos longe delas.
_Concordo com Max. - Nathan falou.
_Se é isso que vocês acham ser certo quem sou eu pra discordar. - Seev falou seguindo para fora do iate, o sol estava se pondo.
_Vamos pensar por algum tempo Max, não quero fazer Helo sofrer mais ainda. - Nath murmurou tristemente.
_É o melhor a se fazer. - falei e caminhamos para fora do iate ver o sol se pondo na nossa frente.

segunda-feira, 22 de julho de 2013

Capitulo 54 - I Do Not Want To See Her

Cap. 54 (pov. Nathan)
Estou em dilema pessoal, acho que não só eu, porque depois do vídeo que Jay fez, eu acho que ambos estamos confusos, sobre nossas ex namoradas. Meu quarto do hotel está uma verdadeira bagunça, eu quero sair, mas se eu for sair eu vou querer passar na casa dela, é uma tentação saber que estou a poucas quadras de seu apartamento. Tentei escutar musica, tentei ler um livro, tentei escrever uma musica, mas parece que nada me ajuda a esquecer de Helo, isso é uma tortura. Deito de costas na cama e fico olhando o teto, eu só quero esquecer um pouco dela, eu não quero falar com Helo, não até eu ter certeza do que vou falar para ela. Eu realmente acho que se eu for muito impulsivo ela vai fugir e não vai querer me ver.
_Nathan! - Tom gritou entrando no meu quarto. _Levanta esse corpo morto da cama e vamos andar de andar de iate. - ele falou rindo.
_Como conseguiu um iate? - perguntei me levantando e encarando Tom.
_Nano conseguiu um. - ele falou saindo correndo até a porta do meu quarto. _Você tem cinco minutos para tirar essa calça e colocar um short, vamos nadar! - Tom gritou do corredor e eu me levantei.
Era melhor ir até a praia do que ficar olhando para o teto do meu quarto, demorei um pouco mais de tempo para trocar de roupa, eu queria ficar confortável o suficiente para nadar, peguei uma mochila e coloquei dentro dela, mais uma troca de roupa, uma toalha, protetor solar, um óculos escuro e um par de chinelo. Quando cheguei até o hall todos estavam protos, com suas mochilas, acho que todo mundo resolveu ser prevenido hoje, Siva e Tom pareciam ser os mais animados, eles deveriam ser os mais animados, porque eles tem um relacionamento perfeito. Subimos na van e fomos direto para um cais. O sol brilhava forte e parecia que estava muito calor, no hotel com o ar condicionado eu nem percebi que estava calor. Descemos rapidamente e nos deparamos com "nosso" iate https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjbmUgTqVNMyJgbQ0PZ1EibTUDCVsdf0kPjzR6NUU_0YGMt9ootO-sj1JGhaX55XN7PxiCcm-ojYX43WAbnigYN30qaC8_fuONsOL80C-W5Ebod3SsiQ2_jB0KalW-GNPG7g-6Nr6NzLgF-/s400/Royal-Falcon-Fleet-Megayacht-RFF135-von-Porsche-Design-13329991-MBQF-1252422780,templateId%3DrenderScaled,property%3DBild,height%3D349.jpg subimos e o piloto logo deu partida.
_Cara isso parece uma nave espacial! - Siva falou animado indo junto com nós para a parte onde o poderíamos nos deitar e aproveitar a brisa e o sol.
_Eu amo a minha vida! - Tom gritou e começamos a rir. _Quando é que vamos mergulhar? - ele perguntou animado e assim o iate parou.
_Agora mesmo senhor. - o piloto falou.
_Quem vai mergulhar? - Tom perguntou e todos os outros se levantaram, menos eu, preveria ficar no iate curtindo a vista e tomando uma cerveja.
_Nathan! - todos gritaram quando mergulharam.
_Eu não vou! - gritei e eles resmungaram algumas coisas eu ri.
O pessoal ainda estava no mar, até mesmo Big Kev mergulhou com eles, eu estava na minha terceira cerveja, ela ajudava com o calor. Não que estivesse um calor tremendo, mas é que eu não estava acostumado a ver tanto sol, me lembrei de passar o protetor solar, fui até o interior do iate que parecia maior, achei minha mochila e tirei de lá meu protetor, arranquei minha camiseta e passei o protetor por todo meu corpo, ouvi um zumbido e fui seguindo o barulho, vinha da mochila de Siva, abri rapidamente e peguei seu celular, olhei e pude ver uma mensagem de Helo.
"Siva! Espero que esteja tudo bem, eu queria muito falar com você, preciso falar sobre minhas desavenças, acho que você pode me ajudar, ou não, mas é bom ter você por perto, me liga quando puder!" 
Guardei o celular com raiva e fui até a beira do iate, gritei por Siva, mas ele não me escutou. Eu vou conversar com ele assim que chegarmos no hotel. Que história é essa de conversar com Helo?!

Capitulo 53 - I Know This is a Bit Confusing

Cap. 53 (pov. Helo)
May havia saído para encontrar Jay, ela não tinha me contado, mas eu suspeitava, ela não derrubaria uma xícara por uma pessoa da faculdade, e nem deixaria aquela pessoa para fora de casa. May pensa que me engana. Os meninos foram embora logo depois do café da manhã, o que meu deu um tempo a sós com Any. Ela me parecia feliz, mas seu olhar perdido sempre era algo preocupante. Terminamos de limpar a cozinha e nos sentamos no sofá.
_Any o que você tem? - perguntei olhando para ela, Any mudava de canal sem parar e apenas deu de ombros sem me olhar. _Pare. - falei segurando sua mão, então quando ela me olhou pude ver que ela estava chorando.
_Preciso ver o Max. - ela sussurrou.
_Mas você não está feliz com o Lucas? - perguntei, ela secou suas lágrimas e suspirou.
_Eu amo Lucas. - falou dando enfase no "amo". _Mas eu preciso falar com Max, eu quero ver ele, não posso ignorar que ele não está aqui. - Any parecia tão frágil. _Ele ainda mexe muito comigo Helo. - ela confessou.
_Eu sei, você acha que eu não vi como você ficou perto dele?! - falei e ela sorriu.
_O pior é que eu nem sei onde ele está. - Any falou tristemente.
_Nem eu, a gente vai ter que esperar May voltar. - falei sorrindo mudei em um canal de filmes e ficamos ali quietas.
Passou um tempo e o filme já havia terminado, May chegou chorando e rindo ao mesmo tempo, eu não sabia como reagir, não sabia se chorava ou se ria junto com ela. May se sentou na mesinha de centro de frente para o sofá onde Any e eu estávamos, ela ria muito, mas as lagrimas não paravam. Por um momento ela ficou em silêncio, colocou a cabeça no colo de Any e começou a chorar muito, realmente chorar, o choro vinha forte e lhe causava soluços, Any passava a mão por seu cabelo sem saber ao certo o que fazer. May puxou o ar e o choro diminuiu, só dava para ver as lagrimas descerem de seus olhos, sem soluços, sem barulho, só a dor que vinha em forma de lagrimas.
_Conversou sobre o que com Jay? - Any perguntou calmamente enquanto fazia carinho no rosto de May.
_Falei pra ele ficar longe e me deixar em paz. - May falou com a voz rouca ainda chorando.
_Mas eu não entendo... Você entrou gargalhando e chorando. - falei confusa, ela sentou-se corretamente e sorriu amargamente.
_Nós nos beijamos. - May falou.
_Agora eu entendi... Você chorou porque não vai ver mais ele e deu risada pelo beijo. - Any tentava raciocinar e May assentiu.
_Você queria beijar ele? - perguntei e ela assentiu novamente.
_Mas você não quer ele longe. - Any sussurrou.
_Eu preciso dele longe. - May falou convicta.
_Mas a questão aqui é... Você quer ele longe? - perguntei dando ênfase no "quer''.
_Sim eu quero! - May gritou. _Satisfeita? - seu sarcasmo apareceu.
_Silêncio. - Any falou, só naquela hora eu pude ver que ela estava com seu celular.
Nele passava um vídeo do instagram do Jay, ele mandou um recado para May em forma de vídeo, que musica mais linda ele cantou a capela. O lugar onde ele estava não me era estranho, ele parecia amargamente triste, aquilo me fez ficar triste por ele e principalmente por May. O vídeo acabou e May correu para seu quarto e lá se trancou.
_Eu acho que não sou a unica com problemas com ex. - Any falou com certa tristeza.
_Definitivamente você não é a unica, tem a May e eu. - falei sorrindo torto para ela.
_Então você ainda tem sentimentos pelo Nath?! - Any falou sorrindo.
_Sim. - suspirei. _Mas nada mudou.

sexta-feira, 19 de julho de 2013

Capitulo 52 - Just Give Me a Chance

Cap. 52 (pov. Jay)
Sai da casa de May com o coração apertado, eu sabia que ainda teria chance de te-la de volta, mas por um momento me peguei pensando no motivo de ela me esconder, de não desejar minha entrada em sua casa, May nunca faria isso a não ser... A não ser que ele estivesse lá com ela. Sim, o namorado dela deveria estar lá. Droga! Ele já está dormindo com ela em sua casa! Volto para o hotel tentando manter discrição, o resto da banda já está instalado em seus respectivos quartos. Subo direto para meu quarto, não quero conversar com ninguém, não quer ver ninguém. A unica coisa que eu quero é May.
_Jay! - Max gritou na minha porta, ele nunca usa a campainha.
_Não quero visitas! - gritei de volta.
_É meu celular, May quer falar com você! - ele gritou e eu me levantei em um pulo. _Mas acho que alguém não quer fa... - tomei o celular de sua mão.
_May! - falei um pouco sem fôlego.
_Podemos nos encontrar hoje. - ela falou e eu sorri amplamente. _Em qual hotel você está? - me perguntou.
_Eu posso passar na sua casa, é melhor para que os paparazzi não nos vejam. - falei.
_Acho melhor não... Vamos fazer assim, me encontre em um restaurante perto de minha casa, não sei se você viu, mas ele fica a mais ou menos cinco quadras de lá. - ela falou formalmente, não era a May que eu conhecia.
_Eu sei onde é, que horas nos vemos lá? - perguntei.
_Agora mesmo. - May falou e desligou o telefone em seguida.
_Vou encontrar com May! Vou levar seu celular. - gritei animado, desci para o estacionamento pegar um dos carros alugados pela equipe http://fotoscarro.net/BMW/X5/BMW-X5%20(10).jpg .
No caminho eu ia pensando em tudo que eu poderia dizer á ela, como eu poderia me expressar, como eu gostaria que tudo estivesse bem, May pode ser minha novamente e eu quero que ela seja. Demorou pouco tempo até que eu avistasse o restaurante, pequeno, mas acolhedor e bem discreto, May me esperava em uma das mesas que ficava ao lado da janela, ela brincava com seus polegares, me parecia muito nervosa, me aproximei da mesa e me sentei, por breves momentos permanecemos em completo silêncio, até que ela falou.
_Não posso mais te ver. - com lágrimas nos olhos.
_Por quê? - perguntei segurando as lagrimas, peguei suas mãos e as segurei com firmeza.
_Eu amo André. - ela sussurrou, aquilo foi uma pancada forte em meu estômago.
_Mas você ainda me ama. Não ama?! - perguntei com certo receio, ela recolheu suas mãos e as colocou sobre meu ferimento acima de minha sobrancelha novamente naquele dia.
_Eu amo muito você Jay. - May sussurrou. _Mas tudo isso que temos só me machucou, fisicamente e sentimentalmente. - me lembrei de seus cortes, me arrepiei com a lembrança de suas pernas retalhadas.
_Você vai ficar com cicatrizes? - perguntei, ela colocou os dedos sobre meu lábio e sorriu.
_Seus lábios são tão macios. - murmurou, suas lagrimas molhavam a mesa de madeira. _Sim, as cicatrizes sempre ficam.
_Por que estamos fazendo isso? Poderia ser tudo tão simples... Só... Só volte pra mim. - pedi, agora senti minhas lagrimas desciam por meu rosto.
_Não posso... Por favor, não torne tudo tão difícil, tente amar outro alguém. - ela me pediu.
_Não quero mais ninguém além de você! - gritei, pela falta de clientes, ninguém sequer nos olhou.
_Mas você precisa esquecer de mim Jay, não podemos mais nos ver. - ela se levantou, me pus em pé na sua frente, próximo, muito próximo.
_Diga que não quer me beijar nesse exato momento. - sussurrei, passando levemente meus lábios no seus.
_Sim eu quero muito, mas eu não posso fazer isso com André. - ela murmurou suspirando profundamente.
_Mas eu posso. - falei tomando seus lábios nos meus, com delicadeza, queria aproveitar aquele momento, o beijo foi rápido, mas me fez perder os sentidos.
_Eu preciso ir. - May falou se dirigindo até a porta. _Adeus Jay.
_Isso não é nem um até logo. - falei, ela paralisou, lembrando de suas próprias palavras.
Me sentei na mesa, peguei o celular de Max e comecei a gravar para o Instagram.
"Oi pessoal, só estou aqui para cantar essa musica a capela, para uma pessoa especial que eu espero que veja esse vídeo, beijo para vocês, aproveitem"
(Escute a musica: http://www.youtube.com/watch?v=Gwx4iTRLXG8 )
Bem desde o começo
Você foi um ladrão, você roubou meu coração
E eu, sua vítima condescendente
Deixei que você visse partes de mim
Que não eram tão bonitas
E, a cada toque
Você as consertou
Agora, você tem falado durante o sono, oh oh
Coisas que nunca diz para mim, oh oh
Diga-me que você já teve o bastante
Do nosso amor
Nosso amor
Dê-me apenas um motivo
Só um pouquinho já basta
Só um segundo, não estamos quebrados, apenas curvados
E podemos aprender a amar novamente
Está nas estrelas
Foi escrito nas cicatrizes dos nossos corações
Não estamos quebrados, apenas curvados
E podemos aprender a amar novamente
Desculpe-me se não entendo
De onde é que tudo isto está vindo
Pensei que estivéssemos bem (oh, tínhamos tudo)
Sua cabeça está perdendo o controle novamente
Minha querida, ainda temos tudo
E está tudo na sua mente (Sim, mas isto está acontecendo)
Você tem tido sonhos muito ruins, oh, oh
Você costumava deitar-se tão perto de mim, oh, oh
Não há nada além de lençóis vazios
Entre o nosso amor, nosso amor
Oh, o nosso amor, o nosso amor
Dê-me apenas um motivo
Só um pouquinho já basta
Só um segundo, não estamos quebrados, apenas curvados
E podemos aprender a amar novamente
Nunca parei
Você ainda está escrito nas cicatrizes no meu coração
Você não está quebrado, apenas curvado
E podemos aprender a amar novamente
Oh, canais lacrimais e ferrugem
Vou consertar isso para nós
Estamos recolhendo poeira
Mas o nosso amor é o bastante
Você o está segurando
Você está servindo um drinque
Não, nada é tão ruim quanto parece
Diremos a verdade
Dê-me apenas um motivo
Só um pouquinho já basta
Só um segundo, não estamos quebrados, apenas curvados
E podemos aprender a amar novamente
Está nas estrelas
Foi escrito nas cicatrizes dos nossos corações
Não estamos quebrados, apenas curvados
E podemos aprender a amar novamente
Dê-me apenas um motivo
Só um pouquinho já basta
Só um segundo, não estamos quebrados, apenas curvados
E podemos aprender a amar novamente
Está nas estrelas
Foi escrito nas cicatrizes dos nossos corações
Não estamos quebrados, apenas curvados
E podemos aprender a amar novamente
Oh, podemos aprender a amar novamente
Oh, podemos aprender a amar novamente
Oh, que não estamos quebrados, apenas curvados
E podemos aprender a amar novamente

Capitulo 51 - What The Hell Are You Doing Here?

Cap. 51 (pov. May)
Depois que meu sono foi interrompido por causa dessas meninas que não sabem fazer um simples café, me levantei e me arrumei rapidamente http://img.alibaba.com/photo/578599725/Fashion_Women_s_Knit_Wool_Cardigan_Sweater_Black_White_Gray.jpg , deixei a mesa toda cheia e bonita com pães, bolo, panquecas, muffins, sucos, café e chá é claro. Estava tudo cheirando deliciosamente bem. Any, Lucas e Helo já atacavam a mesa e isso já era 8:30, decidi chamar André, não queria ficar sem ele. Entrei no quarto e ele estava abraçado com meu travesseiro como da ultima vez que dormiu comigo, mesmo em seu sono ele parecia divino, todo fofo. Me aproximei da cama, me sentei ao seu lado e toquei seu rosto, André abriu os olhos devagar e sorriu quando me viu.
_Bom dia. - falei sorrindo.
_Bom dia. - ele murmurou preguiçoso, me abraçou pela cintura e me puxou mais perto. _Volte para a cama.
_Não quero voltar pra cama, quero você tomando café comigo. - falei fazendo beicinho.
_Você fez o café? - perguntou e eu assenti. _Então você não dormiu. - assenti novamente. _Vem dormir então. - ele me puxou até que eu estivesse deitada na cama, eu ria.
_André, vamos tomar café. - pedi passando a mão por seu rosto, ele puxou o ar com força.
_Tudo bem. - falou me soltando, se levantando e colocando a sua cueca. _Você venceu. - me estendeu a mão e me puxou para seus braços.
_Obrigada. - falei lhe dando um selinho.
_Mas antes eu preciso usar o banheiro. - ele falou e eu assenti, sai do quarto e fiquei esperando por ele na mesa de café da manhã que ainda estava sendo devorada, não demorou muito e André estava vestido com sua calça e sua camisa aberta.
_Bom dia a todos. - ele falou sorrindo, se sentou ao meu lado e começou a se servir.
Eu por minha vez só tomava um pouco de chá e comia algumas torradas, estávamos conversando, rindo de coisas aleatórias, rimos mais ainda quando vimos a cara amassada que Miguel acordou, eu ria por Heloisa tentar concertar a besteira que fez ontem lhe servindo e "cuidando" de sua ressaca. André mantinha uma mão sobre meu joelho e eu sei que era um jeito de mostrar que eu era dele e que ele iria mostrar isso em todas as horas do dia. A campainha tocou, então como todos estavam comendo de tudo resolvi eu mesma ir abrir a porta, fui tomando meu chá que estava delicioso. Continuei rindo da piada que Lucas contou que não tinha a menor graça e quando abri a porta aqueles olhos azuis... Derrubei a caneca e ela se espatifou no chão e tudo parecia andar em câmera lenta, seus olhos me prenderam por longos segundos, ele estava machucado, meu Jay estava machucado.
_Tudo bem ai May?! - André gritou.
_Tudo, só uma pessoa da faculdade, eu já volto! - gritei e empurrei Jay, fechei a porta atras de mim.
_O que você pensa que está fazendo aqui? - perguntei com voz em um tom baixo.
_Precisava te ver. - Jay falou sorrindo, por um momento me peguei acariciando o machucado sobre sua sobrancelha.
_Você tem que cuidar disso. - sussurrei passando a mão por sua barba que estava um pouco grande, mas eu gostava da sensação sobre meus dedos.
_Eu vou... May, eu vim aqui para pedir para conversar com você, podemos sair hoje, ou amanhã, o dia que você quiser. - ele falava como se tudo fosse se resolver, recolhi minhas mãos e as coloquei dentro do meu suéter.
_Não posso Jay. - falei.
_Só uma conversa. - ele pediu.
_Vá embora Jay, eu não sei mais o que fazer... Só vá embora. - sussurrei com a voz rouca, pelas lagrimas que teimavam em sair quando eu estava perto dele.
_Tudo bem... Mas pense a respeito. - ele falou e seguiu para o elevador.
Acenei para ele e quando entrei todos olhavam para mim com uma cara interrogativa, mas quando eu fui em direção a eles, me lembrei dos cacos e me abaixei para recolhe-los, me dirigi até a cozinha e joguei os cacos, André parecia furioso, mas ignorei aquilo completamente.
_Querem outra piada? - Lucas perguntou tentando aliviar o lugar, o que ajudou e muito.

quarta-feira, 17 de julho de 2013

Capitulo 50 - I make Myself Coffee

Cap. 50 (pov. Helo)
Acordei as 7 com um barulho de risadas e conversas, devia ser Any e Lucas na sala, Miguel dormiu distante de mim, acho que fiz alguma coisa ontem, não sei o que, eu só me lembro dos meninos brigando e depois, bebidas e mais bebidas, depois Chasing The Sun... Droga! Eu cantei essa musica, agora me lembro. Miguel ficará de bico o dia todo, já posso até ver. Vou pedir desculpas, eu não quero que ele fique bravo comigo hoje, nem nunca. Levanto rapidamente e vou direto para o banho, quero tirar minha maquiagem e relaxar um pouco, espero que May tenha feito panquecas, estou morta de fome, ela deve ter feito muffins hoje também, quero um café bem forte... May já deve ter posto a mesa e tudo deve estar uma delicia. Sai do banho já arrumada http://0.tqn.com/d/fashion/1/0/B/p/3/169077954_10.jpg , fui para a sala de dou um grito quando me deparo com Lucas pelado deitado sobre Any que também está pelada.
_Calada! - Any gritou e se cobriu rapidamente, assim Lucas fez o mesmo. _Se alguém mais vem pra sala vai ser pior.
_Any que nojo, eu vi a bunda do seu namorado. - zombei, Lucas começou a rir.
_Pare de rir Lucas, toma aqui, coloca sua cueca. - Any comandou e assim ele o fez.
_Gente isso nunca vai ser mais constrangedor para vocês, quando foi pra mim. - falei rindo, Any se terminava de colocar sua roupas intimas.
_Dá pra parar de encher?! - Any falou impaciente. _Se eu tivesse um quarto aqui, nada disso teria acontecido. - ela cantarolou.
_Compre um apartamento e tenha um quarto. - falei zombando ela. _Agora vou tomar um café da manhã divino porque a May já deve ter acor... Cade o café?! - gritei.
_May não vai acordar tão cedo, ela e André estavam se divertindo. - Any falou.
_E quem vai fazer o café? - perguntei.
_Olha eu não sei... Mas eu estou morrendo de fome por toda atividade física que eu fiz de manhã. - Lucas falou, quando me aproximei para lhe dar um tapa vi a camisinha no chão.
_Sério gente, que nojo! Tira essa merda dessa camisinha do meu chão! - mandei, fui para a cozinha bufando, poxa, May que sabe cozinhar e ela que gosta de cozinhar.
_Helo já fez o café? - Any peguntou vindo na cozinha agora vestida com seu pijama http://i01.i.aliimg.com/wsphoto/v0/812817737/Summer-sleepwear-twinset-female-princess-pink-laciness-bow-heart-of-love-gauze-spaghetti-strap-nightgown.jpg_250x250.jpg ela sorria abertamente.
_Eu acabei de pisar na cozinha... O que você acha?! - perguntei com arrogância.
_Nossa! Não precisa ser grossa. - ela falou levantando as mãos em sinal de redenção. _Por que você está tão brava? - ela perguntou.
_Porque eu não sei nem aonde está o leite. - falei fazendo uma cara de desesperada que Any caiu na gargalhada.
_Eu tenho uma ideia que pode te ajudar. - Any falou sorrindo.
_Qual? - perguntei apreensiva.
_Acorde a May. - ela falou sorrindo, como se fosse simples, acorda a menina somente para fazer o café.
_Não posso entrar no quarto dela e a acordar. - falei.
_Pode sim. - Any falou indo em direção ao quarto de May, fui seguindo ela. _Olha como é fácil. - ela falou e entrou no quarto de May e começou a gritar. _Levanta May, eu estou com fome!
_O que? - May perguntou meio grogue me deu dó da coitada.
_Café da manhã. - Any falou como se explicasse toda a gritaria.
_O que está acontecendo? - André murmurou baixinho enquanto abraçava May pela cintura, os dois estavam cobertos pelo lençol, mas pude ver que estavam pelados, fiquei vermelha.
_Nada meu amor, volte a dormir, vou fazer o café. - May falou manhosa e lhe deu um beijo na testa e assim ele dormiu. _Saiam do meu quarto para eu me trocar e já que eu vou fazer o seu café precioso.
_Ótimo! - Any gritou e saímos correndo do quarto.
Ficamos sentados na bancada da cozinha, eu, Lucas e Any esperando May fazer seu café da manhã magico.

Capitulo 49 - In The Morning There Are People Excited

Cap. 49 (pov. Any)
Acordei meio atordoada, de calcinha e sutiã, estranho. O sol invadia a sala, Lucas dormia serenamente ao meu lado no colchão de ar. Me levantei desajeitadamente e por um milagre eu não estava de ressaca, fui até o banheiro do corredor, retirei minha maquiagem, fiz minha higiene matinal e olhei no relógio 6:30 da manhã, o Brasil é realmente lindo, o sol já está nos saudando e a casa ainda dorme... Bom, nem todos, quando passo pela porta do quarto de May escuto vários gemidos, jesus! Saio correndo de volta para a sala, Lucas está realmente lindo, só de cueca, deitado de barriga para cima... Isso me da uma ideia, os barulhos no quarto de May me fazem ter um sorriso malicioso nos lábios. Sorrateiramente subo em cima de Lucas, passando minhas pernas uma de cada lado de seu corpo, com delicadeza fui beijando desde sua barriga até sua boca, quando encontrei seus lábios, Lucas acorda sorrindo. Faço a cara de uma criança que foi pega aprontando, mas continuo beijando seu pescoço, sem pressa.
(Escutar musica: http://www.youtube.com/watch?v=rNpBahr49mA )
_Bom dia para você também. - ele murmura, passando suas mãos por minhas pernas até atingir minha bunda, onde ele da um leve aperto, sorrio contra sua boca.
_Você já está animado? - perguntei, fazendo a voz falsa de surpresa.
_Meio difícil não me animar. - Lucas falou sorrindo, com leveza ele puxa meu cabelo e assim podemos aprofundar o beijo.
_Não pude comemorar meu aniversário com meu namorado ontem, quero comemorar agora. - falei sorrindo para ele.
_É pra já. - Lucas falou intervendo nossas posições, ele ficou sobre mim, com rapidez retirou meu sutiã.
_Não querendo apressar... Mas já apressando, temos que ser um pouco rápidos, May daqui a pouco deve levantar para fazer o café. - falei e ele fez beicinho.
_Mas eu gosto de aproveitar. - Lucas murmurou bravo enquanto beijava meu pescoço ele movimentava sua ereção sobre meu sexo ainda tampado pela calcinha.
_Rápido. - implorei.
_Você quer rápido? - Lucas perguntou parecendo bravo...Uau!
_Sim. - falei decidida.
_Então você vai ser rápido... Porém. - ele falou sorrindo maliciosamente. _Pode ser um pouco doloroso. - como assim? Doloroso, Lucas nunca foi do tipo que me machucaria.
_Como sexo poder ser doloroso? - perguntei, seus lábios reprimiram um sorriso.
_Fique de quatro agora. - ele ordenou, me deu um tapa na perna que me fez saltar. _De quatro! - ordenou novamente, fiz o que ele me pediu.
+18 Lucas retirou minha calcinha e jogou sua cueca no sofá, procurou um preservativo para se proteger, se abaixando ele beijou com volúpia meu sexo exposto por longos minutos me fazendo revirar os olhos, por alguns segundos ele parou, me fazendo gemer de frustração, então me deu um tapa em um lado de minha bunda, gemi com aquilo, depois me beijou novamente com ais fervor, sua língua me destruía, mais uma vez ele parou e me deu outro tapa, só que no outro lado, fiquei por um momento em choque, mas gostei, era algo que eu não havia experimentado. Quando ele tornou a beijar meu vértice ele não parou até que eu alcançasse meu orgasmo. Lucas me deu um outro tapa, mais forte, só que não em minha bunda, e sim em meu sexo latejante me fazendo gemer mais alto. Quando achei que levaria mais um tapa, ele me estocou com força, chegando ao fundo de meu sexo, nessa posição não sabia que a penetração seria mais funda. Lucas puxou meus cabelos com uma mão e me fez levantar o tronco, ele mantinha as estocadas rápidas e firmes, virei meu rosto para poder beijá-lo, mesmo nos beijando ele não parava com as estocadas, quando paramos o beijo foi pela falta de ar, continuamos como ambos de joelhos, até que ele me empurrou novamente no colchão, fazendo com que eu me apoiasse sobre meu rosto e levar mais minha bunda, me sentia exposta demais, era dia e poderíamos ser pegos por qualquer um, então inesperadamente ele me deu um tapa na bunda e assim foi, a cada estocada ele distribuía tapas para ambos os lados de minha bunda e foi quando ele deu uma estocada realmente forte eu cai em êxtase o levando junto. -18 
_Rápido o bastante para você? - ele perguntou caindo ao meu lado tirando o preservativo e o colocando no chão ao lado do colchão.
_E foi realmente doloroso. - falei fazendo beicinho, sua expressão ficou preocupada, ele ficou sobre seu cotovelo me olhando atentamente.
_Desculpa, eu não devia ter feito isso com você. - ele ficou triste por um momento.
_Tudo bem meu amor. - falei passando a mão por seu rosto, ele sorriu brevemente. _Foi bom do mesmo jeito.
_Você me chamou de amor. - Lucas falou sorrindo amplamente.
_Chamei? - perguntei, ele assentiu com um sorriso imenso. _Meu amor. - falei de novo ele sorriu mais ainda.
_Eu te amo. - ele falou me beijando.
_Te amo mais. - falei mostrando a língua para ele.

segunda-feira, 15 de julho de 2013

Capitulo 48 - The Dawn Can Be Perfect

Cap. 48 (pov. May)
Quando o ultimo convidado deixou a festa já se passava das 5 da manhã, minha maquiagem estava um caos, Any desmaiou depois de tanta marguerita, Helo não parava de cantar Chasing The Sun, eu ria com aquilo, bêbado realmente não sabe o que faz e eu mesmo depois de beber varias doses de tequila me sentia sóbria. A limousine ainda nos esperava, subimos nela e quando chegamos no prédio fomos direto para o elevador. Aquela cena estava realmente engraçada, Lucas havia colocado Any em seu ombro e ela não fazia movimento algum quando ele batia em sua bunda com força, Heloisa ainda cantava a mesma musica e Miguel a olhava com certa repreensão, eu ria de tudo e André andava ao meu lado segurando minha cintura. Ele é sempre tão ciumento, mesmo não havendo ninguém a nossa volta a não ser amigos, ele ainda tem necessidade de mostrar que eu sou dele. O elevador chegou rapidamente no apartamento, assim que chegamos eu distribui o pessoal. Coloquei Lucas e Any no colchão de ar que eu havia enchido na sala, Helo e Miguel ficariam em seu quarto e André dormiria comigo na minha cama. Decidi tomar um banho e tirar minha maquiagem, fui para meu banheiro, tirei minha roupa e entrei debaixo da água quente, meu corpo relaxou imediatamente, peguei um pouco de sabonete liquido e despejei na minha esponja, passei por todo meu corpo com delicadeza, estava aproveitando ao máximo aquele banho. Eu estava terminando de lavar meu cabelo quando escuto uma tosse falsa. Quando olho para fora do boxe André está nu, realmente pelado na minha frente e eu posso dizer que ele está animado e... Oh, ele é grande.
_Olá. - ele falou com voz sedutora entrando no boxe.
_André. - eu sussurro, mas é uma repreensão.
_Eu só quero tomar um banho com a minha namorada. - André disse com voz soando realmente falsa.
_Já terminei meu banho, pode ficar aqui, vou me trocar. - falei rápido tentando passar por ele, mas ele agarra meus pulsos e me prensa na parede, André me segura com suas mão e seu quadril, agora eu posso senti sua ereção e minha intimidade pulsa por ele.
_Mas eu falei que iria tomar banho com você. - ele murmura enquanto corre sua língua por meu pescoço, solto um gemido baixo, empurrando minha pélvis de encontro com ele.
_Só banho, eu não quero isso no banho. - o adverti e ele assentiu, não queria ele no banho, me faria lembrar de Jay, eu não podia pensar em Jay naquela hora.
(Escute a musica: http://www.youtube.com/watch?v=RF0HhrwIwp0 )
Seu banho foi rápido comparado ao meu, depois que nos secamos, André me carregou até a cama, trancou a porta do meu quarto, veio em minha direção e se ajoelhou perto de meus pés. +18  Beijou desde meus pés até perto da minha intimidade, eu me contorcia, esperando seu toque, quando achei que ele não iria o fazer, ele me beijou com volúpia o vértice no meio de minhas pernas, gemi alto com o toque de sua língua que me devastava, atingi meu ápice, ele me olhou e sorriu em vitória, mordi meu lábio inferior, André não esperou eu me recuperar e me invadiu, com força, fazendo minha intimidade começar a tremer, ele é perturbadamente invasivo e forte, André entrava e saia de mim sem a menor restrição, me deixando devastada e completamente banhada pelo suor, seus olhos prendiam o meu, arranhei suas costas com força quando meu segundo orgasmo tomou conta de mim, mas ele continuava sua movimentação sem a menor piedade, André aumentava a velocidade e a força a cada estocada, eu me sentia esgotada, mas mesmo assim meu corpo respondia a sua movimentação, quando meu terceiro orgasmo me atingiu achei que iria acabar, achei que ele se entregaria ao prazer, só que eu estava enganada, a unica coisa que havia mudado em André era sua respiração que agora se tornou mais intensa. Ele segurou uma perna minha e colocou em seu ombro, lhe dando mais profundidade em suas estocadas, se debruçando sobre mim, André me beijou ferozmente, correspondi o beijo com a mesma intensidade e ao fim de nosso beijo, ele não teve a menor cerimonia e começou a se movimentar mais forte, e quando ele conseguiu atingir mais fundo em minha intimidade gritei seu nome chegando novamente em meu êxtase, não aguentando minha intimidade pulsando em seu membro ele deixou vir e derramou seu liquido dentro de mim. -18
_Você é incansável. - falei tomando folego. André permanecia dentro de mim, minha perna havia voltado para em volta de sua cintura e agora ele descansava seu peso sobre meu corpo suado.
_Eu sou mais resistente do que isso. - ele se gabou e comecei a rir, eu passava minhas unhas por suas costas com leveza.
_Mas eu não. - resmunguei. _Eu estou exausta. - falei rindo. _Quero dormir.
_Não quero sair daqui. - foi sua vez de resmungar, eu sorri.
_Eu também quero que fique. - sussurrei, ele se aconchegou, permanecendo dentro de mim, André e eu caímos no sono profundo.

Capitulo 47 - We Will Raise This Astral

Cap. 47 (pov. May)
Eu realmente queria dar um soco na cara de André. Ele foi um idiota por completo, e não era só com ele que eu estava brava, era com todos os meninos, principalmente Jay. Ficamos alguns minutos limpando as feridas dos meninos no camarim, eu cuidando de André com certa fúria, Any de Lucas que choramingava a cada tapa que recebia dele e Helo de Miguel que só ficava pedindo desculpas para nós três. Terminamos o que estávamos fazendo e assim seguimos para a festa, o pessoal estava tão bêbado e desnorteado que nem viu que era Jay quem tinha cantado em cima do palco, os nossos câmeras e fotógrafos particulares tiravam fotos nossas sem parar. Devia ser porque nós mal demos as caras na festa. As meninas sentaram em alguns poofs que eu havia espalhado pelo salão e os meninos seguiram para o bar. Eu queria muito curtir a festa, mesmo sem clima, poxa eu havia preparado tudo com tanto amor e carinho e queria que Any aproveitasse seu aniversário de 18 anos, fui até as meninas e me sentei de frente para elas.
_Como vocês estão se sentindo? - perguntei.
_Brava. - Any respondeu.
_Cansada. - Helo completou.
_Brava com o que? - perguntei para Any.
_Brava com Max e com Lucas que acabaram com a minha festa. - ela murmurou emburrada.
_Cansada de que? - perguntei a Helo.
_De brigas, de discussões e principalmente cansada de ser posta a prova toda vez que me aproximo de Nathan. - ela desabafou.
_E você May... Com se sente? - Any perguntou.
_Furiosa... Com Jay e com André, que brigaram por idiotice quando poderíamos ter conversado, mas não eles preferiram brigar e veja só o que eles ganharam...Nada! Porque eu estou realmente um poço de irá, por eles terem estragado sua festa. - falei soltando todo ar de meus pulmões.
_E o que vamos fazer sobre isso? - Helo perguntou, me levantei e estendi minhas mãos para ambas.
_Vamos aproveitar a festa, porque a noite mal começou e temos uma aniversariante que precisa cantar parabéns e comer um belo pedaço de bolo. - falei animada.
_May tem razão, vamos festejar! - Any gritou.
(Escute a musica: http://www.youtube.com/watch?v=IJfLtBZVzgQ )
Seguimos juntas para a pista de dança, o garçom nos entregou nossas bebidas, eu havia deixado ordens claras que enquanto eu, Helo e principalmente Any estivesse na pista de dança, deveríamos ser servidas sempre com margueritas. As meninas pegaram o drink de bom grado e assim eu peguei o meu também, dançávamos da forma mais provocante que pudíamos, nós estávamos lá para sermos notadas, Any descia até o chão sem dificuldade alguma, meu corpo se movia conforme a musica, minha bebida quase no final, Any virou a sua, Helo fez o mesmo e depois balançou sua cabeça, eu terminei a minha com rapidez, o garçom recolheu nossas bebidas, eu fiz um sinal para não trazer mais. Eu e as meninas estávamos com vontade de dançar. Fechei meus olhos e deixei a musica me levar, enquanto eu rebolava senti alguém segurar minha cintura e percebi que era André, sempre tão possessivo, continuei dançando, o provocando do jeito que podia e quando abri meus olhos pude ver que Miguel estava dançando com Helo e Lucas com Any. Me virei para encarar André que sorria, sua mascara escondia o olho que provavelmente iria ficar roxo, ele sorriu para mim. Naquele momento esqueci a raiva, tudo, eu só conseguia lembrar do quanto ele me fazia bem e me fazia feliz.
_Eu sinto muito. - ele murmurou.
_Por que você sente muito? - perguntei, lhe dei um beijo no canto da boca.
_Por ser um idiota... Eu te amo. - ele sussurrou em meu ouvido, como se fosse um segredo.
_Eu te amo. - sussurrei em seu ouvido o imitando, assim que eu falei, André tomou meu rosto em suas mãos e me deu um beijo profundo e apaixonado que me deixou sem folego por um momento, depois que nos afastamos sorri de modo malicioso para ele.
_Hora do parabéns! - o DJ anunciou e Any subiu até o palco onde um bolo http://www.alessandratonisi.com.br/site/wp-content/uploads/2012/03/BOLO-RENDADO-PRETO-E-ROSA-380x380.jpg a aguardava, nós cantamos um parabéns todo em coro perfeito e assim ela assoprou a velas e desceu do palco sorrindo, toda feliz, nos abraçou e depois começamos a dançar novamente, enquanto o bolo era servido.

sexta-feira, 12 de julho de 2013

Capitulo 46 - Ruining My Party

Cap. 46 (pov. Any)
Eu mal acreditava que Max estava na minha festa, no primeiro momento eu me surpreendi por sua audácia, mas depois fiquei realmente abalada e brava, ele estava sendo estupido e grosso, ainda bem que May o colocou em seu lugar. Ele parecia tão lindo, perfumado, só que mesmo com a mascara ele estava vulnerável, Max me queria de volta, mas sabia que não seria fácil. Se ele tivesse me pedido para voltar antes de eu conhecer realmente Lucas, teria uma grande chance de eu dizer sim, mas agora eu amo Lucas e eu acho que posso ter uma vida com ele, como um casal perfeito que somos, porque nos completamos e é lindo como nós ficamos bem perto um do outro. No camarim enquanto todos brigavam, eu comecei a sentir a nossa conexão posta a prova, Max estava próximo demais, eu queria muito o abraçar naquele momento, e percebi que eu ainda o amava, só que a situação não era fácil, eu amava Lucas e queria ficar com Lucas.
_Any por favor... Vamos voltar. - Max falou em apelo.
_Você sabe que não é simples assim Max. - falei tentando segurar a vontade súbita de chorar.
_Nós podemos resolver isso Any, você ainda me ama, eu sinto isso e eu estou aqui, disposto a lutar por você. - sua sinceridade me pegou desprevenida, e antes mesmo de eu estar ciente, minhas lagrimas desceram por meu rosto.
_Como você pode ter tanta certeza disso? - perguntei com a voz embargada pelas lagrimas.
_Porque eu posso ver como você fica quando eu estou perto, você não consegue disfarçar o quanto me ama, mesmo tendo plena certeza que ama aquele idiota do seu namorado. - ele resmungou.
_Não ofenda Lucas, por favor. - pedi. _Eu realmente acho que tudo entre nós acabou Max, eu preciso de você longe. - falei tentando parar de chorar, mas as lagrimas insistiam em cair.
_Por favor, não me pesa para ficar longe, por favor não. - ele murmurou, tirou sua mascara lentamente e pude ver suas lagrimas descendo aos poucos por seu rosto. _Any não me pesa algo que me mataria.
_Você não pode dizer uma coisas dessas.- sussurrei. _Eu jamais quis te machucar, muito menos te matar.
_Mas é isso que vai acontecer, eu preciso de você tanto quanto preciso do ar. - ele murmurou, nós dois ainda chorávamos.
_Max... Eu não consigo ficar perto de você. - confessei. _Quanto estamos próximos. - me aproximei dele e sequei suas lagrimas. _Shh. Não chore, é que eu me sinto tão perdida quando você está comigo, é confuso o que eu sinto por você. Eu ainda te amo, mas eu preferia você longe.
Antes de ele me responder, André, Lucas e Miguel invadiram o camarim onde nos escondemos, a briga foi horrível, dei graças por May e sua autoridade no quesito luta, Jay cantou uma musica linda para May, mas isso só acabou de destruir ela. Eu estava naquele momento furiosa, eles quase acabaram com a minha festa e Max... Bem, ele acabou com  meu humor, eu só queria ter uma festa de 18, onde eu pudesse curtir com meu namorado e amigos, ficar de porre e depois rir com as filmagens e as fotos. Mas não, eu tive o pior aniversario do mundo e tudo por culpa deles e principalmente, culpa do Max.

Capitulo 45 - The Whole Plan Before The Fight

Cap. 45 (pov. Nathan)
Antes de irmos falar com as meninas, colocamos nossa plano em prática para tirar seus namorados de perto delas. Era basicamente uma coisa muito infantil, porém eficaz, conseguimos que um cara chamasse eles e falasse que estavam com problemas em alguma parte elétrica, por sorte eles acreditaram no cara e sumiram de nosso campo de visão, sem pensar duas vezes avançamos rapidamente para falar com as meninas, Helo quando me viu derrubou seu drink na bancada, e mesmo com seu jeito desastrado eu não conseguia tirar meus olhos dela, toda ela, estava mais linda, cheia de formas e sua roupa de cheerleader ficava extremamente colada ao seu corpo. Eu havia ficado mais de um mês longe dela, sem poder toca-la, te-la pra mim e eu estava apenas a observando, eu só conseguia encara-la e estudar cada traço de seu belo rosto, ela parecia espantada, mas nem tanto, era como se ela já soubesse que nós estávamos lá. Enquanto eles discutiam entre si, eu e Helo trocávamos olhares, até mesmo sorrisos, só que eu queria mais, eu queria ela pra mim de volta, pude ouvir May zombar de Max e ri com aquilo, os gritos começaram a ficar mais alto, então tomei um pouco de fôlego e falei como em um sussurro para Helo.
_Precisamos conversa.- e ela assentiu.
Não posso negar, eu estava realmente nervoso, queria que ela me escutasse e que voltássemos ao "normal", decidimos por unanimidade que deveríamos ir para um lugar reservado, Helo foi na frente e eu peguei sua mão, achando que ela aceitaria ser vista de mãos dadas comigo, mas pelo contrário, ela brigou comigo, falando de seu namorado, então soltei sua mão. Entramos em um tipo de camarim e assim a nossa conversa ou discussão começou, Helo chorava, eu tentava não chorar, May gritava e batia em Jay, Any chorava muito e Max falava baixinho. Era tão estranho toda aquela cena, que quando Helo me abraçou achei que estava tudo resolvido, só que ao contrario disso ela quis terminar de vez... Então depois disso foi tudo muito rápido, a porta se abriu, teve a briga, Jay cantou mesmo com a sobrancelha sangrando, saímos da festa pela porta dos fundos, nenhum paparazzi nos viu e quando finalmente chegamos no hotel, eu só quis ir direto para o quarto e deitar na minha cama, mas eu não queria dormir, eu queria chorar.
_Vai pra onde Nath? - Max perguntou com a voz rouca de lágrimas não derramadas.
_Vou para o meu quarto. E você? - falei melancolicamente
_Tirar esse sangue do meu rosto. - ele falou dando de ombros e indo para o seu quarto, Jay estava jogado no sofá, sua expressão vazia.
_Bird tudo bem? - perguntei, mas eu já sabia a resposta.
_Não... Eu não consigo entender como ela pode mudar tanto. - Jay murmurou.
_Eu também não entendo. Você vai desistir dela? - perguntei, com medo de sua resposta.
_Nunca, eu quero ela de volta, não consigo ser feliz sem ela. - ele falou.
_Penso o mesmo de Helo. Vou para meu quarto, boa noite Bird. - falei indo em direção ao meu quarto.
Tirei a mascara com fúria e cai de costas na cama, e logo depois eu estava chorando compulsivamente, realmente chorando, as lagrimas me sufocavam, queria tanto que Helo tivesse voltado para mim hoje mesmo, aposto que nessa hora eu estaria rindo, com ela em meus braços, tudo estaria bem, adormeci pensando nela e em como vou conquistar ela novamente.
 

quarta-feira, 10 de julho de 2013

Capitulo 44 - Time Of The Fight

Cap. 44 (pov. May)
Quando vi que Jay estava na festa com Nathan e Max, fiquei em estado de choque e de raiva, ele não tinha o direito de fazer aquilo, eu realmente acho que ele passou de todos os limites. A ideia de ir até o camarim foi brilhante, eu não queria mais atenção do que já estava recebendo, eu só espero que eles não sejam descobertos, eu mal comecei um relacionamento com André da forma correta. No camarim, Helo chorava e Any também, eu estava tão transtornada que só tinha raiva de Jay.
_Por que está afastada de mim? - Jay perguntou.
_Porque você é um idiota! - gritei, pronto está dito.
_Eu sou um idiota por lutar por você? - ele perguntou novamente, eu mantinha um olhar impassivo e ele parecia que estava lidando com um animal perigoso.
(Escute a musica: http://www.youtube.com/watch?v=OGZjx2Qm1hI )
_Não Jay! - gritei mais uma vez, é muito bom gritar. _Você é um idiota por me trair e ainda me querer de volta!
_Foi um erro enorme eu sei! - pela primeira vez na vida vi Jay perder seu controle. _Mas eu estou aqui! Eu viajei pra estar com você, eu quero você de volta! - o encarei, sem saber ao certo o que responder, suspirei e lhe contei a verdade.
_Eu te amo sabia. - falei sorrindo. _Você é o idiota. - lhe dei um tapa forte. _O idiota mais lindo. - outro tapa. _Mas eu te amo! - gritei e comecei a esbofetear ele, que tentava se proteger.
_E eu te amo, mas eu ainda não entendo o motivo de você estar me batendo. - Jay falou rindo, parei de lhe bater.
_Porque se eu não te bater eu vou te bei... - fui interrompida, a porta estava aberta com um único golpe, André, Lucas e Miguel estavam dentro do camarim, eu estava próxima de Jay, logo me afastei, o olhar dos seis garotos era ferozmente mortal, gelei por completo, com medo de que isso viesse a publico.
_Não acredito que esses merdas estão aqui! - André gritou e em inglês, ele queria que os outros entendessem.
_Olha como você fala! - Max falou com voz elevada, indo em direção a Lucas, ignorando por completo André.
_E você vai fazer o que? - Lucas perguntou, seu punho fechado, pronto para atacar, Max e seu maxilar tensionado.
_Ele não vai fazer nada! - Jay gritou. _Não viemos para brigar.
_Pois eu vim! - André gritou e partiu pra cima de Jay.
E depois tudo foi muito estranho e violento, André acertou Jay com muita força diretamente em seu olho, vi a sua sobrancelha se parti um pouco e o sangue jorrar, André continuou com os golpes, ele sabia o que estava fazendo, Jay conseguiu lhe atingir um soco no estomago, fazendo André saltar um pouco para frente, enquanto eles se arrebentavam eu só conseguia observar tudo, Any gritava sem parar, Helo olhava a tudo com panico, mas nenhuma de nós fez nada, eu acho que só implorávamos para que ninguém alem de nós visse aquela cena. Lucas derrubou Max no chão e lhe deu um chute no peitoral, quando foi dar o segundo chute Max agarrou seu pé e lhe derrubou, quando tinha Lucas no chão lhe deu um soco na boca, o que fez Lucas cuspir sangue, olhei para Max que estava com um olho roxo. Nathan e Miguel estavam cada um com o lábio inferior ferido, mas mesmo assim não paravam de golpear um ao outro. Reuni todo minha voz e minha fúria e gritei.
_Já chega dessa merda! - todos param, fui em cada dupla e puxei cada um pelo  colarinho, colando todos em ordem, como se estivessem em uma fila. _Agora me escutem seus imbecis! - gritei de novo. _Esse é o aniversário da minha prima! Eu quero que vocês, Max, Jay e Nathan saiam daqui! - falei entre dentes, eu odiava o fato de eles estragarem tudo.
_Por que não eles? - Jay peguntou apontando para André, Lucas e Miguel.
_Porque eles são nossos namorados! Mais que droga! Nos deixem em paz! - gritei dando enfase com as mãos.
_Vocês não podem negar que nos amam. - Max falou limpando a boca grosseiramente.
_Não. Não podemos. Mas podemos e queremos ficar longe de vocês! - gritei indo em direção à porta. _Agora saiam daqui! - eu não queria mais eles comigo.
_Saiam! - Any gritou. _Você estragou tudo Max! Minha vida, minha festa... Tudo! - ela estava transtornada.
_Adeus Nathan. - Helo falou por fim.
_Eu só quero cantar uma musica. - Jay pediu.
_Pra que? - André se intrometeu. _Ela já disse... Fora!
_Cala a boca! - gritei ao lado de André que tremeu. _Você quer cantar na frente de todos? - perguntei ainda impassiva.
_Sim. - ele falou decidido.
_Tudo bem. - falei indo até o DJ, que logo deu o microfone para Jay e colocou a batida que ele conhecia, eu sabia que musica era e sabia o significado de tudo aquilo.
(Escute a musica: http://www.youtube.com/watch?v=M2PJyhAnXbQ )
Eu vejo você ir embora, ir embora
Então porque você esta olhando para mim daquele jeito, daquele jeito?
Se você não for mexer, mexer
Comigo, então porque você vai lá e me beija daquele jeito, daquele jeito?
Minha cabeça está me matando, me matando garota
Você está me dizendo fique ou vai?
Se eu não posso ter você
Por que você não me deixe ir?
Se você não me quer
Diga na rádio
Então vá em frente, vá em frente, vá em frente jogue
Vamos lá, vamos lá, vamos lá, você nunca vai dizer
Que você não me quer
Porque você não consegue me deixar ir, ir
Segunda-feira e você está em cima de mim
Agora é sexta-feira e você está MIA
E se você está deixando ir, deixando ir
eu, então porque você vai e me abraça assim daquele jeito?
A perseguição está me matando me matando garota
Agora eu estou dizendo a você fique ou vá
Se eu não posso ter você
Por que você não me deixe ir?
Se você não me quer
Diga na rádio
Então vá em frente, vá em frente, vá em frente jogue
Vamos lá, vamos lá, vamos lá, você nunca vai dizer
Que você não me quer
Porque você não consegue me deixar ir, ir
Agora eu fui e disse tudo
Agora eu estou aqui fora no aberto
Não diga outra hora, outro lugar, outra face
Se eu não posso ter você
Por que você não me deixe ir?
Se você não me quer
Diga na rádio
Então vá em frente, vá em frente, vá em frente jogue
Vamos lá, vamos lá, vamos lá, você nunca vai dizer
Que você não me quer
Porque você não consegue me deixar ir, ir
Porque você não consegue me deixar ir, ir
Então vá em frente, vá em frente, vá em frente
Diga na rádio