segunda-feira, 14 de outubro de 2013
Ajudando minha amiga
Vocês que curtem moda, livros, séries e um pouco de cinema, podem ver tudo isso nesse blog http://blogcomplicadaperfeitinha.blogspot.com.br/ que é da minha amiga, lá tem de tudo e eu posso falar que é bem divertido ler o que ela posta. Eu também vou andar postando lá algumas coisas sobre livros e a minha outra amiga falará de seriados e filmes, então da uma passada nesse blog e se divirta.
Nova fanfic
Então gente, eu só estou aqui para postar o link da minha nova fanfic, que não vai ser para prisoners e sim directioners, bom se vocês quiserem dar uma olhada o link é esse http://letitbefanfic.blogspot.com.br/ beijos!
quinta-feira, 5 de setembro de 2013
Foi bom enquanto durou.
Então pessoal é isso, acabou. Estou um pouco triste por ter de encerrar a fic desse jeito, mas eu não estava conseguindo mais organizar minhas idéias e tudo estava ficando muito cansativo. Só quero agradecer vocês que leram as duas temporadas da fic e viram a evolução de May, Helo e Any. Obrigada mesmo.
quarta-feira, 4 de setembro de 2013
Epílogo
Prólogo (pov. NARRADOR)
Nada fora o mesmo depois daquele pequeno ato de funeral. As
meninas voltaram para o Brasil, amando ainda mais aqueles rapazes que as
fizeram sentir todas as emoções possíveis e aqueles rapazes olhavam para trás com
orgulho do que aquelas meninas fizeram com eles, os tornaram homens de verdade.
O tempo passou muito tempo... Tudo bem, não tanto tempo, mas cinco anos no
total. E a vida deu uma virada total.
Jay Mcguiness e Maria Carolina se juntaram depois que ela
terminou a faculdade, não se casaram, se juntaram. Ela foi morar com ele logo
depois de descobrir que ele havia entrado com um pedido de adoção de uma linda
garotinha https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh3zxp_hPEZmKjnxgj7GoKZZqUkY-o9CNhDyyBQB8l4TmNQwH8VnWcR5hFIIr7atITWRpmGgUbr-xO5o-8G49JEJL0Pzh_aqpRZm5IAxgYtZ75v2p67ia7stRF-dcV6czjCFt2o6xvmG8jT/s320/_dudaborgescarloscontreras0027.jpg de 10 anos, eles decidiram por uma criança maior, já que bebês
os deixavam nervosos. Conseguiram uma bela casa http://www.rainhasdolar.com/media/2/20061130-mansao.jpg em uma área calma de
Londres.
Max George e Ana Paula descobriram a gravidez dela naquele
fim de ano, ela terminou a faculdade e correu para Londres, os dois também arrumaram
uma casa para morar e estão ansiosos para o nascimento do bebê, que é um
menino.
Nathan Sykes e Heloisa casaram, em uma cerimônia simples em
um jardim, coberto de flores, pois escolheram a primavera para esse evento, se
mudaram para um apartamento na parte movimentada de Londres, os dois queriam se
sentir parte da cidade.
Foi tudo tão rápido, mas tudo tão complicado e terrível que
o final para esses jovens casais é a melhor parte de tudo isso, de toda essa
bagunça que é a vida.
Pov. May
Cinco anos que eu e Jay havíamos conseguido a guarda de
Brittany que agora era uma garota linda de 15 anos http://trends4ladys.files.wordpress.com/2010/06/dakota-fanning-cfda-fashion-awards-2010-02.jpg hoje seria seu
aniversário, tudo foi organizado com todo o amor, com todo o cuidado e carinho,
ela estava no salão se arrumando enquanto eu terminava o nó da gravata de meu
amor, lhe dei um selinho e ele sorriu.
_Você está linda May. – Jay http://pbs.twimg.com/media/BE23rt5CIAAKH2w.jpg:large falou e eu corei, sempre corava
quando ele me elogiava.
_Estou parecendo uma mãe. – falei sorrindo e rodei em sua
frente para mostrar minha roupa https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhndkawRIGmKEzx8FrVVCN_dcYY8GzGcGicZTBx0n-dljkgZkii4BkoDwKjHAA8IhfP9FBU2NHL61HXkn5HGIQIha9zVY2nj2-gEhms5qH2tL1y9aQHXh6YNnfbhQt7h0b17z4wvvFtrAXH/s400/Debby+Elton+John+Fundation+event.jpg .
_Uma mãe muito linda. – ele falou e me puxou para seus
braços, me dando um beijo apaixonado de surpresa.
_Chega pai irresponsável. – falei me afastando dele e
arrumando meu cabelo. _Vai deixar Brad dançar com Britt? – perguntei.
_Por que não deixaria. – ele falou, mas sentir o amargo em
sua voz. _Ele é o namorado dela faz dois anos.
_Não fique assim querido, ela te ama mais. – disse e sai do
quarto.
Desci as escadas com certa velocidade, tudo estava preparado
para a festa de 15 anos dela, seria tudo perfeito, o tempo mesmo de noite
estava limpo e não fazia muito frio, o DJ estava terminando de arrumar as ultimas
caixas, o Buffet já preparava os petiscos e os garçons já enchiam as taças com
champanhe e s convidados já começavam a chegar. Brittany seria a ultima a pisar
na festa. Me dirigi até o palco que o DJ estava e vi um grande espaço ao lado,
acho que a banda de Brad http://data.whicdn.com/images/32315624/austin-mahone-1339633359_large.jpg vai tocar. Corri até a entrada quando vi os
carros de Any e de Helo passarem pelos seguranças. A primeira a descer foi Helo http://deliriosdeumaconsumista.com.br/wp-content/uploads/2013/01/Sem-t%C3%ADtulo-1-c%C3%B3pia.png que correu para me abraçar, já tinham se passado 2 meses desde a ultima
vez de que nos vimos.
_Oi mamãe. – ela brincou e eu revirei os olhos. _Está muito
bonita May.
_Você também está Helo. – falei soltando o abraço.
_Mamãe! – Nathan http://music.ninemsn.com.au/img/blog/blog040113_wanted.jpg gritou e eu revirei os olhos de
novo.
_Vocês combinaram de me chamar assim não é? – perguntei e
eles começaram a rir.
_Claro que sim! – ele falou ainda rindo.
Encaminhei-os até onde deveriam encontrar Jay e vi Any http://i0.statig.com.br/bancodeimagens/ax/v8/kl/axv8klhmopycf35b0hopyzno5.jpg descer do carro dando a mão para Jake http://www.iguatemiportoalegre.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/06/KIDS1.jpg Max http://31.media.tumblr.com/84caae5ac14af184a395ef6de234d862/tumblr_mqh6ujDwtg1qbppuro1_500.jpg desceu
segurando algumas bolsas e percebi que era de Jake, ele ainda se sujava muito e
Any detestava crianças sujas.
_May! – ela gritou e me deu um abraço apertado.
_Você está linda Any. – falei me soltando e abaixando para
dar um beijo na testa de Jake que ficava puxando meu vestido, ele sorriu
vitorioso e correu para dentro.
_Como está o coração do papai? – Max perguntou rindo.
_Animado. – falei lhe dando um abraço.
A festa estava boa, tudo nos conformes, um tempo depois a
promoter foi me avisar que Britt tinha chegado e estava á espera minha e de
Jay. Quando cheguei perto da minha filha junto de Jay sorri e deixei algumas
lágrimas me escaparem.
_Não chora mamãe. – ela pediu, mas ela estava parecendo uma
princesa de tão linda http://mdemulher.abril.com.br/blogs/famosas-na-moda/files/2011/05/dakota-fanning-vestido-vale.jpg .
_Ela está feliz querida. – Jay falou lhe dando um abraço.
_Só não me faça chorar. – Britt falou me abraçando e eu
sorri secando minhas lágrimas.
Entramos os três de braços dados, vários flashes nos
atingiram e eu sorri quando vi Brittany falando “eu te amo” para Jay quando ela
se soltou dele e de mim, indo para os braços de Brad http://www.aceshowbiz.com/images/wennpic/austin-mahone-2013-muchmusic-video-awards-02.jpg . Eles dançaram, ela tirou fotos,
sorriu. Eu e Jay dançamos, bebemos e sorrimos para Britt todas as vezes que ela
nos olhava. Depois de muito tempo de festa Jay, Nathan, Max, Siva e Tom subiram
no palco, na parte que estava vazia, percebi que todos estavam com microfones.
_Filha. – Jay falou e á vi sorrindo. _Esse é meu presente
para você, já que não se lembra muito de quando papai cantava.
Com essas palavras a batida que eu tanto conhecia começou e
sem qualquer cerimônia eu gritei, como na primeira vez que os vi se apresentando
e percebi que Helo e Any faziam os mesmo.
Escute a musica: ( http://www.youtube.com/watch?v=2ggzxInyzVE
)
O sol se põe
As estrelas saem
E tudo o que conta
É aqui e o agora
Meu universo
Nunca mais será o mesmo
Estou feliz que você veio
Você lançou um feitiço em mim, feitiço em mim
Me acertou como se o céu tivesse caído em mim, caído em mim
E eu decidi que você cai bem em mim, bem em mim
Então vamos a algum lugar onde ninguém possa nos ver, você e eu
Apague as luzes agora
Agora eu vou te levar pela mão
Vou te dar outra bebida
Beba se puder
Pode ficar um tempinho
O tempo está voando
Para longe de nós, então fique
Fique comigo, eu posso fazer
Fazer você ficar feliz por ter vindo
O sol se põe
As estrelas saem
E tudo que importa
É o aqui e o agora
Meu universo nunca será o mesmo
Fico feliz que você veio
Fico feliz que você veio
Você lançou um feitiço em mim, feitiço em mim
Me acertou como se o céu tivesse caído em mim, caído em mim
E eu decidi que você cai bem em mim, bem em mim
Então vamos a algum lugar onde ninguém possa nos ver, você e eu
Apague as luzes agora
Agora eu vou te levar pela mão
Vou te dar outra bebida
Beba se puder
Pode ficar um tempinho
O tempo está voando
Para longe de nós, então fique
Fique comigo, eu posso fazer
Fazer você ficar feliz por ter vindo
O sol se põe
As estrelas saem
E tudo que importa
É o aqui e o agora
Meu universo
Nunca será o mesmo
Fico feliz que você veio
Fico feliz que você veio
Fico feliz que você veio
Tão feliz que você veio
Fico feliz que você veio
Fico feliz que você veio
O sol se põe
As estrelas saem
E tudo que importa
É o aqui e o agora
Meu universo
Nunca será o mesmo
Fico feliz que você veio
Fico feliz que você veio
Quando a musica acabou, Britt
correu para o palco abraçar o pai e seus ex companheiros de banda, segurei a
emoção daquela cena, era ótimo ver que os meninos não tinham perdido o jeito.
Jay desceu do palco e veio em minha direção corri para seus braços e nos
beijamos como se fossemos adolescentes que acabaram de se conhecer. Finalmente
a festa acabou, não que eu estava detestando, mas eu estava cansada e queria
minha casa quieta novamente, Britt conseguiu que o pai deixasse ela ir dormir
na casa de Brad, mas pediu para os pais dele, que os colocassem em quartos separados
e conseguiu. Tinha terminado de tomar meu banho e já era 5 da manhã, agora eu
dormia mais do que antes e me sentia muito melhor, Jay já estava deitado na
cama sem camisa e com seu short, olhando para mim enquanto eu terminava de
passar meus cremes noturnos http://glamoda.com.br/wp-content/uploads/2012/11/baby-doll-vermelho-1.jpg .
_O que foi? – perguntei vendo seu
olhar malicioso.
_Você continua tendo as mesmas
curvas que me deixam loucos. – ele falou me puxando para deitar ao seu lado.
_Espero ter essas curvas sempre. –
falei lhe dando um beijo calmo.
_Quero casar com você. – ele sussurrou
em meu ouvido.
_Por que Jay? – perguntei.
_Casamento só estraga tudo.
_As pessoas estragam tudo. – ele murmurou.
_Sim. – falei sorrindo.
_Vai se casar comigo? – ele perguntou
surpreso.
_Vou me casar com você. –
sussurrei e nos beijamos.
Era verdade aquilo que ele tinha
dito, o casamento não estraga nada, as pessoas estragam e eu jamais gostaria de
estragar alguma coisa com Jay, ele me fazia feliz e eu o fazia feliz, e nós
dois fazíamos Brittany feliz, era só isso que precisávamos.
segunda-feira, 2 de setembro de 2013
Capitulo 90 - Happiness Returned?
Cap. 90 (pov. May)
A musica e o beijo me consumiram de tal maneira que quase me esqueci que estava no quarto que deveria ser do meu filho, me afastei de Jay com delicadeza, ele me observou por alguns segundos e entendeu meu olhar, com um movimento gracioso, ele me pegou no colo, como se fossemos casados e me carregou até nosso quarto, me colocando com cuidado na cama e tirando sua camiseta e short, permanecendo somente de cueca, caminhou devagar até a cama, se sentou e abriu meu robe, com tamanha delicadeza que minha pele formigou onde suas mãos repousaram em meus ombros, quando terminou de tirar o robe, me deitei novamente na cama, me aninhando nos travesseiros fofos de Jay, ele sorriu e subiu na cama ao meu lado, eu queria sentir seu corpo, seu calor, mas algo me impedia, eu estava com... Medo... Medo de ele me machucar, não daquela forma, mas parecia ser minha primeira vez, meu coração palpitava e minhas mãos suavam, senti seus lábios quentes, quase febris em minha garganta e gemi, involuntariamente, senti seu sorriso em meu pescoço, afastou minhas pernas com uma das mão e se posicionou entre elas, senti seu volume crescente e mais uma vez gemi, Jay se debruçou contra mim e me beijou, seus lábios possuindo minha boca, mas com tamanha delicadeza, ele segurou minha cintura com força e senti seus dedos quentes através do meu baby doll, enviando um calor descomunal até minha barriga, deixando seu peso cair sobre mim, Jay roçou sua ereção contra mim e engasguei durante o beijo, continuava nervosa e suava. Tudo estava tão bom, confuso e me amedrontava de um jeito que não consegui ouvir, quando Any, Helo, Max e Nathan entraram no nosso quarto ligando luz, só fui perceber quando Jay, pulou sobre mim e pegou um travesseiro para cobrir sua ereção.
_Ai meu Deus! - Helo gritou e tampou seu olho.
_Não... Não sabíamos que vocês... Que estavam... Bem... Pelo amor de Deus May, feche essas pernas! - Any gaguejou em algumas partes e depois gritou, com um movimento rápido Jay fechou minhas pernas, com suas mãos firmes, eu ainda estava em choque.
_Então... - Max começou a falar vermelho de vergonha. _Não consigo falar enquanto a May estiver sem cobrir os seios. - ele apontou para mim e Jay mais uma vez com suas mãos firmes me puxou para seu lado me abraçando forte.
_Gente da pra falar logo? - Jay pediu.
_Não é algo que a gente possa falar com vocês seminus na cama. - Nathan explicou, eu olhava como o peito de Jay subia e descia, a conversa toda não importava para mim, eu estava gostando de me sentir próxima dele.
_Só fale logo Baby. - Helo esbravejou, ela continuava com as mãos nos olhos.
_Nós não queremos mais o quarto do bebê. - Any falou rápido, e eu esqueci que estava com Jay, tudo ficou silencioso, tudo ficou gelado e sem sentido, me voltei para encara-los, incrédula... Eu estava incrédula! Aquele quarto era a unica coisa sólida que eu podia ter para meu filho que jamais nascera.
_Pode repetir. - Jay pediu, ele estava pálido, com o maxilar firme, como se seus dentes fossem virar pó se ele fizesse mais força.
_O quarto só nos deixa mal, deixa você e principalmente May, tristes, queremos tirar tudo, até mesmo a cor das paredes. - Max falou, nervoso, ele estava... Bravo.
_É do meu filho! - Jay gritou me assustando e eu o abracei forte, era noite, agora fazia muito frio e eu sentia o peito de Jay subir e descer de forma violenta.
_Ele morreu Jay. - sussurrei e ele me olhou, senti que era verdade, aquele quarto me fazia tão mal, então me enrolei nele com mais força e ele me abraçou de volta. _Tirem tudo. - murmurei sobre o peito de Jay.
_Nós temos que mostrar uma coisa para vocês. - Helo falou.
_O que? Já estão com o caminhão ai na frente? - Jay falou petulante e eu lhe dei um beijo no canto da boca, uma forma de acalma-lo.
_É lá fora, podem ir lá, ó por um momento? - Nathan pediu.
_Vamos Bird. - falei me levantando, coloquei meu robe e meus chinelos, Jay sem cerimonias se levantou e colocou seu short, alcançou uma manta e a enrolou em seu ombro, fui até ele e abracei sua cintura, ele abraçou meu ombro, colocando um pouco da manta em mim também.
_Vamos? - Helo falou agora sem as mãos nos olhos, assentimos e os seguimos até o quintal de trás.
O vento erá gélido e me fez tremer, Jay me abraço com mais força, todos estavam bem vestidos exceto por Jay e eu, andamos pelo quintal e eu ia perguntar o que eles iriam me mostrar, mas então eu vi 4 rosas brancas plantas no chão, e atrás delas uma pequena lápide, quase do tamanho de uma caixa de perfume, me agachei junto de Jay e li naquela pequena lápide "Adeus bebê. Filho, amado que jamais viu seus pais, olhe por nós." Jay soluçou e puder ver ele chorando e dizendo "Obrigado", para os amigos, mas eu só olhei aquilo tudo, me virei para Any e Helo e sorri, um grande sorriso brilhante, elas sorriram de volta. Depois de alguns momentos apenas olhando tudo aquilo, Jay entrou na casa junto de mim e fomos dormir, abraçados e quietos, mas sorrindo, um para o outro.
A musica e o beijo me consumiram de tal maneira que quase me esqueci que estava no quarto que deveria ser do meu filho, me afastei de Jay com delicadeza, ele me observou por alguns segundos e entendeu meu olhar, com um movimento gracioso, ele me pegou no colo, como se fossemos casados e me carregou até nosso quarto, me colocando com cuidado na cama e tirando sua camiseta e short, permanecendo somente de cueca, caminhou devagar até a cama, se sentou e abriu meu robe, com tamanha delicadeza que minha pele formigou onde suas mãos repousaram em meus ombros, quando terminou de tirar o robe, me deitei novamente na cama, me aninhando nos travesseiros fofos de Jay, ele sorriu e subiu na cama ao meu lado, eu queria sentir seu corpo, seu calor, mas algo me impedia, eu estava com... Medo... Medo de ele me machucar, não daquela forma, mas parecia ser minha primeira vez, meu coração palpitava e minhas mãos suavam, senti seus lábios quentes, quase febris em minha garganta e gemi, involuntariamente, senti seu sorriso em meu pescoço, afastou minhas pernas com uma das mão e se posicionou entre elas, senti seu volume crescente e mais uma vez gemi, Jay se debruçou contra mim e me beijou, seus lábios possuindo minha boca, mas com tamanha delicadeza, ele segurou minha cintura com força e senti seus dedos quentes através do meu baby doll, enviando um calor descomunal até minha barriga, deixando seu peso cair sobre mim, Jay roçou sua ereção contra mim e engasguei durante o beijo, continuava nervosa e suava. Tudo estava tão bom, confuso e me amedrontava de um jeito que não consegui ouvir, quando Any, Helo, Max e Nathan entraram no nosso quarto ligando luz, só fui perceber quando Jay, pulou sobre mim e pegou um travesseiro para cobrir sua ereção.
_Ai meu Deus! - Helo gritou e tampou seu olho.
_Não... Não sabíamos que vocês... Que estavam... Bem... Pelo amor de Deus May, feche essas pernas! - Any gaguejou em algumas partes e depois gritou, com um movimento rápido Jay fechou minhas pernas, com suas mãos firmes, eu ainda estava em choque.
_Então... - Max começou a falar vermelho de vergonha. _Não consigo falar enquanto a May estiver sem cobrir os seios. - ele apontou para mim e Jay mais uma vez com suas mãos firmes me puxou para seu lado me abraçando forte.
_Gente da pra falar logo? - Jay pediu.
_Não é algo que a gente possa falar com vocês seminus na cama. - Nathan explicou, eu olhava como o peito de Jay subia e descia, a conversa toda não importava para mim, eu estava gostando de me sentir próxima dele.
_Só fale logo Baby. - Helo esbravejou, ela continuava com as mãos nos olhos.
_Nós não queremos mais o quarto do bebê. - Any falou rápido, e eu esqueci que estava com Jay, tudo ficou silencioso, tudo ficou gelado e sem sentido, me voltei para encara-los, incrédula... Eu estava incrédula! Aquele quarto era a unica coisa sólida que eu podia ter para meu filho que jamais nascera.
_Pode repetir. - Jay pediu, ele estava pálido, com o maxilar firme, como se seus dentes fossem virar pó se ele fizesse mais força.
_O quarto só nos deixa mal, deixa você e principalmente May, tristes, queremos tirar tudo, até mesmo a cor das paredes. - Max falou, nervoso, ele estava... Bravo.
_É do meu filho! - Jay gritou me assustando e eu o abracei forte, era noite, agora fazia muito frio e eu sentia o peito de Jay subir e descer de forma violenta.
_Ele morreu Jay. - sussurrei e ele me olhou, senti que era verdade, aquele quarto me fazia tão mal, então me enrolei nele com mais força e ele me abraçou de volta. _Tirem tudo. - murmurei sobre o peito de Jay.
_Nós temos que mostrar uma coisa para vocês. - Helo falou.
_O que? Já estão com o caminhão ai na frente? - Jay falou petulante e eu lhe dei um beijo no canto da boca, uma forma de acalma-lo.
_É lá fora, podem ir lá, ó por um momento? - Nathan pediu.
_Vamos Bird. - falei me levantando, coloquei meu robe e meus chinelos, Jay sem cerimonias se levantou e colocou seu short, alcançou uma manta e a enrolou em seu ombro, fui até ele e abracei sua cintura, ele abraçou meu ombro, colocando um pouco da manta em mim também.
_Vamos? - Helo falou agora sem as mãos nos olhos, assentimos e os seguimos até o quintal de trás.
O vento erá gélido e me fez tremer, Jay me abraço com mais força, todos estavam bem vestidos exceto por Jay e eu, andamos pelo quintal e eu ia perguntar o que eles iriam me mostrar, mas então eu vi 4 rosas brancas plantas no chão, e atrás delas uma pequena lápide, quase do tamanho de uma caixa de perfume, me agachei junto de Jay e li naquela pequena lápide "Adeus bebê. Filho, amado que jamais viu seus pais, olhe por nós." Jay soluçou e puder ver ele chorando e dizendo "Obrigado", para os amigos, mas eu só olhei aquilo tudo, me virei para Any e Helo e sorri, um grande sorriso brilhante, elas sorriram de volta. Depois de alguns momentos apenas olhando tudo aquilo, Jay entrou na casa junto de mim e fomos dormir, abraçados e quietos, mas sorrindo, um para o outro.
Capitulo 89 - Stop Tormenting
Cap. 89 (pov. Jay)
Um mês passou voando, as meninas ainda tinham mais um mês, mas eu me sentia cansado, nos shows eu chorava quando via alguma criança, esperava que quando voltasse para a casa May estivesse sorrindo e me esperando de braços abertos, mas ela ficava no quarto do bebê, chorando, abraçada ao ursinho de pelúcia ou simplesmente olhava para o nada, as vezes dava alguns sorrisos sem emoção para me confortar, mas não confortava, só me deixava pior. Olhava para nós dois, ambos magros, pálidos, com olhares cansado e vazios, ninguém podia nos ajudar e eu resolvi mostrar para Helo e Any que elas deviam sair e se divertir com Nathan e Max. Então depois de May insistir muito, elas foram, nos deixando sozinhos na casa, me joguei na cama, May tomava banho, não consegui dormir e então pulei, peguei um caderno e uma caneta e comecei a escrever, nem percebi que May tinha saído do banheiro, vestida http://www.temestilo.com.br/produtos/imagens/951/(951)robe_de_cetim_ref_3156_-_colecao_intimity_full.jpg , ultimamente ela não se trocava perto de mim, mesmo depois de tirar os pontos, ela passou por mim, me deu um beijo na testa e foi para o quarto do bebê, suspirei pesadamente, ela se machucava tanto quando entrava naquele lugar, terminei de escrever as ultimas palavras, peguei meu violão e corri para o quarto do bebê, encontrando May olhando tristemente para o berço, sentada na poltrona que tinha ao lado, com um pouco de relutância ela me encarou, secou lentamente suas lágrimas e falou rouca.
_O que foi Bird? - parecia preocupada.
_Fiz uma musica para você. - sussurrei e vi seus lábios formarem um quase sorriso.
_Cante para mim. - ela pediu puxando um banco para frente da poltrona.
_Tudo bem. - suspirei e me sentei no banco, ela cruzou as pernas, agora finas e brancas, se apoiou no joelho e chegou perto de mim, poderia ter beijado ela, mas... Essa não era a May que eu conhecia, estava totalmente triste e sem vida, pedi para ela segurar o caderno perto de mim e comecei a cantar.
Escute a musica: ( http://www.youtube.com/watch?v=l01zVcTL6lI )
Um mês passou voando, as meninas ainda tinham mais um mês, mas eu me sentia cansado, nos shows eu chorava quando via alguma criança, esperava que quando voltasse para a casa May estivesse sorrindo e me esperando de braços abertos, mas ela ficava no quarto do bebê, chorando, abraçada ao ursinho de pelúcia ou simplesmente olhava para o nada, as vezes dava alguns sorrisos sem emoção para me confortar, mas não confortava, só me deixava pior. Olhava para nós dois, ambos magros, pálidos, com olhares cansado e vazios, ninguém podia nos ajudar e eu resolvi mostrar para Helo e Any que elas deviam sair e se divertir com Nathan e Max. Então depois de May insistir muito, elas foram, nos deixando sozinhos na casa, me joguei na cama, May tomava banho, não consegui dormir e então pulei, peguei um caderno e uma caneta e comecei a escrever, nem percebi que May tinha saído do banheiro, vestida http://www.temestilo.com.br/produtos/imagens/951/(951)robe_de_cetim_ref_3156_-_colecao_intimity_full.jpg , ultimamente ela não se trocava perto de mim, mesmo depois de tirar os pontos, ela passou por mim, me deu um beijo na testa e foi para o quarto do bebê, suspirei pesadamente, ela se machucava tanto quando entrava naquele lugar, terminei de escrever as ultimas palavras, peguei meu violão e corri para o quarto do bebê, encontrando May olhando tristemente para o berço, sentada na poltrona que tinha ao lado, com um pouco de relutância ela me encarou, secou lentamente suas lágrimas e falou rouca.
_O que foi Bird? - parecia preocupada.
_Fiz uma musica para você. - sussurrei e vi seus lábios formarem um quase sorriso.
_Cante para mim. - ela pediu puxando um banco para frente da poltrona.
_Tudo bem. - suspirei e me sentei no banco, ela cruzou as pernas, agora finas e brancas, se apoiou no joelho e chegou perto de mim, poderia ter beijado ela, mas... Essa não era a May que eu conhecia, estava totalmente triste e sem vida, pedi para ela segurar o caderno perto de mim e comecei a cantar.
Escute a musica: ( http://www.youtube.com/watch?v=l01zVcTL6lI )
Como posso segurar um espelho para os seus olhos?
Fale da maneira que você possa entender o que está dentro
Você foi dividido em mil maneiras diferentes
Eu estive procurando sobre imagens e que dificilmente têm a mesma aparência
eu posso vê-lo a partir de uma milha que a forma como o seu sorriso é alterado
Mas você não sabe
É difícil para mim sentar e assistir você ficar doente
quando tudo que eu quero fazer é tentar
Somente você pode escavar-se fora pouco antes de quebrar, sim
Somente você pode levantar-se antes de você ficar preso, sim
Se toda essa dor se espalhou por todo o seu rosto
Tudo o que eu quero fazer é ajudá-lo a sair deste lugar
Só você
Então se apresse saber antes de você correr para fora de tempo
Antes de executar fora de tempo
Bonito, que é a única maneira que eu vejo você
Ninguém mais pode te amar da maneira que eu faço
Às vezes eu tenho que preocupar-se de ter tomado em demasia
E este mundo louco em que vivemos realmente não dou a mínima
Se pudéssemos remar para um lugar quando era só você e e
É difícil para mim sentar e assistir você ficar doente
quando tudo que eu quero fazer é tentar
Somente você pode escavar-se fora pouco antes de quebrar, sim
Somente você pode levantar-se antes de você ficar preso, sim
Se toda essa dor se espalhou por todo o seu rosto todo
eu quero fazer é ajudá-lo a sair deste lugar
Só você
Então se apresse agora apenas antes de executar fora de tempo
Antes de executar fora de tempo
Você pode executar fora de tempo
La la la la la la la la la la la la la la la la la la la la
Você pode executar fora de tempo
La la la la la la la la la la la la la la la la la la la la
Você pode executar fora de tempo
Somente você pode escavar-se fora pouco antes de quebrar, sim
Somente você pode levantar-se antes de você ficar preso, sim
Somente você pode escavar-se fora pouco antes de quebrar, sim
Somente você pode levantar-se antes de você ficar preso, sim
Se toda essa dor se espalhou por todo o seu rosto todo
eu quero fazer é ajudá-lo a sair deste lugar
Só você
Então se apresse agora apenas antes de executar fora de tempo
Antes de executar fora de tempo
Terminei a letra e May se atirou em meus braços, chorando, soluçando, mas consegui ouvir ela sussurrar diversas vezes "Eu te amo". Coloquei seu rosto entre minhas mãos e a beijei, primeiramente com leveza, como se pedisse permissão, então quando suas mãos foram para meus braços, aprofundei o beijo, só nos separamos quando o ar nos faltou, ela sorriu, e esse sorriso alcançou seus olhos.
_Você parece tão... - eu não conseguia falar.
_Eu vou melhorar Bird. - May sussurrou. _Só preciso de um tempo, você consegue me dar esse tempo? - ela perguntou incerta, seu rosto ainda estava em minhas mãos.
_Só se me beijar mais uma vez. - murmurei e ela sorriu, se inclinou e tirou minhas mãos de seu rosto, as colocou em sua cintura e deslizou suas mãos até meus cabelos, me trazendo para ela.
_Um beijo é pouco Bird. - May falou tão baixo que pensei ter imaginado sua voz, então ela me beijou fervorosa, sua boca, firme, sua língua persuasiva, me fazendo gemer, May sorriu com os lábios colados no meu. _Ainda me ama? - ela perguntou se afastando, me surpreendi com sua pergunta.
_Claro que amo May. - falei rápido. _Como pode pensar que não amo?!
_Eu me afastei de você Jay, eu não sabia se ainda tinha seu amor. - ela confessou com o rosto agora sério.
_Sempre vou amar você. - sussurrei e ela se inclinou para me dar outro beijo.
sexta-feira, 30 de agosto de 2013
Capitulo 88 - Everything Seems So Dark
Cap. 88 (pov. Helo)
Por três semanas May ficou internada no hospital se recuperando da cirurgia, Jay não deixava ela por um minuto, as vezes quando eu ia falar com ela, May não respondia, ficava longe, chorava em silencio e eu não conseguia dizer as coisas certas. Hoje ela iria para a casa, pediu antes de tudo não desmanchar o quarto do bebê, ela queria poder sentir a presença de seu filho perdido que mal teve a chance de viver e agora ela não poderia ter mais bebê nenhum.
_Ela chegou! - Any gritou na porta do meu quarto e eu segui com ela escada abaixo.
_Onde está o resto do pessoal? - May perguntou, se referindo a Siva, Nareesha, Tom e Kelsey, que tinham saído para resolver algumas coisas da banda.
_Não sei. - Jay falou sorrindo torto.
_May! - Any gritou e correu para abraçar a prima que reclamou de dor.
_Ainda estou com os pontos. - ela advertiu. _Não vai me dar um abraço? - May falou vindo em direção á mim, vi suas olheiras, seu rosto pálido, sua testa levemente roxa e sua barriga, agora reta.
_Olá. - sussurrei, ela me abraçou e quando senti suas costelas, não aguentei e chorei. _Não é justo sabia. - sussurrei em seu ouvido ela assentiu. _Ele tinha tudo para ser o bebê mais amado do mundo.
_Tudo bem querida. - May falou tomando meu rosto em suas mãos, sorriu, mas a alegria não alcançou seus olhos. _Tudo bem. - ela sussurrou e eu assenti me afastando, limpando os olhos.
_Até que enfim você voltou May, estou precisando de refeições gostosas. - Max falou tentando tirar algum sorriso dela, ela o abraçou, delicadamente. _Senti tanta a sua falta. - ele falou com a voz rouca e vi uma lágrima lhe escapar.
_Minha vez. - Nathan falou e abraçou May. _Queria poder fazer a dor ir embora. - ele falou baixinho, mas eu escutei.
_Jay. - ela chamou se libertando do abraço de Nath. _Bird, eu quero ver onde ele ia dormir. - pediu, com a voz engasgada.
_Claro. - Jay disse forçando um sorriso.
Eles foram de mãos dadas até o quarto, fomos logo atrás em silencio, May abriu a porta e passou a mão por cada detalhe do quarto, Jay observava tudo em silencio, vi ele engolindo seco várias vezes. Tudo parecia normal, até que May alcançou o ursinho que vestia uma camiseta escrita "I love my mother" e caiu de joelhos, reclamou da dor, mas depois chorou, abraçando fortemente o urso, Jay se ajoelhou na sua frente e abraçou May com toda sua força, todos ficamos lá, na porta, em silencio, observando tudo, vendo a dor deles, vendo como era a perda de um filho e desejei poder ficar no lugar de May, pois a cada soluço que ela dava no ombro de Jay, eu sentia uma facada em meu peito.
Por três semanas May ficou internada no hospital se recuperando da cirurgia, Jay não deixava ela por um minuto, as vezes quando eu ia falar com ela, May não respondia, ficava longe, chorava em silencio e eu não conseguia dizer as coisas certas. Hoje ela iria para a casa, pediu antes de tudo não desmanchar o quarto do bebê, ela queria poder sentir a presença de seu filho perdido que mal teve a chance de viver e agora ela não poderia ter mais bebê nenhum.
_Ela chegou! - Any gritou na porta do meu quarto e eu segui com ela escada abaixo.
_Onde está o resto do pessoal? - May perguntou, se referindo a Siva, Nareesha, Tom e Kelsey, que tinham saído para resolver algumas coisas da banda.
_Não sei. - Jay falou sorrindo torto.
_May! - Any gritou e correu para abraçar a prima que reclamou de dor.
_Ainda estou com os pontos. - ela advertiu. _Não vai me dar um abraço? - May falou vindo em direção á mim, vi suas olheiras, seu rosto pálido, sua testa levemente roxa e sua barriga, agora reta.
_Olá. - sussurrei, ela me abraçou e quando senti suas costelas, não aguentei e chorei. _Não é justo sabia. - sussurrei em seu ouvido ela assentiu. _Ele tinha tudo para ser o bebê mais amado do mundo.
_Tudo bem querida. - May falou tomando meu rosto em suas mãos, sorriu, mas a alegria não alcançou seus olhos. _Tudo bem. - ela sussurrou e eu assenti me afastando, limpando os olhos.
_Até que enfim você voltou May, estou precisando de refeições gostosas. - Max falou tentando tirar algum sorriso dela, ela o abraçou, delicadamente. _Senti tanta a sua falta. - ele falou com a voz rouca e vi uma lágrima lhe escapar.
_Minha vez. - Nathan falou e abraçou May. _Queria poder fazer a dor ir embora. - ele falou baixinho, mas eu escutei.
_Jay. - ela chamou se libertando do abraço de Nath. _Bird, eu quero ver onde ele ia dormir. - pediu, com a voz engasgada.
_Claro. - Jay disse forçando um sorriso.
Eles foram de mãos dadas até o quarto, fomos logo atrás em silencio, May abriu a porta e passou a mão por cada detalhe do quarto, Jay observava tudo em silencio, vi ele engolindo seco várias vezes. Tudo parecia normal, até que May alcançou o ursinho que vestia uma camiseta escrita "I love my mother" e caiu de joelhos, reclamou da dor, mas depois chorou, abraçando fortemente o urso, Jay se ajoelhou na sua frente e abraçou May com toda sua força, todos ficamos lá, na porta, em silencio, observando tudo, vendo a dor deles, vendo como era a perda de um filho e desejei poder ficar no lugar de May, pois a cada soluço que ela dava no ombro de Jay, eu sentia uma facada em meu peito.
Capitulo 87 - Sad Days Arrived
Cap. 87 (pov. Nathan)
Foi uma total correria até o hospital, Jay chorava e tremia por causa dos soluços, eu tentei muito acalma-lo, mas o que eu poderia fazer?! Ele acabara de saber que o filho e a mulher que ele ama estão em perigo de vida e vendo seu rosto eu podia saber que ele já sabia o que estava esperando por ele. Atravessamos um grande corredor branco e bem iluminado e chegamos a sala de espera, corri para abraçar Helo que tinha sangue nas mãos, Any chorava em silencio segurando um cobertor pequeno coberto de sangue, Max só se sentou ao seu lado, todos ficamos com nossas namoradas, menos Jay que chorava e andava de um lado para o outro com certa aflição no olhar. Já se passava da meia noite quando o médico saiu da ala cirúrgica, Jay como ficou cansado, tinha se sentado no chão encostado na parede, mas quando viu o doutor ele se levantou e correu para falar com ele.
_Como May está e meu filho? - Jay perguntou cansado, as meninas se entreolharam e o médico suspirou.
_Acho que suas amigas não te colocaram á par da situação. - o médico ajeitou sue jaleco. _A Senhorita Carolina não pode ter filhos, seu útero é oco, foi algum milagre ela ter engravidado, mas... Desculpe, ela perdeu o bebê. - Jay assentiu tristemente a cada palavra. _Tivemos que retirar o útero dela também, para que não aja risco de algum câncer, eu sinto muito realmente, mas ela precisará de muita força nesse momento.
_Posso vê-la? - Jay perguntou.
_No momento ela está sedada, um de vocês pode dormir aqui, mas somente um. - o médico falou.
_O Jay fica. - Any murmurou rouca por todo o choro. _Amanhã nós vamos vir cedo.
_Obrigado. - Jay falou para Any que assentiu.
Na volta Helo me abraçou forte no carro e eu senti que ela estava triste, mas não queria que Any visse. Quando conseguimos entrar em meu quarto Helo desabou, o chora á consumia, ela dizia que a culpa era dela por insistir para May ir comprar as coisas e eu tentava mostrar á ela que May não podia ter aquele bebê, depois de um momento em silencio e deixando Helo se lavar com seu choro, ela pegou um pijama e foi tomar banho, sem dizer uma só palavra tomou seu banho, deitou na cama e dormiu.
Foi uma total correria até o hospital, Jay chorava e tremia por causa dos soluços, eu tentei muito acalma-lo, mas o que eu poderia fazer?! Ele acabara de saber que o filho e a mulher que ele ama estão em perigo de vida e vendo seu rosto eu podia saber que ele já sabia o que estava esperando por ele. Atravessamos um grande corredor branco e bem iluminado e chegamos a sala de espera, corri para abraçar Helo que tinha sangue nas mãos, Any chorava em silencio segurando um cobertor pequeno coberto de sangue, Max só se sentou ao seu lado, todos ficamos com nossas namoradas, menos Jay que chorava e andava de um lado para o outro com certa aflição no olhar. Já se passava da meia noite quando o médico saiu da ala cirúrgica, Jay como ficou cansado, tinha se sentado no chão encostado na parede, mas quando viu o doutor ele se levantou e correu para falar com ele.
_Como May está e meu filho? - Jay perguntou cansado, as meninas se entreolharam e o médico suspirou.
_Acho que suas amigas não te colocaram á par da situação. - o médico ajeitou sue jaleco. _A Senhorita Carolina não pode ter filhos, seu útero é oco, foi algum milagre ela ter engravidado, mas... Desculpe, ela perdeu o bebê. - Jay assentiu tristemente a cada palavra. _Tivemos que retirar o útero dela também, para que não aja risco de algum câncer, eu sinto muito realmente, mas ela precisará de muita força nesse momento.
_Posso vê-la? - Jay perguntou.
_No momento ela está sedada, um de vocês pode dormir aqui, mas somente um. - o médico falou.
_O Jay fica. - Any murmurou rouca por todo o choro. _Amanhã nós vamos vir cedo.
_Obrigado. - Jay falou para Any que assentiu.
Na volta Helo me abraçou forte no carro e eu senti que ela estava triste, mas não queria que Any visse. Quando conseguimos entrar em meu quarto Helo desabou, o chora á consumia, ela dizia que a culpa era dela por insistir para May ir comprar as coisas e eu tentava mostrar á ela que May não podia ter aquele bebê, depois de um momento em silencio e deixando Helo se lavar com seu choro, ela pegou um pijama e foi tomar banho, sem dizer uma só palavra tomou seu banho, deitou na cama e dormiu.
quarta-feira, 28 de agosto de 2013
Capitulo 86 - Let's Not True
Cap. 86 (pov. Any)
Deixando o residencial May parecia melhor, corada até, acho que era só saudades de Jay, ela falava que a dor tinha ido embora e que estava com fome até. Kelsey dirigia com cuidado pela estrada molhada, a chuva havia parado e o tempo começou a abrir, coisa muito rara em Londres. Parando o carro em um estacionamento privado de uma loja com artigos especializados somente em bebês, nós entramos, Naree gritava a cada coisa que achava, mas May tinha dito que queria coisas que dessem para menino quanto para menina, me impressionei com o tamanho da loja, era realmente grande e tinha tantas coisas que me perdia as vezes em meio tantas coisas. Helo me cutucou e apontou para a frente da loja, estava cheia de paparazzi, muitos deles atingiam nossos rostos com suas luzes fortes e eu corri para tirar May da frente da loja.
_Obrigada. - ela murmurou.
_Só finjam que não estão aqui. - Kelsey falou.
Assentimos e voltamos a escolher roupinhas, coisas para ajudar na alimentação, roupas de cama, toalhas e até mesmo um roupão. Já era tarde quando passamos tudo no caixa, iríamos dividir o custo entre eu, Helo, Kelsey e Nareesha, mesmo May querer pagar alguma parte não deixamos.
_Pessoal. - May nos chamou, as sacolas pesavam em nossos braços. _Preciso comer algo, estou me sentindo fraca.
_Vamos ao Starbucks aqui do lado. - Nareesha falou.
_Mas e eles? - Helo apontou para o batalhão de paparazzi.
_Só querem algumas fotos de nós juntas, tudo vai ficar bem. - Kelsey falou.
Seguimos elas a passos largos pela rua, o Starbucks era realmente ao lado, fizemos nossos pedidos e me surpreendi quando vi May comer dois cookies e um muffin, ainda tomar um belo copo de café, parecia a antiga May, feliz, sorrindo, fazendo piadas e comendo, o que era o melhor, porque ela não comia muito ultimamente, terminado de comer, fomos sair do Starbucks, mas começou um empurra empurra e eu então começamos a correr, perto do estacionamento May gritou e então o que eu temia aconteceu, sangue... Muito sangue manchou a calça de May e ela caiu desmaiada no chão, sua cabeça bateu contra o asfalto e vi sua testa sangrar por causa do impacto, corri até ela, tudo parecia em câmera lenta, os flashes, Helo me ajudando a levantar May, Nareesha e Kelsey correndo para abrir o carro e colocar as coisas dentro dele, arrastamos May até o carro, os paparazzi nos fuzilavam com seus flashes, mas não havia tempo para briga, May sangrava muito, suava frio e sua barriga estava dura como pedra, Nareesha estendeu o coberto do bebê sobre o banco e colocamos May com a cabeça deitada em minha perna e os pés dela na perna de Helo, Kelsey ligou o carro quando Nareesha entrou no banco do passageiro, e com uma pisada forte no acelerador saiu abrindo espaço entre os paparazzi que cercavam o carro, sem cerimonias saiu do estacionamento, mas eu consegui ver, o sangue de May no asfalto, engoli seco e começamos a nos mover rapidamente pelo trafego, Helo chorava descontroladamente, mas eu não conseguia chorar, estava em total panico, Nareesha estava ligando para o hospital para avisar que estavam chegando e assim que desligou, Kelsey já estava na entrada do hospital, derrapou na porta e pude ver enfermeiros chegando com macas e Helo descendo rápido do carro, eles tiraram May de meus braços e saíram com ela para dentro do hospital, peguei o coberto e dobrei ele com cuidado.
_Vamos! - Helo gritou para que eu entrasse no hospital, assenti e corremos para a recepção, preenchemos uma lista imensa de inscrição e ficamos na sala de espera, olhando para a cara das outras, Helo tinha sangue nas mãos e eu nos braços, eu ainda segurava o coberto e assim as lágrimas vieram, silenciosas, porém dolorosas, corroendo tudo que sentia, vi Nareesha pegando o celular, podia adivinhar que estava falando com Jay, pois quando ela desligou, tinha um olhar alarmado.
_Vocês são parentes da senhorita... - o médico olhou na ficha. _Maria Carolina?
_Sim! - eu e Helo falamos juntas e eu sequei minhas lágrimas para me levantar e falar com ele.
_Tenho algumas noticias. - ele murmurou, parecendo cansado e um pouco velho.
_May está bem... Quer dizer Maria? - Helo perguntou apreensiva.
_A senhorita Carolina está bem, mas acabou perdendo o bebê. - ele falou da forma mais profissional que tinha, vi os olhos de Helo formarem lágrimas. _Ela nem deveria ter engravidado. - ele completou.
_Como assim? - perguntei. _Não deveria ter engravidado? - falei imitando seu tom de voz, calmo e profissional.
_O útero dela é... - ele procurou as palavras. _Oco.
_Oco? - Helo perguntou fungando e limpando as lágrimas.
_Ela é estéreo senhoritas, ela nunca devia ter engravidado. - ele completou friamente.
_O que vai acontecer agora? - Kelsey perguntou um pouco sem paciência.
_Vamos retirar o feto morto e depois retiramos o útero para evitar algum tumor ou câncer. - o médico terminou de falar e deu as costas, seguindo para a ala de cirurgia.
Eu queria correr atras dele, mas conversar era perda de tempo, e tempo era o que May menos tinha, me sentei novamente na poltrona fria do hospital e segurei o cobertor com os dedos trêmulos engolindo a vontade súbita de chorar.
Deixando o residencial May parecia melhor, corada até, acho que era só saudades de Jay, ela falava que a dor tinha ido embora e que estava com fome até. Kelsey dirigia com cuidado pela estrada molhada, a chuva havia parado e o tempo começou a abrir, coisa muito rara em Londres. Parando o carro em um estacionamento privado de uma loja com artigos especializados somente em bebês, nós entramos, Naree gritava a cada coisa que achava, mas May tinha dito que queria coisas que dessem para menino quanto para menina, me impressionei com o tamanho da loja, era realmente grande e tinha tantas coisas que me perdia as vezes em meio tantas coisas. Helo me cutucou e apontou para a frente da loja, estava cheia de paparazzi, muitos deles atingiam nossos rostos com suas luzes fortes e eu corri para tirar May da frente da loja.
_Obrigada. - ela murmurou.
_Só finjam que não estão aqui. - Kelsey falou.
Assentimos e voltamos a escolher roupinhas, coisas para ajudar na alimentação, roupas de cama, toalhas e até mesmo um roupão. Já era tarde quando passamos tudo no caixa, iríamos dividir o custo entre eu, Helo, Kelsey e Nareesha, mesmo May querer pagar alguma parte não deixamos.
_Pessoal. - May nos chamou, as sacolas pesavam em nossos braços. _Preciso comer algo, estou me sentindo fraca.
_Vamos ao Starbucks aqui do lado. - Nareesha falou.
_Mas e eles? - Helo apontou para o batalhão de paparazzi.
_Só querem algumas fotos de nós juntas, tudo vai ficar bem. - Kelsey falou.
Seguimos elas a passos largos pela rua, o Starbucks era realmente ao lado, fizemos nossos pedidos e me surpreendi quando vi May comer dois cookies e um muffin, ainda tomar um belo copo de café, parecia a antiga May, feliz, sorrindo, fazendo piadas e comendo, o que era o melhor, porque ela não comia muito ultimamente, terminado de comer, fomos sair do Starbucks, mas começou um empurra empurra e eu então começamos a correr, perto do estacionamento May gritou e então o que eu temia aconteceu, sangue... Muito sangue manchou a calça de May e ela caiu desmaiada no chão, sua cabeça bateu contra o asfalto e vi sua testa sangrar por causa do impacto, corri até ela, tudo parecia em câmera lenta, os flashes, Helo me ajudando a levantar May, Nareesha e Kelsey correndo para abrir o carro e colocar as coisas dentro dele, arrastamos May até o carro, os paparazzi nos fuzilavam com seus flashes, mas não havia tempo para briga, May sangrava muito, suava frio e sua barriga estava dura como pedra, Nareesha estendeu o coberto do bebê sobre o banco e colocamos May com a cabeça deitada em minha perna e os pés dela na perna de Helo, Kelsey ligou o carro quando Nareesha entrou no banco do passageiro, e com uma pisada forte no acelerador saiu abrindo espaço entre os paparazzi que cercavam o carro, sem cerimonias saiu do estacionamento, mas eu consegui ver, o sangue de May no asfalto, engoli seco e começamos a nos mover rapidamente pelo trafego, Helo chorava descontroladamente, mas eu não conseguia chorar, estava em total panico, Nareesha estava ligando para o hospital para avisar que estavam chegando e assim que desligou, Kelsey já estava na entrada do hospital, derrapou na porta e pude ver enfermeiros chegando com macas e Helo descendo rápido do carro, eles tiraram May de meus braços e saíram com ela para dentro do hospital, peguei o coberto e dobrei ele com cuidado.
_Vamos! - Helo gritou para que eu entrasse no hospital, assenti e corremos para a recepção, preenchemos uma lista imensa de inscrição e ficamos na sala de espera, olhando para a cara das outras, Helo tinha sangue nas mãos e eu nos braços, eu ainda segurava o coberto e assim as lágrimas vieram, silenciosas, porém dolorosas, corroendo tudo que sentia, vi Nareesha pegando o celular, podia adivinhar que estava falando com Jay, pois quando ela desligou, tinha um olhar alarmado.
_Vocês são parentes da senhorita... - o médico olhou na ficha. _Maria Carolina?
_Sim! - eu e Helo falamos juntas e eu sequei minhas lágrimas para me levantar e falar com ele.
_Tenho algumas noticias. - ele murmurou, parecendo cansado e um pouco velho.
_May está bem... Quer dizer Maria? - Helo perguntou apreensiva.
_A senhorita Carolina está bem, mas acabou perdendo o bebê. - ele falou da forma mais profissional que tinha, vi os olhos de Helo formarem lágrimas. _Ela nem deveria ter engravidado. - ele completou.
_Como assim? - perguntei. _Não deveria ter engravidado? - falei imitando seu tom de voz, calmo e profissional.
_O útero dela é... - ele procurou as palavras. _Oco.
_Oco? - Helo perguntou fungando e limpando as lágrimas.
_Ela é estéreo senhoritas, ela nunca devia ter engravidado. - ele completou friamente.
_O que vai acontecer agora? - Kelsey perguntou um pouco sem paciência.
_Vamos retirar o feto morto e depois retiramos o útero para evitar algum tumor ou câncer. - o médico terminou de falar e deu as costas, seguindo para a ala de cirurgia.
Eu queria correr atras dele, mas conversar era perda de tempo, e tempo era o que May menos tinha, me sentei novamente na poltrona fria do hospital e segurei o cobertor com os dedos trêmulos engolindo a vontade súbita de chorar.
Capitulo 85 - Is Something Wrong With The Baby
Cap. 85 (pov. Max)
Quando finalmente as meninas desembarcaram do avião, Jay correu para abraçar May, mas algo me chamou atenção, como eu usualmente só falava com Any que não falava tanto da gravidez de May, acho que por medo de eu dizer alguma coisa para Jay, coisa que faria. Então na hora em que vi elas descendo não pude deixar de notar, May pálida, magra, quase sem curvas, a barriga um pouco acentuada por causa do bebê, mas suas olheiras demonstravam seu cansaço e sua expressão completamente de dor, me fez gelar, eu vi Any correr em minha direção sorrindo, senti ela me abraçando, mas simplesmente congelei. Aquela garota magra não era May, eu me recusava a ficar calado, ela estava fraca, mesmo sem carregar as malas que Jay arrastava, vi que ela mal conseguia se sustentar em suas próprias pernas. Por um momento Any tomou meu rosto em suas mãos, mas me soltei dela, fui na direção de May, queria ver se ela estava mal mesmo, então Jay se ajoelhou em sua frente, ergueu sua camisa e lhe deu um beijo na barriga, May sorriu, brilhante, mesmo que fraca, me voltei para Any que estava fazendo bico e um pouco mal-humorada.
_Desculpe Any... - procurei as palavras. _Mas May está tão... Diferente. - ela suspirou pesadamente e estendeu a mão que eu peguei.
_Ela está muito mal. - Any sussurrou como se fosse um segredo, abracei sua cintura agarrando sua mala com uma das mãos. _Mas não comente com Jay... O bebê, machuca May, ela sente tanta dor. - senti Any estremecer quando proferiu as palavras.
_Vamos conversar depois. - murmurei em seu ouvido, á vi corar. _Estou morrendo de saudades. - falei e ela sorriu.
_Eu também Max. - ela falou docemente, todos já estávamos em frente aos dois carros que levamos, o meu e o de Jay.
Any foi comigo em meu carro, só nós dois, pois Helo queria ficar perto de May e de Nath, então eles seguiram com Jay em seu carro. Dirigia com tranquilidade por Londres, chovia fraco e não estava frio como de costume, estava até mesmo um pouco abafado, Any segurava uma de minhas mãos e sorria toda vez que me olhava, mas eu queria saber o que May tinha, então perguntei.
_O bebê está bem? - com a voz mais fraca que mal me reconheci.
_Não. - Any murmurou soltando o ar com força. _Mas May sempre fica dizendo que está bem, que tudo vai ficar bem... Que... Que eu acabo tentando não enxergar com ela realmente está. - ela estava tensa, soltou minha mão e colocou sobre seu colo.
_Os médicos dizem o que? - perguntei olhando para a estrada que não estava muito movimentada, via o carro de Jay na minha frente.
_Eles dizem que é normal, mas não é, May vomita toda hora, mal come, se sente fraca e a dor que ela sente eu imagino ser insuportável. - Any parecia nervosa.
_Espero que o bebê nasça com saúde. - murmurei e Any sorriu.
_É tudo que eu peço. - ela olhou para mim e me deu um beijo rápido na bochecha. _May ama tanto aquele bebê que já fala com ele, durante horas.
_May parece feliz, mesmo com a cara de cansaço. - falei e Any assentiu.
Depois o caminho foi silencioso, não havia nada á se dizer, só queria ficar perto de Any beija-la, mas dirigindo era impossível, então assim que chegamos em frente a minha casa, lhe dei um beijo de tirar o folego dentro do carro, parecíamos dois adolescentes no primeiro encontro, quando o beijo acabou descemos do carro, eu carregando as malas de Any, a porta da frente estava aberta e eu pude ouvir todos rindo, principalmente Jay, coloquei as malas na entrada e ouvi Jay dizer rindo.
_Esperava que a gravidez deixasse May gorda, mas olhe só para ela, até parece aquelas modelos magrelas. - e todos riram, menos May que fez uma cara de desconforto e depois sorriu torto.
_Com dor? - perguntei abraçando May que estava sentada na poltrona, Jay sentado no braço da poltrona e Any cumprimentou todo mundo com abraço.
_Bom ver você também George. - May falou sorrindo.
_Desculpe. - murmurei envergonhado e fui pegar as malas de Any.
Quando tudo estava arrumado e guardado em seu devido lugar, Any entrou pela porta sorrindo, ela foi até uma das malas e colocou em cima da cama, escolheu uma roupa http://capricho.abril.com.br/imagem/500x847/victoria-justice-look-dia34264.jpgse trocou na minha frente e sorriu quando ficou pronta.
_O que achou? - ela perguntou colocando os braços envolta do meu pescoço.
_Linda. - respondi. _Mas onde você vai?
_May vai compra o enxoval do bebê hoje, comigo,com Helo, Kelsey e Nareesha. - ela explicou dando selinhos em meus lábios.
_Jay vai junto? - perguntei.
_Nem pensar. - ela fez uma careta. _Vocês, meninos, vão pintar o quarto do bebê e montar os móveis que já sabemos que Jay comprou. - falou e dessa vez me deu um beijo demorado, segurei firme sus cintura e a puxei para mim, com um suspiro Any se soltou. _Mais tarde. - sussurrou e saiu do quarto me deixando querendo mais.
E assim as meninas saíram com o carro de Jay, Kelsey dirigindo, Nareesha ao seu lado e Any, Helo e May na parte traseira, Jay, eu, Siva, Tom e Nathan começamos com a pintura, depois montamos os móveis e cada um pegou alguma coisa que ajudasse a secar a tinta, como secadores de cabelo e ventiladores, tudo estava pronto, e já era tarde, o quarto parecia perfeitamente lindo http://imguol.com/2012/12/26/quarto-de-bebe-para-menino-assinado-por-ana-caminha-loana-goldschimidt-e-carla-cotrim-a-mostra-morar-mais-por-menos-rj-segue-ate-dia-4-de-novembro-de-2012-na-av-epitacio-pessoa-1356553455643_943x632.jpg sorrimos satisfeitos, nos sentamos no chão e começamos a observar onde o bebê dormiria, onde brincaríamos com ele e então o tempo foi passando, a noite chegou e Jay começou a ficar preocupado, seu celular tocou e ele ficou pálido, seus olhos se encheram de lágrimas e assim ele saiu gritando.
_Meu filho! Meu Deus! Não!
Corremos para ajuda-lo e todos entramos em meu carro, Jay falou o nome do hospital e começou a tremer, chorar e soluçar, todos olhávamos alarmados para ele, mas não dizíamos nada, o silencio era a resposta.
Quando finalmente as meninas desembarcaram do avião, Jay correu para abraçar May, mas algo me chamou atenção, como eu usualmente só falava com Any que não falava tanto da gravidez de May, acho que por medo de eu dizer alguma coisa para Jay, coisa que faria. Então na hora em que vi elas descendo não pude deixar de notar, May pálida, magra, quase sem curvas, a barriga um pouco acentuada por causa do bebê, mas suas olheiras demonstravam seu cansaço e sua expressão completamente de dor, me fez gelar, eu vi Any correr em minha direção sorrindo, senti ela me abraçando, mas simplesmente congelei. Aquela garota magra não era May, eu me recusava a ficar calado, ela estava fraca, mesmo sem carregar as malas que Jay arrastava, vi que ela mal conseguia se sustentar em suas próprias pernas. Por um momento Any tomou meu rosto em suas mãos, mas me soltei dela, fui na direção de May, queria ver se ela estava mal mesmo, então Jay se ajoelhou em sua frente, ergueu sua camisa e lhe deu um beijo na barriga, May sorriu, brilhante, mesmo que fraca, me voltei para Any que estava fazendo bico e um pouco mal-humorada.
_Desculpe Any... - procurei as palavras. _Mas May está tão... Diferente. - ela suspirou pesadamente e estendeu a mão que eu peguei.
_Ela está muito mal. - Any sussurrou como se fosse um segredo, abracei sua cintura agarrando sua mala com uma das mãos. _Mas não comente com Jay... O bebê, machuca May, ela sente tanta dor. - senti Any estremecer quando proferiu as palavras.
_Vamos conversar depois. - murmurei em seu ouvido, á vi corar. _Estou morrendo de saudades. - falei e ela sorriu.
_Eu também Max. - ela falou docemente, todos já estávamos em frente aos dois carros que levamos, o meu e o de Jay.
Any foi comigo em meu carro, só nós dois, pois Helo queria ficar perto de May e de Nath, então eles seguiram com Jay em seu carro. Dirigia com tranquilidade por Londres, chovia fraco e não estava frio como de costume, estava até mesmo um pouco abafado, Any segurava uma de minhas mãos e sorria toda vez que me olhava, mas eu queria saber o que May tinha, então perguntei.
_O bebê está bem? - com a voz mais fraca que mal me reconheci.
_Não. - Any murmurou soltando o ar com força. _Mas May sempre fica dizendo que está bem, que tudo vai ficar bem... Que... Que eu acabo tentando não enxergar com ela realmente está. - ela estava tensa, soltou minha mão e colocou sobre seu colo.
_Os médicos dizem o que? - perguntei olhando para a estrada que não estava muito movimentada, via o carro de Jay na minha frente.
_Eles dizem que é normal, mas não é, May vomita toda hora, mal come, se sente fraca e a dor que ela sente eu imagino ser insuportável. - Any parecia nervosa.
_Espero que o bebê nasça com saúde. - murmurei e Any sorriu.
_É tudo que eu peço. - ela olhou para mim e me deu um beijo rápido na bochecha. _May ama tanto aquele bebê que já fala com ele, durante horas.
_May parece feliz, mesmo com a cara de cansaço. - falei e Any assentiu.
Depois o caminho foi silencioso, não havia nada á se dizer, só queria ficar perto de Any beija-la, mas dirigindo era impossível, então assim que chegamos em frente a minha casa, lhe dei um beijo de tirar o folego dentro do carro, parecíamos dois adolescentes no primeiro encontro, quando o beijo acabou descemos do carro, eu carregando as malas de Any, a porta da frente estava aberta e eu pude ouvir todos rindo, principalmente Jay, coloquei as malas na entrada e ouvi Jay dizer rindo.
_Esperava que a gravidez deixasse May gorda, mas olhe só para ela, até parece aquelas modelos magrelas. - e todos riram, menos May que fez uma cara de desconforto e depois sorriu torto.
_Com dor? - perguntei abraçando May que estava sentada na poltrona, Jay sentado no braço da poltrona e Any cumprimentou todo mundo com abraço.
_Bom ver você também George. - May falou sorrindo.
_Desculpe. - murmurei envergonhado e fui pegar as malas de Any.
Quando tudo estava arrumado e guardado em seu devido lugar, Any entrou pela porta sorrindo, ela foi até uma das malas e colocou em cima da cama, escolheu uma roupa http://capricho.abril.com.br/imagem/500x847/victoria-justice-look-dia34264.jpgse trocou na minha frente e sorriu quando ficou pronta.
_O que achou? - ela perguntou colocando os braços envolta do meu pescoço.
_Linda. - respondi. _Mas onde você vai?
_May vai compra o enxoval do bebê hoje, comigo,com Helo, Kelsey e Nareesha. - ela explicou dando selinhos em meus lábios.
_Jay vai junto? - perguntei.
_Nem pensar. - ela fez uma careta. _Vocês, meninos, vão pintar o quarto do bebê e montar os móveis que já sabemos que Jay comprou. - falou e dessa vez me deu um beijo demorado, segurei firme sus cintura e a puxei para mim, com um suspiro Any se soltou. _Mais tarde. - sussurrou e saiu do quarto me deixando querendo mais.
E assim as meninas saíram com o carro de Jay, Kelsey dirigindo, Nareesha ao seu lado e Any, Helo e May na parte traseira, Jay, eu, Siva, Tom e Nathan começamos com a pintura, depois montamos os móveis e cada um pegou alguma coisa que ajudasse a secar a tinta, como secadores de cabelo e ventiladores, tudo estava pronto, e já era tarde, o quarto parecia perfeitamente lindo http://imguol.com/2012/12/26/quarto-de-bebe-para-menino-assinado-por-ana-caminha-loana-goldschimidt-e-carla-cotrim-a-mostra-morar-mais-por-menos-rj-segue-ate-dia-4-de-novembro-de-2012-na-av-epitacio-pessoa-1356553455643_943x632.jpg sorrimos satisfeitos, nos sentamos no chão e começamos a observar onde o bebê dormiria, onde brincaríamos com ele e então o tempo foi passando, a noite chegou e Jay começou a ficar preocupado, seu celular tocou e ele ficou pálido, seus olhos se encheram de lágrimas e assim ele saiu gritando.
_Meu filho! Meu Deus! Não!
Corremos para ajuda-lo e todos entramos em meu carro, Jay falou o nome do hospital e começou a tremer, chorar e soluçar, todos olhávamos alarmados para ele, mas não dizíamos nada, o silencio era a resposta.
terça-feira, 27 de agosto de 2013
Capitulo 84 - It Hurts a Lot, But It Is My Son
Cap. 84 (pov. May)
Quatro meses passaram rápido e eu já estava arrumando as malas para viajar de férias junto de Helo e Any para Londres, como havíamos prometido para os garotos, meu filho estava maior, mas quase imperceptível quando eu usava camisas largas, o médico disse que ele era muito frágil e que eu não deveria me esforçar muito, pois minha gravidez tinha riscos, mas eu dei de ombros e voltei a minha vida. Ia a faculdade, fazia todas as refeições, falava com Jay, lhe mostrava intermináveis exames e exibia minha pequena barriga para ele que sorri glorioso. Nós dois concordamos que queríamos um garoto, eu sorria cada vez que colocava a mão na barriga, queria saber por que ele não se mexia logo.
_Está na hora! - Any gritou na porta do meu quarto quando terminei de fechar a ultima mala.
_Pronto. - falei vitoriosa e peguei as duas malas em cima da cama. _Ai! - gritei quando a dor de uma faca atravessando meu corpo me atingiu, larguei as malas com tudo no chão.
_May! Meu Deus, você está bem? - Any correu até mim, com os olhos estalados, tensos, eu vi a preocupação em seu olhar.
_Estou. - suspirei. _Só um pouco de dor. - me endireitei e peguei as malas e as segurei pelas alças e comecei a arrasta-las pelo quarto, já que tinham rodinhas.
_Tudo bem mesmo? - Any perguntou quando chegamos perto do carro, Helo nos esperava no banco do motorista.
_Foi uma dor Any, nada demais, meu filho sempre me machuca quando pego algo pesado. - sorri para ela, a dor anda estava lá, muito forte, quase me deixando fraca, mas permaneci firme, não deveria ser nada, desde que descobri a gravidez as dores só aumentam, mas o médico diz ser normal, por seu uma gravidez de risco.
_Tudo pronto? - Helo perguntou quando me sente a seu lado e Any deslisou no banco de trás.
_Prontinho. - falei e ela sorriu.
_Londres! - nós três gritamos em uníssono.
A dor foi diminuindo conforme o tempo passou, me senti melhor. A espera não foi demorada e logo já estávamos em pleno voo, Nós tínhamos conseguido a classe executiva, já que eu estava muito cansada desde a descoberta da gravidez e sentia muitas dores. Helo se sentou de frente para Any e eu, elas conversavam entre si, enquanto eu tentava esquecer um pouco as dores e comecei a pensar em Jay, tinha saudades de meu Bird e podia apostar que ele queria ver minha barriga na sua frente, ele sempre pedia para que quando eu chegasse deixasse ele beijar seu filho e eu ria cada vez que ele dizia isso. Me endireitei na poltrona e tomei um pouco do suco de laranja, foi instantâneo, eu bebi e corri para o banheiro minusculo no avião e vomitei, tudo... Bem, só o suco mesmo, já que eu não tinha comido nada, porque não queria comer e logo depois jogar para fora. Voltei para minha poltrona e sem forças dormi.
Quatro meses passaram rápido e eu já estava arrumando as malas para viajar de férias junto de Helo e Any para Londres, como havíamos prometido para os garotos, meu filho estava maior, mas quase imperceptível quando eu usava camisas largas, o médico disse que ele era muito frágil e que eu não deveria me esforçar muito, pois minha gravidez tinha riscos, mas eu dei de ombros e voltei a minha vida. Ia a faculdade, fazia todas as refeições, falava com Jay, lhe mostrava intermináveis exames e exibia minha pequena barriga para ele que sorri glorioso. Nós dois concordamos que queríamos um garoto, eu sorria cada vez que colocava a mão na barriga, queria saber por que ele não se mexia logo.
_Está na hora! - Any gritou na porta do meu quarto quando terminei de fechar a ultima mala.
_Pronto. - falei vitoriosa e peguei as duas malas em cima da cama. _Ai! - gritei quando a dor de uma faca atravessando meu corpo me atingiu, larguei as malas com tudo no chão.
_May! Meu Deus, você está bem? - Any correu até mim, com os olhos estalados, tensos, eu vi a preocupação em seu olhar.
_Estou. - suspirei. _Só um pouco de dor. - me endireitei e peguei as malas e as segurei pelas alças e comecei a arrasta-las pelo quarto, já que tinham rodinhas.
_Tudo bem mesmo? - Any perguntou quando chegamos perto do carro, Helo nos esperava no banco do motorista.
_Foi uma dor Any, nada demais, meu filho sempre me machuca quando pego algo pesado. - sorri para ela, a dor anda estava lá, muito forte, quase me deixando fraca, mas permaneci firme, não deveria ser nada, desde que descobri a gravidez as dores só aumentam, mas o médico diz ser normal, por seu uma gravidez de risco.
_Tudo pronto? - Helo perguntou quando me sente a seu lado e Any deslisou no banco de trás.
_Prontinho. - falei e ela sorriu.
_Londres! - nós três gritamos em uníssono.
A dor foi diminuindo conforme o tempo passou, me senti melhor. A espera não foi demorada e logo já estávamos em pleno voo, Nós tínhamos conseguido a classe executiva, já que eu estava muito cansada desde a descoberta da gravidez e sentia muitas dores. Helo se sentou de frente para Any e eu, elas conversavam entre si, enquanto eu tentava esquecer um pouco as dores e comecei a pensar em Jay, tinha saudades de meu Bird e podia apostar que ele queria ver minha barriga na sua frente, ele sempre pedia para que quando eu chegasse deixasse ele beijar seu filho e eu ria cada vez que ele dizia isso. Me endireitei na poltrona e tomei um pouco do suco de laranja, foi instantâneo, eu bebi e corri para o banheiro minusculo no avião e vomitei, tudo... Bem, só o suco mesmo, já que eu não tinha comido nada, porque não queria comer e logo depois jogar para fora. Voltei para minha poltrona e sem forças dormi.
Capitulo 83 - Do Not Want ToThink About Losing Them
Cap. 83 (pov. Jay)
No Skype enquanto May falava sobre as dores que sentia, fui me sentindo tonto, cansado e temeroso, não queria pensar na possibilidade de perder meu filho que já tinha um mês de vida, May parecia cansada e um pouco triste, acho que ela ainda não via o lado bom de se ter um filho, eu sabia que era cedo demais, que estávamos longe, que a faculdade dela estaria em perigo. Mas um bebê! Meu filho! Estava dentro dela, ele estava crescendo e eu senti um medo súbito de perde-lo, e ainda pensei que se ele estava causando tanta dor em May... Bem, ela poderia ir junto. Espantei esses pensamentos e terminei de falar com May, olhei para Nathan e falei aquelas palavras terríveis, eu tinha medo de perder meu filho, mas jamais pensei que diria que eu sabia que ele iria morrer, então peguei meus tênis e corri pelo residencial. Sentia meus pés atingirem o solo com brutalidade, eu queria m desgastar, queria ter somente forças para chegar em casa e cair na cama, sem tempo para pensar, mas depois de algum tempo correndo não aguentei, parei e coloquei minhas mãos nos joelhos e senti um soluço, então chorei, eu sentia minhas lágrimas descerem por meu rosto e se perderem em minha barba, sentia elas se misturando com meu suor, então depois que consegui controlar o choro voltei para a casa, passando pelos rapazes e por Kelsey que congelou quando me viu passando aos prantos á seu lado para poder subir as escadas. Não consegui deitar, fui para o banheiro e tomei um banho, demorado, queria que a água me curasse, mas ela só me lavou, meu coração permanecia pesado, então escutei meu celular apitando, sabia que não era uma chamada e sim uma mensagem de voz, enrolei uma toalha em minha cintura e vi que era de May, apertei a tela e comecei a ouvir sua voz.
"Bird" - ela parecia tensa e sem ar. "Querido sei que foi um choque para você, imagine eu como fiquei, mas eu estou feliz, eu amo agora essa pequena vida que cresce dentro de mim, quero que você saiba que mesmo com as dores vou até o fim, quero ver nosso bebê indo para a escola, quero ver ele jogando bola com você, quero vê-lo com você correndo pelas ruas chuvosas de Londres, Bird" - May suspirou. "Eu te amo, espero que ame nosso bebê também".
Cai na cama, sorrindo, mesmo que triste, ela queria o bebê e o amava, não sei como consegui me levantar, mas alegria e tristeza transbordavam de mim, coloquei uma roupa e rolei na cama novamente, adormeci, pensando em um garotinho tão branco quanto eu, com os olhos castanhos escuros, um cabelo enrolado claro e sorrindo para mim, enquanto ele corria no parque até meus braços, eu o abracei e o girei no ar, ele sorriu, brilhante, lindo e eu disse "Eu te amo meu filho".
No Skype enquanto May falava sobre as dores que sentia, fui me sentindo tonto, cansado e temeroso, não queria pensar na possibilidade de perder meu filho que já tinha um mês de vida, May parecia cansada e um pouco triste, acho que ela ainda não via o lado bom de se ter um filho, eu sabia que era cedo demais, que estávamos longe, que a faculdade dela estaria em perigo. Mas um bebê! Meu filho! Estava dentro dela, ele estava crescendo e eu senti um medo súbito de perde-lo, e ainda pensei que se ele estava causando tanta dor em May... Bem, ela poderia ir junto. Espantei esses pensamentos e terminei de falar com May, olhei para Nathan e falei aquelas palavras terríveis, eu tinha medo de perder meu filho, mas jamais pensei que diria que eu sabia que ele iria morrer, então peguei meus tênis e corri pelo residencial. Sentia meus pés atingirem o solo com brutalidade, eu queria m desgastar, queria ter somente forças para chegar em casa e cair na cama, sem tempo para pensar, mas depois de algum tempo correndo não aguentei, parei e coloquei minhas mãos nos joelhos e senti um soluço, então chorei, eu sentia minhas lágrimas descerem por meu rosto e se perderem em minha barba, sentia elas se misturando com meu suor, então depois que consegui controlar o choro voltei para a casa, passando pelos rapazes e por Kelsey que congelou quando me viu passando aos prantos á seu lado para poder subir as escadas. Não consegui deitar, fui para o banheiro e tomei um banho, demorado, queria que a água me curasse, mas ela só me lavou, meu coração permanecia pesado, então escutei meu celular apitando, sabia que não era uma chamada e sim uma mensagem de voz, enrolei uma toalha em minha cintura e vi que era de May, apertei a tela e comecei a ouvir sua voz.
"Bird" - ela parecia tensa e sem ar. "Querido sei que foi um choque para você, imagine eu como fiquei, mas eu estou feliz, eu amo agora essa pequena vida que cresce dentro de mim, quero que você saiba que mesmo com as dores vou até o fim, quero ver nosso bebê indo para a escola, quero ver ele jogando bola com você, quero vê-lo com você correndo pelas ruas chuvosas de Londres, Bird" - May suspirou. "Eu te amo, espero que ame nosso bebê também".
Cai na cama, sorrindo, mesmo que triste, ela queria o bebê e o amava, não sei como consegui me levantar, mas alegria e tristeza transbordavam de mim, coloquei uma roupa e rolei na cama novamente, adormeci, pensando em um garotinho tão branco quanto eu, com os olhos castanhos escuros, um cabelo enrolado claro e sorrindo para mim, enquanto ele corria no parque até meus braços, eu o abracei e o girei no ar, ele sorriu, brilhante, lindo e eu disse "Eu te amo meu filho".
domingo, 25 de agosto de 2013
Capitulo 82 - I Can Not Keep a Secret
Cap. 82 (pov. Nathan)
Um mês tinha se passado desde que descobri sobre a gravidez de May, ela não tinha contado para Jay, Helo me fez prometer não contar, mas quanto mais eu sabia sobre a gravidez, mais eu queria que Jay soubesse como seu filho estava. Consegui me distrair um pouco, pois tínhamos acabado de gravar nosso single e eu estava muito ansioso pelo lançamento. A banda estava no Starbucks, todos conversando aleatoriamente, percebi que Jay estava afastado, triste para ser sincero, ele ficou assim desde que voltou do Brasil, May estava evitando falar muito com ele por Skype e eu sabia o motivo. Fiquei observando ele até a hora de ir embora, já que ele foi o primeiro a pegar o carro e ir embora para a casa. Quando cheguei na porta de quarto tomei folego e coragem, sabia que era errado contar para ele, mas ninguém percebia o quanto ele estava mal, bati na porta e esperei ele abrir.
_Fala Nath. - ele murmurou com a cara amassada.
_Você anda dormindo muito. - observei.
_Eu preciso dormir. - Jay falou dando enfase no "preciso".
_Preciso te contar uma coisa. - falei e ele deu espaço para eu entrar em seu quarto.
_Pode contar. - Jay falou se sentando na cama.
_May está gravida e o bebê é seu. - disse rápido e fechei os olhos com forçar. _Jay? - perguntei abrindo um olho, quando olhei para a cama ele estava desmaiado nela. _Merda. - resmunguei e corri para seu banheiro, peguei um pouco de água na não e joguei em sua cara. _Jay! - gritei, ele abriu devagar os olhos e sorriu.
_Cara... - ele murmurou passando as mãos em seu rosto molhado. _Tive um sonho muito estranho. - Jay sorriu. _Você tinha me falado que a May... Droga é verdade? - ele perguntou.
_Que a May está gravida? - Jay assentiu. _Sim.
_Eu vou ser pai? - ele perguntou.
_Obviamente. - falei.
_Eu vou ser pai! - ele gritou e começou a pular na cama. _Meu Deus eu vou ser pai! - sua euforia era palpável Jay sorria amplamente. _Preciso falar com May. - ele falou correndo pegar o notebook.
_Você não pode. - tentei o impedir, mas ele já havia pedido uma chamada por vídeo.
E assim foi a conversa deles, Jay sorria, May chorava, Jay dizia "Tudo bem" e May concordava, Jay gritava sem parar que seria incrível ser pai, já May lamentava sua faculdade. Ela lhe contou que queria ter certeza da gravidez, por isso não havia lhe contado, ela disse que a saúde do bebê estava estranha, falava que sentia muita dor, que vomitava todo o dia, não conseguia comer e muito menos dormir, contou também as dores que á faziam gritar e vi um traço de preocupação passar pela expressão de Jay, quando eles finalmente desligaram o Skype, Jay fechou o notebook e me encarou, uma lágrima correu seu rosto.
_Acho que esse bebê não nasce. - foi a unica coisa que ele falou, depois colocou seus tênis de corrida e saiu porta a fora, me deixando com aquela frase no ar.
Um mês tinha se passado desde que descobri sobre a gravidez de May, ela não tinha contado para Jay, Helo me fez prometer não contar, mas quanto mais eu sabia sobre a gravidez, mais eu queria que Jay soubesse como seu filho estava. Consegui me distrair um pouco, pois tínhamos acabado de gravar nosso single e eu estava muito ansioso pelo lançamento. A banda estava no Starbucks, todos conversando aleatoriamente, percebi que Jay estava afastado, triste para ser sincero, ele ficou assim desde que voltou do Brasil, May estava evitando falar muito com ele por Skype e eu sabia o motivo. Fiquei observando ele até a hora de ir embora, já que ele foi o primeiro a pegar o carro e ir embora para a casa. Quando cheguei na porta de quarto tomei folego e coragem, sabia que era errado contar para ele, mas ninguém percebia o quanto ele estava mal, bati na porta e esperei ele abrir.
_Fala Nath. - ele murmurou com a cara amassada.
_Você anda dormindo muito. - observei.
_Eu preciso dormir. - Jay falou dando enfase no "preciso".
_Preciso te contar uma coisa. - falei e ele deu espaço para eu entrar em seu quarto.
_Pode contar. - Jay falou se sentando na cama.
_May está gravida e o bebê é seu. - disse rápido e fechei os olhos com forçar. _Jay? - perguntei abrindo um olho, quando olhei para a cama ele estava desmaiado nela. _Merda. - resmunguei e corri para seu banheiro, peguei um pouco de água na não e joguei em sua cara. _Jay! - gritei, ele abriu devagar os olhos e sorriu.
_Cara... - ele murmurou passando as mãos em seu rosto molhado. _Tive um sonho muito estranho. - Jay sorriu. _Você tinha me falado que a May... Droga é verdade? - ele perguntou.
_Que a May está gravida? - Jay assentiu. _Sim.
_Eu vou ser pai? - ele perguntou.
_Obviamente. - falei.
_Eu vou ser pai! - ele gritou e começou a pular na cama. _Meu Deus eu vou ser pai! - sua euforia era palpável Jay sorria amplamente. _Preciso falar com May. - ele falou correndo pegar o notebook.
_Você não pode. - tentei o impedir, mas ele já havia pedido uma chamada por vídeo.
E assim foi a conversa deles, Jay sorria, May chorava, Jay dizia "Tudo bem" e May concordava, Jay gritava sem parar que seria incrível ser pai, já May lamentava sua faculdade. Ela lhe contou que queria ter certeza da gravidez, por isso não havia lhe contado, ela disse que a saúde do bebê estava estranha, falava que sentia muita dor, que vomitava todo o dia, não conseguia comer e muito menos dormir, contou também as dores que á faziam gritar e vi um traço de preocupação passar pela expressão de Jay, quando eles finalmente desligaram o Skype, Jay fechou o notebook e me encarou, uma lágrima correu seu rosto.
_Acho que esse bebê não nasce. - foi a unica coisa que ele falou, depois colocou seus tênis de corrida e saiu porta a fora, me deixando com aquela frase no ar.
Capitulo 81 - May Is Pregnant
Cap. 81 (pov. Helo)
Duas semanas haviam passado, May vomitava com frequência, até mesmo durante algumas aulas da faculdade as meninas de sua turma me chamavam para avisar que May tinha saído no meio da aula para vomitar, fiquei muito preocupada, mas ela falava que deveria ser algo que comeu, mas eu resolvi leva-la para se consultar com um médico. No consultório ela ficou um pouco tensa, mas tentou não transparecer isso, ela quase me enganou, mas quando não parou de falar "Tudo bem" eu vi que ela estava com medo. Entrei junto com ela para a consulta, tiraram sangue, fizeram todo o tipo de exames e disseram para voltarmos dali 5 horas. E assim fizemos, 5 horas mais tarde voltamos a clinica, May pegou os resultados e seguimos para casa.
_May vou falar com Nathan por Skype, quando ler os resultados me avisa. - falei indo para meu quarto só á vi assentindo.
Meu baby demorou um pouco para me atender, quando fez isso seu rosto se iluminou quando me viu, ele me contou sobre uma musica nova que eles tinham escrito, me contou que Jay comia pouco, falava pouco e não parecia mais com aquele Jay de antes. Já eu contei sobre minhas aulas, sobre minhas notas e sobre May vomitar todo dia. Ele tinha acabado de me contar uma piada sem graça quando May gritou na sala, um gritou crucial, doloroso, depois ouvi algo se quebrando, Nath fazia perguntas enquanto eu corria com o notebook até a sala, vi May com as mãos espalmadas na bancada, um copo de vidro que virou pó no chão e ouvi seu choro, forte e doente.
_Espere um pouco. - avisei a Nathan e coloquei o notebook em cima da mesa.
Andei até May á passos largos, segurei seu ombro e a fiz olhar para mim, soluços saiam de sua garganta, um exame estava parcialmente amassado em suas mãos trêmulas, peguei o papel e li, reli, pisquei varias vezes, May se mantinha ali, tentando parar de chorar, senti sua dor, consegui ouvir sua agonia através de cada folego que ela tomava e então falei.
_Não posso acreditar.
_Nem eu. - ela murmurou cabisbaixa. _Como pude ser tão tola! - ela gritou aos prantos. _Eu me esqueci de tomar a outra dose! Meu Deus! Era só me lembrar de uma unica coisa.
_Calma May. - falei baixinho, ela tomou folego. _Tudo bem querida. - disse indo abraça-la, mas ela recuou.
_Não! Nada vai ficar bem! Minha vida acabou! - ela gritou.
_Pelo amor de Deus, você só está gravida! - gritei e ela me encarou.
_Só? - ela perguntou sarcástica. _Merda!
_Se acalme. - pedi, ela se sentou no banquinho, tomei suas mãos e a olhei nos olhos. _É do Jay? - perguntei.
_Sim. - ela sussurrou. _André e eu tínhamos parado de fazer á semanas e eu ainda não precisava tomar a outra dose. - May explicou e eu suspirei aliviada.
_Bom. - falei batendo em sua coxa. _Vá se deitar, dormir. - avisei. _Vou dar um jeito nessa bagunça e amanhã vamos para o médico de novo. - ela assentiu e seguiu para seu quarto.
Estava terminando de limpar os cacos quando a voz de Nathan saiu de meu notebook.
_É isso mesmo que ouvi? - ele perguntou e eu corri para olha-lo. _Vou ser titio! - ele gritou com alegria.
_Não conte para Jay. - pedi. _Deixe May fazer isso. - ele assentiu e eu desliguei a cam.
_Um sobrinho. - sussurrei para mim e sorri amplamente.
Duas semanas haviam passado, May vomitava com frequência, até mesmo durante algumas aulas da faculdade as meninas de sua turma me chamavam para avisar que May tinha saído no meio da aula para vomitar, fiquei muito preocupada, mas ela falava que deveria ser algo que comeu, mas eu resolvi leva-la para se consultar com um médico. No consultório ela ficou um pouco tensa, mas tentou não transparecer isso, ela quase me enganou, mas quando não parou de falar "Tudo bem" eu vi que ela estava com medo. Entrei junto com ela para a consulta, tiraram sangue, fizeram todo o tipo de exames e disseram para voltarmos dali 5 horas. E assim fizemos, 5 horas mais tarde voltamos a clinica, May pegou os resultados e seguimos para casa.
_May vou falar com Nathan por Skype, quando ler os resultados me avisa. - falei indo para meu quarto só á vi assentindo.
Meu baby demorou um pouco para me atender, quando fez isso seu rosto se iluminou quando me viu, ele me contou sobre uma musica nova que eles tinham escrito, me contou que Jay comia pouco, falava pouco e não parecia mais com aquele Jay de antes. Já eu contei sobre minhas aulas, sobre minhas notas e sobre May vomitar todo dia. Ele tinha acabado de me contar uma piada sem graça quando May gritou na sala, um gritou crucial, doloroso, depois ouvi algo se quebrando, Nath fazia perguntas enquanto eu corria com o notebook até a sala, vi May com as mãos espalmadas na bancada, um copo de vidro que virou pó no chão e ouvi seu choro, forte e doente.
_Espere um pouco. - avisei a Nathan e coloquei o notebook em cima da mesa.
Andei até May á passos largos, segurei seu ombro e a fiz olhar para mim, soluços saiam de sua garganta, um exame estava parcialmente amassado em suas mãos trêmulas, peguei o papel e li, reli, pisquei varias vezes, May se mantinha ali, tentando parar de chorar, senti sua dor, consegui ouvir sua agonia através de cada folego que ela tomava e então falei.
_Não posso acreditar.
_Nem eu. - ela murmurou cabisbaixa. _Como pude ser tão tola! - ela gritou aos prantos. _Eu me esqueci de tomar a outra dose! Meu Deus! Era só me lembrar de uma unica coisa.
_Calma May. - falei baixinho, ela tomou folego. _Tudo bem querida. - disse indo abraça-la, mas ela recuou.
_Não! Nada vai ficar bem! Minha vida acabou! - ela gritou.
_Pelo amor de Deus, você só está gravida! - gritei e ela me encarou.
_Só? - ela perguntou sarcástica. _Merda!
_Se acalme. - pedi, ela se sentou no banquinho, tomei suas mãos e a olhei nos olhos. _É do Jay? - perguntei.
_Sim. - ela sussurrou. _André e eu tínhamos parado de fazer á semanas e eu ainda não precisava tomar a outra dose. - May explicou e eu suspirei aliviada.
_Bom. - falei batendo em sua coxa. _Vá se deitar, dormir. - avisei. _Vou dar um jeito nessa bagunça e amanhã vamos para o médico de novo. - ela assentiu e seguiu para seu quarto.
Estava terminando de limpar os cacos quando a voz de Nathan saiu de meu notebook.
_É isso mesmo que ouvi? - ele perguntou e eu corri para olha-lo. _Vou ser titio! - ele gritou com alegria.
_Não conte para Jay. - pedi. _Deixe May fazer isso. - ele assentiu e eu desliguei a cam.
_Um sobrinho. - sussurrei para mim e sorri amplamente.
Capitulo 80 - All Empty
Cap. 80 (pov. Jay)
Jurei que não choraria, que passaria pelo portão de embarque sem derramar uma unica lágrima, mas quando May virou as costas desabei, chorei como uma criança que está com sono, mas precisa tomar banho, chorei como se precisasse correr para o colo de minha mãe para a dor passar e entrei no avião chorando, até as comissarias estranharam, todo mundo estranhou, mas eu não ligava, só me sentei na poltrona e deixei o choro me levar a exaustão e o sono vir, não olhei para nenhum dos rapazes, queria ficar em meu próprio mundo. Desci do avião com os olhos vermelhos, cansado, mesmo tendo dormido por todo o voo, peguei um taxi sozinho, não queria ver ninguém, muito menos falar, então quando cheguei em casa passei reto por Nareesha e Kelsey e subi para me quarto me trancando nele. Dormi até o dia seguinte, acordei achando que estava no Brasil com May, culpa de um sonho que tive, mas quando vi onde eu estava e que não tinha May comigo chorei em silencio, meu coração doía, eu havia repetido tantas vezes á ela que passaria rápido que seria apenas 4 meses, mas eu mesmo não acreditava em minhas palavras, vi pela minha janela que estava nublado, senti frio então me cobri, algum tempo depois Siva perguntou se eu queria almoçar, já que eu não tinha acordado para o café, mas eu recusei, não sentia fome alguma, então mais uma vez cai no sono. Acordei com socos na porta desorientado.
_Jay! - Max gritou em minha porta. _Esquecemos que temos uma reunião com o Scooter agora! - me levantei correndo abri a porta e me deparei com um Max rindo muito. _Você caiu nessa!
_Não temos nenhuma reunião? - perguntei.
_Não! - Max gritou e começou a rir muito, e riso foi contagiante e eu comecei a rir junto dele.
_Idiota. - falei tomando folego.
_Só queria te tirar desse quarto Bird. - ele falou descendo as escadas o segui.
_Estou com fome. - falei colando a mão e minha barriga.
_Tem pizza na geladeira. - Max falou se sentando no sofá, já eu fui para a cozinha e esquentei um pedaço de pizza e peguei uma cerveja, me sentei do lado de Max que suspirou.
_Saudades da comida de May. - murmurei.
_Eu tenho saudades também, principalmente do café na hora certa. - ele falou.
_Será que vai demorar muito tempo para nos acostumarmos em te-las somente por períodos curtos? - perguntei saboreando a pizza de queijo e brócolis.
_Não sei. - Max falou. _Realmente não sei, tudo parece vazio sem elas aqui, eu sinto falta de Any, May e Helo, as três nos completam e isso é difícil quando moramos tão longe.
_Queria May aqui. - murmurei tomando minha cerveja.
_Mas não podemos fazer nada, só termos paciência. - Max mudou de canal e colocou em um filme.
_Tudo isso é uma tremenda merda. - falei, me levantei joguei fora a pizza e virei a cerveja na pia. _Eu preciso dela aqui! - gritei indo para a sala. _Nessa casa! Comigo! - apontei para mim.
_Ela está com você aqui. - Max falou calmo.
_Onde? Me mostre cara. - pedi em desespero, ele se levantou caminhou até mim e colocou o dedo sobre meu coração.
_Bem aqui. - falou e saiu da sala, me deixando sozinho, com um enorme vazio dentro de mim, coloquei minha mão sobre meu coração e sussurrei.
_Tudo bem.
Capitulo 79 - Time To Go Back To London
Cap. 78 (pov. May)
Faltava apenas um dia para que os meninos voltassem para Londres, minha cabeça estava a mil, mas fiquei calma na frente de Helo e Any, que todos os dias choravam e pediam para Nano aumentar a hospedagem deles no Brasil, mas ele alegava que eles já haviam passado tempo demais sem gravar nada. Jay ficou um tanto ciumento quando alguns dias atras nos esbarramos em André que falou ter deixado Miguel e Lucas de lado e que agora se concentrava nos estudos, ele parecia feliz, mas Jay achou que ele estava dando em cima de mim quando ele só me deu um abraço, muito desajeitado. Mas como eu não queria brigar, apenas encerrei o assunto, Max ficava 24 horas por dia com Any e Nath virou guarda costas de Helo quando ela ia para a biblioteca da faculdade para fazer algumas pesquisas enquanto a greve de nossos professores não se encerava. Um dia desses Any havia me contado que suas aulas voltavam no dia seguinte da despedida dos meninos. Hoje, o dia passou correndo, não nos dando tempo de fazer quase nada, eu precisava manter a calma, Jay chorou algumas vezes quando o assunto de ele ir embora pela manhã veio a tona, me comportei, fique quieta, assenti e as borboletas em meu estomago me faziam ficar ainda mais tensa. Eu sabia que esse dia chegaria novamente, mas não sabia que seria tão rápido, então a noite chegou, todos nós dormimos no hotel e quando a amanheceu eu ainda não tinha conseguido dormir, e pensar que não podia sair do quarto para fazer o café me deixou ainda mais tensa.
_Eu sei que está acordada. - Jay murmurou sonolento me abraçando pela cintura.
_Não consegui dormir Bird. - falei me virando para olha-lo, percorri seu braço com uma de minhas mãos.
_Vai passar rápido, são apenas 4 meses May. - ele falou com aquela voz rouca, pensei em como sentiria saudade de ouvir aquela voz cansada ao amanhecer e engoli seco.
_Tudo bem. - falei forjando um sorriso.
_Eu sei que não está. - Jay falou e beijou o canto de meus lábios.
_Tudo bem Bird. - repeti e lhe dei um sorriso mais firme e bonito.
_Eu te amo. - ela falou por fim me beijando, sem me deixar chance de resposta. _Por mais que eu queira ficar aqui para sempre... - ele suspirou me liberando. _Preciso tomar um banho e comer algo, meu voo é daqui três horas.
_Tudo bem. - repeti e briguei comigo mesma por ficar repetindo essas malditas palavras, sendo que nada estava bem, Jay assentiu e foi para o banheiro.
No café da manhã o silencio reinava, eu tentava conversar sobre qualquer coisa que não fosse Londres, mas minhas palavras morriam cada vez que via Helo ou Any secar alguma lágrima que lhes escapava. O caminho para o aeroporto foi terrível, Siva olhava triste para mim, Tom tentava fazer alguma piada, mas nada funcionava e naquele espaço limitado da van, vi Any desmoronar e depois vi Helo fica aos soluços, eu sentia tudo aquilo que elas sentiam, mas fiquei repetindo em minha mente "Tudo bem" varias vezes. Estava um pouco vazio o aeroporto, sem muitas pessoas e principalmente fãs, já que ninguém sabia onde os meninos ficaram no Brasil, a fila foi rápida, o atendimento, tudo, nada passava devagar, até mesmo despachar as malas foi rápido, xinguei mentalmente o tempo.
_Como você está? - Jay perguntou segurando minha mão, estávamos parados em frente ao portão de embarque, Any abraçada com Max chorava até eu poder ver suas pernas fraquejarem, Helo chorava baixo nos braços de Nath que passava as mãos por suas costas, Seev e Tom pareciam perdidos e alheios aquilo tudo.
_Tudo bem. - falei para Jay, segurei seu rosto, sentindo sua barba fazer cócegas em meus dedos, sua pele quente e meu coração se apertou, as borboletas se agitaram então lhe beijei. _Tudo bem. - sussurrei em seus lábios. _Tudo bem. - e então encostei nossas testas, Jay com os olhos fechados e eu fitando seu belo rosto, uma lagrima me escapou.
_Eu sei. - ele sussurrou. _Só fique firme. - me encorajou. _Elas precisam de você. - secou minha lágrima e então o alto falante anunciou o voo deles, nos afastamos.
Tudo correu, a despedida, as pessoas, eles, e assim deixamos o aeroporto e entramos em um taxi com a mesma rapidez que o tempo tinha nos tratado, Any e Helo olhavam pela janela e eu segurava minha aliança com força, repetindo as palavras de Jay em minha cabeça, quando chegamos no apartamento, Any pegou sua mochila, as chaves de sua moto e foi embora, recebemos o telefonema informando a volta de nossas aulas pela manhã, Helo se trancou no quarto e eu sentei em frente a televisão e a liguei, sem prestar atenção no que ela dizia, então como se tivesse tomado um soco corri para me banheiro e vomitei, vomitei muito, não chorei, não gritei, só joguei tudo fora, então me sentei no chão do banheiro tentando me lembrar o que eu comi para me deixar tão mal.
Faltava apenas um dia para que os meninos voltassem para Londres, minha cabeça estava a mil, mas fiquei calma na frente de Helo e Any, que todos os dias choravam e pediam para Nano aumentar a hospedagem deles no Brasil, mas ele alegava que eles já haviam passado tempo demais sem gravar nada. Jay ficou um tanto ciumento quando alguns dias atras nos esbarramos em André que falou ter deixado Miguel e Lucas de lado e que agora se concentrava nos estudos, ele parecia feliz, mas Jay achou que ele estava dando em cima de mim quando ele só me deu um abraço, muito desajeitado. Mas como eu não queria brigar, apenas encerrei o assunto, Max ficava 24 horas por dia com Any e Nath virou guarda costas de Helo quando ela ia para a biblioteca da faculdade para fazer algumas pesquisas enquanto a greve de nossos professores não se encerava. Um dia desses Any havia me contado que suas aulas voltavam no dia seguinte da despedida dos meninos. Hoje, o dia passou correndo, não nos dando tempo de fazer quase nada, eu precisava manter a calma, Jay chorou algumas vezes quando o assunto de ele ir embora pela manhã veio a tona, me comportei, fique quieta, assenti e as borboletas em meu estomago me faziam ficar ainda mais tensa. Eu sabia que esse dia chegaria novamente, mas não sabia que seria tão rápido, então a noite chegou, todos nós dormimos no hotel e quando a amanheceu eu ainda não tinha conseguido dormir, e pensar que não podia sair do quarto para fazer o café me deixou ainda mais tensa.
_Eu sei que está acordada. - Jay murmurou sonolento me abraçando pela cintura.
_Não consegui dormir Bird. - falei me virando para olha-lo, percorri seu braço com uma de minhas mãos.
_Vai passar rápido, são apenas 4 meses May. - ele falou com aquela voz rouca, pensei em como sentiria saudade de ouvir aquela voz cansada ao amanhecer e engoli seco.
_Tudo bem. - falei forjando um sorriso.
_Eu sei que não está. - Jay falou e beijou o canto de meus lábios.
_Tudo bem Bird. - repeti e lhe dei um sorriso mais firme e bonito.
_Eu te amo. - ela falou por fim me beijando, sem me deixar chance de resposta. _Por mais que eu queira ficar aqui para sempre... - ele suspirou me liberando. _Preciso tomar um banho e comer algo, meu voo é daqui três horas.
_Tudo bem. - repeti e briguei comigo mesma por ficar repetindo essas malditas palavras, sendo que nada estava bem, Jay assentiu e foi para o banheiro.
No café da manhã o silencio reinava, eu tentava conversar sobre qualquer coisa que não fosse Londres, mas minhas palavras morriam cada vez que via Helo ou Any secar alguma lágrima que lhes escapava. O caminho para o aeroporto foi terrível, Siva olhava triste para mim, Tom tentava fazer alguma piada, mas nada funcionava e naquele espaço limitado da van, vi Any desmoronar e depois vi Helo fica aos soluços, eu sentia tudo aquilo que elas sentiam, mas fiquei repetindo em minha mente "Tudo bem" varias vezes. Estava um pouco vazio o aeroporto, sem muitas pessoas e principalmente fãs, já que ninguém sabia onde os meninos ficaram no Brasil, a fila foi rápida, o atendimento, tudo, nada passava devagar, até mesmo despachar as malas foi rápido, xinguei mentalmente o tempo.
_Como você está? - Jay perguntou segurando minha mão, estávamos parados em frente ao portão de embarque, Any abraçada com Max chorava até eu poder ver suas pernas fraquejarem, Helo chorava baixo nos braços de Nath que passava as mãos por suas costas, Seev e Tom pareciam perdidos e alheios aquilo tudo.
_Tudo bem. - falei para Jay, segurei seu rosto, sentindo sua barba fazer cócegas em meus dedos, sua pele quente e meu coração se apertou, as borboletas se agitaram então lhe beijei. _Tudo bem. - sussurrei em seus lábios. _Tudo bem. - e então encostei nossas testas, Jay com os olhos fechados e eu fitando seu belo rosto, uma lagrima me escapou.
_Eu sei. - ele sussurrou. _Só fique firme. - me encorajou. _Elas precisam de você. - secou minha lágrima e então o alto falante anunciou o voo deles, nos afastamos.
Tudo correu, a despedida, as pessoas, eles, e assim deixamos o aeroporto e entramos em um taxi com a mesma rapidez que o tempo tinha nos tratado, Any e Helo olhavam pela janela e eu segurava minha aliança com força, repetindo as palavras de Jay em minha cabeça, quando chegamos no apartamento, Any pegou sua mochila, as chaves de sua moto e foi embora, recebemos o telefonema informando a volta de nossas aulas pela manhã, Helo se trancou no quarto e eu sentei em frente a televisão e a liguei, sem prestar atenção no que ela dizia, então como se tivesse tomado um soco corri para me banheiro e vomitei, vomitei muito, não chorei, não gritei, só joguei tudo fora, então me sentei no chão do banheiro tentando me lembrar o que eu comi para me deixar tão mal.
Capitulo 78 - She Is Perfect For Me
Cap. 78 (pov. Max)
Depois da nossa ultima rodada de cerveja, todos fomos embora, Siva e Tom pegaram um taxi, Helo dirigiu para nós, já que ela era a unica a não beber naquela noite, deitei com Any no colchão de ar, May e Jay seguiram para seu quarto assim como Nath e Helo. Naquela noite não consegui dormir, eu fiquei olhando para Any, em suas feições sem maquiagem, com seu pijama de cupcake que ficava lindo nela, em como os cantos de seus lábios formavam um sorriso mesmo enquanto ela estava dormindo, no modo em que ela abraçou o travesseiro quando me soltei de seus braços. Não senti cansaço, só queria ver minha pequena ali, calma, suspirando a cada tomada de folego, só queria ver sua respiração calma, para não em esquecer disso tão cedo, todos ficamos tão perdidos esses dias por causa de nossas brigas, namoros e amores, que esquecemos que estaríamos indo embora em pouco tempo, esquecemos que não nos veríamos com mais tanta frequência, tudo aquilo me deixou agitado e tinha Any. Meu Deus como ela estava perfeita, com os cabelos levemente bagunçados, o rosto um pouco amassado por conta do travesseiro e ela ainda mantinha aquele leve sorriso. Deitei novamente no colchão e fiquei encarando o teto. A noite foi silenciosa naquele apartamento, não fazia mais calor por conta do ar-condicionado, mas eu sentia a pele morna de Any contra meu braço, olhei o teto até que o sol brilhasse com força na sala, Any se mexeu resmungando algo, mas não acordou, ouvi passos e vi May https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiGLvPuHBiqFPwr_T4EQts_0TBS2PR9LYYRzbNZGUIjJ3Dv-cuaIn7QPrMdxXzbUgW29d16tXQM16COiexuSpl_Ol6Y-uLNQ37YO2xeNWRIHuh-a5ijhEWO1PhPv6PMN4o8WtNlh0KhAH0/s320/debby-ryan-jj-summer-party-02.jpg seguindo para cozinha, peguei meu celular 7 horas e ela já estava em pé, fazendo nossa café, com cuidado para não fazer muito barulho, me levantei, vesti minha camiseta e segui para o balcão da cozinha, me sentei no banco e fiquei esperando May notar minha presença.
_Bom dia. - ela falou quando forcei uma tosse.
_Bom dia. - falei sorrindo, ela mexia nas panquecas em cima do fogo.
_Não consegui dormir. - falou como se justificasse se levantar as 7 da manhã depois de voltar de um pub duas horas atrás.
_Eu também não, por que faz as panquecas primeiro? - perguntei.
_Na verdade, essas são do Jay, vou fazer e colocar na geladeira, depois eu faço a de vocês conforme forem acordando. - falou sorrindo.
_Já tomou banho? - perguntei, May tirou as panquecas do fogo, colocou em um prato, despejou a calda de morangos que também estavam no fogo e guardou as panquecas prontas na geladeira.
_Claro que já. - ela falou. _O que foi Max? - May perguntou coando o café, colocando a água do chá para ferver, correndo para bater o suco de laranja e fatiando o bolo de chocolate.
_Estou impressionado em como você faz tudo isso de uma só vez. - falei apontando para a cozinha.
_Só quero ocupar minha cabeça, não quero pensar que vocês... - ela parou de falar, foi até a garrafa de café á fechou, colocou o bolo em uma travessa de vidro, tirou o suco e o colocou em uma jarra de vidro e colocou as ervas na água fervente.
_May. - chamei por ela enquanto ela ia para a mesa e colocava uma toalha xadrez sobre ela. _Pensar que nós o quê? - perguntei mais uma vez, ela colocou tudo na mesa e se virou para mim.
_Any vai acordar logo, vamos para a varanda. - ela falou e eu á segui para a varanda.
_Termine a frase logo. - pedi.
_Vocês vão embora Max. - May falou aflita. _Toda essa felicidade vai com vocês e o que vai ficar será a insegurança.
_Não vamos errar de novo. - prometi.
_Não é sobre isso... É que... Meu Deus! - ela gritou.
_Fale logo May. - comecei a ficar nervoso.
_Eu não quero vocês longe, tudo é tão certo com todos nós, você, Any, Helo, Nath, Jay, Siva, Tom e eu juntos. - May falou e eu suspirei.
_Eu sei. - murmurei cabisbaixo, ela me alcançou e me abraçou forte.
_Vamos passar um dia de cada vez. - ela falou, nos soltamos e voltamos para a cozinha. _Vou acordar o pessoal. - me avisou e saiu pela casa chamando por todos, me sentei na mesa e comi um pedaço de bolo.
Depois da nossa ultima rodada de cerveja, todos fomos embora, Siva e Tom pegaram um taxi, Helo dirigiu para nós, já que ela era a unica a não beber naquela noite, deitei com Any no colchão de ar, May e Jay seguiram para seu quarto assim como Nath e Helo. Naquela noite não consegui dormir, eu fiquei olhando para Any, em suas feições sem maquiagem, com seu pijama de cupcake que ficava lindo nela, em como os cantos de seus lábios formavam um sorriso mesmo enquanto ela estava dormindo, no modo em que ela abraçou o travesseiro quando me soltei de seus braços. Não senti cansaço, só queria ver minha pequena ali, calma, suspirando a cada tomada de folego, só queria ver sua respiração calma, para não em esquecer disso tão cedo, todos ficamos tão perdidos esses dias por causa de nossas brigas, namoros e amores, que esquecemos que estaríamos indo embora em pouco tempo, esquecemos que não nos veríamos com mais tanta frequência, tudo aquilo me deixou agitado e tinha Any. Meu Deus como ela estava perfeita, com os cabelos levemente bagunçados, o rosto um pouco amassado por conta do travesseiro e ela ainda mantinha aquele leve sorriso. Deitei novamente no colchão e fiquei encarando o teto. A noite foi silenciosa naquele apartamento, não fazia mais calor por conta do ar-condicionado, mas eu sentia a pele morna de Any contra meu braço, olhei o teto até que o sol brilhasse com força na sala, Any se mexeu resmungando algo, mas não acordou, ouvi passos e vi May https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiGLvPuHBiqFPwr_T4EQts_0TBS2PR9LYYRzbNZGUIjJ3Dv-cuaIn7QPrMdxXzbUgW29d16tXQM16COiexuSpl_Ol6Y-uLNQ37YO2xeNWRIHuh-a5ijhEWO1PhPv6PMN4o8WtNlh0KhAH0/s320/debby-ryan-jj-summer-party-02.jpg seguindo para cozinha, peguei meu celular 7 horas e ela já estava em pé, fazendo nossa café, com cuidado para não fazer muito barulho, me levantei, vesti minha camiseta e segui para o balcão da cozinha, me sentei no banco e fiquei esperando May notar minha presença.
_Bom dia. - ela falou quando forcei uma tosse.
_Bom dia. - falei sorrindo, ela mexia nas panquecas em cima do fogo.
_Não consegui dormir. - falou como se justificasse se levantar as 7 da manhã depois de voltar de um pub duas horas atrás.
_Eu também não, por que faz as panquecas primeiro? - perguntei.
_Na verdade, essas são do Jay, vou fazer e colocar na geladeira, depois eu faço a de vocês conforme forem acordando. - falou sorrindo.
_Já tomou banho? - perguntei, May tirou as panquecas do fogo, colocou em um prato, despejou a calda de morangos que também estavam no fogo e guardou as panquecas prontas na geladeira.
_Claro que já. - ela falou. _O que foi Max? - May perguntou coando o café, colocando a água do chá para ferver, correndo para bater o suco de laranja e fatiando o bolo de chocolate.
_Estou impressionado em como você faz tudo isso de uma só vez. - falei apontando para a cozinha.
_Só quero ocupar minha cabeça, não quero pensar que vocês... - ela parou de falar, foi até a garrafa de café á fechou, colocou o bolo em uma travessa de vidro, tirou o suco e o colocou em uma jarra de vidro e colocou as ervas na água fervente.
_May. - chamei por ela enquanto ela ia para a mesa e colocava uma toalha xadrez sobre ela. _Pensar que nós o quê? - perguntei mais uma vez, ela colocou tudo na mesa e se virou para mim.
_Any vai acordar logo, vamos para a varanda. - ela falou e eu á segui para a varanda.
_Termine a frase logo. - pedi.
_Vocês vão embora Max. - May falou aflita. _Toda essa felicidade vai com vocês e o que vai ficar será a insegurança.
_Não vamos errar de novo. - prometi.
_Não é sobre isso... É que... Meu Deus! - ela gritou.
_Fale logo May. - comecei a ficar nervoso.
_Eu não quero vocês longe, tudo é tão certo com todos nós, você, Any, Helo, Nath, Jay, Siva, Tom e eu juntos. - May falou e eu suspirei.
_Eu sei. - murmurei cabisbaixo, ela me alcançou e me abraçou forte.
_Vamos passar um dia de cada vez. - ela falou, nos soltamos e voltamos para a cozinha. _Vou acordar o pessoal. - me avisou e saiu pela casa chamando por todos, me sentei na mesa e comi um pedaço de bolo.
Capitulo 77 - Just Let Us Relax
Cap. 77 (pov. Any)
No pub já havíamos bebido tanto, dançado e até mesmo cantado algumas musicas, que eu realmente fiquei cansada, meu relógio marcava 4 da manhã. Me senti muito feliz em dias, tudo isso me fez ver que meu amor por Max é maior do que tudo. Desde que ele chegou eu não conseguia mais me distanciar dele, nosso relacionamento conturbado, as vezes triste me fez perceber que o amor é um sentimento a ser conquistado todos os dias, pois ele pode desaparecer. Sentada na mesa com Max abraçando minha cintura vi, Helo sorrindo para Nath que mantinha aquele olhar, brilhante, genuíno de homem apaixonado, eles estavam em perfeita sintonia, como se seus movimentos fossem ensaiados, sorri para ambos. May sentada de lado no colo de Jay bebia sua cerveja, ela a colocou na mesa e me olhou especulativa por poucos segundos, mas depois voltou sua atenção para Jay que segurava com cuidado sua cintura por conta de seus ferimentos, os dois, ambos loucos, impulsivos, estavam ali, em completa paz, o anel de May reluzia sobre a luz azul do pub, algumas vezes ela o beijava como se mostrasse para Jay o quão feliz ela estava, e mais uma vez sorri, por saber que todos naquela mesa, inclusive Siva e Tom que não tinham suas namoradas ali, estavam felizes, relaxados e completamente em paz.
_Você está calada. - Max murmurou em minha orelha, me tirando de meus devaneios.
_Só estou... - respirei fundo. _Amando. - ele sorriu.
_Eu também me sinto assim. - ele falou e eu sorri. _Tenho uma coisa para você.
_Aqui? - perguntei, Max concordou com a cabeça.
_Nathan! - ele gritou conquistando a atenção do amigo. _É agora!
_Estava ficando tarde mesmo. - Nathan falou.
Os dois levantaram, Max se voltou para mim, Nathan se voltou para Helo, ambos ajoelharam, tiraram de seus bolsos traseiros nossas alianças, tampei minha boca com as mãos, Helo fez o mesmo, Max pegou minha mão, Nathan fez o mesmo com Helo, e assim nos devolveram nossas alianças, que jamais deveria ter tirado, beijando minha mão Max se levantou, Nathan beijou a mão de Helo e também se levantou. Todos no pub aplaudiram e eu corei, fiquei totalmente perdida, só pensei em como eu amava aquele homem na minha frente, então me atirei nos seus braços e um beijo apaixonado e que consumiu cada célula do meu corpo, tudo girava a nossa volta e quando me soltei de seus braços vi Helo chorando, mas não de triste e sim felicidade, ela repetia e repetia "Eu te amo" para Nath que falava a mesma coisa, May sorria como se orgulhasse de todos nós, como uma mãe que vê seu filho andando de bicicleta pela primeira vez sem ao menos se machucar, e era realmente isso que May era, mesmo com todos seus problemas, mesmo com tudo, ela sempre foi nossa mãe, ela nos segurava quando caíamos, ela nos empurrava quando nos recusávamos a continuar, era ela que mesmo perdida, achava uma solução para todas. Então me levantei, a tirei do colo de Jay e lhe dei um abraço apertado, por um momento ela se sentiu surpresa, mas depois me apertou contra seu corpo.
_Tudo bem Any? - ela questionou.
_Obrigada. - sussurrei.
_De nada querida. - ela falou, nos soltamos e voltamos para nossos lugares.
Tom voltou com uma bandeja cheia de cerveja e cada um pegou a sua, até mesmo Seev que não era de beber muito, aceitou o agrado, com o calor que fazia não dava para recusar uma cerveja bem gelada, e na mesa todos brindamos e gritamos "Amor", mesmo que não fosse nada programado, acho que todo mundo quis dizer essa palavra na hora em que nossos copos se chocassem, acho que todos pensavam em como o amor era nosso meio de união, que mesmo com nossas discussões, no final do dia iríamos ainda nos amar.
No pub já havíamos bebido tanto, dançado e até mesmo cantado algumas musicas, que eu realmente fiquei cansada, meu relógio marcava 4 da manhã. Me senti muito feliz em dias, tudo isso me fez ver que meu amor por Max é maior do que tudo. Desde que ele chegou eu não conseguia mais me distanciar dele, nosso relacionamento conturbado, as vezes triste me fez perceber que o amor é um sentimento a ser conquistado todos os dias, pois ele pode desaparecer. Sentada na mesa com Max abraçando minha cintura vi, Helo sorrindo para Nath que mantinha aquele olhar, brilhante, genuíno de homem apaixonado, eles estavam em perfeita sintonia, como se seus movimentos fossem ensaiados, sorri para ambos. May sentada de lado no colo de Jay bebia sua cerveja, ela a colocou na mesa e me olhou especulativa por poucos segundos, mas depois voltou sua atenção para Jay que segurava com cuidado sua cintura por conta de seus ferimentos, os dois, ambos loucos, impulsivos, estavam ali, em completa paz, o anel de May reluzia sobre a luz azul do pub, algumas vezes ela o beijava como se mostrasse para Jay o quão feliz ela estava, e mais uma vez sorri, por saber que todos naquela mesa, inclusive Siva e Tom que não tinham suas namoradas ali, estavam felizes, relaxados e completamente em paz.
_Você está calada. - Max murmurou em minha orelha, me tirando de meus devaneios.
_Só estou... - respirei fundo. _Amando. - ele sorriu.
_Eu também me sinto assim. - ele falou e eu sorri. _Tenho uma coisa para você.
_Aqui? - perguntei, Max concordou com a cabeça.
_Nathan! - ele gritou conquistando a atenção do amigo. _É agora!
_Estava ficando tarde mesmo. - Nathan falou.
Os dois levantaram, Max se voltou para mim, Nathan se voltou para Helo, ambos ajoelharam, tiraram de seus bolsos traseiros nossas alianças, tampei minha boca com as mãos, Helo fez o mesmo, Max pegou minha mão, Nathan fez o mesmo com Helo, e assim nos devolveram nossas alianças, que jamais deveria ter tirado, beijando minha mão Max se levantou, Nathan beijou a mão de Helo e também se levantou. Todos no pub aplaudiram e eu corei, fiquei totalmente perdida, só pensei em como eu amava aquele homem na minha frente, então me atirei nos seus braços e um beijo apaixonado e que consumiu cada célula do meu corpo, tudo girava a nossa volta e quando me soltei de seus braços vi Helo chorando, mas não de triste e sim felicidade, ela repetia e repetia "Eu te amo" para Nath que falava a mesma coisa, May sorria como se orgulhasse de todos nós, como uma mãe que vê seu filho andando de bicicleta pela primeira vez sem ao menos se machucar, e era realmente isso que May era, mesmo com todos seus problemas, mesmo com tudo, ela sempre foi nossa mãe, ela nos segurava quando caíamos, ela nos empurrava quando nos recusávamos a continuar, era ela que mesmo perdida, achava uma solução para todas. Então me levantei, a tirei do colo de Jay e lhe dei um abraço apertado, por um momento ela se sentiu surpresa, mas depois me apertou contra seu corpo.
_Tudo bem Any? - ela questionou.
_Obrigada. - sussurrei.
_De nada querida. - ela falou, nos soltamos e voltamos para nossos lugares.
Tom voltou com uma bandeja cheia de cerveja e cada um pegou a sua, até mesmo Seev que não era de beber muito, aceitou o agrado, com o calor que fazia não dava para recusar uma cerveja bem gelada, e na mesa todos brindamos e gritamos "Amor", mesmo que não fosse nada programado, acho que todo mundo quis dizer essa palavra na hora em que nossos copos se chocassem, acho que todos pensavam em como o amor era nosso meio de união, que mesmo com nossas discussões, no final do dia iríamos ainda nos amar.
sexta-feira, 16 de agosto de 2013
Capitulo 76 - How About a Bar?
Cap. 76 (pov. Nathan)
Foi um momento estranho o das meninas, uma hora May estava com Jay no quarto ao gritos, gemendo e outras coisas, depois ela sai toda acabada do quarto, só olha para Any e Helo que a seguem e ficam na sacada com elas sem podermos ouvir, então elas voltam e começam a fazer piadas, como se aquela conversa no jantar jamais existisse, que May ter problemas com cortes seja normal. Max entra na onda e fica tranquilo quanto a isso, Jay devia estar dormindo, eu acho que ele mal falou com ela, já que não deviam ter perdido tempo, reparei na mão de May e lá estava o anel. Ela sorria, parecia realmente feliz, olhava para mim, acenava com a cabeça, beijava o braço roxo de Helo, sorria para Any, fazia piadas com Max e isso me fez relaxar um pouco.
_Eu não aguento mas ficar em casa. - Any reclamou.
_Acabamos de voltar da praia. - May falou.
_Quero sair também. - Helo murmurou.
_Onde então? - May perguntou.
_Espera. - me manifestei. _Vocês não estão pensando em sair agora que são... - olhei em meu celular. _Agora que são 10:45 da noite.
_E dai?! - May perguntou como se não fosse nada. _Onde? - olhou para as meninas.
_Que tal aquele pub que acabou de abrir? - Any falou animada.
_Pode ser. - Helo falou caminhando para o quarto. _May te dou 20 minutos para tomar um banho, chamar seu namorado dorminhoco e se arrumar. - ela avisou May que correu para o quarto.
_E quanto a nós? - Max falou apontando para nossos pijamas.
_Passamos no hotel baby. - Any falou selando os lábios no de Max e nos deixando sozinhos na sala, correndo para o quarto de Helo se arrumar.
Não demorou tanto tempo para que as meninas estivessem prontas e realmente lindas, Helo http://basiclook.com.br/galeria/d/5948-2/Taylor-Swift-in-Elie-Saab1.jpg foi a primeira a aparecer na sala, correndo até minha direção e se sentando de lado em meu colo enquanto sorria, ela parecia uma boneca de porcelana, tão perfeita e delicada, quase que intocável, Any https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg-qBVW_q2364tMrhVxy99i7qMgtTrm0VnJ9KuRDDVsnDNBMLaZaM13FK8BbSSau1xOZpH2V_qJ16vHLpLkMQpI2IJ___12nwbSUSTj0x0R3F-g_rE99OknYqXHFxy1vQj6zQcUOfaTcaH-/s1600/kids-choice-awards-2013-victoria-justice.jpg entrou girando, sorrindo para Max que aplaudia sua namorada como se estivesse em um desfile. Então Jay apareceu sorrindo torto, sabendo que nós tínhamos escutado tudo, com seu pijama ele esperou May http://embonita.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/07/Debby-Ryan.jpg pegar sua mão e se dirigiram até a sala.
_Pois bem, vamos até o hotel, lá vocês chamam Siva e Tom, trocam de roupa e pegam a van, seguem nosso carro e então temos uma noite divertida. - May falou como se tudo fosse um plano a se seguir a risca.
_Não vamos nem descer do carro, só vocês, entenderam?! - Helo falou olhando para Max e eu que assentimos.
_Então vamos logo. - Any nos apressou indo para o elevador, quando todos estávamos dentro dele e começamos a descer os andares ela gritou. _Vamos ficar bêbados!
_Isso! - todos nós gritamos, como se esse fosse o nosso único plano certo.
Foi um momento estranho o das meninas, uma hora May estava com Jay no quarto ao gritos, gemendo e outras coisas, depois ela sai toda acabada do quarto, só olha para Any e Helo que a seguem e ficam na sacada com elas sem podermos ouvir, então elas voltam e começam a fazer piadas, como se aquela conversa no jantar jamais existisse, que May ter problemas com cortes seja normal. Max entra na onda e fica tranquilo quanto a isso, Jay devia estar dormindo, eu acho que ele mal falou com ela, já que não deviam ter perdido tempo, reparei na mão de May e lá estava o anel. Ela sorria, parecia realmente feliz, olhava para mim, acenava com a cabeça, beijava o braço roxo de Helo, sorria para Any, fazia piadas com Max e isso me fez relaxar um pouco.
_Eu não aguento mas ficar em casa. - Any reclamou.
_Acabamos de voltar da praia. - May falou.
_Quero sair também. - Helo murmurou.
_Onde então? - May perguntou.
_Espera. - me manifestei. _Vocês não estão pensando em sair agora que são... - olhei em meu celular. _Agora que são 10:45 da noite.
_E dai?! - May perguntou como se não fosse nada. _Onde? - olhou para as meninas.
_Que tal aquele pub que acabou de abrir? - Any falou animada.
_Pode ser. - Helo falou caminhando para o quarto. _May te dou 20 minutos para tomar um banho, chamar seu namorado dorminhoco e se arrumar. - ela avisou May que correu para o quarto.
_E quanto a nós? - Max falou apontando para nossos pijamas.
_Passamos no hotel baby. - Any falou selando os lábios no de Max e nos deixando sozinhos na sala, correndo para o quarto de Helo se arrumar.
Não demorou tanto tempo para que as meninas estivessem prontas e realmente lindas, Helo http://basiclook.com.br/galeria/d/5948-2/Taylor-Swift-in-Elie-Saab1.jpg foi a primeira a aparecer na sala, correndo até minha direção e se sentando de lado em meu colo enquanto sorria, ela parecia uma boneca de porcelana, tão perfeita e delicada, quase que intocável, Any https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg-qBVW_q2364tMrhVxy99i7qMgtTrm0VnJ9KuRDDVsnDNBMLaZaM13FK8BbSSau1xOZpH2V_qJ16vHLpLkMQpI2IJ___12nwbSUSTj0x0R3F-g_rE99OknYqXHFxy1vQj6zQcUOfaTcaH-/s1600/kids-choice-awards-2013-victoria-justice.jpg entrou girando, sorrindo para Max que aplaudia sua namorada como se estivesse em um desfile. Então Jay apareceu sorrindo torto, sabendo que nós tínhamos escutado tudo, com seu pijama ele esperou May http://embonita.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/07/Debby-Ryan.jpg pegar sua mão e se dirigiram até a sala.
_Pois bem, vamos até o hotel, lá vocês chamam Siva e Tom, trocam de roupa e pegam a van, seguem nosso carro e então temos uma noite divertida. - May falou como se tudo fosse um plano a se seguir a risca.
_Não vamos nem descer do carro, só vocês, entenderam?! - Helo falou olhando para Max e eu que assentimos.
_Então vamos logo. - Any nos apressou indo para o elevador, quando todos estávamos dentro dele e começamos a descer os andares ela gritou. _Vamos ficar bêbados!
_Isso! - todos nós gritamos, como se esse fosse o nosso único plano certo.
Capitulo 75 - This Mess
Cap. 75 (pov. Helo)
Estava deitada no sofá, minha cabeça apoiada nas pernas de Any, já que Nathan estava lavando louça com Max. Clima havia ficado pesado, quase insustentável, conhecia May, ela não daria o braço a torcer. Ela não é do tipo de pessoa que se cuida, é o tipo de pessoa que cuida. Então eu e Any ficamos no silencio, ouvindo somente os barulhos das louças contra a água. Any olhava para a televisão desligada e eu encarava seu rosto pensativo. Por um longo tempo ficamos apenas daquele jeito, quietas, até que Any passou a mão por meu rosto ainda sensível e um pouco inchado.
_Ainda dói? - ela perguntou, senti a preocupação em sua voz.
_Um pouco. - confessei. _Mas o que dói mais é a parte da humilhação. - falei, desconfortável com aquela conversa.
_Desculpe. - Any sussurrou e começou a chorar silenciosamente, suas lagrimas descendo por seu rosto, quase que caindo em minha testa.
_Não foi sua culpa. - falei tentando lhe confortar.
_Mas você pediu ajuda... Essa culpa está me matando. - Any falou ainda chorando em silencio. _Deus! Que Max não me veja chorando. - e limpou suas lagrimas com rapidez forçando um sorriso nos lábios.
_Já passou Any, tudo bem. - falei sorrindo.
Any começou a passar suas mãos por meus cabelos, Max e Nath tinham terminado a louça e estava sentados cada um em uma poltrona, até que ouvimos gemidos, realmente gemidos altos e fiquei vermelha, envergonhada, Any sentiu o mesmo.
_Fizeram as pazes. - Max brincou e eu joguei uma almofada nele que deu de ombros.
_Isso foi um grito?! - Any perguntou e começamos a rir. _Credo! - assim ligou a televisão em um canal de musica no volume alto.
O programa quase estava no final quando May entrou na sala, cheirando a sexo, com o cabelo bagunçado e vermelha pela vergonha, acenou para os meninos e chamou Any e eu para a sacada. Seguimos ela e fechamos a porta de vidro, nos encaramos e começamos a rir, gargalhadas altas, firmes, ficamos sem folego, paramos de rir e por fim, as três choraram, não sabia o motivo das lágrimas de May ou de Any, mas as minhas lágrimas eram de saudade. Uma saudade de nossa amizade, que sempre se atrapalhava quando estávamos envolvidas, saudades de sermos sinceras sem ao menos uma palavras e com essas mesmas lágrimas nos abraçamos, chorando muito e olhamos umas para a outra e dissemos juntas.
_Eu amo vocês. - depois disso limpamos nossas lágrimas e entramos na sala como se nada tivesse acontecido.
Estava deitada no sofá, minha cabeça apoiada nas pernas de Any, já que Nathan estava lavando louça com Max. Clima havia ficado pesado, quase insustentável, conhecia May, ela não daria o braço a torcer. Ela não é do tipo de pessoa que se cuida, é o tipo de pessoa que cuida. Então eu e Any ficamos no silencio, ouvindo somente os barulhos das louças contra a água. Any olhava para a televisão desligada e eu encarava seu rosto pensativo. Por um longo tempo ficamos apenas daquele jeito, quietas, até que Any passou a mão por meu rosto ainda sensível e um pouco inchado.
_Ainda dói? - ela perguntou, senti a preocupação em sua voz.
_Um pouco. - confessei. _Mas o que dói mais é a parte da humilhação. - falei, desconfortável com aquela conversa.
_Desculpe. - Any sussurrou e começou a chorar silenciosamente, suas lagrimas descendo por seu rosto, quase que caindo em minha testa.
_Não foi sua culpa. - falei tentando lhe confortar.
_Mas você pediu ajuda... Essa culpa está me matando. - Any falou ainda chorando em silencio. _Deus! Que Max não me veja chorando. - e limpou suas lagrimas com rapidez forçando um sorriso nos lábios.
_Já passou Any, tudo bem. - falei sorrindo.
Any começou a passar suas mãos por meus cabelos, Max e Nath tinham terminado a louça e estava sentados cada um em uma poltrona, até que ouvimos gemidos, realmente gemidos altos e fiquei vermelha, envergonhada, Any sentiu o mesmo.
_Fizeram as pazes. - Max brincou e eu joguei uma almofada nele que deu de ombros.
_Isso foi um grito?! - Any perguntou e começamos a rir. _Credo! - assim ligou a televisão em um canal de musica no volume alto.
O programa quase estava no final quando May entrou na sala, cheirando a sexo, com o cabelo bagunçado e vermelha pela vergonha, acenou para os meninos e chamou Any e eu para a sacada. Seguimos ela e fechamos a porta de vidro, nos encaramos e começamos a rir, gargalhadas altas, firmes, ficamos sem folego, paramos de rir e por fim, as três choraram, não sabia o motivo das lágrimas de May ou de Any, mas as minhas lágrimas eram de saudade. Uma saudade de nossa amizade, que sempre se atrapalhava quando estávamos envolvidas, saudades de sermos sinceras sem ao menos uma palavras e com essas mesmas lágrimas nos abraçamos, chorando muito e olhamos umas para a outra e dissemos juntas.
_Eu amo vocês. - depois disso limpamos nossas lágrimas e entramos na sala como se nada tivesse acontecido.
quinta-feira, 15 de agosto de 2013
Capitulo 74 - Do Not Want To Doubt You
Cap. 74 (pov. Jay)
May explodiu e isso me assustou, tive medo dela se machucar novamente, então dei um tempo para fazer o que achava certo, mas percebi que tinha de ir para o quarto. Todos estavam em pleno silencio quando sai do sala de jantar, corri até o quarto desesperado, mas o alivio me atingiu quando vi May deitada na cama olhando para o nada. Ela se assustou, então sentou na cama encostada na cabeceira e me olhou atenta.
_Tudo bem? - perguntei indo até ela, me sentei de frente para ela.
_Por que eu estaria mal? - ela perguntou irônica. _Só porque todo mundo resolveu ser minha mãe?
_Ei. - falei pegando sua mão. _Só queremos ajudar May. - beijei seus dedos.
_Só parem com isso. - ela murmurou irredutível.
_Tenho algo para você. - falei me levantando e indo até minha mochila.
_O que é? Uma lamina? - May perguntou e eu olhei bravo para ela que deu de ombros.
_Espere... - falei abrindo um bolsinho da mochila. _Feche o olho. - peguei a caixinha. _Estenda a mão. - pedi e ela fez sem relutar, coloquei a caixinha em sua mão e ela sorriu amplamente.
_É o que eu acho que é. - ela falou sorrindo.
_Abra os olhos e o presente. - falei e assim ela abriu os olhos e abriu a caixinha.
_Eu te amo Mcguiness. - May falou colocando o anel que eu tinha dado para ela em seu dedo e se jogando em cima de mim para me abraçar.
Nos beijamos, um beijo de pedido de desculpas, uma forma de sabermos que tudo estava bem que nada tinha mudado entre nós. Puxei suas pernas para cada lado de meu corpo, de modo que ela ficou montada em mim, um gemido escapou de sua garganta quando minha língua invadiu sua boca. Com certa pressa ela puxou minha camiseta e a tirou, fui subindo seu longo vestido até que consegui alcançar sua coxas e dei leves apertadas nelas, pressionando o corpo de May em minha ereção crescente, ela me ajudou a tirar seu vestido com facilidade, tive a visão privilegiada de seus seios, já que ela estava sem sutiã, sorri malicioso. Me levantei e May enrolou suas pernas em minha cintura, beijando meu pescoço, minha orelha e minha boca, coloquei ela na cama me deitando por cima. Rapidamente me livrei de meu calção e minha cueca box, tirei também a calcinha de May que estava ofegante. Passei minhas mãos por todo seu corpo, parando em seus seios e depois desci até sua intimidade, que só com um toque de meus dedos pulsou, senti a umidade de May e isso fez com que minha ereção doesse, decidi não prolongar nossa tortura, me deitei sobre May e devagar a penetrei.
_Ai meu Deus, como eu sentia falta disso. - May sussurrou em meu ouvido. _Eu te amo Bird. - gemendo meu nome May me deu impulso para continuar com mais velocidade e força.
Depois de um longo tempo, o quarto cheirava a sexo, uma camada de suor nos cobria e May gemia cada vez mais alto, quando enfim ela atingiu seu clímax, me permiti atingir meu ápice. Nos deitamos de frente um para o outro, May encarava seu anel e sorria.
_Obrigada. - ela falou me dando um selinho.
_Pelo o quê? - perguntei sorrindo.
_Por me fazer feliz. - ela falou e com isso se levantou e colocou sua roupa indo para a porta do quarto. _Vou conversar com as meninas, já volto. - se justificou e saiu.
_Eu te amo May. - sussurrei e adormeci.
May explodiu e isso me assustou, tive medo dela se machucar novamente, então dei um tempo para fazer o que achava certo, mas percebi que tinha de ir para o quarto. Todos estavam em pleno silencio quando sai do sala de jantar, corri até o quarto desesperado, mas o alivio me atingiu quando vi May deitada na cama olhando para o nada. Ela se assustou, então sentou na cama encostada na cabeceira e me olhou atenta.
_Tudo bem? - perguntei indo até ela, me sentei de frente para ela.
_Por que eu estaria mal? - ela perguntou irônica. _Só porque todo mundo resolveu ser minha mãe?
_Ei. - falei pegando sua mão. _Só queremos ajudar May. - beijei seus dedos.
_Só parem com isso. - ela murmurou irredutível.
_Tenho algo para você. - falei me levantando e indo até minha mochila.
_O que é? Uma lamina? - May perguntou e eu olhei bravo para ela que deu de ombros.
_Espere... - falei abrindo um bolsinho da mochila. _Feche o olho. - peguei a caixinha. _Estenda a mão. - pedi e ela fez sem relutar, coloquei a caixinha em sua mão e ela sorriu amplamente.
_É o que eu acho que é. - ela falou sorrindo.
_Abra os olhos e o presente. - falei e assim ela abriu os olhos e abriu a caixinha.
_Eu te amo Mcguiness. - May falou colocando o anel que eu tinha dado para ela em seu dedo e se jogando em cima de mim para me abraçar.
Nos beijamos, um beijo de pedido de desculpas, uma forma de sabermos que tudo estava bem que nada tinha mudado entre nós. Puxei suas pernas para cada lado de meu corpo, de modo que ela ficou montada em mim, um gemido escapou de sua garganta quando minha língua invadiu sua boca. Com certa pressa ela puxou minha camiseta e a tirou, fui subindo seu longo vestido até que consegui alcançar sua coxas e dei leves apertadas nelas, pressionando o corpo de May em minha ereção crescente, ela me ajudou a tirar seu vestido com facilidade, tive a visão privilegiada de seus seios, já que ela estava sem sutiã, sorri malicioso. Me levantei e May enrolou suas pernas em minha cintura, beijando meu pescoço, minha orelha e minha boca, coloquei ela na cama me deitando por cima. Rapidamente me livrei de meu calção e minha cueca box, tirei também a calcinha de May que estava ofegante. Passei minhas mãos por todo seu corpo, parando em seus seios e depois desci até sua intimidade, que só com um toque de meus dedos pulsou, senti a umidade de May e isso fez com que minha ereção doesse, decidi não prolongar nossa tortura, me deitei sobre May e devagar a penetrei.
_Ai meu Deus, como eu sentia falta disso. - May sussurrou em meu ouvido. _Eu te amo Bird. - gemendo meu nome May me deu impulso para continuar com mais velocidade e força.
Depois de um longo tempo, o quarto cheirava a sexo, uma camada de suor nos cobria e May gemia cada vez mais alto, quando enfim ela atingiu seu clímax, me permiti atingir meu ápice. Nos deitamos de frente um para o outro, May encarava seu anel e sorria.
_Obrigada. - ela falou me dando um selinho.
_Pelo o quê? - perguntei sorrindo.
_Por me fazer feliz. - ela falou e com isso se levantou e colocou sua roupa indo para a porta do quarto. _Vou conversar com as meninas, já volto. - se justificou e saiu.
_Eu te amo May. - sussurrei e adormeci.
Capitulo 73 - Why Does Everyone Judge Me?
Cap. 73 (pov. May)
Vi como todos ficaram quando apareci, bem... Nem todos, Any e Max estavam ocupados demais brigando, porém o resto reparou em meus machucados, Jay fez uma cena para me cobrir, mas disse para ele que estava bem com aquilo. Não tão bem, mas realmente não me importava mostrar meus cortes, logo eles sumiriam. O dia todo na praia foi estranho e perturbador, Any boiou para muito longe, tive que buscar ela, Max brigou mais uma vez com ela, tudo ficou pesado e chato, até nossas brincadeiras ficaram sem graça por conta da situação, mas então eles se acertaram e tudo voltou ao normal. Decidimos deixar Nathan, Max e Jay dormirem em casa, tomei um banho rápido quando cheguei, assim como Helo e Any, coloquei uma roupa confortável http://cdn05.cdn.justjaredjr.com/wp-content/uploads/2011/05/debby-video/debby-ryan-presley-suite-video-01.jpg e corri para a cozinha fazer o jantar. Max, Jay e Nathan ainda tomavam banho, Jay no meu banheiro, Max no banheiro do corredor e Nathan no banheiro de Helo. Any http://photos.imageevent.com/afap/wallpapers/stars/victoriajustice//Victoria%20Justice%20-%20Jean%20Shorts-.jpg fazia suco de melancia enquanto Helo http://www.resuminhobasico.com/wp-content/images/thumbnail/moda-taylor-swift-vestidos-delicados-1.jpg colocava a mesa.
_Esse cheiro está divino. - Jay falou me abraçando por trás me assustando. _O que está cozinhando? - perguntou beijando abaixo de minha orelha.
_Macarronada com brócolis e molho branco. - falei sorrindo.
_Deve está uma delicia. - murmurou mordiscando minha orelha, dei de ombros me livrando dele.
_Se continuar assim não termino o jantar. - falei e ele sorriu culpado.
_Vou deixar você cozinhar. - ele falou se sentando na bancada me encarando.
Continuei o que estava fazendo, logo Nath e Max se juntaram a nós, quando todos se sentaram á mesa, coloquei o macarrão em uma travessa de vidro e depositei em cima da mesa. E em pouco tempo todos já haviam se servido, todos com pratos bem cheios, eu sorri, coloquei um pouco para mim e servi suco para todos.
_Precisamos conversar. - Any murmurou.
_Sobre o que? - todos olhavam para nós com certa apreensão, acho que já sabiam o que seria discutido.
_Vai se fazer de boba agora? - Any perguntou impaciente, deixei meu garfo de lado e a olhei especulativa.
_Não estou me fazendo de boba, eu realmente não sei o que você quer falar comigo. - expliquei, com um longo suspiro ela falou.
_Sua falta de amor próprio não machuca só a você. - ela falou e voltou a comer, logo me toquei do que ela estava falando.
_Desculpe. - sussurrei com um nó na garganta, agora todo mundo me olhava, mas não era com qualquer olhar, era... Pena.
_Você tem que procurar ajuda May. - Nath falou me olhando, aquele olhar, me enojou.
_Ela tem que parar com isso. - Helo falou brava, mas ainda mantinha a piedade no olhar.
_Não é certo se mutilar desse jeito. - Any retrucou, me levantei e afastei a cadeira.
_Todos vocês chega de me julgar! - gritei, Jay tentou pegar minha mão, mas eu puxei ela. _Ninguém aqui tem ideia do que eu passo, nem do que eu sinto, então fiquem quietos que eu me resolvo sozinha! - cuspi as palavras enquanto me olhavam assustados. _Agora se me derem licença, vou para meu quarto. - disse isso e me dirigi até meu quarto onde bati a porta com força e cai de costas na cama.
Só fitei o teto por um tempo, não queria chorar e não iria, mas Jay entrou como um furacão dentro do quarto e isso me assustou um pouco, mas seu olhar alarmado e aliviado o entregou, ele devia estar achando que eu estaria me cortando e isso me deixou triste.
Vi como todos ficaram quando apareci, bem... Nem todos, Any e Max estavam ocupados demais brigando, porém o resto reparou em meus machucados, Jay fez uma cena para me cobrir, mas disse para ele que estava bem com aquilo. Não tão bem, mas realmente não me importava mostrar meus cortes, logo eles sumiriam. O dia todo na praia foi estranho e perturbador, Any boiou para muito longe, tive que buscar ela, Max brigou mais uma vez com ela, tudo ficou pesado e chato, até nossas brincadeiras ficaram sem graça por conta da situação, mas então eles se acertaram e tudo voltou ao normal. Decidimos deixar Nathan, Max e Jay dormirem em casa, tomei um banho rápido quando cheguei, assim como Helo e Any, coloquei uma roupa confortável http://cdn05.cdn.justjaredjr.com/wp-content/uploads/2011/05/debby-video/debby-ryan-presley-suite-video-01.jpg e corri para a cozinha fazer o jantar. Max, Jay e Nathan ainda tomavam banho, Jay no meu banheiro, Max no banheiro do corredor e Nathan no banheiro de Helo. Any http://photos.imageevent.com/afap/wallpapers/stars/victoriajustice//Victoria%20Justice%20-%20Jean%20Shorts-.jpg fazia suco de melancia enquanto Helo http://www.resuminhobasico.com/wp-content/images/thumbnail/moda-taylor-swift-vestidos-delicados-1.jpg colocava a mesa.
_Esse cheiro está divino. - Jay falou me abraçando por trás me assustando. _O que está cozinhando? - perguntou beijando abaixo de minha orelha.
_Macarronada com brócolis e molho branco. - falei sorrindo.
_Deve está uma delicia. - murmurou mordiscando minha orelha, dei de ombros me livrando dele.
_Se continuar assim não termino o jantar. - falei e ele sorriu culpado.
_Vou deixar você cozinhar. - ele falou se sentando na bancada me encarando.
Continuei o que estava fazendo, logo Nath e Max se juntaram a nós, quando todos se sentaram á mesa, coloquei o macarrão em uma travessa de vidro e depositei em cima da mesa. E em pouco tempo todos já haviam se servido, todos com pratos bem cheios, eu sorri, coloquei um pouco para mim e servi suco para todos.
_Precisamos conversar. - Any murmurou.
_Sobre o que? - todos olhavam para nós com certa apreensão, acho que já sabiam o que seria discutido.
_Vai se fazer de boba agora? - Any perguntou impaciente, deixei meu garfo de lado e a olhei especulativa.
_Não estou me fazendo de boba, eu realmente não sei o que você quer falar comigo. - expliquei, com um longo suspiro ela falou.
_Sua falta de amor próprio não machuca só a você. - ela falou e voltou a comer, logo me toquei do que ela estava falando.
_Desculpe. - sussurrei com um nó na garganta, agora todo mundo me olhava, mas não era com qualquer olhar, era... Pena.
_Você tem que procurar ajuda May. - Nath falou me olhando, aquele olhar, me enojou.
_Ela tem que parar com isso. - Helo falou brava, mas ainda mantinha a piedade no olhar.
_Não é certo se mutilar desse jeito. - Any retrucou, me levantei e afastei a cadeira.
_Todos vocês chega de me julgar! - gritei, Jay tentou pegar minha mão, mas eu puxei ela. _Ninguém aqui tem ideia do que eu passo, nem do que eu sinto, então fiquem quietos que eu me resolvo sozinha! - cuspi as palavras enquanto me olhavam assustados. _Agora se me derem licença, vou para meu quarto. - disse isso e me dirigi até meu quarto onde bati a porta com força e cai de costas na cama.
Só fitei o teto por um tempo, não queria chorar e não iria, mas Jay entrou como um furacão dentro do quarto e isso me assustou um pouco, mas seu olhar alarmado e aliviado o entregou, ele devia estar achando que eu estaria me cortando e isso me deixou triste.
segunda-feira, 12 de agosto de 2013
Capitulo 72 - Do Not Do That Anymore
Cap. 72 (pov. Max)
Sei que fiz uma ou duas besteiras, mas Any não sabe quão linda ela está e como o pessoal dos barcos, o pessoal da praia e até mesmo da segurança estavam olhando para ela. Só queria proteger minha pequena mulher, mas acho que estraguei tudo. Nunca havia visto Any daquele jeito, explosiva e possessa, acho que realmente pisei na bola. Todos começaram a fazer alguma coisa para aliviar o clima, May passava protetor em Jay até deixa-lo mais branco do que já é, Nathan passava protetor em Helo que sorria por causa das cocegas, Tom estava ligando para Kelsey e Seev me encarava de sua toalha, com um olha repreensivo.
_O quê? - perguntei.
_Você é um idiota. - ele falou se levantando. _Vou ligar para Nareesha, vá falar com Any, por favor.
Eu queria muito falar com ela, mas não sabia por onde começar, nós estávamos bem, felizes, de volta a nosso eixo, tudo parecia ter se encaixado novamente, mas eu não consegui controlar o ciúmes e agora isso estava me matando, me sentei na areia e de longe observei Any olhar os barcos, de pé, ela parecia tão mais serena e pensei se aquela era uma hora boa para ir até lá e falar com ela. Me levantei e quando olhei novamente, lá estava minha pequena, sentada, aos prantos, escondendo seu belo rosto, aquela cena simplesmente me derrubou. Ao pensar que eu era o motivo daquele choro, novamente, desejei jamais ter falado alguma coisa sobre sua roupa ou sobre seu modo de agir, naquele momento eu só queria abraçar Any e embala-la em meus braços, corri até ela e me ajoelhei ao seu lado puxando sua cabeça para meu peito, mas ela me empurrou.
_Não encosta em mim! - gritou se sentando, suas lagrimas desciam livres por seu rosto.
_Any... - suspirei. _Não faz isso, vamos conversar.
_Conversar o quê? - ela me encarou, limpando suas lagrimas com certa fúria. _Sobre você ser um idiota possessivo? Qual é George?! Vamos ser claros isso nunca vai dar certo. - Any falou apontando para nós.
Por longos segundos meu coração pulsou pesadamente, o calor ficou distante e senti aquele sentimento de novo, o sentimento de quando Any terminou comigo pela primeira vez. Minhas mãos suavam e meus pensamentos ficaram perdidos.
_Nunca Max, nós não fomos feitos... - Any sussurrava e eu acenava com a cabeça de modo negativo. _É que... Meu Deus como isso é difícil, fazer isso é tão ruim que meu peito queima. - ela falava massageando a área com expressão de dor.
_Então não faça. - sussurrei olhando para ela, podia jurar que meus olhos estavam estalados pelo medo súbito de perto Any.
_Mas... Max, nós vivemos nos machucando. - ela falou e uma lagrima lhe escapou.
_Vamos tentar, mal voltamos... - tomei folego. _Você faz tudo se encaixar, não me deixe agora... Agora que eu finalmente te encontrei, que eu voltei a me sentir feliz, você completa aquele vazio que eu sinto dentro do meu peito.
_Max. - ela sussurrou e me abraçou, embalei minha pequena em meus braços até que ela estivesse me olhando e sorrindo para mim.
_Eu te amo. - murmurei e selei nossos lábios.
_Eu te amo. - Any falou sorrindo.
_Vai dar certo querida. - falei e ela assentiu. _Nós vamos dar certo, é nossa sina, ficarmos juntos, desse jeito, abraçados e sorrindo.
_Espero que seja isso. - Any murmurou.
Nos levantamos e voltamos junto ao pessoal que estavam arrumando as coisas para voltar para a casa, Tom resmungava por ter que deixar a praia e voltar para o hotel, Siva mal conseguia se abaixar por estar cheio de doces, Nathan ajudava Helo com todas as coisas e beijava seus hematomas algumas vezes, Jay e May guardavam algumas coisas nas mochilas e brincavam entre si. Quando fomos deixar as meninas em casa, eu, Nathan e Jay resolvemos ficar por lá, mas Tom queria dormir em um lugar confortável como a cama do hotel e Seev precisava falar com Nareesha. Enquanto nos arrumávamos para jantar, May preparava o jantar na cozinha.
Sei que fiz uma ou duas besteiras, mas Any não sabe quão linda ela está e como o pessoal dos barcos, o pessoal da praia e até mesmo da segurança estavam olhando para ela. Só queria proteger minha pequena mulher, mas acho que estraguei tudo. Nunca havia visto Any daquele jeito, explosiva e possessa, acho que realmente pisei na bola. Todos começaram a fazer alguma coisa para aliviar o clima, May passava protetor em Jay até deixa-lo mais branco do que já é, Nathan passava protetor em Helo que sorria por causa das cocegas, Tom estava ligando para Kelsey e Seev me encarava de sua toalha, com um olha repreensivo.
_O quê? - perguntei.
_Você é um idiota. - ele falou se levantando. _Vou ligar para Nareesha, vá falar com Any, por favor.
Eu queria muito falar com ela, mas não sabia por onde começar, nós estávamos bem, felizes, de volta a nosso eixo, tudo parecia ter se encaixado novamente, mas eu não consegui controlar o ciúmes e agora isso estava me matando, me sentei na areia e de longe observei Any olhar os barcos, de pé, ela parecia tão mais serena e pensei se aquela era uma hora boa para ir até lá e falar com ela. Me levantei e quando olhei novamente, lá estava minha pequena, sentada, aos prantos, escondendo seu belo rosto, aquela cena simplesmente me derrubou. Ao pensar que eu era o motivo daquele choro, novamente, desejei jamais ter falado alguma coisa sobre sua roupa ou sobre seu modo de agir, naquele momento eu só queria abraçar Any e embala-la em meus braços, corri até ela e me ajoelhei ao seu lado puxando sua cabeça para meu peito, mas ela me empurrou.
_Não encosta em mim! - gritou se sentando, suas lagrimas desciam livres por seu rosto.
_Any... - suspirei. _Não faz isso, vamos conversar.
_Conversar o quê? - ela me encarou, limpando suas lagrimas com certa fúria. _Sobre você ser um idiota possessivo? Qual é George?! Vamos ser claros isso nunca vai dar certo. - Any falou apontando para nós.
Por longos segundos meu coração pulsou pesadamente, o calor ficou distante e senti aquele sentimento de novo, o sentimento de quando Any terminou comigo pela primeira vez. Minhas mãos suavam e meus pensamentos ficaram perdidos.
_Nunca Max, nós não fomos feitos... - Any sussurrava e eu acenava com a cabeça de modo negativo. _É que... Meu Deus como isso é difícil, fazer isso é tão ruim que meu peito queima. - ela falava massageando a área com expressão de dor.
_Então não faça. - sussurrei olhando para ela, podia jurar que meus olhos estavam estalados pelo medo súbito de perto Any.
_Mas... Max, nós vivemos nos machucando. - ela falou e uma lagrima lhe escapou.
_Vamos tentar, mal voltamos... - tomei folego. _Você faz tudo se encaixar, não me deixe agora... Agora que eu finalmente te encontrei, que eu voltei a me sentir feliz, você completa aquele vazio que eu sinto dentro do meu peito.
_Max. - ela sussurrou e me abraçou, embalei minha pequena em meus braços até que ela estivesse me olhando e sorrindo para mim.
_Eu te amo. - murmurei e selei nossos lábios.
_Eu te amo. - Any falou sorrindo.
_Vai dar certo querida. - falei e ela assentiu. _Nós vamos dar certo, é nossa sina, ficarmos juntos, desse jeito, abraçados e sorrindo.
_Espero que seja isso. - Any murmurou.
Nos levantamos e voltamos junto ao pessoal que estavam arrumando as coisas para voltar para a casa, Tom resmungava por ter que deixar a praia e voltar para o hotel, Siva mal conseguia se abaixar por estar cheio de doces, Nathan ajudava Helo com todas as coisas e beijava seus hematomas algumas vezes, Jay e May guardavam algumas coisas nas mochilas e brincavam entre si. Quando fomos deixar as meninas em casa, eu, Nathan e Jay resolvemos ficar por lá, mas Tom queria dormir em um lugar confortável como a cama do hotel e Seev precisava falar com Nareesha. Enquanto nos arrumávamos para jantar, May preparava o jantar na cozinha.
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